Uma formiga, ao passar a linha de comboio, entala uma pata. Vendo um combóio a aproximar-se, faz um esforço para se libertar mas, cansada, desiste e diz: "que se lixe, se descarrilar, descarrilou.."
(Estavam à espera de quê? Este blogue é para todas as idades. Mas lá iremos, lá iremos...)
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
AVISO
Um biofísico ligado à NASA desaconselha sexo sem contraceptivos em Marte.
Por mim, estou avisado; já me preveni com com umas camisinhas e comprimidos vários. E você? Depois, não diga que não sabia...
Por mim, estou avisado; já me preveni com com umas camisinhas e comprimidos vários. E você? Depois, não diga que não sabia...
É falta de vergonha ou uma afronta aos cidadãos?
Como todos os outros cidadãos, os juízes estão sujeitos a que as suas casas sejam assaltadas. E também, como todos os outros, têm o direito, e até o dever, de se queixarem de quem atentou contra os seus bens. Não deve, em circunstância alguma, ser juiz da sua causa. Como pode uma pessoa julgar com completa imparcialidade alguém que lhe assaltou a casa?
Pois bem, um juiz de primeira instância achando, e bem, que não devia fazer parte de um colectivo que vai julgar um homem que foi suspeito de lhe ter assaltado a casa, deu conta do facto ao Tribunal da Relação de Guimarães pedindo escusa. Mas ..., surpresa das surpresas, o Tribunal da Relação indeferiu o seu pedido de escusa, justificando a sua decisão com o facto de o juiz em causa ser apenas um dos três juizes que integram o colectivo que vai proceder ao julgamento, pelo que ..., (não riam por favor) está garantida a imparcialidade.
Esta decisão só pode ser falta de vergonha ou uma afronta aos cidadãos. Ou, quem sabe, as duas coisas.
domingo, 13 de fevereiro de 2011
INSÓLITOS
O ministro Luís Amado fez um discurso no Conselho de Segurança da ONU. Seguiu-se-lhe o seu homólogo indiano, que durante três longos minutos (até um assessor lhe ter retirado os papéis) leu o discurso de Luís Amado, que se tinha esquecido dos papéis na estante, sem se aperceber de que havia registos que não podiam respeitar ao seu país.
A notícia não o refere, mas deve ter havido grossa gargalhada na sala!
A notícia não o refere, mas deve ter havido grossa gargalhada na sala!
AINDA A JUSTIÇA
Por erro de diagnóstico, negligência ou despliciência de uma médica otorrino, ocorrido em Outubro de 2000, fatal para um bebé, que ficou totalmente incapacitado para toda a vida, foi agora julgado. O hospital, no caso o Maria Pia, no Porto, onde a médica trabalhava, foi condenado a pagar uma indmnização de 400 mil euros. A sentença, de primeira instância, é passível de recurso para instâncias superiores, pelo que, a haver recursos, não se sabe quando poderá estar terminado o processo. Mas o tempo já decorrido não será, só por si, demasiado dilatado? Por que razões a nossa justiça é tão lenta? Quantas vezes as suas decisões já não têm efeitos práticos e úteis?
Mais uma vez me interrogo se os códigos de processo são os adequados aos nossos dias e se a preparação dos juízes é mais capaz.
Mais uma vez me interrogo se os códigos de processo são os adequados aos nossos dias e se a preparação dos juízes é mais capaz.
LIDO - A JUSTIÇA, UMA VEZ MAIS
"Sublinhe-se que um primo da idosa se deslocou treze vezes ao Tribunal de Sintra para que este autorizasse o arrombamento da porta da sua residência. Mas, em vez disso, o tribunal, lá do alto da sua soberba, decretou que a desaparecida não estava morta em casa, pois, se estivesse, teria provocado mau cheiro no prédio. É esta falta de bom-senso e humildade perante a realidade que constitui uma das principais causas da degenerecência da justiça portuguesa. Os nossos investigadores (e magistrados e polícias) não investigam para encontrar a verdade, mas sim para confirmarem as verdades que previamente decretaram. E, como algumas dessas verdades são axiomáticas, não carecem de demonstração."
Marinho e Pinto, bastonário da Ordem dos Advogados, in JN de hoje
Marinho e Pinto, bastonário da Ordem dos Advogados, in JN de hoje
sábado, 12 de fevereiro de 2011
O homem não anda bem da cabeça!
Hoje à tarde quando regressava a casa depois de ter assistido a uma partida de futebol do meu Boavista (que roubadinho que foi!, acreditem não estou a mentir. está a pagar as favas da arrogância daqueles que o puseram nesta situação), ouvi na TSF a voz de Francisco Louçã a justificar a moção de censura com as tretas do costume, mais uma treta nova que revela bem, para lá do ódio ao Governo, que não anda bem daquela cabeça. Comparava a situação de Portugal à situação do Egipto. Pobre homem, e pobre país que tem um partido (ou um pequeno partido, como diz Pedro Passos Coelho) liderado por um domagogo destes!
A SUSPEITA DO COSTUME
A bronca com o cartão de eleitor ocorrido no dia 23 de Janeiro já tem um "responsável", não assumido, que pediu a demissão, prontamente (uff!) aceite. Era o que estava mais à mão, já que nem o ministro, nem a secretária de Estado, nem o director-geral podiam ser responsabilizados. Eles despacharam correctamente os procedimentos e foram à sua vida. Obviamente, não podem estar a controlar, pari e passu, o serviço dos subalternos.
Mas a culpa, segundo informações que considero fidedígnas, cabe inteiramente à senhora da limpeza, que inadvertidamente, ao limpar o pó do teclado de um computador, apagou o ficheiro com os endereços dos eleitores a serem avisados, sem que o funcionário de serviço, que tinha ido tomar um cafezinho e verter águas, se tivesse apercebido. Este, embora não conste das notiícias, foi despedido, sem direito a indemnização.
Nada de novo debaixo do Sol.
Mas a culpa, segundo informações que considero fidedígnas, cabe inteiramente à senhora da limpeza, que inadvertidamente, ao limpar o pó do teclado de um computador, apagou o ficheiro com os endereços dos eleitores a serem avisados, sem que o funcionário de serviço, que tinha ido tomar um cafezinho e verter águas, se tivesse apercebido. Este, embora não conste das notiícias, foi despedido, sem direito a indemnização.
Nada de novo debaixo do Sol.
Uma forma invulgar de investigação
O inconcebível caso da idosa que continuou quase nove anos em casa após morrer, veio mostrar-nos que, quer a polícia (seja a GNR ou a PSP) quer o Ministério Público, têm uma forma invulgar de investigar. Investigam ou não, conforme o cheiro.
Uma idosa, ao que se sabe pouco sociável, que vivia sozinha em casa com um cão e uns pássaros, deixa de ser vista durante alguns dias por uma sua vizinha que, achando estranho aquela ausência, comunica o facto às autoridades policiais, pedindo-lhes que arrombem a porta e investiguem o que se passa, pois a senhora pode estar morta. Como resposta à sua solicitação recebe a seguinte pergunta: "Cheira mal"? Ela responde: "Não, não cheria". E logo a polícia arruma o assunto: "Se não cheira mal não vamos investigar"!
Uns tempos depois um primo da malograda senhora vai treze vezes junto do Ministério Púlico do Tibunal de Sintra, e recebe a mesma resposta : Se não cheira mal não vamos investigar. Inacreditável, mais uma vez as nossas autoridadres que têm o poder e o dever de investigar, portam-se igual ou pior que as suas congéneres de un país do terceiro mundo.
E o que dizem a isto os seus sindicalistas, tão prontas na língua a criticar as suas tutelas por actos ou omissões que não lhes agradam? Gostava de saber.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
BRINQUEDOS
As moções de censura servem de brinquedos ao pastor Louçã e à sua rapaziada? O anúncio, a mês de vista, de uma moção que provoca também o PSD, é para ser levada a sério? Ou é pura demarcação de território? Que dividendos poderá obter o BE deste gesto inconsequente? E qual o custo que o país terá que suportar durante um mês de suspense? Do que não precisamos é de políticos deste jaez.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
MOÇÕES E MONÇÕES
Um mês, nos tempos actuais, é muito tempo. Ele é o Orçamento e a sua execução, é a dívida, e é tempo de monções políticas, por cá e por outras paragens, como bem se sabe.
Porém, e coeteris paribus, não vejo que a pré-anunciada moção de censura do BE tenha pernas para andar. Não estou a ver que os demais partidos da oposição queiram aprovar tal moção, vinda de onde vem. O PCP a reboque do BE? Nã, não estou a vê-lo a alinhar, já que nada daí resultaria de positivo para si e para as suas "causas". O PSD e o CDS, a ficarem com uma criancinha nos braços, a necessitar de leite materno que eles não podem (ainda) proporcionar? E Cavaco? Que diz Cavaco? Homem calculista, como é, não me parece que queira embarcar num impasse, já que não é previsível, neste momento, uma maioria absoluta da direita parlamentar e dirá a Passos Coelho que não o comprometa.
Quanto ao BE, por razões diversas das avançadas pelo 4-pereiró no post abaixo, tenderá a desaparer do mapa. Aquele caviar já está rançoso e só os incautos lhe pegam.
E, então? Então, e volto à condição da cláusula coeteris paribus, a Oeste nada de novo, até, eventualmente, à apresentação da execução orçamental do 1.º trimestre. Se positiva, Sócrates continua por mais uns tempos. Se negativa, ele próprio deverá tirar as conclusões. E, sabe-se lá, até tirar um coelho da cartola, como uma remodelação profunda do executivo, para criar novo alento até à elaboração do Orçamento para 2012.
Entretanto, Cavaco toma posse e deverá dizer coisas, espero que entendíveis.
Porém, e coeteris paribus, não vejo que a pré-anunciada moção de censura do BE tenha pernas para andar. Não estou a ver que os demais partidos da oposição queiram aprovar tal moção, vinda de onde vem. O PCP a reboque do BE? Nã, não estou a vê-lo a alinhar, já que nada daí resultaria de positivo para si e para as suas "causas". O PSD e o CDS, a ficarem com uma criancinha nos braços, a necessitar de leite materno que eles não podem (ainda) proporcionar? E Cavaco? Que diz Cavaco? Homem calculista, como é, não me parece que queira embarcar num impasse, já que não é previsível, neste momento, uma maioria absoluta da direita parlamentar e dirá a Passos Coelho que não o comprometa.
Quanto ao BE, por razões diversas das avançadas pelo 4-pereiró no post abaixo, tenderá a desaparer do mapa. Aquele caviar já está rançoso e só os incautos lhe pegam.
E, então? Então, e volto à condição da cláusula coeteris paribus, a Oeste nada de novo, até, eventualmente, à apresentação da execução orçamental do 1.º trimestre. Se positiva, Sócrates continua por mais uns tempos. Se negativa, ele próprio deverá tirar as conclusões. E, sabe-se lá, até tirar um coelho da cartola, como uma remodelação profunda do executivo, para criar novo alento até à elaboração do Orçamento para 2012.
Entretanto, Cavaco toma posse e deverá dizer coisas, espero que entendíveis.
MOÇÕES DE CENSURA
O dr. Paulo Portas, homem avisado, diz que as moções de censura não se anunciam, apresentam-se. O senhor Jerónimo de Sousa andou por aí a ameaçar com uma moção de censura, depois encolheu-se (vá lá saber-se porquê) e, agora o dr. Francisco Louçã veio anunciar que apresentará uma moção de censura ao governo do eng.º Sócrates no próximo dia 10 de Março, data a partir da qual a moção tem "validade". Creio que não há recuo possível, salvo se, entretanto, ocorrer uma revolução. Se bem entendi, o único que se riu foi o eng.º Sócrates, já que os demais porta-vozes dos partidos com assento parlamentar se refugiaram nos habituais lugares comuns, isto é, 'vamos ver os "considerandos" da moção e, então, decidiremos'. O BE feriu gravemente, por entalamento (tipo Martim Moniz), o PCP, mas não só, mas não só... Aguardemos as cenas dos próximos capítulos.
O Povo é que vai "pagar as favas"
Os partidos da Oposição andavam, desde há algum tempo, em grande competição no sentido de cada um deles ser o primeiro a anunciar de facto a apresentação na Assembleia da República de uma moção de censura ao Governo. O Partido Comunista, pela voz do seu líder, mostrando todo o ódio que nutre pelo PS, ameaçou apresentar a moção para poder acabar com a governação socialista, pois não pode pactuar com políticas de direita (até parace que tem hipóteses de governar!). O PSD, cheirando-lhe a poder de acordo com as sondagens, ia dizendo que o faria "no momento próprio", mas quando?, não diz. O CDS diz nada, pois está cheio de receio do voto útil, gorada que está uma nova AD. O Bloco de Esquerda, esse partido da esquerda chique que não se sabe bem o que é, já que nasceu uma espécie de manta de retalhos que juntou marxistas-leninistas, trotskistas e, pasme-se, estalinistas, anunciou hoje que vai apresentar a "desejada"moção. Tenho uma esperança: que lhe suceda o mesmo que sucedeu em tempos ao PRD (esse defunto partido que foi projecto de poder pessoal de Eanes).
O Bloco de Esquerda, sem mais, mostrou o que é: apenas um grupo de contestação. O Povo? Querem lá saber do Povo. Uma crise política pode agravar a crise? Querem lá saber. O que é preciso é a confusão, que a Comunicação Social até agradece. Mas, infelizmente o Povo é que vai "pagar as favas".
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
RECEITAS FISCAIS
Fico contente por saber que as receitas fiscais de Janeiro cresceram 15% em comparação com o mesmo mês do ano anterior, para o que eu próprio contribuí. Mas, agora, fico à espera de saber qual a percentagem da queda nas despesas públicas. Tudo que seja inferior a 20% deixar-me-á mal-disposto e sem vontade de continuar a contribuir para o peditório.
VETOS
Ainda não tomou posse e já está "activo", como prometeu em campanha. Cavaco vetou, pela primeira vez, um diploma do governo, o do medicamento. Parece que foi a pedido de várias "famílias"...
Futebol a nossa selecção
Em jogo particular (ou de preparação) realizado em Genebra, a selecção de Portugal perdeu com a selecção da Argentina por 2-1. Perdeu, mas poderia ter ganho, pois se a Argentina, para lá dos golos, teve mais duas ou três oportunidades, Portugal teve três inadmissíveis perdidas. Uma de Hugo Almeida em que o mais difícil foi falhar. Aliás, nessa jogada os jogadores portugueses reclamam falta que, a ter acontecido, daria lugar a uma grande penalidade. Mesmo assim Hugo Almeida tinha obrigação de marcar. Não o conseguiu porque, tal como o Cardozo, não sabe jogar com o pé direito.
De qualquer modo foi uma exibição muito aceitável da nossa selecção que poupou alguns dos nossos principais jogadores, se calhar por pressão dos seus clubes. Pela exibição, há garantias de sucesso para os jogos que faltam realizar para o apuramento do Europeu. Já agora uma pergunta para Paulo Bento: para quê seleccionar Miguel Veloso?
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Uma voz crítica, mas sensata
Permitam-me chamar a atenção para um artigo de opinião do Doutor Mário Soares publicado hoje no Diário de Notícias. Com toda a autoridade de quem privou politicamente com os principais obreiros do projecto da Europa comunitária, Mario Soares alerta-nos para o que está a acontecer: o espírito comunitário começa desaparecer e a desigualdade entre os Estados começa a ser a regra. Assim conduzem a Europa a senhora Merkel e o seu "lambe botas" Sarkozy.
AS SETE MARAVILHAS DA GASTRONOMIA
Depois das Sete Várias Maravilhas, Portugal vai eleger as Sete Maravilhas da Gastronomia . Para além das vulgares sardinhas, bacalhaus, leitões, sopas de pedra e etc., espero que não se esqueçam de incluir uma das mais tradicionais e apreciadas: a punheta de bacalhau. E como presidente do júri, proponho o mestre da culinária, Quim Barreiros. Quem quer abrir a petição?
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Não dá para levar a sério
Não consigo levar a sério as declarações dos dirigentes do PCP, por serem tão contraditórias. Não há uma só pessoa neste país que acredite que, em caso de eleições antecipadas, o Partido Comunista possa vir a formar ou a fazer parte de um governo. Nem aqueles velhos comunistas da velha guarda. Também sabem que nas actuais circunstâncias o Bloco de Esquerda não é alternativa. Então, como quase todos os portugueses, deduzem que se houver mudança de governo, este só poderá ser de novo PS (e com Sócrates que, quase de certeza, continuará a ser o seu líder) ou do PSD, sozinho ou acompanhado do CDS/PP.
O líder parlamentar comunista, Bernardino Soares (grande amigo da Coreia do Norte), veio dizer coisas como estas:
- "o PCP não será o sustentáculo de uma política de direita, seja do PS seja do PSD", ou;
- "... estamos contra a política de direita executada pelo PS, não é que estejamos a favor dos partidos da direita".
Dizem que querem acabar com o governo PS, e não querem PSD sozinho ou acompanhado. Então o que querem?
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Não o deixem fazer má figura
É verdade que ningúem nasce ensinado e também que nem todos tiveram ou têm as mesmas oportunidades para aprender. Por isso quando Luís Filipe Vieira fala em qualquer festa ou encontro de benfiquistas, na sua qualidade de presidente do Benfica, fá-lo quase sempre por escrito. Por isso, é mais fácil para os seus assessores evitar que o homem diga disparates a pensar que está a falar muito bem e, assim, a fazer má figura. Por favor, escrevam-lhe os discursos (de preferência em letras maiúscula para ele ver bem).
Luís Filipe Vieira não perde uma oportunidade para atacar Laurentino Dias, secretário de Estado do Desporto, desde o caso de doping do Nuno Assis. Por isso aproveitou uma festinha de inauguração de casas benfiquistas para culpar Laurentino Dias e o Governo da ilegalidade dos estatutos da Federação Portuguesa de Futebol ("preso por ter cão e preso por o não ter"), acusando-os de "não fazerem cumprir uma lei que aprovaram, o que é um disparate. A lei é da Assembleia da República e não é o Governo e muito menos Laurentino Dias que a fazem cumprir, ou penalizam quem a não cumpre. A única coisa que pode fazer é retirar-lhe o estatuto de utilidade pública, o que pode trazer consequências prejudiciais para os clubes, incluindo o Benfica. E depois? Bom, se calhar LFV queria que Laurentino Dias Pegasse num sarrafo e corresse com os maus da FPF à paulada, será? Tenho pena. O Benfica merece melhor presidente.
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Os Comunistas e a Direita
Sempre foi assim, e sempre será. O Partido Comunista, por uma questão de sobrevivência, sempre preferiu e prefere que Portugal seja governado pela Direita a ser governado pelo PS. Assim se entendem as declarações de Jerónimo de Sousa à Antena 1, em entrevista da jornalista Maria Flor Pedroso. Num excerto televisivo sentia-se um ódio enorme ao Governo e, sobretudo, a José Sócrates. Este Partido Comunista que nada mudou desde a lutas que travou contra o Estado Novo, nem com a queda o império soviético, não perdoa ao PS tê-lo combatido com sucesso nos tempos do PREC. Prefere governos de políticos que ameaçam acabar com as prestações sociais, o ensino público, o sistema nacional de saúde e com as empresas públicas de importância crucial para a vida dos portugueses mais desprotegidos, a ter governos do PS. E é invocando o nome dos trabalhadores que opta por aqueles que mais reduzem os seus direitos. É a lei da sobrevivência! Até quando.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Voltar ao passado?
Não são só os políticos dos partidos de Direita, PSD e CDS/PP, que andam "a salivar" com a possibilidade de um daqueles partidos ou os dois em coligação poderem vir a formar Governo. É notório que uma parte dos homens e das mulheres da Comunicação Social também andam, e sem contar com José Manuel Fernandes, o jornalista (ou agora só cronista?) que tem mais ódio ao Governo .
Noticiou o Expresso que o PSD (de Pedro Passos Coelho), caso venha a formar Governo, reduzirá o número de Ministérios para que haja maior racionalidade e poupança. Até admito que seja possível formar um Governo com menos ministérios, mas não acabar com aqueles mais emblemáticos nos executivos que se seguiram ao 25 de Abril, como Agricultura, Saúde, Trabalho e Segurança Social. E para ficar mais parecido com os que tínhamos no tempo do Estado Novo, só falta criar o Ministério das Corporações, que os substitua a todos.
Será que vamos voltar ao passado?
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Protagonismo ou masoquismo
Acabadas as eleições presidenciais, uma boa parte dos portugueses espera por alguma estabilidade política , para que o Governo se concentre na execução do orçamento do Estado, de modo a enfrentar a crise económico-financeira que nos atormenta. Muitos comentadores e, sobretudo, economistas dizem ser o momento de transmitir para o exterior a ideia de que os políticos portugueses se dispõem a abdicar da luta política para chegar (ou conservar) o poder, de modo a que, com a rapidez possível, se controlem as contas e se promova o crescimento económico.
Ora, não é essa, assim parace, a ideia de Jorge Lacão que, esquecendo-se que é Ministro dos Assuntos Parlamentares, resolveu criar a confusão dentro do próprio partido trazendo para a discussão a possível redução do número de deputados da Assemblei da República, questão que ele próprio sabe não ser do agrado do grupo parlamentar do PS, tendo mesmo sido rejeitada em plenário por Francisco Assis, líder do grupo. E pior ainda, Jorge Lacão dando "ouvidos moucos" ao seu colega do executivo Pedro Siva Pereira, que diz ser o assunto da competência do Parlamento e que o Governo não a contempla no seu programa, continua a querer discutir o tema com dirigentes do PSD. Que pretende Lacão, protagonismo? Ou é masoquista?
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Já é qualquer coisa, mas não chega
Pelos vistos o Ministério Público vai abrir um processo contra a Federação Portuguesa de Futebol, porque esta rege-se por estatutos que estão contra a lei desde 2009, em consequência da aprovação do novo Regime Jirídico das Federações Desportivas. Já é qualquer coisa, mas não chega. Estamos num Estado de Direito democrático onde, uma vez aprovadas e promulgadas, as leis são para cumprir; e por todas as pessoas singulares ou colectivas, concordem ou não com elas. Ora, o incumprimento da lei em causa já dura há muito tempo, muito mais do que o suficiente para que os estatutos fossem adequados ao que ela determina. Por isso, e não só, o Ministério Público deve também pedir responsabilidades àqueles que, por acção ou omissão, são responsáveis por esta ilegalidade, nomeadamente os que ainda no fim de semana passado, representando apenas 30% do conjunto da assembleia geral, não deixaram que a legalidade fosse reposta. Espero bem que o Ministério público não tenha receio de enfrentar os velhos barões do futebol.
QUAL É A TUA, Ó MEU?
O senhor Lacão, secretário de Estado, veio lançar a confusão nos espíritos, quando afirmou, em entrevista, ser favorável à redução do número de deputados da Nação, dos actuais 230 para o mínimo previsto na Constituição, ou seja, 180. Opinião pessoal? Encomenda do chefe? E qual o objectivo imediato, já que a "coisa" não é assim tão simples de implantar? Como seria de esperar, vozes do PS vieram dizer que o partido não tem o assunto em cima da mesa, ao mesmo tempo que o PSD aplaude a ideia, já por si proposta em tempos.
Querem correr com o BE e meter num táxi o CDS e o PCP? Estou contra, ainda que, não vote nenhum deles. Quanto mais colorida for a paleta mais oportunidades tenho de escolha para as paredes da minha sala de estar. E até gosto de mudar, de quando em vez, de cor.
Querem correr com o BE e meter num táxi o CDS e o PCP? Estou contra, ainda que, não vote nenhum deles. Quanto mais colorida for a paleta mais oportunidades tenho de escolha para as paredes da minha sala de estar. E até gosto de mudar, de quando em vez, de cor.
Subscrever:
Mensagens (Atom)