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quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

José Mourinho, despedido do Chelsea

Grande notícia da tarde, a ocupar tempo de conversa e debates em toda a Comunicação Social e, claro ,tema de abertura de alguns noticiários: José Mourinho, despedido do Chelsea !
Confesso que, verdadeiramente surpreendido, a minha primeira reacção foi a seguinte: E agora, será que o homem tem direito a subsídio de desemprego? Procurei desenvolvimento desta notícia na imprensa on-line e na respectiva página do DN li: “Saída custa 340 mil euros por semana ao Chelsea”. Pronto; Fiquei muito mais descansado. O homem não fica sem o ganha-pão!
Falando mais a sério: Isto é uma ofensa a tanta gente!! Nem tenho mais palavras para comentar.


sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Graçola ou estupidez?

Às vezes somos surpreendidos com notícias que, de tão estúpidas que são, não merecem qualquer comentário, até porque muitas vezes essas notícias referem- se a actos ou acontecimentos que têm lugar num qualquer contexto de euforia que leva as pessoas a agirem de modo irracional. E no futebol, ou nos eventos com ele relacionados, os exemplos são infelizmente muitos. Mas quando o “irracional” repete o que fez ou o que disse, e pior ainda, dá a entender que está a agir ou a falar com convicção, não podemos ficar calados.
Ora, chegado há pouco ao futebol, o presidente do Sporting, que tem muito para aprender, parece querer rivalizar no que toca a ironia e sarcasmo com um outro presidente que está há muitos anos em funções, mas não consegue. Nem lhe chega aos calcanhares. Vai daí, só diz disparates. Há alguns dias atrás, qual menino contrariado por um resultado desfavorável, resolveu apelidar de palermas os comentários de jornalistas e comentadores com os quais não concordava. Sabe-se agora que num almoço com adeptos sportinguistas em Braga, o presidente do Sporting apontou a retirada da cor vermelha da bandeira de Portugal como a solução dos problemas do país! Isto não passaria de um disparate dito na euforia de um almoço (provavelmente bem bebido) com adeptos se o tipo instado agora a comentar o que disse não respondesse com a graçola: “Gosto muito da bandeira do Presidente da República” que, como se sabe, é verde. É aqui que, em meu entender a graçola passa a estupidez. E tão estúpida, passe a redundância, que não merece qualquer outro comentário. 

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Um segredo bem guardado

                                                         (imagem tirada do blog ZecaDiabo)


Com este Segredo Sá Pinto ainda vai parar à casa dos ditos!

terça-feira, 19 de junho de 2012

NOVOS TRUMAN SHOWS?

Para que servem os fiscais de baliza, no futebol? O árbitro não "vê" a bola passar para além da linha de baliza, o fiscal de linha, idem (estão ambos longe e distraídos, certamente). Mas quual a papel do fiscal de baliza, ali em cima da mesma? É cèguinho? A Ucrânia mete um golo, que um jogador inglês vai buscra já a meio da baliza e ninguém dá conta do ocorrido? Pior, só uma defesa do Vítor Baía, há anos, na Luz, que foi buscar a bola colada no fundo da baliza, sentado no sofá. Aqueele golo, a ser validado, em pouco alteraria a classificação, mas a verdade desportiva foi desvirtuada.
Ou será que o senhor Platini já decidiu quem vão ser os finalistas e o vencedor do Euro-2012? Estaremos todos "metidos" num "Truman Show" ("A Vida em Directo"), filme que passou aqui há anos? Ou o vil metal, como é de uso, comanda a vida?

segunda-feira, 16 de abril de 2012

BOLAS À TRAVE

Hoje, o 'Bolas à Trave' não se refere a nenhum jogo jogado. Só estou curioso em saber de que cofre ou de que conta bancária sairam os 2 000 euros, em notas, depositados no Funchal na conta do árbitro-assisstente Cardinal. Será que iremos saber? Espero que não tenha sido do cofre do Sporting, sportinguista que não sou.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Quem confessa publicamente um crime, não pode ficar impune

Um dirigente desportivo, mais concretamente o presidente do Marítimo, confessou publicamente, através da Agência Lusa, que passou um cheque sem cobertura de cento e trinta mil euros à Direcção Regional de Finanças da Madeira a quem tinha de pagar aquela quantia correspondente a uma dívida fiscal. Ora, passar um cheque sem cobertura é crime de burla, o que é grave e neste caso torna-se ainda mais grave dado quem o emite, segundo as suas declações, fá-lo propositadamente, sem qualquer intenção de pagar, mas para retaliar um não da Administração Fiscal ao seu pedido de adiamento do pagamento, que pretendia fazer por um "encontro de contas" (encontro de contas como e a que propósito?). Queria o presidente do Marítimo que a administração fiscal fosse compreensível, "sabendo das grandes dificuldades que os clubes estão a atravessar". E fez ainda outras considerações, só possíveis porque os dirigentes desportivos sentem-se, de um modo geral, impunes ao não cumprimento das obrigações fiscais e de outras obrigações para com o Estado e estão habituados a que depois apareçam soluções excepcionais, mas completamente anormais, como foi o famigerado "totonegócio", que ainda continua a ser falado pelas piores razões. Se os clubes de futebol estão com dificuldades, que gastem menos. Os seus dirigentes habituaram-se a gastar o que não têm. Governam os seus clubes como se estivessem sentados num grande saco de dinheiro, quando, na realidade, estão sentados num saco de dívidas. Espero que desta vez, a Administração Fiscal e a Justiça, ajam com celeridade e sem contemplações. Quem comete um crime não pode ficar impune. Ah, e não nos esqueçamos que os clubes da Madeira (e sobretudo o Marítimo) têm recebido dinheiros do Governo Regional, que dadas as circunstâncias acabam por ser dinheiros do Estado, como nenhum outro clube português recebe. É tempo de acabar com o regabofe. Caso contrário o povo que está a pagar a crise tem legitimidade para se revoltar.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Era o que faltava, o Governo não pode ceder!

Durante muitos anos os clubes de futebol, melhor dizendo os seus dirigentes, por razões eleitoralistas, dadas as paixões que lhe estão subjacentes, eram tratados pelos dirigentes políticos como se fossem um Estado dentro do próprio Estado. Por isso não cumpriam ou ignoravam muitas das leis e, propositadamente, também não cumpriam as suas obrigações fiscais. Na segunda metade da década de noventa o Estado, através do Ministério das Finanças, resolveu dizer aos clubes que não tolerava mais futuros incumprimentos fiscais e intimou-os a pagarem as dívidas dos anos anteriores. Após ameaças demagógicas dos clubes, uma vez mais o Estado cedeu e foi acordado o famoso e vergonhoso totonegócio, segundo o qual as dívidas antigas dos clubes eram pagas com as receitas do Totobola. Já na altura era evidente que o Totobola estava em decadência e logo se previu que seria muito difícil atingir a liquidação das dívidas em causa. E, claro, a previsão cumpriu-se. Passado há muito o prazo do totonegócio, verifica-se que ficaram por pagar cerca de 13 milhões de euros, quantia que os clubes de futebol já davam praticamente por perdoada. Mas enganaram-se. O Fisco notificou-os há dias (clubes, federação e liga) para pagarem as dívidas no prazo de trinta dias. Habituados às sucessivas cedências do Estado, os clubes vociferaram e até ameaçaram paralisar todas as competições a nível nacional caso o Governo não se mostre disponível para encontrar uma solução, que todos nós já sabemos qual é: Não pagar. Houve até um auto-intitulado sem abrigo que veio mesmo com um enorme descaramento dizer que estão cansados da perseguição do Ministério das Finanças! Basta. Desta vez o Governo não pode ceder. Seria uma enorme traição às pessoas que estão a passar muitas dificuldades para viver, tendo em conta as medidas de austeridade que lhes foram impostas. O futebol não está acima da lei. Era o que faltava.

domingo, 13 de março de 2011

BOLAS À TRAVE

Um nojo, o que se está a passar com a alegada agressão a um dirigente do Benfica e comentador futebolístico de um canal de televisão. Já não há o mínimo de decoro e já nem as velhas (no sentido de antigas) protistutas utilizam o vucabulário que ouço e vejo trancrito. Haja bom senso, contenção e vergonha na cara.