Mostrar mensagens com a etiqueta Relvas verdejantes. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Relvas verdejantes. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, 4 de abril de 2013
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Ministro; até quando?
.jpg)
Em
consequência da ruinosa política que nos conduziu a esta cretina austeridade, o
actual governo é, quase de certeza, o mais impopular de todos. Provavelmente
comparando-o até com os governos de Salazar e Caetano dos tempos do Estado
Novo. Por isso, não se estranha que qualquer membro deste governo, sempre que
participa num qualquer evento, seja confrontado, antes, durante e depois, com a
contestação de cidadãos. Sobretudo o primeiro-ministro e o ministro Miguel Relvas,
talvez o governante de que o Povo gosta menos ou detesta. Passos Coelho, até
foi contestado na Assembleia da República durante o último debata quinzenal.
Ontem,
no Clube dos Pensadores, em Gaia, e hoje, no ISCTE, em Lisboa, Miguel Relvas
foi alvo de manifestações de desagravo. Na de ontem quando Relvas falava, um
grupo de cidadãos levantou-se e começou a entoar a “Grândola Vila Morena” (está
na moda nos protestos ao Governo, não só em Portugal, mas também em Espanha – é
obra!). Relvas, fazendo uma figurinha ridícula, começou também a cantar e,
cantando, ria. Só visto!
Hoje,
no ISCTE, nem sequer iniciou o discurso que, viu-se, trazia escrito. E houve
reboliço, e grande, ao ponto de Relvas ter de se refugiar numa sala que, por
precaução, foi fechada à chave.
É
verdade que estamos num Estado de Direito democrático onde estas coisas não
podem acontecer, mais a de hoje do que a ontem, pois a de ontem, provavelmente,
só não ficou pela Grândola porque Relvas, com uma cara de safado e com grande
lata, desafiou os manifestantes com aquela atitude de começar a cantar (como, a
cantar?) com eles.
Por
isso, para que estas situações não aconteçam e, sobretudo não descambem para
outras bem mais complicadas ou até violentas, é preciso que o Governo e,
particularmente, os governantes deixem de afrontar os cidadãos. Miguel Relvas,
ao aceitar estar presente naquela conferência do ISCTE, afrontou, e muito,
todos aqueles estudantes universitários que fazem um enorme esforço para
tirarem uma licenciatura que ele, vergonhosamente, tirou sem ir a aulas, sem estudar e sem fazer
exames.
Com
estes dois incidentes, não há dúvidas: Miguel Relvas não tem condições para
continuar ministro!
domingo, 15 de julho de 2012
sábado, 14 de julho de 2012
As Jotas que temos
Já era de esperar. Lá apareceu como se esperava a canalha da Jota PPD a dizer umas
parvoíces e a acusar outros de serem os responsáveis pela trafulhice do Miguel
Relvas. Não é que os rapazolas querem culpar o ex-ministro Mariano Gago pelo facto
de a lei invocada pelos falsários ter sido criada no tempo em que ele era
ministro do Ensino Superior? A lei, não é uma má lei. O que ela pretende é
aproveitar os conhecimentos e saberes adquiridos por um formando nas suas
actividades do dia a dia, sejam elas profissionais ou outras, e poder equiparar
esses saberes aos de uma ou outra disciplina de um curso superior. Não podemos
culpar a lei ou quem a criou de poder ser aproveitada por gente de fraco
carácter e baixa estatura ética e moral para se fazer passar por aquilo que não
é e dizer que adquiriu os saberes que não tem.
Agora
podemos perceber o pouco sentido de Estado que têm Relvas e Passos Coelho, ou
não tenham sido eles outrora dirigentes desta Jota PPD. Ao que estamos
sujeitos!
Uma vergonha!
Pronto.
As notícias divulgadas hoje na Comunicação Social, sobretudo a publicadas no
semanário “Expresso”, já não deixam dúvidas a todos os portugueses, incluindo
naturalmente a Passos Coelho, que a licenciatura do doutor da mula russa é uma
trafulhice bem montada, aproveitando as boas intenções de uma lei que pretende
reconhecer o saber adquirido autodidaticamente por quem frequenta um curso
superior, e não o contrário, dar um canudo a quem resolveu tê-lo sem qualquer
esforço e, pior ainda, por favor. Soube-se que até nas quatro disciplinas em
que ele supostamente foi avaliado houve situações de favor. Uma vergonha! Um outro qualquer cidadão
estaria agora a contas com a justiça e sofreria as consequências da sua
esperteza saloia. Mas Miguel Relvas, não. Enche o peito de ar e faz dos
portugueses saloios. Até um dia…
sexta-feira, 13 de julho de 2012
Só Passos Coelho não quer ver
Há
grande incomodidade de pessoas ligadas à área do Governo, quando são convidadas
a comentar o caso da licenciatura de Miguel Relvas e das outras trapalhadas em
que ele se viu metido em poucos meses. Ainda hoje são notícia com na
Comunicação Social as opiniões de
pessoas como António Capucho e Bagão Félix. Ambos advogam que Miguel Relvas
deve sair do Governo. António Capucho, de modo mais indirecto, dizendo que “o
primeiro-ministro devia aproveitar as férias de Verão para pensar numa
remodelação”, e Bagão Félix de modo muito mais directo dizendo que Miguel
Relvas ”pode até estar e continuar no Governo, mas já não é do Governo”. Ora,
estas e outras opiniões que se ouvem questionando a continuidade daquele estranho
doutor como ministro, justificam-nas com a perda de credibilidade que o assunto
está a causar ao próprio Governo, e com o facto de os portugueses começarem a
pensar que, pior do que ter no Governo um ministro algo conflituoso, mentiroso
e com uma licenciatura “de capoeira”, é ter um ministro com aquele tipo de
carácter!
Todos
reparam e chamam à atenção; só o primeiro-ministro não quer ver. Porquê?
quarta-feira, 11 de julho de 2012
sábado, 23 de junho de 2012
Relvas: há muito para lá das pressões
Helena
Roseta contou ontem na SIC Notícias que há dez anos, era Miguel Relvas
Secretário de Estado de um Governo de Durão Barroso e ela presidente da Ordem
dos Arquitetos, aquele lhe propôs uma parceria para formação de arquitetos
municipais, no âmbito dum programa com fundos comunitários denominado FORAL,
mas tal parceria para ir avante teria uma condição: que fosse uma empresa de
Passos Coelho a dar essa formação. Helena Roseta disse ter recusado de imediato
tal parceria por achar inaceitável tal condição e que considerava importante
recordar agora este episódio para que se perceba bem a personalidade de uma
pessoa que, outra vez no poder, está envolvida num caso de pressões
inaceitáveis ao jornal Público. E disse mais: “Na altura, percebi que era uma pessoa
que não sabia distinguir fronteiras”.
Ora,
a ser verdade, este episódio é grave, mesmo que já se tenham passado dez anos. Por
isso é preciso que seja plenamente esclarecido. E, desta vez, não há uma
qualquer entidade reguladora que venha em seu auxílio. Desta vez o assunto vai
muito para além de pressão. O que Miguel Relvas propôs a Helena Roseta
configura uma tentativa de favorecimento de um seu amigo (e que amigo!)
abusando da sua qualidade de governante (ou seja do poder que tinha).
Como
podemos continuar a ter um ministro todo poderoso que é apontado na praça
pública (só?) por abusar da sua condição de governante? Relvas está na berlinda
por más razões. E não pode continuar lá muito tempo. Se tiver um pingo de
dignidade, só pode dizer adeus ao seu amigo Pedro, dar corda aos sapatos e ir
pregar para outra freguesia.
E
o que diz a isto o parceiro da coligação?
quarta-feira, 20 de junho de 2012
A ERC, para quê?
Já
era previsível. Só por ingenuidade alguém poderia pensar que a ERC, a tal
Entidade Reguladora para a Comunicação Social, iria dizer, “preto no branco”: “O
Relvas pressionou de uma forma inaceitável o jornal Público e a jornalista que
investigava as relações entre ele e o espião Silva Carvalho”. É óbvio que não,
pois três dos cinco elementos que compõem o conselho regulador foram escolhidos
por ele. Ora …, ninguém gosta de cuspir no prato onde come. Mas como não podia
negar as evidências, a ERC teve o cuidado de dizer que o ministro não fez
pressões ilícitas ao jornal ou à
jornalista. E…, bonito, muito bonito, diz mais, diz que não se verificou a
existência de um condicionamento da liberdade de imprensa. Ah, mas não tem
dúvidas de que Miguel Relvas ligou mesmo para o jornal, pelo menos em três
ocasiões e que o fez “visivelmente irritado”, tendo dito que a continuar assim,
deixaria de falar com o jornal. Então, pergunto: Isto não foi uma forma de
pressão, para que a jornalista se calasse ou fosse branda? Alguém tem dúvidas
disso? Só a ERC tem e, por isso, acha que a atitude do ministro poderá ser
apenas objecto de um juízo negativo no plano ético e institucional, mas não
feito por ela, ERC.
Perante
estas conclusões de tão douta entidade, e ainda tendo em conta que o seu presidente
pensa que “a deliberação defende e reforça o poder editorial” (dá para rir!),
só posso concluir que a ERC não serve para nada. Por isso, acabe-se com ela.
sexta-feira, 1 de junho de 2012
segunda-feira, 28 de maio de 2012
RELVA VERDEJANTE
O venerando, que anda pela Ásia feito caixeiro viajante, na companhia de um ajudante, de seu nome Álvaro, diz que espera que a relva verdejante que por aqui cresce seja apreciada e segada pelas vacas sorridentes, agradecidas que estão pela chuva com que S. Pedro nos tem presenteado.
sábado, 26 de maio de 2012
Situação insustentável
Já
bastava o que nestes últimos dias tem sido noticiado sobre o relacionamento de
Miguel Relvas com o ex-espião Silva Carvalho e, também, sobre as alegadas
pressões e chantagem a jornalistas do jornal Público, para concluirmos que
Relvas está enterrado no lodo até às orelhas. Mas o que hoje se podia ler em
quase todos os jornais e ouvir e ver nas rádios e nas televisões, dá para concluir
que até as orelhas já não se vêm. Ah, e pelos vistos a promiscuidade com o
espião já tinha começado antes mesmo das eleições, no pressuposto de que o PPD
iria ganhá-las e formar governo, o que diga-se até era previsível, mas era absolutamente
reprovável. Dá para questionar: Como é que Relvas pactuou quando, pelo
contrário, tinha obrigação de desmascarar a atitude de Silva Carvalho e dar
conhecimento à Procuradoria Geral da República?
Mas,
se estes casos a que Miguel Relvas está ligado, quer o caso das secretas, quer
o caso das pressões a jornalistas do Público, lhe retiram a credibilidade
política, o que dizer do facto de ter mentido ao Parlamento? Vem o ouvimos
dizer: não, não…, e não. Afinal, concluímos agora que devia ter dito: sim, sim…,
e sim. É grave que o coordenador político do Governo, como ele vaidosamente se
intitulou, minta ao Parlamento. Nada disto pode, ou deve, ficar impune.
Temos
um Presidente da República que se preocupa mais com ele do que com as
obrigações que jurou cumprir, mas desta vez não pode assobiar para o lado.
Perante estes reles acontecimentos tem que agir e rápido.
sexta-feira, 25 de maio de 2012
Quem tem dúvidas?
Por
muito que o ministro Miguel Relvas negue quaisquer pressões feitas por si sobre
jornalistas do Jornal Publico e continue a jurar que não fez chantagem com a
jornalista Maria José Oliveira, ameaçando-a de divulgar na Internet factos da
sua vida privada, estou convencido que muito mais de metade dos portugueses já
estão concluiram que Relvas pressionou mesmo. E muito mais convictos ficaram
hoje com a nota da Direcção do jornal e a inesperada demissão do chefe de gabinete
do ministro que, como era de esperar, se imola para que o ministro não caia, já. É difícil de acreditar que
estejam várias pessoas a mentir e só uma a falar verdade, desmentindo os outras.
Cá para mim já nem Passos Coelho acredita em Miguel Relvas, só que a assunção
da verdade iria acarretar-lhe um enorme problema de consequências imprevisíveis.
Já
agora: S Exa, o venerando Chefe de Estado que anda a passear lá pela Oceânia já
foi solicitado a pronunciar-se sobre este assunto. E claro, como de costume lá
veio uma resposta de nos deixar de boca aberta. Disse S Exa que não se mete nas
lutas político partidárias! Até dava para rir, se não estivéssemos já
habituados a que nestas situações Cavaco “foge com o rabo à seringa” e aplica a
sua velha máxima: Não me comprometam! É este o Presidente que temos. Mas eu não
tenho culpa.
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Quem não deve não teme; e o Relvas teme
Quando
alguém é injustamente acusado de qualquer coisa que não fez, nega tê-la feito,
como é evidente, mas dispõe-se a ser interrogado, investigado e a esclarecer
tudo o que possa causar dúvidas aos outros, de modo a que se conclua que não
fez mesmo aquilo e que, portanto, a
acusação é infundada. No fundo segue o velho ditado popular que diz: Quem não
deve não teme.
O
ministro Miguel Relvas está a ser acusado pelo jornal Público de ter feito
pressões no sentido de não serem publicadas notícias relacionadas com o ex director
dos serviços secretos e, pior ainda, de ter feito chantagem com uma jornalista,
ao ameaçá-la com a divulgação na Internet de factos da sua pessoal. É uma
acusação grave, como grave será se for verdade ou se ficarem dúvidas.
Como
o Governo presta contas ao Parlamento, os partidos da Oposição querem ouvir o
que Miguel Relvas tem a dizer sobre o assunto e, por isso, querem-no em audição
no Parlamento. Era natural, pensei eu, que Miguel Relvas seguisse o tal
princípio do “quem não deve não teme” e se dispusesse logo a ir prestar contas
aos deputados. Mas não, várias figuras (algumas delas figurinhas) do PPD já
disseram que o partido votará contra os pedidos de audição …, por não ser
oportuno. Quer dizer, então , que Miguel Relvas teme; e se teme … “deve”, não
éassim?
sábado, 19 de maio de 2012
Censura, chantagem..., até quando?
A
ser verdade o que tem sido noticiado na Comunicação Social, sobre alegadas
pressões do ministro Miguel Relvas a jornalistas do jornal Público, com ameaças
de promover um boicote de todos os ministros ao mesmo jornal e, o pior de tudo,
com chantagem sobre uma jornalista, a quem ameaçou divulgar na internet
detalhes da sua vida privada, estamos perante um facto gravíssimo de abuso de
poder do ministro que , ainda por cima, tutela o sector.
Torna-se
por isso imperioso que rapidamente se saiba a verdade e se a verdade for a de
que os factos imputados a Relvas são inquestionáveis, então Relvas deve ter a
dignidade de se demitir. E se o não fizer, só resta a Passos Coelho tirar-lhe o
tapete. A abolição da censura foi uma das grandes conquistas do 25 de Abril,
mas censura com chantagem é própria de países do terceiro mundo, governados por
déspotas sem escrúpulos.
Basta,
desta vez o Relvas foi longe de mais. A indignação é geral e até o Sindicato
dos Jornalistas diz que Miguel Relvas
não tem condições para continuar no cargo que ocupa.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
A vingança do ofendido!
Toda a gente comentou, e ainda comenta, que o Governo sofreu um revés na sua atitude de querer que a Terça-feira de Carnaval fosse um dia de trabalho como os outros. E uma das expressões mais ouvidas e escritas foi a de que houve uma espécie de desobediência civil. Pois bem, o ministro Miguel Relvas, entrevistado num canal televisivo - TVI 24 (entrevista que não vi, quer porque raramente sintonizo tal canal, quer porque não tenho paciência pra ouvir tal figura), segundo li e ouvi, mostrou toda a raiva que se apoderou do Governo ao não ser obedecido e, com aquele espírito da vigança do ofendido, decretou: Para o ano não haverá tolerância de ponto! E de seguida começou a dizer disparates, como aquele de relacionar as dívidas dos municípios com as folgas dadas aos seus funcionários, o que não é verdade. Se fosse, a Câmara de Gaia, uma das mais endividadas do país, tinha que dar folga aos seus trabalhadores durante três ou quatro dias. Mas não, até se sentiu no direito de criticar a Câmara do Porto, através do seu vice-presidente, já que o presidente, ao contrário dos trabalhadores, fez folga!
Como sempre, este governo quando se sente afrontado por alguém, mesmo que se tenha posto a jeito para isso, retalia logo com uma vingança, ainda que, como agora, possa estar a criar uma guerra que será prejudicial para todos.
terça-feira, 27 de setembro de 2011
POIS!
Segundo o ministro Relvas, o resultado da auditoria às contas da Madeira saber-se-á no devido tempo, já que estamos perante um problema técnico que não político. Pois! Jardim é reeleito (assim espero) a 9 de Outubro, pelo que o resultado da auditoria poderá sair logo no dia 10. E a troika que irá dizer?
Subscrever:
Mensagens (Atom)



