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sexta-feira, 10 de julho de 2015

Finalmente!

Finalmente! Foi a expressão que me saiu quando vi, em diferido, uma boa parte do debate sobre o Estado da Nação, sobretudo as várias intervenções de deputados do PS. O meu aplauso para a estratégia usada em que intervieram vários deputados da bancada. A diferença foi tão grande, relativamente aos desempenhos do partido nos debates quinzenais, que nem me atrevo a compará-los. Gostei, e não só eu como verifiquei pelos vários comentários que ouvi (até Marcelo gostou!!) de todas as intervenções, muitas delas bem demolidoras para o primeiro-ministro que foi várias vezes chamado de mentiroso e, como diz o povo, com todas as letras. Mas de entre elas destaco as de Euridice Pereira, de João Galamba de Ana Catarina Mendes e de Pedro Delgado Alves. Esta, para mim, a mais assertiva.
Há muito tempo que o PS deveria ter combatido a ladainha usada por este desgraçado governo e da maioria que o apoia para se desculpar com o governo anterior do mal que fez aos portugueses durante esta legislatura. O governo anterior foi em devido tempo julgado pelos portugueses, que acreditaram nas mentiras de Passos Coelho e lhe deram a possibilidade de governar (ou desgovernar?) o país. Infelizmente, o país está muito pior do que estava quando o governo do mentiroso Passos e do malabarista Portas tomou posse.
Esperemos que o povo tenha tomado consciência de todas as patifarias que eles nos fizeram e lhes dê um valente chuto no traseiro nas próximas eleições.


sexta-feira, 2 de maio de 2014

Já não há pachorra!

Infelizmente este desgraçado Governo que nos governa e nos conduz ao caos e à pobreza, é composto por mentirosos que mentem com o maior descaramento. É evidente que alguns dos seus membros mentem mais do que outros e, de entre estes, há os que o fazem com a maior desfaçatez: O primeiro-ministro, o vice-primeiro-ministro e a ministra das Finanças – miss swaps. Ouvi-los, revolta, sobretudo porque faltam ao respeito aos portugueses. Mas os portugueses, ao contrário do que eles pensam, não são saloios e a grande maioria despreza-os.
O primeiro-ministro, que mente tanto que até se autoconvence que está a falar verdade, fartou-se de dizer que não aumentaria impostos. Pois bem, a propósito do DEO (já foi nome de desodorizante, não foi?), que nos dão a conhecer “às pinguinhas”, ficámos a saber que o IVA vai aumentar, que a TSU também aumenta para os trabalhadores e que outros impostos ou taxas vão recair sobre produtos farmacêuticos e “produtos de consumo nocivos à saúde” (tanta coisa…!!). Questionado sobre estes aumentos de impostos (deixemo-nos de tretas) Passos Coelho, com a maior lata ou cara de safado disse: “Não vai haver aumento de impostos”. O que dizer de um gajo destes? Nem há adjectivos, para não dizer insultos, para o qualificar.
Hoje, Portas e a ministra das Finanças, demonstrando a maior falta de repeito que têm para com os seus concidadãos, vieram dizer mais ou menos o mesmo. Então Portas, com aquela cara de putativo “anjinho” (ou anjola?), até teve o descaramento de dizer: “Quando se fala em 2 décimas da TSU dos trabalhadores não é para o Estado, é para proteger as pensões de amanhã. Quando se fala em 0,25 pontos de IVA não é para o Estado, é para o IVA social”. O que chamar a um gajo destes? Certamente que muitos portugueses ao ouvirem isto insultaram-lhe a mãe. Mas a senhora não tem culpa. Culpa tem quem vota nele. E também o inquilino de Belém que, apesar de todas as tropelias de que já foi alvo por parte do Portas, continua a assobiar para o tecto.

Já não há pachorra para aturar estes tipos!   

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

O Costa do BdP

Carlos Costa, Governador do Banco de Portugal, está neste cargo fora do tempo. Faria provavelmente melhor figura no tempo do Estado Novo, onde uma das primeiras prioridades de quem ocupava aquele lugar era, de modo algum, fazer ou deixar que algum funcionário do banco fizesse algo que não agradasse ao governo, mas, bem pelo contrário, agradar e ser subserviente. Após o 25 de Abril, depois de institucionalizada a Democracia, foram vários os governadores do banco central, de vários quadrantes políticos e nem sempre militantes ou próximos do ou dos partidos do poder. E não consta que qualquer deles tivesse feito o que Carlos Costa fez agora – vetar o acesso a um cargo superior de um funcionário que tenha feito reparos ou até críticas a opções tomadas pelo Governo.

Foi hoje notícia nos primeiros noticiários da manhã que Carlos Costa contrariou a decisão de um júri independente que tinha atribuído o cargo de director do departamento de estudos económicos ao actual director-adjunto, com o argumento de que “as candidaturas não reuniam todos os requisitos” (???). Mas, segundo apurou a TSF, o verdadeiro motivo foi o Governador (ou comissário do Governo?) não ter gostado de reparos feitos pelo candidato a decisões do Governo. São estes os tempos que vivemos, pouco consentâneos com o Portugal Europeu, e mas mais próprios daquelas pseudodemocracias de países latino-americanos ou africanos. E o rei, neste caso o Presidente, não vai nú…, mas vai cego. Até quando?

sábado, 29 de dezembro de 2012

Tal como o doutor Miguel, o doutor Artur pode ter êxito na política, não pode?



Coitado do Artur. Agora toda a gente lhe chama aldrabão, charlatão e outras coisas, porque o coitado se fez passar por alguém que não era. Até a Procuradoria-Geral da República faz saber que está a analisar atentamente o caso.
Mas, a ter em conta os muitos comentários das chamadas redes sociais, o bom do Artur até é desculpado por muita gente, que acha que o homem até diz algumas verdades. E mais, muitas pessoas acham que assim, tão aldrabão e charlatão, poderá ter sucesso como político. Afinal não é só ele a ostentar títulos que, de facto, não tem. Ainda não se esqueceram do doutor Miguel Relvas, pois não? Ah, esse como disse o primeiro-ministro, não cometeu qualquer ilegalidade. Só fez as cadeiras, … sentado; ou deitado?

Um Charlatão..., ou os otários?


Até há poucos dias raras eram as pessoas em Portugal que tinham ouvido falar num tal Artur Baptista da Silva. E o homem até já  participara em eventos sociais e políticos importantes, para lá de ter sido director do polo de Santo André do Instituto Piaget. Mas, acima de tudo, o homem é mais ou menos bem falante e parece conhecedor dos mais recentes assuntos políticos nacionais e internacionais. Daí, começou a ser convidado para proferir várias palestras e, claro, como diz umas labecas com um grande à vontade (ou melhor, com uma grande lata), logo despertou a cobiça de jornalistas autodenominados de referência. E assim, lá aparece o Artur a dar uma entrevista ao “Expresso” e a participar no debata semanal das Sextas-feiras à noite da SIC Notícias, intitulado “Expresso da Meia-Noite”. Aí, “é que foram elas”! O Bom do Artur foi descoberto e agora, toda a gente lhe chama burlão. Afinal não é, nem foi, nada do que disse ser ou ter sido. E, para cúmulo descobriu-se que já esteve preso.
Eu, por mim, ri a bom rir, ao ver a cara de Ricardo Costa, Nicolau Santos e outros que, de certo, se sentiram honrados quando entrevistaram tão “nobre” figura. Ah, ah, ah…, que grandes otários! Será que a partir de agora, ainda se vão julgar mais espertos que os outros?!
  

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Olha que dois..., aldrabões


Mas que grande telenovela!
Não tenho dúvidas que nas mãos de um bom argumentista de telenovelas estes episódios da coligação que nos governa, davam uma telenovela de enorme sucesso. Daquelas que arrebataria audiências e que faria parar até…, os comboios! Tem tudo para um enorme sucesso: amor e ódio, traição, mentiras, coscuvilhices, trafulhices, desejo pelas coisas e pelo lugar do outro, etc, etc. E já agora, para título, podiam aproveitar parte de um que já deu nome a um programa – “olha que dois” – e acrescentar-lhe o qualificativo “aldrabões”, e ficaria: “olha que dois aldrabões”! Que acham? 

sexta-feira, 6 de abril de 2012

São mais que mentirosos; são trapaceiros

Pedro Passos Coelho e todos ou muitos dos outros membros do Governo, quando dentro ou fora da vida partidária faziam oposição a Sócrates e ao seu governo, criticavam aumentos de impostos, eventuais cortes nos salários ou nos subsídios sociais e diziam-se muito preocupados quando se falava em medidas de austeridade. Mais, Passos Coelho, Portas e os seus séquitos chumbaram o PEC IV, o que levou à demissão de Sócrates, porque entendiam que os portugueses não podiam suportar tantos sacrifícios. Bem, chegados ao poder, é o que se vê. Tomam medidas muito mais austeras para a vida dos portugueses do que as previstas no defunto PEC IV e das que foram acordadas com a troika no programa de assistência financeira. O que quer dizer que mentiram descaradamente aos portugueses. Mentiram e continuam a mentir. Passos Coelho na oposição, uma vez interpelado sobre corte de subsídio de férias e de Natal disse que tal ideia era um disparate. Pois bem, chegado a primeiro-ministro logo se apressou a informar que os servidores do estado e os reformados iriam sofrer cortes daqueles subsídios em 2012 e 2013. Ah, mas não seriam necessárias outras medidas de austeridade. “Chegam as que foram tomadas”, dizia!...
Agora, com a mesma desfaçatez, veio dizer que subsídios de férias e de Natal só lá para 2015 e …, às pinguinhas! Isto já não é de mentiroso, mas de trapaceiro. O mesmo qualificativo se aplica a Gaspar e outros governantes (nomeadamente uma secretária de Estado) que falaram explicitamente em 2012 3 2013 e agora, pensando que os portugueses são pategos, vêm dizer que se enganaram. Não há palavras para qualificar esta gente!

segunda-feira, 2 de abril de 2012

O mentiroso compulsivo

Já várias vezes confessei que não acredito naquilo que o primeiro-ministro diz, e cada vez tenho mais razão para não acreditar. Há poucos dias todos vimos Pedro Passos Coelho nas televisões, cheio de pompa e circunstância, comunicar “urbi et orbi” que o projecto TGV tinha acabado. Ah, e parecendo alguém endinheirado, logo tratou de complementar o anúncio da morte daquele projecto que já estava em andamento, afirmando, como quem está a falar de trocos: Quem tiver que ser indemnizado será indemnizado. É de homem!
Mas para que os portugueses não vissem só nele um bota abaixo do que os outros queriam fazer, tratou de dar uma boa notícia: não há TGV, mas vai haver linha ferroviária de alta velocidade para transporte de mercadorias de Sines para a Europa. Seria uma ligação ferroviária de craveira europeia entre um grande porto português e o coração económico da Europa. Só que o primeiro não disse aos portugueses que os comboios chegariam a Badajoz e…, “esperariam por boleia até Barcelona”. Porque ou o primeiro-ministro anda a dormir e não sabe que anunciou um projecto irrealizável ou anda compulsivamente a mentir aos portugueses, o que é grave!
Perante isto, como posso acreditar no primeiro-ministro do meu país?

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Uma vergonha. Qual deles é o mais mentiroso?

Já várias vezes escrevi neste blog, que não acredito naquilo que Passos Coelho diz. Ele já nos habituou a afirmar várias vezes uma coisa e, muito pouco tempo depois, fazer o seu contrário. Foi assim com o aumento de impostos de um modo geral e do IVA em particular, com o não pagar os subsídios de Natal, no todo ou em parte, etc. Também não acredito, nem um bocadinho só, naquilo que Alberto João Jardim diz. Não consigo mesmo dizer qual deles é o mais mentiroso.

Há dois ou três dias que Jardim veio dizer, em jeito de revelação, que os deputados do PPD da Madeira votaram a favor do Orçamento do Estado para 2012 porque existe um compromisso do primeiro-ministro de que "a Zona Franca ia para a frente". Mais, estendeu esse compromisso ao deputado do CDS. Passos Coelho demorou a responder. Eu até já estava a pensar no ditado popular que diz que quem cala, consente. Ex que hoje mandou dizer, por uma fonte do seu gabinete, que não senhor, não assumiu qualquer compromisso. Jardim já replicou e foi ajudado por Guilherme Silva, deputado pela Madeira e Vice-Presidente da Assembleia da República. Tudo isto é uma vergonha. Até quando temos que aturar estes mentirosos?

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Leio e não quero acreditar

Leio: "Salários acima dos 1300 euros vão pagar mais sobretaxa". Então, não eram estes gajos (não merecem outro nome) que não iam aumentar impostos? Não foram estes gajos que votaram contra o PEC IV porque era muito penalizador para os portugueses? E depois, porque hão-de ser sempre os mesmos a contribuir para o aumento das receitas das Finanças Públicas? Porque não vão buscar dinheiro às grandes fortunas e aos lucros fabulosos de algumas empresas? A continuar assim, o Povo vai ficar cheio!

sábado, 10 de setembro de 2011

O ministro da Saúde tem cá uma "lata"

Na passada Quarta-feira o ministro da saúde foi ao parlamento e, entre outras medidas, anunciou que iam deixar de ter comparticipação as pílulas contraceptivas, as vacinas contra a hepatiteB, o cancro do colo do útero e a meningite, entre outras. Tal anúncio provocou um coro de protestos e de comentários discordantes de todos os quadrantes da sociedade. Então o ministro deu o dito por não dito (o que já vem sendo norma neste governo) e veio dizer ontem que as medidas de que falou no Parlamento estavam, afinal, a ser ainda avaliadas, não havendo até ao momento qualquer decisão definitiva. É preciso ter lata! Então, porque entregou aos jornalistas um programa de calendarização das descomparticipações, previstas, nestes casos, para o quarto trimestre deste ano? Porque falou, até, que tais medidas permitiriam poupar 19 milhões de euros? Só pode estar a brincar connosco. De qualquer modo, o ministro mentiu ao parlamento.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Afinal o desvio é ou não é colossal?

Na conferência de imprensa dada hoje pelo ministro das Finanças para me explicar a mim e a todos aqueles a quem vai tirar quase metade do subsídio de Natal, os jornalistas confrontaram-no com a questão do "desvio colossal" das contas públicas, expressão utilizada pelo primeiro-ministro em acção política interna. Explicou o ministro que tal expressão resultou da omissão de palavras entre a palavra "desvio" e a palavra "colossal"; ou seja, o que se queria dizer é que foram detectados desvios e assim o cumprimento das metas orçamentais vai exigir um trabalho colossal. Que grande confusão senhor ministro! O primeiro ministro quiz justificar-se perante dirigentes do seu partido (seu dele) do facto de ter tomado medidas (aumentar e muito os impostos) completamente ao contrário daquilo que tinha dito em campanha eleitoral, e o senhor, perante tal disparate, veio dar uma interpretação brincalhona daquilo que foi dito. Mas, estamos a falar de coisas sérias e o que é preciso saber é se o desvio detectado é ou não é colossal. Se não é, então o primeiro ministro, para se limpar, anda a causar alarme social.

sábado, 16 de abril de 2011

O pior de todos

Fernando Nobre, que durante a campanha eleitoral para a presidência da República se fartou de dizer mal dos partidos e dos políticos que os integram e os dirigem, mostra agora com este oportunista convite de Pedro Passos Coelho para encabeçar a lista por Lisboa às legislativas, que é pior que todos eles. Nem lhe interssa, sequer, conhecer o programa do PSD, pois disse ao seu líder, que o convidou, que só aceitava o convite "com o exclusivo e inequívoco propósito" de ser presidente da Assembleia. Se não o for, renunciará imediatamente ao cargo de deputado. Nunca se viu disto na jovem democracia portuguesa. O propósito dele é agarrar o lugar de segunda figura do Estado de qualquer forma e a que preço, não lhe interessando a "cor da camisola que vai vestir". Qualquer uma lhe serve. É este homem que vem dar lições de desprendimento do poder e falar de cidadania? Ele dá é uma grande lição de oportunismo. Será que ele sonha com qualquer percalço neste mandato de Cavaco Silva e que, por vagatura do cargo, possa ascender ao lugar de primeira figura do Estado, que os portugueses não lhe deram? Por ventura sim.

terça-feira, 12 de abril de 2011

PINÓQUIOS

Sócrates é um mentiroso compulsivo, dizem alguns. Passos Coelho, pelo contário, é um homem de uma só cara, dizem outros. Então, como entender que o mesmo Passos tenha vindo dizer que apenas conheceu o PEC IV pelo telefone, para agora vir reconhecer que não foi bem assim, pois até esteve a dele tomar conhecimento na residência oficial do primeiro-ministro? Se Sócrates não é confiável, é-o Passos Coelho? E como qualificar um candidato a primeiro-ministro que "vende" o cargo, de que não dispõe, de presidente da Assembleia da República a um charlatão encapotado? Valha-me S. Cricalho, como diz um amigo meu.