segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Leio e não quero acreditar

Leio: "Salários acima dos 1300 euros vão pagar mais sobretaxa". Então, não eram estes gajos (não merecem outro nome) que não iam aumentar impostos? Não foram estes gajos que votaram contra o PEC IV porque era muito penalizador para os portugueses? E depois, porque hão-de ser sempre os mesmos a contribuir para o aumento das receitas das Finanças Públicas? Porque não vão buscar dinheiro às grandes fortunas e aos lucros fabulosos de algumas empresas? A continuar assim, o Povo vai ficar cheio!

JARDINICES

O tio Alberto, como é hábito numa campanha eleitoral que se preze, inaugurou, vejam só!, um caminho agrícola, leio no CM. Inauguração que, como é da praxe, mereceu discurso a condizer, o qual seja o de acusar o mundo inteiro (político e capitalista, faltando a Internacional Socialista e a Maçonaria ) de estar contra o seu Império, mas ele não é homem para "se agachar". (Salvo se estiver no meio do mato, isto digo eu).

SEJA BEM APARECIDO!

Não ouvi bem (sou um bocado para o surdo) o que disse, mas vi hoje, no telejornal, o ministro Álvaro! Haja deus, aleluia! E eu a pensar que o homem tinha desertado da 'selecção', como (mal) fez o Ricardo Carvalho... Digam-me o que disse o Álvaro.
Já agora: o vinho sempre vai ser taxado a 23%, ou a Cristas comoveu o Gasparinho? Pelo sim, pelo não, já tenho a despensa a abarrotar de tintos (e alguns brancos, nomeadamente uns alvarinhos), desde os do Minho aos do Allgarve, e começo a ter problemas domésticos porque já não há espaço, dizem-me, para o arroz, para as conservas e para o papel higiénico.

DOUTOR MÁRIO NOGUEIRA

Com escassa disponibilidade para a enfadonha informação que por aí grassa, encontro-me um pouco baralhado. Se bem entendi, o ministro Nuno Crato mantém o grosso das regras anteriormente estabelecidas para os professores, incluindo as quotas. O doutor Mário Nogueira não terá assinado um qualquer papel que lhe colocaram à frente. Vejo-o, cordato, com Passos Coelho. Não lhe ouvi nenhum anúncio sobre a "maior contestação" de sempre contra o ministério. O problema era, no fundo, que as regras vinham de governos de um quadrante político diferente? Quem quer esclarecer-me?

O CONGRESSO DO PS - II

Volto ao Congresso do PS, para acrescentar:
- gostei da ideia do código de conduta, seja lá o que, na prática, for isso
- o apoio aos eurobonds e à empresa de notação financeira europeia (há muito reclamada e anunciada) são aspectos positivos, mas há ainda muito caminho pedregoso para andar. Sem políticas fiscais harmonizadas, sem orçamento comunitário, sem "ministro das Finanças" da UE, isto é, sem federalismo (que Seguro parece defender), não vejo saída. Os "mercados" não se condoem com piedosas intenções. Como dizia (noutros tempos, que não hoje), o venerando, os mercados fazem o seu papel, fazem pela vidinha. E em nada ajuda a cacofonia que vai pela UE, com a senhora Merkel a querer reger uma banda com músicos de opereta, parecendo ela própria uma aprendiza de solfejo.

O CONGRESSO DO PS

Por razões várias, não segui o Congresso do PS, de que o 4-pereiró foi dando notícias.
Dei uma vista de olhos ao discurso de abertura do secretário-geral e li o do encerramento. Como diria o Vasco Santana, discursos há muitos, e nem sempre correspondem à realidade que se quer assumir, ainda que indiciadores de um rumo. Nenhum me pareceu empolgante. Depois, é recorrente, no poder o discuro é um e na oposição o seu oposto. É evidente que o memorando condiciona muito as propostas políticas, mas permite alguma liberdade de interpretação e de aplicação. Aguardemos o desenrolar dos acontecimentos.
Dois aspectos queria realçar:
- enterraram demasiado à pressa o anterior secretário-geral. Os seis anos de governação de Sócrates, com altos e baixos, com aspectos positivos e negativos, não fazem parte do historial do PS? É tudo para deitar fora, para esquecer?
- bem andou Assis ao não aceitar cozinhar listas ditas de consenso aos órgãos do partido. Ao preferir ir a jogo correu um enorme risco, mas ganhou. Melhor foi separar águas e saber-se quem é quem.

A (RE)INVENÇÃO DA RODA

Parece que a roda foi agora reinventada. Mas não é redonda, é rectangular ou, vá lá, octogonal.
Há umas quantas regras para a admissão de crianças nas creches, seja o rácio área/n.º de crianças ou o do pessoal afecto, entre outras. O ministro da lambreta lembrou-se, eureka!, de proceder a uma pequena alteração às regras, qual seja a de diminuir a área por criança. Ou seja, cada criança pode agora ter menos uns centímetros de espaço ao seu dispor e cada profissional tem que tratar mais uns quantos avos de criança. Nada de extremamente grave, atenta a possibilidade de mais crianças poderem ser abrangidas, o que é positivo, embora a qualidade possa baixar. Há um senão: as "novas" crianças não estão abrangidas pelos apoios públicos, o que sigifica que os pais têm que arcar com a totalidade do encargo, já as IPSS, as mais vocacionadas para este apoio social, não dispõem de um saco sem fundo.
Assim, até eu sou capaz de se ministro e ir às tvs mostrar o meu formidável desempenho.
Haja pudor.

domingo, 11 de setembro de 2011

Um comissário com pouco espírito europeu

O Comissário europeu da energia - o alemão Gunther Oettinger, que não há muito tempo fez um elogio a um simpatizante nazi, veio agora mostrar o seu espírito pouco europeu, dizendo que os países incumpridores das regras financeiras europeias, que estão em dificuldades, deviam colocar as suas bandeiras a meia haste, como castigo do seu incumprimento. Pergunto: Quem é este senhor para aplicar castigos aos membros da União? As bandeiras nacionais são símbolos da soberania dos Estados. Como pode um qualquer alemão querer mandar no modo de hastear a bandeira? E já agora: o que diz Durão Barroso desta atitude de um membro da sua equipa da Comissão? No mínimo deve-lhe pedir explicações públicas, mas a bem do espírito do tratado de Roma e de todos os outros tratados que se lhe seguiram, devia pedir-lhe que se demitisse. Mas já sabemos que não o faz. Durão Barroso é um Presidente fraco.

O Congresso do PS III

Acabou o Congresso do PS, com o habitual discurso de encerramento do Secretário Geral. António José Seguro fez um bom discurso, motivador, prometendo, para lá de uma nova forma de acção do partido, fazer uma oposição positiva e construtiva. Pareceu-me que o PS sai deste Congresso unido, o que é fundamental para, fazendo oposição, apresentar alternativas de governação, como o deve fazer um partido de poder. Agora é tempo de acção. Vamos a isso!

sábado, 10 de setembro de 2011

O ministro da Saúde tem cá uma "lata"

Na passada Quarta-feira o ministro da saúde foi ao parlamento e, entre outras medidas, anunciou que iam deixar de ter comparticipação as pílulas contraceptivas, as vacinas contra a hepatiteB, o cancro do colo do útero e a meningite, entre outras. Tal anúncio provocou um coro de protestos e de comentários discordantes de todos os quadrantes da sociedade. Então o ministro deu o dito por não dito (o que já vem sendo norma neste governo) e veio dizer ontem que as medidas de que falou no Parlamento estavam, afinal, a ser ainda avaliadas, não havendo até ao momento qualquer decisão definitiva. É preciso ter lata! Então, porque entregou aos jornalistas um programa de calendarização das descomparticipações, previstas, nestes casos, para o quarto trimestre deste ano? Porque falou, até, que tais medidas permitiriam poupar 19 milhões de euros? Só pode estar a brincar connosco. De qualquer modo, o ministro mentiu ao parlamento.

O Congresso do PS II

Ainda não percebi o porquê de os jornalistas estarem sempre a levantar a questão das duas listas para os órgãos dirigentes do partido. Não estamos em democracia? Num partido democrático deve procurar-se a unidade mas não a unicidade ou o unanimismo. Isso é próprio dos partidos únicos das sociedades não democráticas, o que não é o caso.

O Congresso do PS

Não sendo militante do Partido Socialista, não me é indiferente a sua vida política interna, nomeadamente as suas reuniões magnas e as escolhas dos seus dirigentes, nomeadamente a escolha do líder. Manifestei na devida altura neste blog a minha preferência por Francisco Assis. Os militantes escolheram democráticamente António José Seguro para seu líder. E por isso é o líder de todos os socialistas, mesmo daqueles que apenas são simples simpatizantes do partido.

Dentro do possível e daquilo que nos é dado pela Comunicação Social, tenho acompanhado alguns momentos do Congresso do PS. Ouvi e vi o discurso de ontem de António José Seguro e a intervenção de hoje de Francisco Assis, na altura em que apresentou a sua moção.

Gostei do conteúdo do discurso de António José Seguro e por isso fico com boas expectativas que, passado este período de instalação das novas estruturas para um novo ciclo do partido, comece uma verdadeira e consequente oposição a este Governo. O PS, sem rejeitar nem esquecer os compromissos que assinou com a troika, não pode deixar de estar contra e de denunciar todas as acções do Governo que vão exigir ainda maiores sacrifícios aos portugueses.

Gostei, também e muito, da intervenção de Francisco Assis. Acabou com todas as expectativas de divisão e disse categóricamente não à formação de qualquer facção. Sem se oferecer, mostrou-se disponível para colaborar na vida do partido. Gostei, sobretudo, do facto de Francisco Assis não ter esquecido a história recente do partido, de mostrar que não tem vergonha dessa história, e ter realçado muito do que de bom foi feito pelos governos de José Sócrates. Bravo Francisco Assis.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

A não comparticipação das pílulas e das vacvinas

O Governo, com o pretexto de que poderá poupar 19 milhões de euros, vai acabar com a comparticipação das pílulas e de três vacinas que até fazem parte do programa nacional de vacinação. Mas ..., diz o Governo com aquele seu sentido da caridade e lembrando-se dos mais pobres, quem tiver necessidade desses medicamentos e não os quizer ou puder comprar à sua custa, pode ir aos centros de saúde que os distribuem gratuitamente. Então, perguntar-se-à: se preferem dá-los a comparticipá-los, como vão poupar "tanto" dinheiro? É simples, como as pílulas anticonceptivas são baratas e não precisam de prescrição médica, e as vacinas são comparticipadas só em 37% , quem tiver algumas posses não vai aturar as filas (em linguagem mais popular não vai p'ras bichas) nos centros de saúde. É aí que está ganho, mais que irrisório - 19 em alguns milllhares de milhões! Alternativas: não se vacinar, ter muitos filhos ..., ou abster-se de ter sexo.

SILÊNCIO SEPULCRAL

O SIS e o SIED cortaram os contactos a partir de Belém, Lisboa, Portugal? Ou será do nevoeiro? Tudo é silêncio por aquelas bandas... Ou será que o tráfego está ocupado com a Madeira, devido às próximas eleições ou por via do colossal desvio?

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

A electricidade e o gás são bens essenciais. O vinho não.

É dado como certo que a electricidade e o gás vão ser taxados em IVA à taxa máxima. Em consequência dessa medida insensata, estes bens essenciais para a vida das pessoas vão sofrer um aumento de preço que abala os orçamentos familiares da classe média. Fala-se, entretanto, que outros produtos poderão também ter aumento de IVA. Os mais falados hoje foram o pão e o vinho. Se houver aumento de IVA para o pão, a medida não será só insensata, mas será sobretudo cruel. Quanto ao vinho: Se passar a ser taxado ao nível máximo de 23 por cento, de certo que vai aumentar o preço de venda ao consumidor. Mas o vinho, sendo um produto importante para a economia portuguesa, não é um bem essencial. As pessoas para terem alguma qualidade de vida necessitam de consumir pão, electricidade e gás. Não necessitam de consumir vinho. Por outro lado, o maior peso do vinho na nossa economia diz respeito àquele que é exportado e, por isso, o seu preço de venda não depende de qualquer variação das taxas do IVA. Então, se é preciso rapidamente cobrar mais impostos, aumente-se o IVA do vinho e não de outros produtos considerados como bens essenciais. Sei, no entanto, que há um senão: Apesar de se beber muito vinho em Portugal (até em excesso), consome-se menos do que pão, electricidade e gás. E o Governo sabe disso.

FRESQUINHAS

O ex-espião-mor nega qualquer quebra de sigilo. Se ele o diz, quem somos nós (eu, pelo menos) para duvidar?


Maria de Belém Roseira será, tudo o indica, a próxima presidente do PS. Merece o meu "voto".


Diz que 1/3 dos Hospitais EPE estão tecnicamente falidos. E, então, de quem é a culpa? Minha não é, que não sou "o" accionista nem sequer administrador. O que acontece a uma empresa falida, digam-me? Suspeito haver aqui um gato tentando esconder-se deixando o rabo de fora.


Se você é empregado por conta de outrém e tem um rancho de filhos, está com sorte. Pode deduzir cerca de 12 euros por cada um no imposto "extraordinário" que recai sobre o 13.º mês. Se não tem, já não vai a tempo de encomendar um cachopo.


O ministro Macedo, o Paulo, fala em 1,7 milhões de "utentes" sem médico de família, mas admite que possam ser menos, diz que disse. Este ministro não foi um antigo cobrador de impostos e banqueiro? Seria de exigir maior rigor nos números. À atenção do seu colega Crato.


Agora, que "já temos entre nós o Santa Maria", perdão, o 2.º submarino, não era boa altura para passar ambos a patacos? E arquivava-se, de vez, o processo das contrapartidas que só vai fazer gastar mais uns milhões aos nossos depauperados bolsos. O Paulo que fale à dona Isabel, via, se for preciso, o assalariado corticeiro que com ela tem boas relações comerciais.


Detido em 2007 por suspeita de peculato e outros ilícitos (ignoro quando ocorreram as 'irregularidades'), um antigo administrador do Supremo vai começar a ser julgado em Novembro, dizem as notícias. Não pode ser... Já deve estar tudo prescrito e se não o estiver é só esticar mais um bocadinho, coisa que, como é sabido, é muito fácil. A justiça continua no seu melhor, isto é, no seu próprio ritmo, devagar, devagarinho, salvo se se tratar de um pilha-galinhas (espécie em vias de extinção, já que não exitem, praticamente, capoeiros).

terça-feira, 6 de setembro de 2011

E à Madeira?

Leio a seguinte notícia: Governo ameaça cortar 20 por cento às câmaras que escondam empresas municipais. Bom, por princípio acho bem que se tomem medidas no sentido de se acabar com o rega bofe das empresas municipais. Mas ..., e o rega bofe da Madeira, não se tomam já medidas para acabar com ele? Será que nós, portugueses do Continente vamos continuar a pagar os carnavais e outras festanças e os desmandos e gastos estranhos do futebol daquela Região (nada) Autónoma? É urgente deixar de ter medo medo da língua de Jardim e tomar medidas.

Ao que chegámos. Que grande lição!

A vontade do Governo em "mexer" no bolso dos portugueses é tanta, que até cai no ridículo. O Secretário de Estado da Agricultura, tendo em conta o aumento do preço dos cereais, admitiu que o preço do pão iria aumentar. Ora, a Associação do Comércio e da Indústria do pão veio esclarecer que não era aceitável um aumento do preço do pão neste momento, não por não ser necessário, mas porque estão solidários neste tempo de crise com as pessoas que não têm dinheiro no bolso. Que grande lição! O pão é o grande recurso de muitos portugueses que, sem ele, passariam fome. Pois bem, estão mais preocupados com as dificuldades dos portugueses os empresários da panificação do que um membro do nosso Governo. Ao que chegámos!

NOVAS RECENTES

O assalariado corticeiro Amorim veio desmentir a dívida ao BPN. Mas, confesso, não estou descansado. Gostava de ver as contas ou que alguém da minha confiança as certificasse. Se até o Miguel Sousa Tavares parece ter dúvidas...

A Grécia paga juros acima dos 50%!!!! Como é possível sobreviver aos abutres quando o país está exausto?

O Zé Manuel Barroso, em digressão pela Austrália manda uns bitaites sobre a crise na UE. Quem é o Zé Manuel Barroso?

A sra. Merkel vai de vento em popa: continua a perder eleições regionais. A minha dúvida é se isso é bom ou péssimo.

Passos diz que a crise portuguesa termina em 2012. Ingénuo, crédulo ou mentiroso? Vou pela última...




Cavaco diz que há demasiados jogadores de futebol estrangeiros em Portugal. A verdade é que há demasiados jogadores portugueses no estrangeiro. A crise, para o venerando, resume-se ao futebol, ao que parece.





O novo director da DREN é nomeado no mesmo dia em que o organismo é extinto. Nuno Crato devia estar a passar pelas brasas ou a tentar resolver o teorema de Fermat quando assinou os dois papeis.





Rui Rio e Morais Sarmento também alinham, embora em português suave, às políticas do governo. Passos que se cuide.





Gasparinho diz que o corte nas despesas públicas leva o seu tempo. Acredito, só que era suposto estar tudo estudado há mais de um ano. Não será tempo suficiente? E o Álvaro, por anda anda?





O Paulinho também não alinha nos desamandos do Alberto João. Era útil que a coisa se esclarecesse nos próximos dias. Entretanto, Passos não é ouvido sobre o assunto e o chefe Silva anda entretido a medalhar os miúdos do futebol.





Depois da EDP, da PT, da Brisa e dos cemitérios, já nem as tampas dos esgotos escapam. Passos e Gaspar, não esquecendo o Relvas e o Paulo, têm que se debruçar sobre a coisa, que ameaça a ordem e a segurança públicas.



segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Acabou o "estado de graça"?

Para lá das críticas dos partidos da Oposição, mais contundentes e às vezes até agressivas as do Bloco de Esquerda e do Partido Comunista, ouvem-se críticas de todos os sectores da Sociedade às medidas que este Governo tem implementado nestes pouco mais de dois meses de governação. E se as dos sindicatos e associações sócio profissionais são quase diárias e mais enérgicas, ouvem-se também críticas de sectores patronais e até na Igreja Católica, não obstante todo o esforço do Governo, sobretudo do Ministro da Segurança Social, para lhe agradar através do aumento dos apoios às suas IPSS's. Mas, para lá de todas estas críticas, cresce algum descontentamento interno e surgem críticas violentas feitas por pessoas ligadas aos partidos do Governo, com mais notoriedade para as de Manuela Ferreira Leite, Marques Mendes, Pacheco Pereira (que comparou a acção do Governo ao martelo pilão) e do eurodeputado Vasco Graça Moura, entre outros. E, claro está, como já era esperado, de Marcelo Rebelo de Sousa que até referiu no seu comentário semanal que algumas declarações do primeiro-ministro são sinais de grande insegurança. Será que acabou o estado de graça? Parece que sim, a pouco mais de dois meses de governação!

SILÊNCIOS

Do pouco que li e ouvi nos últimos tempos nem réstea do vererando senhor Silva. Ainda de férias, na Coelha? E o Facebook deu o berro (se é que tal coisa pode dar o berro, coisa que ignoro)? Andará a certificar-se da segurança das comunicações, agora que se sabe que as secretas espiolham tudo e mais alguma coisa, menos o que deveriam?

QUE SE PASSA?

Que se passa com Passos, que avisa não aceitar que "se incendeiem as ruas" com o pretexto da contestação social às políticas do governo? Não sabe Passos que quem anda à chuva se molha e que quanto mais vilolenta ela é maior a probabilidade de ficar encharcado?

BPN

Deambulando por aí, nos últimos dias não pude estar atento à informação. Contudo, lá fui lendo ou ouvindo algumas notícias esparsas. Uma delas dizia que o trabalhador corticeiro Amorim tinha, em tempos, contraído junto do BPN um empréstimo de 1,6 milhões de euros, para aquisição da posição que detém na Galp, empréstimo esse que não foi ainda pago. Já não recordo o autor da 'informação', mas quero crer que tal não corresponde à verdade. Certo é que não li nem ouvi (fruto da minha pouca atenção?) nenhum desmentido do próprio trabalhador/investidor, do BPN ou do ministério das Finanças.
Ou é mentira e o autor tem que ser chamado à responsabilidade, ou é verdade e o assunto é extremamente grave, até porque o BPN foi vendido à D. Isabel pela módica quantia de 40 milhões. O BPN contabilizou os 1,6 milhões em incobráveis, o que significa que tive que participar no buraco? E não tinha garantias, se mais não fosse as próprias acções da Galp? Repito: espero que a 'notícia' não corresponda à verdade ou então que estivesse a delirar quando julguei ouvi-la. Mas gostava de ser elucidado para não ficar com dúvidas.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Futebol a nossa selecção

A nossa selecção de futebol ganhou a Chipre por 4 - 0. Apesar do resultado parecer uma goleada, foi uma vitória sofrida, já que o 2º. golo só apareceu aos 82 minutos, ou seja 45 minutos após a expulsão de um jogador cipriota e depois de um dos árbitros assistentes nos ter dado uma ajudita ao ter assinalado mal um fora de jogo a outro jogador de Chipre que se isolava. Ah, eu não tenho dúvidas, como também não as têm alguns milhões de portugueses, que João Tomás tem lugar, de caras, na equipa titular de Portugal.

Futebol a nossa selecção ao intervalo

Ao intervalo a Selecção portuguesa vence a selecção de Chipre por 1 - 0, num jogo a contar para o apuramento do Campeonato da Europa do próximo ano. Jogo muito fraquinho com um golo de penálti marcado por Ronaldo e com o Chipre reduzido a 10 jogadores. Francamente, não era fácil fazer pior. Aguardemos que melhore na 2ª. parte. É quase obrigatório.