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segunda-feira, 13 de julho de 2015

ENFIM, A GRÉCIA

Enfim (enfim?, a ver vamos) a Grécia parece ter saído do buraco onde se meteu e a deixaram meter.
Após mais umas 17 intermináveis horas de discussão, um chefe de governo da Eurozona pôs fim à contenda ao tirar um coelho da cartola, apresentando "O" plano, que foi aceite por todos e mereceu palmas e uma rodada de vinho do Reno. E quem foi? Não, não foi Hollande, nem Renzi, nem Rajoy. Adivinharam: Pedro Passos Coelho, il même!

terça-feira, 5 de maio de 2015

O ELOGIO

Há dias, na inauguração de uma queijaria, Passos Coelho deu como exemplo acabado de como vencer na vida com trabalho, com esforço, com pertinácia e etc. o seu amigo Dias Loureiro, presente na cerimónia, assunto a que já aqui me referi. A comunicação social, embora se tenha referido ao descabido e descabelado elogio, não fez, que eu conheça, a desmontagem da referência. Poderá Dias Loureiro ser o exemplo para qualquer cidadão bom chefe de família? E o Passos não se enxerga? E os jornalistas ditos de referência ficam mais ou menos calados? Não há pachorra, porra.

terça-feira, 3 de março de 2015

POR EXEMPLO...

Erros em matérias fiscais e contributivas são muitas vezes fatais na política europeia.
Em Outubro de 2006, na Suécia, a ministra da Cultura demitia-se no meio de grande polémica: Cecilia Stego Chilo admitia que não tinha pago durante 16 anos a taxa sobre a licença de televisão (2.861 euros, em valores desse ano), nem feito as contribuições sociais para a sua empregada doméstica. No momento da demissão, a ministra afirmou que a falha em cumprir estas obrigações "não era aceitável".

Falhas em matéria de obrigações fiscais são muitas vezes fatais para os governantes.

Nos últimos anos foram conhecidos vários casos mais graves, envolvendo contas ocultas na Suíça (que causaram baixas ministeriais no Governo francês de Hollande e no anterior Executivo da chanceler alemã Angela Merkel), suspeita de favorecimentos e fraude fiscal (que levou à demissão do ex-primeiro-ministro da Irlanda), ou condenações por fraude fiscal (como o ex-pimeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi).

Contudo, mesmo casos menos complexos e mais próximos daquele que afecta o primeiro-ministro português - que não pagou durante cinco anos as suas contribuições para a Segurança Social - encontram alguns desfechos duros, quer na Europa, quer em Portugal. 

O caso da ministra sueca, de 2006, seguiu-se ao de uma colega sua no mesmo Governo, que saiu também por não ter pago as contribuições para a Segurança Social da sua empregada doméstica.

Mais recentemente, no Governo de François Hollande, o jovem e promissor Thomas Thévenoud acabou demitido passados apenas nove dias de mandato como ministro do Comércio. Thévenoud não tinha entregue a declaração de impostos durante três anos seguidos antes de ser ministro - o facto de ter regularizado entretanto a situação não serviu para travar a tempestade mediática e a saída do Governo. 

Em Portugal, um dos casos mais notórios foi o da demissão em 1997 do então ministro da Defesa do Governo socialista de António Guterres, António Vitorino. Como no caso que hoje afecta Passos Coelho, foi o jornalista José António Cerejo, no Público, a fazer as perguntas sobre o pagamento em falta de um imposto sobre a compra de uma casa (a antiga Sisa) - uma falha cometida antes de estar no cargo. Vitorino saiu de imediato, antes do apuramento sobre o caso (que viria a indicar que não houvera falha).

No caso actual, que envolve o primeiro-ministro, nem na maioria, nem nos restantes partidos - com excepção do Bloco de Esquerda - se falou na hipótese da demissão.

Diário Económico online

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

O SENHOR PASSOS, O ARTISTA

ACTUALIDADE

Passos Coelho desafia agentes políticos e sociais para "clareza" nas propostas

29 | 10 | 2014   18.24H
O primeiro-ministro desafiou hoje os "agentes políticos e sociais" a debater "com exigência de clareza" as diferentes propostas para o futuro do país, e condenou o "debate infantil" sobre "crescimento e austeridade".
"Temos de pôs as nossas diferentes estratégias em cima da mesa, os nossos diferentes diagnósticos e os nossos diferentes caminhos para o futuro. Com clareza e afirmação de escolhas. Debate não é a crítica pela crítica", afirmou, acrescentando que esse "é um dever de todos os agentes políticos e sociais".
O primeiro-ministro intervinha na sessão de encerramento do seminário "Diálogo Social pela Educação e Formação - estratégias de intervenção e concertação para o desenvolvimento e o emprego", por ocasião do 36.º aniversário da UGT, em Lisboa.
Destak/Lusa | destak@destak.pt


Onde já vai a auto-suficiência do artista! Só agora, que se vê apertado e não sabe bem o que fazer, é que "desafia" "os agentes políticos" (seja o que isso significa) à clareza, ele que tudo sabia e, como o Outro, sabia bem o que queria e por onde ia?  A toalha está mesmo a chegar ao chão.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

PASSISSES


Passos não exclui nem inclui ninguém na corrida a Belém


Líder do PSD diz-se surpreendido por Marcelo se excluir da corrida por se sentir visado pela negativa no perfil traçado na moção ao congresso.

Público

Este rapaz é um espanto. Isto para quem ainda não tinha reparado, claro. Tira, com todas as letras, o tapete ao Marcelo e depois, compungido, diz não excluir ninguém na corrida a Belém. Lá que não pode excluir ninguém é um facto, mas diferente é dizer que um putativo candidato não merecerá o apoio do seu partido. Para bom entendedor...

terça-feira, 2 de julho de 2013

O GÉMEO IRAQUIANO

Ao ouvir, há pouco, o primeiro-ministro, recordei o ministro da Propaganda iraquiano, aquando da condenável invasão do seu país, afirmando que o exército americano estava derrotado e em debandada, com as imagens dos tanques do tio Sam atrás de si.
Este homem não se enxerga? E de Belém não vem uma estrela luzente? Ou o inquilino do Palácio crê que as imagens são puramente virtuais, saídas da sua página do Facebook? Não haverá quem lhe dê um abanão?

sexta-feira, 3 de maio de 2013

VELHOS NÃO SÃO TRAPOS

Está visto: mesmo que com muletas, canadianas ou em cadeiras de rodas, com Parkinson ou Alzheimer, temos que assapar um golpe no cachaço do coelho e depois esfolá-lo, estufá-lo e atirá-lo aos cães, antes que nos esfole e estufe a nós e nos atire ao seu pastor alemão de estimação, o Gaspar.
E o venerando, não vai espumar de raiva?

NÃO SEI QUE FAÇA...

Pena não haver hoje bola às 20 horas nas tvs. Assim, não sei se janto descansado, com a tv desligada, se janto mais tarde ou se não janto de todo e vou para a cama mais cedo, apenas com chazinho tomado. É que, leio por aí, o senhor de Passos vai fazer uma comunicação ao país e receio não gostar do que o adjunto do Gaspar vai dizer. Estou como o tolo na meio da ponte e não sei que faça. Procurei um "aviso" no facebook dos pastéis, mas o mesmo estava encerrado para actualização. E apenas disponho de cerca de uma hora para me decidir, gaita. Quem me ajuda na decisão?

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

O SONO DOS JUSTOS

Contrariamente ao que sucede com o seu ministro doutor Relvas, o primeiro-ministro dorme bem, ainda que poucas horas, com o desemprego em Portugal. Passos, depois de deixar de ser primeiro-ministro (o que espero aconteça brevemente) está respaldado pelo seu padrinho Ãngelo, pelo que não tem que se preocupar. Quanto aos desempregados, que emigrem ou vão cultivar nabos e rabanetes.
E o senhor de Belém, o que é feito dele? Meteu férias de inverno ou está de baixa?

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

A ONG DE PASSOS

O Público  de hoje relata a criação e a (curta) vida de uma ONG criada por Passos Coelho, o "Centro Português para a Cooperação", apenas financiada pela Tecnoforma, de que havia de vir a ser administrador, e que teve como fundadores Marques Mendes, Ângelo Correia e Vasco Rato, coisa de que parece nenhum se recordar. Passos, então deputado, esqueceu-se de fazer o registo de interesses na AR e não esclarece se foi ou não remunerado.
Perguntado hoje, em Cabo Verde, esquivou-se a clarificar a "coisa". Terá algo de menos abonatório a esconder?

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

AS GAFES (?) DE PASSOS EXPLICADAS

Depois da entrevista de Passos Coelho, em que admitiu vir a taxar o ensino origatório, foi a vez de Nuno Crato ter que vir explicar a gafe do chefe.
A paciência começa a esgotar-se. Para o povo, que não para o inquilino de Belém, que se entretém (digo eu) a facebookar ou a tentar inventar uma qualquer piadola a disparar 'de improviso' num próximo acto inaugural de um chafariz em Pulo do Lobo ou na Cova da Coelha.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

PASSOS COELHO NO SEU MELHOR

Não (ou)vi, porque não avisado (e se avisado, se calhar também não (ou)via, porque de desgraças já estou até aqui) a entrevista do nosso, salvo seja, primeiro-ministro, ontem, à TVI. Do que li, ressalta-me a admissibilidade por ele manifestada de o ensino obrigatório poder ter que vir a ser comparticipado, isto é, pago, pelos alunos, melhor, pelos pais dos alunos, já que, diz que disse Passos, a Constituição não o impede, logo, permite-o.
Espere aí: o ensino é obrigatório mas tem que ser pago? Por alma de quem? Vamos voltar aos anos 30/40 do século passado em que só era obrigatória - sem controle, aliás - a frequência da 3.ª classe, para aprender a escrever e a ler o nome e a contar pelos dedos, e quando foram encerradas as chamadas Escolas Normais, que formavam os professores ditos primários? É isto que este governo se propõe e nos propõe?
Esta gente só pode estar louca e deve ser internada rapidamente no Júlio de Matos ou no Magalhães de Lemos.
À especial atenção do inquilo de Belém, que detém o poder para determinar o internamento, se não estiver entretido no Facebook ou a memorizar uma intervenção de improviso numa das suas poucas saídas da toca.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

NÃO PERCEBI

Devo estar a ficar balhelhas. Não percebi a ponta de um corno do que Passos disse, algures, creio que na Protecção Civil, em relação à carga fiscal. Alguém me explica, direitinho, o que disse o homem?