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sexta-feira, 11 de maio de 2012

Basta. Não diga asneiras!


Este primeiro-ministro diz cada coisa que até me faltam as palavras para o qualificar, porque não quero insultá-lo de forma boçal. Não porque ele não o mereça, mas porque não faz parte dos meus hábitos fazê-lo, nem ao maior dos pantomineiros.
Passos Coelho tem uma enorme propensão para o disparate porque, sendo um politico medíocre, não tem dotes oratórios. Hoje, falando para uma plateia no Centro Cultural de Belém, Passos Coelho disse que o desemprego não tem que ser encarado como um sinal negativo e que até pode ser visto como uma oportunidade para mudar de vida! O que dirão disto o milhão de portugueses que se encontram nesta terrível situação? Naturalmente dirão que, faltando-lhes ao respeito, o primeiro-ministro só pode estar a gozar com eles. Como se sentirão as centenas de milhar de homens e mulheres com idade à volta dos cinquenta anos, desempregados de longa duração, que procuram emprego e a quem toda a gente fecha as portas? Naturalmente que, desgraçadamente, o seu país está a ser governado por alguém cruel, que não tem qualquer sensibilidade para os problemas sociais dos seus concidadãos.
Basta senhor primeiro-ministro, se não sebe exprimir-se, feche a boca; assim, não diz asneiras!

sábado, 14 de abril de 2012

Voltamos à sopa dos pobres?

Ouvi o líder parlamentar do CDS dizer, mais ou menos, que quando as pessoas estão em grande dificuldade, já em situação de pobreza, do que precisam é de sopa. Ou seja, queria ele dizer, que do que precisam é que lhes deem de comer e não que lhes deem dinheiro através de qualquer prestação social. Disto, só posso concluir que voltamos aos tempos da sopa dos pobres. Era uma das políticas de Salazar nos tempos do Estado Novo. Os pobrezinhos das várias cidades e vilas do nosso país, iam compor(?) o estómago "à sopa dos pobres", um serviço de distribuição gratuita de sopa que funcionava normalmente na Santa Casa da Misericórdia local, com a supervisão das bondosas e piedosas esposas dos políticos nacionais, distritais e locais. É este saudoso sucesso que os dirigentes do CDS querem reactivar, se calhar para que as suas bondosas e piedosas esposas possam mostrar as suas virtudes. Pobre país!

domingo, 7 de agosto de 2011

Ai, se fosse o Sócrates!

Este Governo que tem mês e meio de actividade, já nomeou cerca de 450 pessoas, das quais quase uma centena são boys, na sua maioria com ligações ao PPD, mas alguns ligados ao CDS. E a grande maioria deles com vencimentos de príncipes. Para enganar o Povo, cortaram no número de ministros, que não no número de secretários de estado, mas só secretárias já nomearam quase centena e meia. E há nomeados que são amigos e, pelos vistos, dizem os jornais, até um sócio dum ministro. Mas, pouco se ouvem críticas a esta pouca-vergonha. Ai, se fosse o Sócrates!

quinta-feira, 21 de julho de 2011

O aumento colossal dos transportes públicos

É verdade que o acordo celebrado entre a já muito falada troika e o Estado português previa o aumemto do preço dos transportes públicos. Só que não quantificava qual o aumento a aplicar. Soube-se hoje que o Governo decidiu que esse aumento será em média de 15%, o que é um aumento colossal, praticamente o quíntuplo da inflacção. Diz o Governo que as empresas de transportes públicos têm uma dívida de milhares de milhões de euros e que os últimos aumentos das tarifas foram muito baixos e não acompanharam a inflacção. Pois bem, o exponencial aumento dos passivos destas empresas não é consequência dos preços das tarifas e dos apoios aos passes sociais, mas sim dos enormes (ou como está na moda dizer-se, dos colossais) encargos financeiros que estas empresas têm que suportar em consequência dos investimentos feitos em infra-estruturas. Veja-se o caso do metro do Porto, que apesar de andar sempre com as composições superlotadas, cada vez mais aumenta a sua dívida. A rede do metro foi aumentando mais por pressão dos autarcas que eram ao mesmo tempo administradores da empresa, do que para cumprir um projecto saído de estudos rigorosos feitos por quem sabe. Satisfizeram-se muitos interesses e o resultado está à vista. Por muito que aumentem as tarifas a empresa não vai sair da falência técnica. Para além disto, este colossal aumento vai incentivar o uso do carro, o que trará um aumento do consumo dos combustíveis e, em consequência, mais importação de petróleo, o que vai agravar o défice externo.


Ah, mais vai haver, lá para Setembro, tarifas baratinhas para aqueles pobrezinhos, que não se importem de ser humilhados cada vez que tiverem de dar a conhecer que são pobres quando forem renovar o passe. Ao que chegamos!


sexta-feira, 13 de maio de 2011

Onde está S. Exa o Presidente da República?

Já se sabe que nos períodos pré-eleitorais e mais ainda no tempo das campanhas, o debate político tende a radicalizar-se e às vezes lá se ouvem algumas acusações menos sensatas a rondar o pequeno insulto, mas não a ofensa, e muito menos alargar essa ofensa aos eleitores e à Comunicação Social. Ora aquilo a que se tem assistido nos últimos dias por parte de vários dirigentes do PSD, tem atingido o impensável. E não estou a falar de frases ditas em discursos inflamados feitos em comícios para agradar à pequena multidão de militantes e simpatizantes. Falo de palavras ditas em entrevistas (algumas delas até fortuitas) dadas a jornalistas. Então José Sócrates tem sido um autêntico bombo da festa, sendo alvo de graves ofensas, algumas delas de carácter. Muito para além "das marcas" têm sido os insultos e ofensas feitas por Eduardo Catroga (o já famoso professor catedrático 0% de alunos), que para lá do primeiro-ministro e do PS, insultou os jornalistas e, muito pior, os portugueses. Insultou os jornalistas quando, empregando uma expressão inqualificável, disse que estes em vez de se preocuparem em discutir os grandes problemas do país estavam preocupados em discutir pintelhos (com i). Mais boçal, não podia ser! Insultou os portugueses, porque querendo comparar José Sócrates a Hitler, comparou os portugueses que deram duas vitórias a Sócrates (uma delas com maioria absoluta) aos alemães nazis que elegeram Hitler.


Ora, não tenho dúvidas que Sua Exa o Presidente da República nunca votou em José Sócrates e, por isso, deve estar a pensar que o seu amigo e homem de confiança Eduardo Catroga (o professor catedrático com 0% de alunos) não o atingiu a ele e, portanto, remeteu-se ao silêncio e fez uma das duas figuras: a de Presidente ausente ou, muito pior, a de não ser Presidente de todos os portugueses. Pobre país o nosso!

terça-feira, 10 de maio de 2011

O Debate de hoje

O debate pré-eleitoral de hoje decorreu na TVI entre Passos Coelho e Jerónimo de Sousa. As expectativas não eram grandes à partida, mas previa-se que fosse um debate com, pelo menos, a animação que teve o debate de Jerónimo de Sousa com Paulo Portas. Puro engano. Foi um debate sensaborão com o líder do PCP a "fazer o discurso do costume"(para não falar da cassete), e o líder do PSD a falar para o fantasma de José Sócrates. Era tanta a ansiedade de falar para o fantasma de Sócrates, que até iniciou o debate a criticar o PS e Sócrates em vez de responder a Jerónimo de Sousa. É verdade que foi o baptismo de Passos Coelho em debates entre líderes de partidos políticos, mas esperava-se mais de quem quer ser primeiro-ministro. Mostrou toda a sua impreparação para o cargo.

domingo, 10 de abril de 2011

Nunca me enganou

O PSD anunciou hoje que o ex-candidato à presidência da República Fernando Nobre, será o cabeça de lista pelo círculo de Lisboa às eleições legislativas do próximo dia 5 de Junho. Confesso que não fiquei perplexo com este anúncio feito com pompa e circunstância por Pedro Passos Coelho. O discurso de Fernando Nobre durante as presidenciais nunca me enganou, nem enganou, tenho a certeza, muitos daqueles que o apoiaram porque não queriam votar em Cavaco Silva e em Manuel Alegre. E mesmo sendo uma afronta (muito bem feito!) para aqueles soaristas que se colaram directa ou indirectamente à candidatura presidencial deste lobo com pele de cordeiro, para se vingarem de Manuel Alegre, não é totalmente uma surpresa, pois serviram-se dele para lutarem em tempos de antena contra a candidatura do candidato poeta.

É evidente que Fernando Nobre tem todo o direito de se candidatar a deputado e pelo partido que entender. O que esta candidatura prova é a sua incoerência relativamente ao discurso do anti-político que se fartou de apregoar na candidatura presidencial. E, sobretudo, agora que o PSD virou à direita e se tornou o partido mais neo-liberal do espectro político português.

E o que dizer do PSD? O PSD (este PSD de Passos e de Relvas) serve-se de tudo e de todos com medo de perder as eleições. Como se sentirão determinadas figuras do partido ao saberem que para além de convidarem este anti-partidos para cabeça de lista por Lisboa, o indigitam desde já para o cargo de segunda figura do Estado. Creio que é caso inédito na política portuguesa. Mas, deste PSD já espero tudo.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Que grande pantomina!

"Os impostos indirectos tratam todos pela mesma medida, tanto pobres como ricos, razão porque são, nesse aspecto, mais injustos. É essa, aliás, a razão por que eu nunca concordei em taxar cada vez mais os impostos indirectos, nomeadamente o IVA."
Quem disse isto, quem disse? Foi Sócrates? Foi Teixeira dos Santos? Foi algum professor de economia , ou um qualquer daqueles paineleiros que andam nos painéis das TVs a falar daquilo de que se julgam sábios? Não, meus amigos. Foi o líder do PSD Pedro Passos Coelho. E para que não houvesse dúvidas deste seu pensamento, escreveu-o no seu livro recentemente publicado. Agora, que lhe cheira a poder, meteu a ideia não sei onde e divulgou que fará o contrário se ganhar as eleições e formar governo.
E que dizer disto: Que grande coerência, ou que grande pantomina? Começa bem a apresentar o seu programa, não começa?

sexta-feira, 18 de março de 2011

Um incidente próprio de um país do terceiro mundo

Numa aldeia já de si pobre e meio abandonada do distrito de Bragança, uma criança de dois anos que brincava à porta de casa, abeira-se de um bidão com água, cai e morre por afogamento. Após chamado o INEM, bastante tempo depois por culpa da própria família, intervém o Ministério Público que não viu necessidade de autópsia do corpo da infeliz criança, deixando-o à guarda da família, que começou a tratar do seu funeral. Ora, ao tomar tal decisão o Ministério Público não tinha dúvidas que a causa da morte tinha sido o afogamento acidental e, portanto, não havia quaisquer indícios que permitissem suspeitar de crime.
No dia seguinte, à tarde, como quase sempre acontece nas pequenas terras de província, realiza-se o funeral. No decurso do mesmo, aparece a GNR para levar o corpo a fim de ser autopsiado, cumprindo ordens do Ministério Público que, afinal, tinha dúvidas sobre se tinha havido crime de abandono (?).
Levado o corpo para o hospital, escoltado pela GNR devido à óbvia indignação e revolta das pessoas presentes, é feita a autópsia que ..., confirma o afogamento como causa da morte. Como classificar este comportamento por parte do Ministério Público? Todos sabemos como são importantes, para aquelas gentes simples e quase sempre pobres das aldeias do interior, as horas de luto que se seguem à morte de um ente querido, incluindo as solenidades do funeral. Pelos vistos só o Ministério Público não sabe. Por isso foi o causador de um incidente próprio de um país do terceiro mundo!

terça-feira, 15 de março de 2011

A crise é mais que previsível

Pela declaração de hoje do líder do PSD - Passos Coelho, e pela entrevista, também de hoje, do primeiro-ministro aos canais SIC e SIC-Notícias, é mais do que previsível que a crise política está instalada. De facto, como o primeiro-ministro disse, não é possível participar numa cimeira dos líderes europeus fragilizado por se saber que, não tendo maioria absoluta no Parlamento, tem a ameaça dos partidos da Oposição de que reprovarão todas as medidas relacionadas com a redução do défice das contas públicas. E, é óbvio, sabe que não pode contar com qualquer tipo de apoio ou colaboração do Presidente da República, bem pelo contrário. Aliás foi o Presidente que iniciou as hostilidades, e consequentemente a crise, com o seu discurso de posse.
Infelizmente a crise vai-nos fazer passar um mau bocado.

quarta-feira, 9 de março de 2011

O discurso

Cavaco Silva tomou hoje posse para um segundo mandato do cargo de Presidente da República. Havia uma certa expectativa relativamente ao conteúdo do discurso de posse. E Cavaco Silva não frustou essas epectativas. Fez um discurso de completa ruptura com o Governo e, sobretudo, com o PS. Acabou o discurso com uma descarada colagem aos jovens, por quem nada fez durante os dez anos em que foi primeiro-ministro (ah! fez, fez ..., mandava-lhes a polícia de choque), dirigindo-lhes um vibrante apelo para que se façam ouvir. Isto a três dias de uma manifestação do movimento que se denomina como Geração à Rasca. Será que o Presidente leu bem o manifesto da manifestação? E está de acordo com ele? Era bom que, sem os equívocos do costume, nos desse a conhecer a sua posição. Perante este discurso, nada pode continuar como até aqui. Não vejo qualquer possibilidade de cooperação, seja ela estratégica ou outra.
Após o discurso reflecti um pouco e interroguei-me: Mas, este senhor não foi governante doze anos, sendo que em dez deles foi primeiro-ministro? Não foi nos governos dele que Portugal recebeu milhões de euros (na altura escudos ou contos) por dia, sem que se vissem as tais mudanças estruturais de que agora fala? Pelo contrário, o tecido produtivo não foi destruído nessa altura? Não foi Presidente da República nos últimos cinco anos? Então, também não é culpado do estado do país? Nem vale a pena responder.
Já foi o Presidente eleito com menos votos do povo portugês. Na sua reeleição bateu-se o record de abstenção em eleições presidenciais. Agora passou a ser o Presidente de alguns portugueses. Se tiver a coragem de que se arroga, só lhe resta uma solução: Amanhã mesmo reúne o Conselho de Estado, dissolve a Assembleia da República e marca eleições legislstivas antecipadas. Isso é que era de homem!

domingo, 6 de março de 2011

Pobre Festival da Canção!

Realizou-se ontem o Festival RTP da Canção. Longe vão os tempos em que a noite de sábado do festival era um serão especial, em que as famílias jantavam cedo e rápido para se juntarem todos em frente à televisão, algumas vezes acompanhados de vizinhos, e verem e ouvirem em silêncio cada canção, comentando-as no fim de cada interpretação. Era uma festa. No dia seguinte, Domingo, no fim das missas, nos cafés, nos intervalos do cinema, etc, falava-se e discutia-se com amigos e conhecidos a qualidade das canções, o bom ou mau desempenho dos apresentadores, a justiça ou injustiça das classificações e ..., a esperança de "ser este ano que vamos ganhar na Eurovisão". belos tempos!
Agora as coisas são muito diferentes, é óbvio. Os tempos são outros, a tecnologia e os meios audiovisuais evoluiram exponencialmente. Por isso o festival devia ser diferente para melhor. Mas não, vem piorando desde há alguns anos. Uma boa parte dos portugueses, sobretudo os mais jovens, já pouco ou nada liga ao festival e os melhores autores, compositores e intérpretes de canções portuguesas não concorrem.
O deste ano, que se realizou ontem, foi, em meu entender, uma miséria. A todos os níveis, incluindo a produção do mesmo e a apresentação. Só duas ou três canções eram menos más, sendo que, como tinha que vencer uma, o júri nacional até escolheu talvez a melhor. Mas agora, para prender o espectador e lhe darem a ideia de que também "tem voto na matéria", a escolha final é, no todo ou em parte, também decidida através de televoto, voto por e-mail ou outro através da internet. Ora, todos nós sabemos que este tipo de votação é enganadora para não lhe chamar aldrabona. Já vimos concursos com sessões a eliminar em que concorrentes que um júri especializado na matéria queria excluir, era depois contrariado pela votação do "público (?)". Vinha-mos depois a saber que eram pessoas ligadas a associações recreativas, ou até a cafés, de pequenas cidades ou de regiões autónomas. Quer dizer: a escolha não era justa, mas interesseira.
Foi o que aconteceu com a escolha da canção de ontem e que, infelizmente, nos vai representar no festival europeu. Triste miséria! Vi, e não queria acreditar. Até pensei por breves momentos que tínhamos voltado ao tempo do PREC. A Europa, felizmente só aquela pouca que ainda vai em festivais, vai arregalar os olhos e abrir a boca de espanto. Pobre Festival da Canção!

sábado, 12 de fevereiro de 2011

O homem não anda bem da cabeça!

Hoje à tarde quando regressava a casa depois de ter assistido a uma partida de futebol do meu Boavista (que roubadinho que foi!, acreditem não estou a mentir. está a pagar as favas da arrogância daqueles que o puseram nesta situação), ouvi na TSF a voz de Francisco Louçã a justificar a moção de censura com as tretas do costume, mais uma treta nova que revela bem, para lá do ódio ao Governo, que não anda bem daquela cabeça. Comparava a situação de Portugal à situação do Egipto. Pobre homem, e pobre país que tem um partido (ou um pequeno partido, como diz Pedro Passos Coelho) liderado por um domagogo destes!

Uma forma invulgar de investigação

O inconcebível caso da idosa que continuou quase nove anos em casa após morrer, veio mostrar-nos que, quer a polícia (seja a GNR ou a PSP) quer o Ministério Público, têm uma forma invulgar de investigar. Investigam ou não, conforme o cheiro.
Uma idosa, ao que se sabe pouco sociável, que vivia sozinha em casa com um cão e uns pássaros, deixa de ser vista durante alguns dias por uma sua vizinha que, achando estranho aquela ausência, comunica o facto às autoridades policiais, pedindo-lhes que arrombem a porta e investiguem o que se passa, pois a senhora pode estar morta. Como resposta à sua solicitação recebe a seguinte pergunta: "Cheira mal"? Ela responde: "Não, não cheria". E logo a polícia arruma o assunto: "Se não cheira mal não vamos investigar"!
Uns tempos depois um primo da malograda senhora vai treze vezes junto do Ministério Púlico do Tibunal de Sintra, e recebe a mesma resposta : Se não cheira mal não vamos investigar. Inacreditável, mais uma vez as nossas autoridadres que têm o poder e o dever de investigar, portam-se igual ou pior que as suas congéneres de un país do terceiro mundo.
E o que dizem a isto os seus sindicalistas, tão prontas na língua a criticar as suas tutelas por actos ou omissões que não lhes agradam? Gostava de saber.