segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

BOLAS À TRAVE

Domingos, sem paciência para aturar um bando de rapazolas que se intitulam jogadores profissionais de futebol, pôs-se a andar de Alvalade. Agora, com Sá Pinto, aquela rapaziada vai ver como elas doem. Ou jogam como deve ser ou apanham no focinho, como diria 'Os Trabalhadores do Comércio', de boa memória. Só falta, no balneário, o Malvado, para aquilo entrar nos carris.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

ASSUNÇÃO ESTEVES

Deputados queriam ouvir, potestativamente, Passos Coelho na 1.ª Comissão por causa das Secretas. O assunto foi remetido para a presidência da AR, que (por "ordem" do Relvas?) decidiu não o convocar, fazendo uma "interpretação" abstrusa do Regimento, com o falacioso argumento de que o primeiro-ministro não faz parte do 'governo'. Uma nódoa desnecessária na blusa de Assunção Esteves.

PRÉMIO DE FOTOGRAFIA

A foto do espanhol Samuel Aranda, em jeito de Pietá iemenita, ganhou o World Press Photo 2011.
Não gosto da foto, porque lhe falta o essencial: o rosto e, logo, o olhar e o pranto da mulher que ampara o ferido. É uma foto demasiado fria, talvez encomendada.
Fria por fria, votava na que aqui se pode ver: em Pyongyang, um conjunto de edifícios às escuras, com uma única janela(?) iluminando a foto do defunto Amado Líder Kim Il Sung! (Foto do bósnio Damir Sagolj).

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Os carteiristas do Porto e os carteiritas de Manchester

A equipa de futebol do Manchester City vem jogar com o F C Porto na próxima Quinta-feira, um encontro relativo aos dezasseis avos-de-final da Liga Europa. Até aqui, tudo bem. O estranho é que no seu site na Internet o clube inglês alerta os seus adeptos que vêm acompanhar a equipa à cidade do Porto de que devem estar atentos aos carteiristas que operam em várias zonas da cidade, nomeadamente as zonas turísticas, nos transportes públicos e nas proximidades do estádio. Ora dá para perguntar: porquê tanto zelo? Por acaso os adeptos daquele clube são meninos de coro? Não são, e mais: Manchester está considerada uma das cidades mais violentas e perigosas do Reino Unido, portanto os seus adeptos ja devem, naturalmente, tomar as suas precauções. Para mim, esta atitude do Manchester City mais parece uma atitude de altivez de novo rico que não estava habituado estas andanças. O que esperamos é que os seus adeptos bebam com moderação e não façam desacatos. Se alguém deve estar mais apreensivo são os portuenses que já várias vezes viram maus comportamentos de adeptos ingleses que acompanham as suas equipas. A ver vamos!

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

O segredinho mal guardado



- Ó pá, estou lixado. Com esta austeridade toda, não vamos morrer da doença, mas da cura.

- Não te preocupes ó Gaspar. Se for preciso, damos a tal ajudinha. Alargamos o prazo do programa de assistência financeira. Eu falo à Angela. Olha: manda é calar o teu PM. Faz melhor serviço quando não abre a boca.

- Obrigadinho, és um amigalhaço!

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

QUEM TEM AMIGOS....

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...não morre na cadeia.



(recebida por email)


CUIDADO COM A TROPA!

Há dias o ministro Aguiar hífen Branco, dirigindo-se ao militares convidou-os a sairem da sua zona de conforto, melhor dizendo, a saírem se não se sentissem confortáveis, coisa que não caíu muito bem na tropa, como se comprova pela carta que o coronel Manuel Martins Pereira Carcel, em nome da Associação dos Oficiais das Forças Armadas, enviou ao ministro. E agora, senhor ministro? E haverá por aí alguém que apresente queixa à PGR, agora por insubordinação, como aconteceu recentemente por casa de umas declarações do Otelo?

FÉRIAS SEM TRÉGUAS

Deixando os gregos respirar por uns dias, a senhora Merkel acaba de chegar à Madeira! E não gostou das autoestradas, túneis e viadutos que encontrou deste o aeroporto até ao Funchal e proclamou-o em voz audível logo à entrada do hotel onde ficou alojada. O Alberto João já lhe respondeu?

Não pode faltar ao respeito ao portugueses

Eu já sabia que o primeiro-ministro do meu país põe os seus interesses políticos à frente dos interesses dos seus concidadãos, que não sabe o que é solidariedade e que nem um só minuto por dia pensa na vida desgraçada daqueles que vivem mergulhados na pobreza. Só olha para o seu ego, com a arrogância de quem teve tudo na vida, não por mérito, mas por compadrios partidários. Se já não se admite que ele fale aos portugueses com sobranceria, como estivesse a falar para gente pouco qualificada e de baixo nível, muito menos podemos aceitar que nos insulte. Ao chamar piegas aos portugueses o primeiro-ministro faltou-nos ao respeito o que não é tolerável em Democracia. Os portugueses não são piegas quando contestam esta austeridade cega que lhes impõe sacrifícios muito para lá dos acordados com a Troika. Os portugueses mostram é a sua revolta e avisam-no de que não estão dispostos a cair na pobreza de braços cruzados.

Nunca tive dúvidas, e agora muito menos, que Pedro Passos Coelho não tem perfil de homem de Estado. Como alguém já disse, governa o país como estivesse a governar uma qualquer associação de estudantes. São comportamentos como este que podem fazer eclodir uma convulsão social.

CONSELHOS DOS MERKOZYS

A secretária de Estado da Saúde francesa aconselha os sem-abrigo a não sairem de casa por causa das baixas temperaturas que se fazem sentir no país.
Aguardo, com ansiedade mas sem pieguices, que Passos Coelho, Relvas ou alguém por eles importe o conselho e o mande aplicar, para além de aos sem-abrigo, às moças mais ou menos despidas que vão desfilar nos diversos corsos de Entrudo, muitas delas, aliás, trabalhadoras da função pública e que, para além de fazerem gazeta no próprio dia, vão estar de baixa no resto da semana por mor dos resfriados.

O FANFARRÃO



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O Fanfarrão de Massamá veio apelar para que não sejamos piegas, isto é, calimeros.

Porque é que o sujeito não se cala quando não tem à sua frente o guião do Relvas? Seria caso para dizer, como o outro: vai chamar calimero à tua tia!

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

A figurinha e a falta de bom senso

O primeiro-ministro tem feito uma triste figurinha quando pretende justificar a não concessão de tolerância de ponto no dia de Carnaval aos funcionários públicos. Quando ele diz que o país ganha muito com o fim da tolerância de ponto, nem dá conta que muitas empresas privadas, nomeadamente bancos, seguradoras, fábricas, empresas de serviços, etc, estão fechadas por força do que está previsto nos contratos colectivos de trabalho. E que mesmo na função pública há muitos trabalhadores que não vão trabalhar, dado que várias Câmaras Municipais já anunciaram que vão dispensar os seus colaboradores. E algumas delas de peso, como Porto, Lisboa, Cascais, Vila Real (onde Passos Coelho foi até há pouco Presidente da Assembleia Municipal) e quase todas as que têm corsos de carnaval. Também a Região Autónoma da Madeira fez saber que vai dar tolerância de ponto. Que dizer disto? Que é uma afronta para Pedro Passos Coelho, que se pôs a jeito. Mas ele não tem emenda, "mete a cabeça na areia" e não é capaz de emendar o erro. Uma das primeiras regras para se ser governante é ter bom senso. Infelizmente, uma das características do primeiro-ministro Pedro Passos Coelho é a falta de bom senso.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Fiquei comovido!!!

É mesmo; fiquei muito comovido quando soube que os deputados de todos os partidos vão trabalhar para a Assembleia da República no dia de Carnaval. Assim é que é bonito! De certo, contribuirão para o aumento da riqueza nacional. Eu, desde já, agradeço-lhes o seu esforço.

Será que ele acredita no que diz?

Quanto mais ouço o primeiro-ministro a justificar algumas das medidas que toma e que são pouco ou nada bem aceites pela generalidade dos portugueses, mais me interrogo: Será que ele acredita no que diz?

A propósito da não concessão de tolerância de ponto aos funcionários públicos na Terça-feira de Carnaval, o primeiro-ministro disse, entre outras coisas que roçam a demagogia barata, que o"país ganha muito com o fim da tolerânca de ponto para os funcionários públicos". Mas, ganha o quê? Ainda gostava de saber quanto é que o PIB vai aumentar mais com o facto de os funcionários públicos trabalharem naquele dia. Fraco conceito, ou nenhum conceito, tem o primeiro-ministro sobre como aumentar a produtividade do nosso país. Como pode pensar que um trabalhador contrariado, a quem nos últimos tempos diminuiram o seu salário e tiraram algumas regalias sociais e direitos adquiridos como os subsídios de férias e de Natal vai ser, de facto, produtivo? Só por pura demagogia

Quando ouvi o primeiro-ministro a recordar aos portugueses que estamos numa situação de emergência nacional e, por isso, temos que trabalhar, lembrei-me quando nos tempos do PREC o então Chefe de Governo, Vasco Gonçalves, pôs os portugueses a trabalhar num Domingo. Foi a confusão geral e, de produtivo, nada se viu. É curioso que agora também há quem diga que estamos em tempo de outro PREC; só que agora ,de Direita!

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Quem confessa publicamente um crime, não pode ficar impune

Um dirigente desportivo, mais concretamente o presidente do Marítimo, confessou publicamente, através da Agência Lusa, que passou um cheque sem cobertura de cento e trinta mil euros à Direcção Regional de Finanças da Madeira a quem tinha de pagar aquela quantia correspondente a uma dívida fiscal. Ora, passar um cheque sem cobertura é crime de burla, o que é grave e neste caso torna-se ainda mais grave dado quem o emite, segundo as suas declações, fá-lo propositadamente, sem qualquer intenção de pagar, mas para retaliar um não da Administração Fiscal ao seu pedido de adiamento do pagamento, que pretendia fazer por um "encontro de contas" (encontro de contas como e a que propósito?). Queria o presidente do Marítimo que a administração fiscal fosse compreensível, "sabendo das grandes dificuldades que os clubes estão a atravessar". E fez ainda outras considerações, só possíveis porque os dirigentes desportivos sentem-se, de um modo geral, impunes ao não cumprimento das obrigações fiscais e de outras obrigações para com o Estado e estão habituados a que depois apareçam soluções excepcionais, mas completamente anormais, como foi o famigerado "totonegócio", que ainda continua a ser falado pelas piores razões. Se os clubes de futebol estão com dificuldades, que gastem menos. Os seus dirigentes habituaram-se a gastar o que não têm. Governam os seus clubes como se estivessem sentados num grande saco de dinheiro, quando, na realidade, estão sentados num saco de dívidas. Espero que desta vez, a Administração Fiscal e a Justiça, ajam com celeridade e sem contemplações. Quem comete um crime não pode ficar impune. Ah, e não nos esqueçamos que os clubes da Madeira (e sobretudo o Marítimo) têm recebido dinheiros do Governo Regional, que dadas as circunstâncias acabam por ser dinheiros do Estado, como nenhum outro clube português recebe. É tempo de acabar com o regabofe. Caso contrário o povo que está a pagar a crise tem legitimidade para se revoltar.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

ISTO É UM CARNAVAL

1 - A bem da "produtividade" e da reverência à "moderada" troika, o governo não dá tolerância de ponto na terça-feira de Carnaval. Presidentes de câmara vários já se manifestaram contra e um deles até diz que vai deslocar-se a Lisboa para oferecer ao Passos Coelho uma obra qualquer alusiva à festividade. Creio que Rui Rio, presidente da CMPorto vai dar tolerância ao pessoal. Se o diz, é porque as autarquias têm autonomia suficiente para o efeito. E se outras câmaras, nomeadamente aquelas onde há os tradicionais corsos, fizerem o mesmo? Onde vai parar a credibilidade de Passos Coelho perante a famigerada troika? O homem meteu-se numa alhada que só Cavaco conhece.


2- O 4-Pereiró colocou aqui um post discordando da decisão de Vasco da Graça Moura mandar desactivar o corrector de texto de todos os computadores do CCB, medida que aplaudi, tão só porque sou contra o acordo absurdo. Mas, convenhamos: se há uma lei que impõe a nova ortografia e o nomeado a primeira coisa que faz é desrespeitá-la, qual o papel do nomeador, o SEC, Francisco José Viegas e até do PM? Ou, porque é época de Carnaval, ninguém leva a mal?

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

PROTESTOS

Umas quantas câmaras municipais, sub-regiões de turismo, comissões fabriqueiras várias, hotéis e restaurantes e outros interessados estão a organizar centenas de excursões para se manifestarem à porta do primeiro-ministro pelo corte da ponte do Carnaval. Depois das despesas já assumidas para a organização dos corsos, querem, uns, saber a quem vão mandar a factura, e outros, o que fazer aos quartos desmarcados e às viandas já encomendadas.
Os representantes das áreas de serviço das auto-estradas estão, à hora do fecho deste post, reunidos para, também elas, deitarem contas à vida.
Consta ainda (o que não foi possível confirmar), que a Dilma já mandou um telegrama ao embaixador brasileiro, Mário Vilalva, a perguntar se as artistas contratadas e já a caminho, vão ou não exibir a suas bundinhas e receber o merecido cacau. Não está posta de parte a chamada do embaixador a Brasília para consultas. Não foi possível o contacto com o embaixador de Potugal em Brasíla.
Vai ser um Carnaval quente, presumo.

RECTIFICAÇÃO

Rectifico o post anterior: para além da água, falta a ANA e a TAP, para que seja cumprida a visão profética do Paulo Futre.

SÓ FALTA A ÁGUA

Depois da EDP e da REN, fica a faltar a água para começarmos a falar mandarim.

O meu apoio e o meu aplauso

Leio quase sempre os artigos que Vasco Pulido Valente escreve no Jornal "Público" aos fins-de-semana. Paradoxalmente, quase nunca estou de acordo com ele. Mas o artigo de hoje, Sexta-feira, dia 3 de Fevereiro, merece o meu acordo. Direi mais, merce o meu apoio e até o meu aplauso, pois chama-nos a atenção do (mau) estado da nossa Justiça, que é capaz de abrir solenemente, com pompa e circunstância, o ano Judicial e julgar, com pompa mas sem circunstância, arguidos de pequenos furtos em supermecados, que causam umas migalhas de prejuízo aos sofredores e que custam uns milhares de euros ao Estado. Que Justiça!

BOAS NOVAS

1 - Vasco da Graça Moura, com o acordo dos restantes administradores, determinou que os computadores do Centro Cultural de Belém deixem de ter o corrector do Novo Acordo Ortográfico. Eu faria o mesmo.
2 - Passos Coelho não concede tolerância de ponto pelo Carnaval. Também estou de acordo. Foi assim que um outro primeiro-ministro começou a ver a porta de saída.

Os acordos são ou não para cumprir?

Foi pública a polémica que se criou com a substituição do anterior presidente do Centro Cultural de Belém, pelo actual. Pouco antes da nova nomeação, o Secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas, convencido de que tutelava tudo o que à Cultura diz respeito, assegurou a António Mega Ferreira que pretendia reconduzi-lo (quão ingénuo que ele foi! Esqueceu-se do Relvas?). Porém, porque havia um boy (e que boy!) para o lugar, mandaram-lhe dar o dito por dito e nomear para o cargo Vasco Graça Moura, um cavaquista "dos quatro costados", pouco predisposto a aceitar as ideias dos outros quando sejam diferentes das suas, pouco tolerante e com muito pouca capacidade de diálogo. Ah, e sinto agora, que também é algo vingativo. Vasco Graça Moura foi e é um opositor do Acordo Ortográfico, celebrado e assinado entre os países de língua portuguesa, desde as negociações e após a sua entrada em vigor no início deste ano. Devo dizer que, sem o fundamentalismo de VGM, também não escrevo segundo as regras do novo acordo. Mas, como aceito a Democracia sobre todos os aspectos, aceito-o porque foi legitimado por órgãos políticos escolhidos pelos cidadãos. Naturalmente que teria de o cumprir se tivesse alguma actividade num qualquer organismo do Estado.

Tomado o poder no CCB, VGM dá ordens imediatas aos serviços para não aplicarem o Acordo Ortográfico e, prepotência das prepotências, dá ordem para desinstalarem de todos dos computadores do Centro as ferramentas informáticas que adaptam os textos ao Acordo. Uma afronta à autoridade do Estado e uma desautorização do primeiro-ministro. E este, o primeiro-ministro, não pode ficar de braços cruzados. Tem que desautorizar VGM, porque os acordos assinados com outros países são ou não para cumprir?

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Onde é que vamos parar?

O fundamentalista Louçã Gaspar, ministro das Finanças, quer proibir todas as entidades públicas de fazerem despesas para as quais não tenham receita prevista nos noventa dias seguintes. Quer dizer, o tipo quer mandar em tudo. Quer poder absoluto. A ideia já causou reacções hostis, como a de António Costa, Presidente da Câmara de Lisboa que a classificou de ideia "absurda e estúpida". Eu até já estou a imaginar um Presidente de uma Junta de Freguesia de uma pequena localidade do interior, a lutar com dificuldades financeiras, a não poder mandar comprar papel higiénico porque não tem a certza de o poder pagar nos próximos noventa dias. E, claro, a ter que mandar as pessoas limpar o .. ao jornal, de preferência um jornal dos gratuitos. Onde é que vamos parar?

CONTINUA A BOYADA

Este é um dos milhentos exemplos da boyada, em que este ministério se destaca




Ó Sra ministra seja coerente

A Sra ministra da Justiça é muito incoerente, até sem dar conta. Diz "isto" de uma determinada coisa para, logo de seguida, fazer o contrário. De tal modo que o Dr Marinho Pinto, Bastonário da Ordem dos Advogados, usando uma metáfora conhecida, disse que a senhora parecia uma "barata tonta". Bom, já a ouvimos dizer que há uma justiça para ricos e outra justiça para pobres, e que era preciso acabar com essa situação. Pois bem, é mesmo verdade, quem não tem dinheiro dificilmente pode recorrer aos tribunais, pois as custas são caras e os advogados não trabalham barato (excepto os defensores oficiosos que não recebem os seus honorários, nem a ministra lhes quer pagar e, portanto, tabalham de borla). E a ministra o que é que faz? Fecha tribunais no interior, o que agrava os custos da Justiça, pois para lá dos já existentes vão aparecer os custos com transportes e, necessáriamente, vão aumentar os honorários dos advogados, pois as suas deslocações ao tribunal são bem maiores. Mas isto para a Sra ministra são trocos, não são? Mas, pior, ontem a Sra ministra solicitada por um jornalista a comentar as palavras do Presidente do Supremo Tribunal de Justiça sobre a perda de direitos adquiridos de alguns dos cidadãos (leia-se corte dos subsídios de férias e de Natal aos funcionários do Estado e aos pensionistas) disse que até compreendia o Dr Noronha do Nascimento, mas que dada a situação de falência em que nos encontramos tornou-se necessário cortar salários, subbsídios e outras prestações. Mas está enganada a senhora; não estamos em falência; estamos, sim, a caminhar para a falência em consequência das medidas impostas por este governo. O que ela não disse e que devia ter dito, é que há dias nomeou um assessor que, de acordo com o despacho de nomeação, vai ter direito a uma remuneração mensal alta e aos subsídios cortados aos outros. Grande coerência Sra ministra!