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sexta-feira, 14 de março de 2014

Um primeiro-ministro arrogante, prepotente e até ..., mal criado

Já todos sabíamos que o primeiro-ministro que infelizmente nos governa, por obra e graça de Cavaco Silva, é prepotente e mal criado. Mas, o episódio do recente, mas já famoso, manifesto dos setenta e quatro, sobre a reestruturação da dívida pública, veio confirmar. Pedro Passos Coelho, mostrando o maior desrespeito para muitas pessoas a quem ele não chega sequer aos calcanhares, tratou-os quase como se fossem gente menor, a quem ele sarcasticamente chamou de “gente tão bem informada” que não está a defender os interesses do país. E, sobretudo, pelo tom zangado com que falou, levou a que muita da sua gente, mais propriamente os capachos que gravitam à sua volta, se pusessem aos gritos chamando aos subscritores do documento coisas como irresponsáveis e quase traidores da Pátria. Para haver alguma semelhança com os maus tempos do Estado Novo, só faltou mandar perseguir os subscritores do satânico documento. Já falta pouco, não?
Ao que chegámos, num Estado de Direito democrático!  



quinta-feira, 10 de outubro de 2013

A (desgraçada) entrevista

Confesso que ontem pensei várias vezes se deveria ver ou não ver a entrevista a Passos Coelho na RTP, com o nome de “O País pergunta”. Já não tenho paciência para ouvir o primeiro-ministro a dizer tantas mentiras e a faltar ao respeito aos portugueses. Mas, atendendo a que era um modelo diferente e até importado, resolvi ver, embora saiba que a nossas televisões são fracos macacos de imitação no que diz respeito a modelos televisivos.
Devo dizer que não fiquei entusiasmado com o tipo de programa. Preferia uma entrevista com três ou quatro jornalistas a interpelar o primeiro-ministro tendo em conta perguntas previamente feitas por alguns cidadãos.
Quanto à entrevista propriamente dita e ao comportamento de Pedro Passos Coelho, nada de novo. Lá veio a ladainha do costume: é preciso mais austeridade para diminuir o défice e a dívida pública, independentemente do empobrecimento dos portugueses. Passos Coelho, com ar altivo de quem está num pedestal a falar para gente menor, a quem trata pelo nome próprio apesar de o tratarem a ele por senhor primeiro-ministro (se calhar andaram todos com ele na escola), fez profissão de fé de que vai continuar o caminho por ele traçado: austeridade, austeridade e mais austeridade. E se falhar…, o país falha com ele.

Como é possível estarmos a ser governados por um tipo destes? Até quando?

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Para desgraça nossa!

Nos últimos dias muito se tem comentado o ataque, absolutamente absurdo e de certo modo até cretino, que Pedro Passos tem feito ao Tribunal Constitucional por este, no âmbito das suas funções, ter considerado inconstitucional a chamada lei da requalificação dos funcionários públicos, que não é mais, como sabemos, do que uma forma “chico-esperta” (para não lhe chamar outra coisa) de mandar muitos funcionários públicos para o desemprego, e quase de borla.

Pois bem, uma vez que já foi muito criticada por gente de todos os quadrantes e em diversos órgãos da Comunicação Social, não vou comentar a atitude pouco ou nada democrática do primeiro-ministro de Portugal, que convive mal com os princípios fundamentais do Estado de Direito. Mas não posso deixar passar o silêncio de Sexa – o Venerando Chefe de Estado. Se bem entendi e li, foi Cavaco Silva que solicitou ao Tribunal Constitucional que se pronunciasse sobre a constitucionalidade de tal diploma, tecendo comentários mais discordantes da lei do que os do acórdão do Tribunal. Quer dizer, então, que quando Passos Coelho acusa os juízes de falta de bom senso na interpretação da Constituição, também está a acusar Cavaco do mesmo. E se formos ao dicionário ver o significado de “bom senso” podemos deduzir que o nosso primeiro-ministro acha que o nosso Presidente da República não tem bom juízo. Ora, que eu saiba, o Presidente não é surdo, pois não? Mas, neste caso, até parece que é, ou faz de conta, pois não se ouviu ou leu, nem no famoso facebook, que Cavaco Silva tivesse qualquer reacção de desagrado à afronta, ou até insulto, de que foi alvo. Porquê? Porque é o padrinho deste governo e não quer sarilhos com o afilhado? Se calhar! Mas esta atitude (ou não atitude?) de Cavaco diz tudo do estado a que chegou a nossa Democracia com o trio tão ambicionado pela Direita portuguesa – uma maioria, um governo, um presidente. Para desgraça nossa!

sábado, 8 de junho de 2013

Elitista ou ignorante?

 "Há uma greve geral que foi marcada para o final do mês. As razões que possam assistir aos sindicatos podem perfeitamente passar para essa greve geral e não para uma greve que tenderá a penalizar sobretudo os estudantes e as suas famílias", afirmou Pedro Passos Coelho, a propósito da anunciada greve dos professores para o dia 17 deste mês de Junho.
Ora, a tal greve geral de que fala Passos Coelho, e para a qual aconselha os professores a canalizarem os seus protestos, está marcada para o dia 27, ou seja, passados apenas dez dias. E saliento os dez dias, porque se é certo que o primeiro-ministro não é obrigado a ter na cabeça o calendário dos exames nacionais, tem obrigação de saber que havendo exames nacionais nos 6º, 9º e 12º anos, é mais que certo que ocupem um número de dias muito para lá dos dez. Ora, dia 27 há exames nacionais de matemática dos 6º e 9º anos. E se no dia 17 estão em causa exames de 77 mil alunos, no dia 27 estão em causa exames de 220 mil alunos.
Quer dizer, então, que Passos Coelho ou é elitista ou é ignorante. Elitista, porque para ele há 77 mil alunos e respectivos pais (considerados cidadãos de primeira) que não podem ser prejudicados, nem que para isso o sejam outros 220 mil alunos, mais os pais (considerados cidadãos de segunda). Ignorante, porque não tem a mínima noção do processo dos exames nacionais.
Bom, por mim, sabendo que o homem é elitista penso , no entanto, que ele disse aquele disparate porque é ignorante.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Ó Passos Coelho, faça a vontade ao seu pai. Demita-se

Já vimos várias vezes António José Seguro, Jerónimo de Sousa, João Semedo ou Catarina Martins, Heloísa Apolónia e outros deputados e dirigentes políticos, olhos nos olhos pedirem a Passos Coelho que se demita. Já lemos e ouvimos comentadores políticos da área da Direita, nomeadamente José Pacheco Pereira a dizerem que com este Governo não vamos lá, o que é o mesmo que pedir a demissão do primeiro-ministro. A todos Passos Coelho tem respondido que não se demite, pois está convencido (para nossa desgraça) que está no caminho certo.
Hoje, numa entrevista publicada no jornal i, António Passos Coelho, pai de Pedro Passos Coelho, pede ao filho que se demita pois, segundo as suas palavras “Isto não tem conserto”. Diz ainda que o filho está mortinho por se demitir e que se isso vier a acontecer a família fará uma festa. Ora, eu e muitos portugueses, não podemos ficar insensíveis aos desejos de um pai angustiado e, por isso, fazemos um apelo: Ó Passos Coelho, faça a vontade ao seu pai. Demita-se. Nós já sabemos que você, Passos Coelho, é mau governante. Não queira agora que fiquemos a saber que também não é bom filho!   

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Não tem vergonha?


Este primeiro-ministro já perdeu a vergonha. Como se diz em bom português popular, tem cá uma lata do caraças.
No debate quinzenal que hoje ocorreu na Assembleia da República, Pedro Passos Coelho, que decerto até se lembrou que já tinha dito coisa contrária, resolveu anunciar, sem pompa e sem circunstância, que em 2014 é que é. Vamos começar a crescer. Ora, a deputada do PEV Heloísa Apolónia lembrou-lhe, de forma enérgica e criticando-o que ele, Passos Coelho, já tinha dito outra coisa, concretamente que o crescimento e, consequentemente, o fim da recessão começaria em 2013. O primeiro-ministro, já um pouco de cabeça perdida, resolve dizer à deputada que ela estava enganada, pois ele não tinha dito nada daquilo. E só lhe faltou jurar. Mas lá se lembrou que o povo diz que quem mais jura mais mente e ele sabe que mente, mas não quer dar nas vistas! A deputada, porque de certeza não tinha ali meios de provar o que estava a dizer, calou-se. Naturalmente que Passos Coelho terá “bichanado” para o ministro senhor Miguel Relvas: Já calei esta. E lá ficou com aquele semblante de cara arrogante e vencedora.
Mas, em reportagem sobre o debate, a SIC-Notícias mostrou imagens de arquivo, em que se vê o primeiro-ministro dizer: em 2013 é que é, ou seja Heloísa Apolónia tinha inequívoca (esta palavra está na moda) razão. E eu agora questiono: Este gajo não tem vergonha?   

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Coragem, senhor primeiro-ministro?


Já não estranhos quando ouvimos o primeiro-ministro dizer um qualquer disparate, a pensar que está a dizer uma coisa acertada.
Vem isto a propósito do elogio que Pedro Passos Coelho resolveu dar aos trabalhadores “que tiveram a coragem de ir trabalhar”. Como, senhor primeiro-ministro? Os trabalhadores que resolveram não fazer greve só podiam ir trabalhar, não acha, senhor primeiro-ministro. Quer dizer: aqueles cidadãos trabalhadores que, por opção consciente e usando um direito que lhes assiste, resolveram não aderir à greve, foram, naturalmente e como fazem todos os dias, trabalhar, como é seu dever. Não o fizeram por um acto de coragem. Do mesmo modo, aqueles que aderiram à greve, fizeram-no usando um direito constitucionalmente estabelecido, por convicção e não por falta de coagem para irem trabalhar. O senhor, senhor primeiro-ministro, como não tem sentido de Estado e é um político medíocre, nem dá conta que está a faltar ao respeito aos cidadãos. E já agora, senhor primeiro-ministro, os desempregados não precisam de coragem. Precisam é de um governo que acabe com esta criminosa austeridade e adopte medidas que promovam o crescimento económico do país e crie empregos.
Coragem, senhor primeiro-ministro é coisa que o senhor não tem pois, caso contrário, já teria encostado os elementos da Troika à parede e fazia-lhes ver que as medidas adoptadas não resultaram em parte alguma do Mundo, incluindo na Irlanda, puseram a Grécia no estado calamitoso em que se encontra e que ao contrário dos objectivos que traçaram para Portugal, o défice, a dívida pública, o desemprego e a miséria não param de aumentar.
E já agora que fala de coragem, senhor primeiro-ministro, lanço-lhe um desafio: vá amanhã visitar os estivadores do porto de Lisboa, por exemplo. Mas…, não vai, pois não? É que, como diz o povo: “quem tem cú, tem medo”. E o senhor tem cú, não tem senhor primeiro-ministro?

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Tem cá uma lata!


Hoje, ao fim da manhã, vinha a ouvir na rádio o debate sobre a discussão do Orçamento de Estado para 2013, que decorria na Assembleia da República. Falava o primeiro-ministro Pedro Passos Coelho que, a determinada altura, disse mais ou menos isto: Os dirigentes políticos devem ter cuidado com aquilo de dizem para, mais tarde, não serem acusados de estarem a agir ao contrário do que tinham defendido. Fiquei estupefacto. E disse cá para mim: Este gajo tem cá uma lata! Será que ele ainda não viu aqueles pequenos vídeos que correm no youtube, noutras redes sociais e em centenas de blogues, que mostram as contradições entre o que disse enquanto líder na Oposição e aquilo que faz agora. Mas que grande pantomina que ele deu. Que grande trapaceiro !    

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Quem tem ..., tem medo


Não há a mais pequena dúvida: Passos Coelho está cheio de medo das reacções dos portugueses. Pesa-lhe a consciência das medidas brutais que nos está a impor e, vai daí, foge-lhes. Só assim se compreende que tivesse “inventado” uma ida à Hungria para não estar nas comemorações do 5 de Outubro, tivesse usado a desculpa do Orçamento para não ir participar na campanha eleitoral dos Açores, tivesse ido visitar uma faculdade acompanhado de muitos “gorilas”, um dos quais até quis “acertar o passo” a um jornalista, e que hoje na Assembleia da República tivesse  mostrou o pânico de que está possuído ao acusar o PCP e outros partidos da Oposição de excessos de linguagem que podem causar actos de violência.
Pois é, como diz o povo: “quem tem cú tem medo”.  

terça-feira, 31 de julho de 2012

Os bonés.


Afinal não é só Paulo Portas que gosta de bonés.
Todos nós nos habituámos a ver Paulo Portas de boné enfiado na cabeça, nas feiras, nos comícios, nas arruadas das campanhas eleitorais e nas visitas aos quartéis, enquanto ministro da Defesa. Pois bem, pelos vistos Passos Coelho não lhe quer ficar atrás e, daí, ontem numa visita que fez à Unidade Especial de Polícia da PSP, lá enfiou na cabeça um boné de polícia, como se pode ver na fotografia da primeira página do jornal “Público” de hoje.  
Neste caso dir-se-à que o primeiro-ministro anda a enfiar bonés!


terça-feira, 24 de julho de 2012

Ser ou não ser barrigudo; ou pançudo?


Ontem, no mesmo jantar de convivas em que entusiasmado chegou a dizer: “que se lixem as eleições”, Passos Coelho sossegou as suas hostes quanto à sua saúde. Referiu que há quem comente que ele está mais magro, que anda abatido porque se calhar alguma coisa corre pior do que aquilo que ele estava à espera. Mas não, disse Passos Coelho. Está bem, muito bem de saúde. Está mais magro é certo, já que tem feito dieta porque não quer ficar barrigudo. Ora, o primeiro-ministro podia ter usado o mesmo tipo de linguagem que empregou para se referir às eleições e dizer que não quer ficar pançudo ou, melhor ainda, usando uma linguagem mais rasteira, que não quer que lhe cresça o bandulho.
Mas se Passos Coelho emagrece para, segundo ele, melhorar a sua imagem, muitos portugueses emagrecem porque já começam a passar fome em consequência dos cortes que têm sofrido nos seus rendimentos do trabalho, nas suas reformas e nos subsídios sociais, e porque vêm aumentar os impostos indirectos, o valor das taxas moderadoras, os preços dos medicamentos e os preços de muitos bens de consumo diário necessários para poderem sobreviver. Estes, senhor primeiro-ministro, não estão minimamente preocupados que a pança lhes cresça, pelo menos enquanto o senhor não mudar de política ou, empregando linguagem mais popular, não der corda aos sapatos.   

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Que raio de palavreado é este?


Hoje Pedro Passos Coelho na sua qualidade de primei-ministro e de líder do PPD, jantou na Assembleia da República com o grupo parlamentar do seu partido, para assinalar o fim desta sessão legislativa. É claro que ele sabe, ou devia saber, que viria cá para fora, através da comunicação presente, tudo o que de anormal lá fosse dito.
A determinada altura do repasto, o líder lá teve que dar a palavrinha do costume aos liderados e, querendo dizer-lhes que tanto o governo como os deputados deveriam tomar as suas decisões políticas tendo em conta a situação de crise que o país atravessa sem estarem preocupados com o resultado de futuras eleições, atirou: “que se lixem as eleições”. Que raio de palavreado é este?
Já ouvi comentadores dizerem que Passos Coelho não tem grande poder de oratória. Agora, não tenho dúvidas; concluo que, efectivamente, não tem, pois se tivesse, mesmo estando a falar para deputados do seu partido, não empregaria um termo tão grosseiro que, dito em plenário, causaria fricção.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Caia na realidade, senhor primeiro-ministro!


Ontem, no debate do Estado da Nação, o primeiro-ministro disse que Portugal está no bom caminho. Bom, perante esta afirmação do chefe do Governo, só podemos dizer que Passos Coelho deve andar na lua e, por isso, não ouve rádio, não vê televisão, nem lê jornais.
Ó senhor primeiro-ministro: então, os enfermeiros estão fartos de protestar na rua porque lhes querem pagar salários inferiores aos das empregadas domésticas a dias; os médicos estão de greve porque não querem andar para trás no que às suas carreiras diz respeito; os professores também protestam na rua porque são milhares os que vão para o desemprego, em consequência das recentes políticas para a Educação; o desemprego está a aumentar de forma galopante; a classe média está a desaparecer; o país está a empobrecer; e o senhor diz que estamos no bom caminho? Só pode estar a gozar connosco. Caia na realidade. Seja honesto e diga que se enganou nas políticas que pôs em prática neste ano de governo. E, para bem do país e dos portugueses, mude de política, enquanto é tempo e os portugueses não perdem a paciência.

sábado, 7 de julho de 2012

Porque se lamenta?

Este primeiro-ministro é um ponto: Então são aqueles que o criticam que têm de lhe dizer como governar? Não foi ele que foi eleito para isso? E mais: não foi ele que disse conhecer bem os problemas do país? Quando, no período da campanha eleitoral, uma jovem lhe perguntou se iriam cortar o subsídio de Natal, não foi ele que disse que isso era um disparate? Não foi ele que disse que, se formar-se governo, não iria desculpar-se com os erros dos outros, no passado?
Então, porque se lamentou hoje ao falar para uma plateia da Juventude PPD? Provavelmente a pensar que estava a falar para gente menor. Se calhar!

terça-feira, 5 de junho de 2012

Um primeiro-ministro fora da realidade


O primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, creio que falando para empresários, e a propósito de estar a comemorar um ano de governo, resolveu dizer que “os portugueses já não estão perante o abismo”.
Ora, o primeiro-ministro só pode estar a brincar com os seus concidadãos, pois desde há um ano para cá o aumento do desemprego é galopante, não há crescimento económico, mas sim crescimento da recessão, o número de insolvências de empresas e de particulares é assustador, muitos jovens abandonam as universidades porque nem eles nem as famílias têm dinheiro para suportar as despesas, etc, etc. E depois fala nas reformas (quais reformas?) que vão resultar numa “mudança estrutural … a mais importante dos últimos cinquenta anos” (é obra!). Ah, mas as privatizações (quer ele dizer, a passagem de empresas estratégicas das mãos do Estado português para as mãos do Estado chinês) e a recapitalização dos bancos, vai tornar-nos mais fortes aos maus contágios. Estou mesmo a ver que vamos ter energia a pataco e que os banqueiros portugueses, entre eles o Ricardo Salgado e o Fernando Ulrich, vão distribuir dinheiro à populaça nas portas da Igrejas no fim das missas.
Este nosso primeiro-ministro anda mesmo fora da realidade!  

segunda-feira, 4 de junho de 2012


Este Governo não para de nos surpreender, sobretudo o primeiro-ministro e o ministro das Finanças. Este a propósito de anunciar que a Troika ia avançar com a quinta tranche do empréstimo acordado com Portugal, classificou como um êxito a aplicação do programa de resgate financeiro. Ó Sr. ministro: Então o Senhor não consegue controlar o défice, porque não controla o aumento das despesas nem a diminuição das receitas, apesar de aumentar os impostos, e fala em êxito? Então o Senhor para dar a ideia de que tudo vai bem com a execução orçamental, “engana-se” nas somas, aldraba as contas e fala em êxito? É preciso não ter vergonha, Senhor ministro!
Já o Sr. Primeiro-ministro fala em sucesso e que estamos a crescer. Ó Senhor primeiro-ministro: Sucesso? Só se for o seu que só precisou de um ano para pôr a economia de Portugal em pantanas. Não me faça rir. E …, estamos a crescer, Sr. primeiro-ministro? Só se for no número de desempregados, no número de pessoas que passou a ser pobre, no número de pessoas que o Banco Alimentar Contra a Fome passou a socorrer, no número de pessoas que deixou de ir ao médico porque não tem dinheiro para pagar as taxas moderadoras. Não brinque com o Povo, Senhor primeiro-ministro. O Senhor já lhe mentiu muito. Já disse várias coisas e os seus contrários. Não tem vergonha, Senhor primeiro-ministro? Pelos vistos, não tem! 

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Basta. Não diga asneiras!


Este primeiro-ministro diz cada coisa que até me faltam as palavras para o qualificar, porque não quero insultá-lo de forma boçal. Não porque ele não o mereça, mas porque não faz parte dos meus hábitos fazê-lo, nem ao maior dos pantomineiros.
Passos Coelho tem uma enorme propensão para o disparate porque, sendo um politico medíocre, não tem dotes oratórios. Hoje, falando para uma plateia no Centro Cultural de Belém, Passos Coelho disse que o desemprego não tem que ser encarado como um sinal negativo e que até pode ser visto como uma oportunidade para mudar de vida! O que dirão disto o milhão de portugueses que se encontram nesta terrível situação? Naturalmente dirão que, faltando-lhes ao respeito, o primeiro-ministro só pode estar a gozar com eles. Como se sentirão as centenas de milhar de homens e mulheres com idade à volta dos cinquenta anos, desempregados de longa duração, que procuram emprego e a quem toda a gente fecha as portas? Naturalmente que, desgraçadamente, o seu país está a ser governado por alguém cruel, que não tem qualquer sensibilidade para os problemas sociais dos seus concidadãos.
Basta senhor primeiro-ministro, se não sebe exprimir-se, feche a boca; assim, não diz asneiras!

terça-feira, 24 de abril de 2012

Passos Coelho não se enxerga!


O primeiro-ministro Passos Coelho disse hoje, a propósito da ausência dos militares do 25 Abril e de outras personalidades políticas nas comemorações oficiais da data, que há figuras políticas que em determinadas datas querem assumir protagonismo. Ora, só podia estar a falar de Vasco Lourenço, de Mário Soares e de Manuel Alegre.
Ora, ainda bem que estes três homens quiseram assumir protagonismo antes, durante e depois do 25 de Abril, nomeadamente nos tempos conturbados do PREC que conduziram ao 25 de Novembro. Sem o protagonismo deles seríamos apenas um país pouco melhor que o Portugal da vil tristeza.
E já agora, quem é Passos Coelho para falar do protagonismo daqueles três homens, sobretudo de Mário Soares? Mário Soares, estando ainda vivo, já está na História de Portugal e até da Europa. Este tipo, decididamente, não se enxerga!