quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

PRESIDENTE DA REPÚBLICA

O Presidente da República ainda está no activo ou já, resignando, refugiou-se na sua Casa da Coelha? E não disse água vai? Ou continua nas catacumbas de Belém à cata de erros nas leis promulgadas pelos seus antecessores? Ele, que era tão expedito a mandar bitaites na anterior governação, ele, que na campanha eleitoral para o segundo mandato, prometia mundos e fundos se fosse eleito, ele, que interrompeu as férias para fazer uma inopinada comunicação ao país, não diz nada ao povo que o (re)elegeu? Um silêncio ensurdecedor e sepulcral reside em Belém.
Que fale e diga da sua justiça ou então que faça como Ratzinger e deixe o lugar vago.

O GASPAR

Várias vezes me interroguei aqui sobre se Miguel Relvas ainda era ministro. É, e pelos vistos, continuará a ser até que o Coelho seja esganado ou enforcado (salvo seja).
Agora pergunto: o Gaspar ainda é ministro das Finanças? E não tem vergonha? Com que cara vê ele a própria cara, de manhã, frente ao espelho? Alguma empresa aceitava mantê-lo ao seu serviço num qualquer cargo de mediana responsabilidade?
Até quando? Até estarmos todos mortos e já não haja quem nos enterre?

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Bento XVI deixa o Vaticano e retira-se para Caltel Gandolfo

sábado, 23 de fevereiro de 2013

O ESPELEÓLOGO

Várias vezes me interroguei aqui sobre o paradeiro do venerando Chefe de Estado. Descobriu-se agora que se dedica afincadamente à espeleologia: anda nas cavernas, grutas e catacumbas de Belém a miscrar as leis promulgadas pelos seus antecessores. E, helas!, descobriu que Jorge Sampaio promulgou uma lei - a da limitação dos mandatos autárquicos -, do ano da graça de 2005, que foi objecto de publicação errada no Diário da República, coisa de que o Cenoura (e os autores da lei, diga-se) se não deu conta, já que era suposto não ser função sua ler, antes do pequeno almoço, o tal Diário; ele preferia começar pelo Financial Times e pelo Correio da Manhã. E que descobriu Cavaco? Convenientemente (?), que alguém substituiu um "da" por um "de". Coisa de somenos para quem não domina a língua materna, mas não para um entendido na matéria, que a exemplo do Vasquinho, que sabia o que era o mastoideu, no seu tempo de estudante Cavaco até dividiu as orações dos Lusíadas, como é sabido, ainda que tendo esquecido do número de cantos da obra épica do Luís Vaz.
Um dia destes vamos ter um doutoramento em Espeleologia, com arguição do professor doutor M. Relvas.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

RIMAS DO ZÉ GIL

BEIJAR




O beijar foi o primeiro ato do bebé ao mamar

com palmadinhas no rabo, tinha despertado,

no banho, tinha feito gluglu e a família sorriu,

vestido foi para o colo da mamã transportado.

Em terra de vinho, onde o fino pontifica

umas gotas foram dadas ao recém-nascido a degustar.

Todos brindam e nos cálices nem gota fica!

Muita neve caiu, no tempo da corujeira

abundantes caminhos de Escola palmilhou,

em escorregas ingremes dos montes brincou

roupas rompeu e sujou, e à família deu canseira!

No tempo do liceu, uma rosa retirou do jardim,

oferecida a uma colega bonita, não murchou.

Flores dedicadas, passeios aprazados, em

ruas, jardins e praças, eram sítios de devaneio

cruzaram-se destinos, satisfeito o enseio.

Tempo agreste e, nas ruas ou praças a passear,

bátegas de chuva fazem o vão de porta abrigo

vento forte, porta estreita, guarda chuva a tapar,

permitiu o primeiro beijo, puro e casto, dar!



Porto, 13/2/13

José Gil

jose.gcmonteiro@gmail.com

Um Presidente ..., para desgraça nossa.


1 - Num país democrático do “primeiro mundo”, semipresidencialista como o nosso, o Presidente da República já tinha chamado ao palácio presidencial o primeiro-ministro e tinha-lhe dito: “Em face da contestação de que é alvo o seu ministro Relvas, de quem a maioria dos portugueses não gosta; tendo em conta que o dito mentiu em tempos ao parlamento, dizendo ter habilitações académicas que não tem; tendo em conta que se diz licenciado, quando, de facto, só foi aprovado no exame a uma disciplina, curiosamente de um outro curso; tendo em conta que a sua manutenção no Governo, espanta muita gente, incluindo alguns ex-governantes e ex-dirigentes do seu partido (veja-se o exemplo de um tal de António Capucho); do que é que o senhor está à espera para me pedir a exoneração dele?” E, dir-lhe-ia mais: “Se não o fizer num prazo de quinze dias a um mês, vou dirigir-me aos portugueses informando-os do facto. Se teimar em mantê-lo no Governo, então tudo farei para o exonerar a si e, em último caso, dissolverei o Parlamento”. De imediato o Presidente chamava o líder do outro partido da coligação (estivesse ele na “China, nas arábias, no Irão ou até na Síria) e dava-lhe conhecimento da conversa.
2 - Num país democrático do “primeiro mundo”, semipresidencialista como o nosso, o Presidente da República já tinha chamado ao palácio presidencial o primeiro-ministro e tinha-lhe dito: “ O seu ministro Gaspar não acerta uma só previsão e, de seguida, com a maior cara de pau, apresenta uma nova, na qual já ninguém acredita. Ou ele muda de política e começa a acertar nas previsões ou terei de lhe propor o mesmo que propus para o tal Relvas”.
Pois é. Isto seria assim se tivéssemos um Presidente, de facto, e não um Presidente de faz de conta. Como alguém já disse, Cavaco Silva está em Belém a olhar para o Tejo e a ver passar os navios! Para desgraça nossa.

IDENTIFICAÇÃO

Lido algures:

"A metade que mija de pé na liderança do BE".

Bem apanhado!

LIDO

Não ser Relvas



Não gosto de Miguel Relvas. Mesmo nada. Não gosto do ministro, não gosto do político, deploro o discurso, a pose e o historial. Execro o que fez - não tenho dúvida de que fez - a Maria José Oliveira, a jornalista do Público que ameaçou com revelação de factos da sua vida privada para tentar evitar que ela o questionasse sobre declarações suas no Parlamento a propósito da relação com o ex-espião Jorge Silva Carvalho. Execro o facto de, na oposição, ter afirmado que a família do anterior primeiro-ministro, os filhos, deveriam ter vergonha dele - a vergonha, precisamente, de que o próprio demonstrou não ter pinga, ao manter-se, e ser mantido, em funções quando o próprio presidente da Entidade Reguladora para a Comunicação Social diz não ter dúvidas sobre o facto de o ministro ter ameaçado a jornalista. E, por fim, deploro que haja quem o convide para falar de jornalismo, passado, presente ou futuro, depois de tal se ter passado: se a pessoa Relvas não percebe que não pode continuar ministro, que ao menos jornalistas e órgãos de comunicação social evidenciem não lhe reconhecer dignidade para tutelar o sector.



Compreendo e sinto a justa fúria que tantos sentem ante um governo que diz governar "lixando-se para as eleições" quando, para ganhar as últimas, garantiu que faria tudo ao contrário do que está a fazer. Compreendo quem se lembra de ver Relvas insurgir-se contra aumentos de impostos e austeridade e desemprego e jurar que tudo seria diferente com o PSD, para agora sugerir que quem está mal que emigre. Compreendo quem se indigne por um ministro que fez uma licenciatura à pala de equivalências estar no mesmo governo que chamou às Novas Oportunidades "certificação de incompetência". Compreendo quem recorda Relvas a vituperar os ministros socialistas quando se insurgiam contra manifestações insultuosas ao ver o PSD clamar por "respeito democrático" pela "dignidade das funções" se tal se passa com os seus ministros - exigindo até ao PS que se lhe junte na reprovação "enfática".



Mas não gosto de ver pessoas acossadas. Aliás, não gosto sequer de ver pessoas a serem humilhadas, menos ainda publicamente - por mais que sejam culpadas de humilhar um país e de desrespeitar a democracia e a Constituição que agora querem como mártires (!) invocar. Daí que, pese tudo o que penso e sinto, me tenha desagradado ver Relvas insultado no chamado "clube dos pensadores", ainda com aquele sorriso apalhaçado com que tentou fazer coro no Grândola com quem protestava. Não gostei de o ver, em pânico, pelos corredores do ISCTE, sob os gritos dos estudantes, à procura de abrigo, de uma porta por onde sair de cena. Por mais que queira isso mesmo, que Relvas saia, que este governo se vá, não deve ser assim. Não decerto por ele, não decerto por eles: por nós, que não somos Relvas. Que não temos da democracia o entendimento oportunista e canalha de quem dela se serve em vez de a servir e honrar.

Fernanda Câncio, DN

Comungo da  opinião de FC: não gosto de ver pessoas acossadas e humilhadas, muito menos governantes do meu país. Mas de quem é a culpa e quem se põe a jeito?













quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

ATITUDES

O ministro Paulo Macedo (dos menos maus desta desgovernação), teve hoje, no Hospital de S. João, no Porto, uma atitude diferente da do seu colega Relvas, ontem, no ISCTE. Não fugiu pela porta das traseiras, deixou que as coisas acalmassem e proferiu a sua declaração, de cujo teor não tomei nota, nem me interessa, de momento.
Bem sei que a "vacina" Relvas deverá ter tido a sua influência, mas louvei o gesto muito mais elegante e político, num ministro não-político.

PERIGOSOS À SOLTA

Há quase unanimidade (passe o exagero) de que Miguel Relvas há muito que se deveria ter demitido ou ter sido demitido; talvez melhor: nunca deveria ter sido convidado para ministro. Mas Relvas é apenas um chico-esperto, um fura-vidas, que atropela tudo e todos para atingir o seu lugar, para marcar o golo e receber  prémio previsto. É um perigoso relativo, se assim me posso expressar.
Perigoso é o Gaspar, que parece estar a acordar estremunhado de um longo sono, durante o qual se julgou detentor de uma qualquer profecia que haveria de aplicar a um qualquer país que, para nosso azar, se chama Portugal. Um técnico "altamente considerado e respeitado" algures (no Burkina Faso, sem desprimor?), que não acerta uma, mesmo nas mais elementares regras da Economia, das Finanças Públicas, da Econometria e quejandos, ou sabendo que não vai acertar nos impinge uma cartilha de alguém que virá a dar-lhe emprego altamente remunerado pelos bons serviços prestados no "laboratório" português e que, ainda estremunhado, vem reconhecer que o pesadelo que infligiu aos portugueses poderia ter sido atenuado ou, até, muito diferente. Gaspar, é um perigo. Atrever-me-ia a dizer que é um criminoso de lesa-Pátria, pelas consequências da sua errada política; outros apelidaram de criminosos outros, anteriores, por menos. E o seu suposto chefe, que continua a dar-lhe a devida cobertura e que por tal é conivente, deveria ter o mesmo destino: a saída pela porta da rua, a porta baixa como julgo que se diz na arte teatral. Falta quem lhes indique que o seu papel terminou e a porta, pequena, se situa lá atrás à direita quem sobe. Mas quem poderia  dizer-lhes que o seu tempo acabou está a fazer contas à diminuição da sua pensão de reforma.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Ministro; até quando?


Em consequência da ruinosa política que nos conduziu a esta cretina austeridade, o actual governo é, quase de certeza, o mais impopular de todos. Provavelmente comparando-o até com os governos de Salazar e Caetano dos tempos do Estado Novo. Por isso, não se estranha que qualquer membro deste governo, sempre que participa num qualquer evento, seja confrontado, antes, durante e depois, com a contestação de cidadãos. Sobretudo o primeiro-ministro e o ministro Miguel Relvas, talvez o governante de que o Povo gosta menos ou detesta. Passos Coelho, até foi contestado na Assembleia da República durante o último debata quinzenal.
Ontem, no Clube dos Pensadores, em Gaia, e hoje, no ISCTE, em Lisboa, Miguel Relvas foi alvo de manifestações de desagravo. Na de ontem quando Relvas falava, um grupo de cidadãos levantou-se e começou a entoar a “Grândola Vila Morena” (está na moda nos protestos ao Governo, não só em Portugal, mas também em Espanha – é obra!). Relvas, fazendo uma figurinha ridícula, começou também a cantar e, cantando, ria. Só visto!
Hoje, no ISCTE, nem sequer iniciou o discurso que, viu-se, trazia escrito. E houve reboliço, e grande, ao ponto de Relvas ter de se refugiar numa sala que, por precaução, foi fechada à chave.
É verdade que estamos num Estado de Direito democrático onde estas coisas não podem acontecer, mais a de hoje do que a ontem, pois a de ontem, provavelmente, só não ficou pela Grândola porque Relvas, com uma cara de safado e com grande lata, desafiou os manifestantes com aquela atitude de começar a cantar (como, a cantar?) com eles.
Por isso, para que estas situações não aconteçam e, sobretudo não descambem para outras bem mais complicadas ou até violentas, é preciso que o Governo e, particularmente, os governantes deixem de afrontar os cidadãos. Miguel Relvas, ao aceitar estar presente naquela conferência do ISCTE, afrontou, e muito, todos aqueles estudantes universitários que fazem um enorme esforço para tirarem uma licenciatura que ele, vergonhosamente,  tirou sem ir a aulas, sem estudar e sem fazer exames.
Com estes dois incidentes, não há dúvidas: Miguel Relvas não tem condições para continuar ministro!



ALELUIA!

Aleluia! O venerando chefe de Estado apareceu hoje nas TVs a distribuir condecorações, algumas delas a muito custo, digo eu e, aparentemente, está bem e recomenda-se. Mas que eu saiba foi parco em palavras. Também é verdade que estamos em época de poupanças, até porque o rendimento doméstico deve ter levado um rombo daqueles...

RELVAS

O senhor ministro doutor Relvas foi ontem, em V.N. de Gaia, objecto de contestação e de perguntas tidas por impertinentes, e hoje impedido de botar discurso no ISCTE, em Lisboa, com vaias e insultos pelo meio, tendo que fugir como um rato.
Mas quem é que manda o senhor ministro doutor Relvas meter-se nestes assados, ele que nem sabe cantar e ignora a letra e a música do "Grândola Vila Morena" e de Comunicação Social apenas sabe que quer acabar com a RTP pública?
Retire-se, homem, recolha-se a um convento, lá para Tomar, a expiar os seus pecadilhos. Não se dá conta de que ninguém já está disposto a ouvi-lo, até porque nada de interessante e credível tem a dizer, que não há alma que o leve a sério? Não tem a noção de que o ridículo mata?

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

BOA PERGUNTA!


Recebida por email

O SONO DOS JUSTOS

Contrariamente ao que sucede com o seu ministro doutor Relvas, o primeiro-ministro dorme bem, ainda que poucas horas, com o desemprego em Portugal. Passos, depois de deixar de ser primeiro-ministro (o que espero aconteça brevemente) está respaldado pelo seu padrinho Ãngelo, pelo que não tem que se preocupar. Quanto aos desempregados, que emigrem ou vão cultivar nabos e rabanetes.
E o senhor de Belém, o que é feito dele? Meteu férias de inverno ou está de baixa?

domingo, 17 de fevereiro de 2013

E VOCÊ, ACREDITA NOS GLUTÕES?

"O desemprego e o desemprego jovem tiram-me o sono"

O ministro doutor Relvas diz, de acordo com o DN on line, que "o desemprego e o desemprego jovem tiram-[lhe] o sono".
A ser assim, não percebo como é que o cansaço e as olheiras, não patentes na figura, passam para o ministro Gaspar. Não julgava o doutor Relvas possuidor de tanta capacidade.

BONS CONSELHOS


Recebida por email

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Habemus Papam


Miguel Relvas, perdão, o Doutor da mula Russa Relvas, não perdeu tempo

Os clientes bufos!


Afinal o tempo em que os clientes eram de bufos, já vem de longe

PRÉMIO

Proponho-me iniciar a colecta para um fundo destinado a uma investigação que faça com que, sempre que o doutor Relvas apareça num qualquer canal de TV, a imagem seja interrompida até o homem desaparecer. Quem mais quer contribuir?
Não é por nada, mas a verdade é que sempre que o sujeito aparece na pantalha fico com a pele eriçada e dá-me uma volta ao estômago que só visto.

WORLD PRESS PHOTO






Grande prémio






Prémio temático (para um português)

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

TOMAR NO CU...

"Caro Paulo Núncio: queria apenas avisar que, se por acaso, algum senhor da Autoridade Tributária e Aduaneira tentar «fiscalizar-me» à saída de uma loja, um café, um restaurante ou um bordel (quando forem legalizados) com o simpático objectivo de ver se eu pedi factura das despesas realizadas, lhe responderei que, com pena minha pela evidente má criação, terei de lhe pedir para ir tomar no cu, ou, em alternativa, que peça a minha detenção por desobediência. Ele, pobre funcionário, não tem culpa nenhuma; mas se a Autoridade Tributária e Aduaneira quiser cruzar informações sobre a vida dos cidadãos, primeiro que verifique se a C. N. de Proteção de Dados já deu o aval, depois que pague pela informação a quem quiser dá-la".

Francisco José Viegas no seu blogue A Origem as Espécies




quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Que ridículo!


Também quero dar a minha opinião sobre aquela ideia absurda do Governo me obrigar a pedir factura sempre que fizer alguma compra, apesar do assunto já ter sido abordado, e bem neste blog, pelo amigo 500.
Que ideia tão ridícula! Como é que o Governo ameaça um cidadão de o punir se não pedir factura, quando isenta de as emitir algumas pequenas empresas? E depois, se houver um qualquer comerciante ou prestador de serviços que me responda: não “emito facturas”, o que faço; vou, armado em bufo, fazer queixa à polícia? Se há pessoas que sempre abominei, foram os bufos.
Que mais podemos esperar desta gentalha que nos governa?

Onde já vai o desemprego!


São records atrás de records.
O desemprego em Portugal sobe a cada dia que passa e, soubemos hoje, já vai em quase dezassete por cento, bem acima do que tinha sido estimado pelo Governo. Mas, pior que a notícia do novo record atingido no quarto semestre do ano transacto, é a previsão de que dentro de alguns meses deverá atingir os dezassete e meio por cento. Coisa que o primeiro-ministro, de forma ligeira, acha perfeitamente normal. Aliás, Passos Coelho teve uma tirada brilhante, daquelas que, de forma irónica, se costumam classificar como “descobertas da pólvora”. Disse o primeiro-ministro que espera que a taxa de desemprego venha a crescer…, antes de começar a cair. Brilhante!
Mas não toma medidas para o combater. Até parece que se está nas tintas para os desempregados, não parece? Ou será que está mesmo?