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terça-feira, 28 de maio de 2013
TRIBUNAL CONSTITUCIONAL
Como diria o outro (vocês sabem a quem estou a referir-me), o TC é uma força de bloqueio deste esforçado governo. Agora foi chumbada a lei das Comunidades Intermunicipais, obra emblemática do esforçado ex-ministro Relvas. Não há direito, gaita!
sexta-feira, 5 de abril de 2013
ELE HÁ COISAS!
Alguém crê que o primeiro-ministro foi hoje, pela alva, apanhado de calças nas mãos com a demissão de Relvas? Não consegue ter um nome para indicar ao PR e ao país? Todo o mundo desligou o telemóvel e muda de passeio quando avista o automóvel oficial de Passos Coelho?
Há aqui qualquer coisa estranha que não augura nada de bom para Passos Coelho. E Cavaco, que dirá ele na sua página de facebook?
Há aqui qualquer coisa estranha que não augura nada de bom para Passos Coelho. E Cavaco, que dirá ele na sua página de facebook?
terça-feira, 26 de março de 2013
EX-ESPIÃO, O PROTECTOR
Li algures que o ex-espião reingressou na função pública, de que se tinha demitido, para proteger o ministro professor doutor Relvas.
Acredito piamente, crédulo que sou por natureza.
Acredito piamente, crédulo que sou por natureza.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
LIDO
Não ser Relvas
Não gosto de Miguel Relvas. Mesmo nada. Não gosto do ministro, não gosto do político, deploro o discurso, a pose e o historial. Execro o que fez - não tenho dúvida de que fez - a Maria José Oliveira, a jornalista do Público que ameaçou com revelação de factos da sua vida privada para tentar evitar que ela o questionasse sobre declarações suas no Parlamento a propósito da relação com o ex-espião Jorge Silva Carvalho. Execro o facto de, na oposição, ter afirmado que a família do anterior primeiro-ministro, os filhos, deveriam ter vergonha dele - a vergonha, precisamente, de que o próprio demonstrou não ter pinga, ao manter-se, e ser mantido, em funções quando o próprio presidente da Entidade Reguladora para a Comunicação Social diz não ter dúvidas sobre o facto de o ministro ter ameaçado a jornalista. E, por fim, deploro que haja quem o convide para falar de jornalismo, passado, presente ou futuro, depois de tal se ter passado: se a pessoa Relvas não percebe que não pode continuar ministro, que ao menos jornalistas e órgãos de comunicação social evidenciem não lhe reconhecer dignidade para tutelar o sector.
Compreendo e sinto a justa fúria que tantos sentem ante um governo que diz governar "lixando-se para as eleições" quando, para ganhar as últimas, garantiu que faria tudo ao contrário do que está a fazer. Compreendo quem se lembra de ver Relvas insurgir-se contra aumentos de impostos e austeridade e desemprego e jurar que tudo seria diferente com o PSD, para agora sugerir que quem está mal que emigre. Compreendo quem se indigne por um ministro que fez uma licenciatura à pala de equivalências estar no mesmo governo que chamou às Novas Oportunidades "certificação de incompetência". Compreendo quem recorda Relvas a vituperar os ministros socialistas quando se insurgiam contra manifestações insultuosas ao ver o PSD clamar por "respeito democrático" pela "dignidade das funções" se tal se passa com os seus ministros - exigindo até ao PS que se lhe junte na reprovação "enfática".
Mas não gosto de ver pessoas acossadas. Aliás, não gosto sequer de ver pessoas a serem humilhadas, menos ainda publicamente - por mais que sejam culpadas de humilhar um país e de desrespeitar a democracia e a Constituição que agora querem como mártires (!) invocar. Daí que, pese tudo o que penso e sinto, me tenha desagradado ver Relvas insultado no chamado "clube dos pensadores", ainda com aquele sorriso apalhaçado com que tentou fazer coro no Grândola com quem protestava. Não gostei de o ver, em pânico, pelos corredores do ISCTE, sob os gritos dos estudantes, à procura de abrigo, de uma porta por onde sair de cena. Por mais que queira isso mesmo, que Relvas saia, que este governo se vá, não deve ser assim. Não decerto por ele, não decerto por eles: por nós, que não somos Relvas. Que não temos da democracia o entendimento oportunista e canalha de quem dela se serve em vez de a servir e honrar.
Fernanda Câncio, DN
Comungo da opinião de FC: não gosto de ver pessoas acossadas e humilhadas, muito menos governantes do meu país. Mas de quem é a culpa e quem se põe a jeito?
Não gosto de Miguel Relvas. Mesmo nada. Não gosto do ministro, não gosto do político, deploro o discurso, a pose e o historial. Execro o que fez - não tenho dúvida de que fez - a Maria José Oliveira, a jornalista do Público que ameaçou com revelação de factos da sua vida privada para tentar evitar que ela o questionasse sobre declarações suas no Parlamento a propósito da relação com o ex-espião Jorge Silva Carvalho. Execro o facto de, na oposição, ter afirmado que a família do anterior primeiro-ministro, os filhos, deveriam ter vergonha dele - a vergonha, precisamente, de que o próprio demonstrou não ter pinga, ao manter-se, e ser mantido, em funções quando o próprio presidente da Entidade Reguladora para a Comunicação Social diz não ter dúvidas sobre o facto de o ministro ter ameaçado a jornalista. E, por fim, deploro que haja quem o convide para falar de jornalismo, passado, presente ou futuro, depois de tal se ter passado: se a pessoa Relvas não percebe que não pode continuar ministro, que ao menos jornalistas e órgãos de comunicação social evidenciem não lhe reconhecer dignidade para tutelar o sector.
Compreendo e sinto a justa fúria que tantos sentem ante um governo que diz governar "lixando-se para as eleições" quando, para ganhar as últimas, garantiu que faria tudo ao contrário do que está a fazer. Compreendo quem se lembra de ver Relvas insurgir-se contra aumentos de impostos e austeridade e desemprego e jurar que tudo seria diferente com o PSD, para agora sugerir que quem está mal que emigre. Compreendo quem se indigne por um ministro que fez uma licenciatura à pala de equivalências estar no mesmo governo que chamou às Novas Oportunidades "certificação de incompetência". Compreendo quem recorda Relvas a vituperar os ministros socialistas quando se insurgiam contra manifestações insultuosas ao ver o PSD clamar por "respeito democrático" pela "dignidade das funções" se tal se passa com os seus ministros - exigindo até ao PS que se lhe junte na reprovação "enfática".
Mas não gosto de ver pessoas acossadas. Aliás, não gosto sequer de ver pessoas a serem humilhadas, menos ainda publicamente - por mais que sejam culpadas de humilhar um país e de desrespeitar a democracia e a Constituição que agora querem como mártires (!) invocar. Daí que, pese tudo o que penso e sinto, me tenha desagradado ver Relvas insultado no chamado "clube dos pensadores", ainda com aquele sorriso apalhaçado com que tentou fazer coro no Grândola com quem protestava. Não gostei de o ver, em pânico, pelos corredores do ISCTE, sob os gritos dos estudantes, à procura de abrigo, de uma porta por onde sair de cena. Por mais que queira isso mesmo, que Relvas saia, que este governo se vá, não deve ser assim. Não decerto por ele, não decerto por eles: por nós, que não somos Relvas. Que não temos da democracia o entendimento oportunista e canalha de quem dela se serve em vez de a servir e honrar.
Fernanda Câncio, DN
Comungo da opinião de FC: não gosto de ver pessoas acossadas e humilhadas, muito menos governantes do meu país. Mas de quem é a culpa e quem se põe a jeito?
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
ATITUDES
O ministro Paulo Macedo (dos menos maus desta desgovernação), teve hoje, no Hospital de S. João, no Porto, uma atitude diferente da do seu colega Relvas, ontem, no ISCTE. Não fugiu pela porta das traseiras, deixou que as coisas acalmassem e proferiu a sua declaração, de cujo teor não tomei nota, nem me interessa, de momento.
Bem sei que a "vacina" Relvas deverá ter tido a sua influência, mas louvei o gesto muito mais elegante e político, num ministro não-político.
Bem sei que a "vacina" Relvas deverá ter tido a sua influência, mas louvei o gesto muito mais elegante e político, num ministro não-político.
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
RELVAS
O senhor ministro doutor Relvas foi ontem, em V.N. de Gaia, objecto de contestação e de perguntas tidas por impertinentes, e hoje impedido de botar discurso no ISCTE, em Lisboa, com vaias e insultos pelo meio, tendo que fugir como um rato.
Mas quem é que manda o senhor ministro doutor Relvas meter-se nestes assados, ele que nem sabe cantar e ignora a letra e a música do "Grândola Vila Morena" e de Comunicação Social apenas sabe que quer acabar com a RTP pública?
Retire-se, homem, recolha-se a um convento, lá para Tomar, a expiar os seus pecadilhos. Não se dá conta de que ninguém já está disposto a ouvi-lo, até porque nada de interessante e credível tem a dizer, que não há alma que o leve a sério? Não tem a noção de que o ridículo mata?
Mas quem é que manda o senhor ministro doutor Relvas meter-se nestes assados, ele que nem sabe cantar e ignora a letra e a música do "Grândola Vila Morena" e de Comunicação Social apenas sabe que quer acabar com a RTP pública?
Retire-se, homem, recolha-se a um convento, lá para Tomar, a expiar os seus pecadilhos. Não se dá conta de que ninguém já está disposto a ouvi-lo, até porque nada de interessante e credível tem a dizer, que não há alma que o leve a sério? Não tem a noção de que o ridículo mata?
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
PRÉMIO
Proponho-me iniciar a colecta para um fundo destinado a uma investigação que faça com que, sempre que o doutor Relvas apareça num qualquer canal de TV, a imagem seja interrompida até o homem desaparecer. Quem mais quer contribuir?
Não é por nada, mas a verdade é que sempre que o sujeito aparece na pantalha fico com a pele eriçada e dá-me uma volta ao estômago que só visto.
Não é por nada, mas a verdade é que sempre que o sujeito aparece na pantalha fico com a pele eriçada e dá-me uma volta ao estômago que só visto.
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
COMISSÕES
Comisssões há muitas, como os chapéus do Vasco Santana. Fora aquelas que alguns recebem menos licitamente, hás as da Assembleia da República, que também são várias. Numa delas haveria de ser ouvido o ministro doutor Relvas, pela (outra) trapalhada da "venda" da RTP/RDP a uns amigalhaços só dele conhecidos. A atenta maioria parlamentar entendeu, e bem, que se queriam ouvir o ministro doutor Relvas tinha que ser noutra sala, com outros perguntadores/ouvidores e numa outra data, talvez após feito o negócio. Está correcto. Isto, quer dizer, aquilo, não é da Joana. Chacun à sa place.
Entretanto, em Belém enfeita-se a árvore.
Entretanto, em Belém enfeita-se a árvore.
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
RTP/RDP
Alberto da Ponte afirma que a RTP, para atingir o objectivo de serviço público, tem que ficar com dois canais, e a RDP, idem, com 3 estações, contrariando a estratégia do ministro Relvas (ó Relvas, vai estudar comunicação social!).
Querem ver que o Alberto da Ponte vai ser despachado (*) com a devida indemnização?
(*) consultar o dicionário
Querem ver que o Alberto da Ponte vai ser despachado (*) com a devida indemnização?
(*) consultar o dicionário
terça-feira, 25 de setembro de 2012
DÚVIDAS
O doutor Relvas ainda é ministro? Como o não tenho visto (seria suposto ser o "coordenador" do novo órgão inter-partidário ou inter-governamental, o célebre CCC), estou na dúvida. Será que está em férias sabáticas a requerer equivalências para catedrático?
quinta-feira, 26 de julho de 2012
quinta-feira, 19 de julho de 2012
EQUIVALÊNCIAS JUSTAS
Agora são os alcoólicos anónimos que querem ser enólogos. Não têm o curso, mas têm a experiência …
(recebida por email)
(recebida por email)
quinta-feira, 12 de julho de 2012
SEDE DE CONHECIMENTO
Afinal, o doutor Relvas, ministro, não descansa nem dá tréguas. Afirmou hoje que norteia a sua vida pela 'procura do conhecimento permanente' (louvo-me no Público).
Tanto há-de procurar que conseguirá atingir o princípio enuncido por Sócrates (o grego, não o outro), segundo Platão: "conhece-te a ti mesmo". Aí, atravessará a porta da Eternidade. E terá à sua espera mil virgens a cantar hossanas e louvores.
Tanto há-de procurar que conseguirá atingir o princípio enuncido por Sócrates (o grego, não o outro), segundo Platão: "conhece-te a ti mesmo". Aí, atravessará a porta da Eternidade. E terá à sua espera mil virgens a cantar hossanas e louvores.
quarta-feira, 11 de julho de 2012
sexta-feira, 6 de julho de 2012
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