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domingo, 28 de abril de 2013

É preciso saber a verdade


Ouvi hoje na TSF um pequeno excerto da entrevista dada pelo ministro Álvaro Santos Pereira ao programa daquela estação de rádio “Gente que Conta”. A determinada altura abordam um tema à volta de lobbies que tenha enfrentado. Então, o ministro da Economia revela que quando o seu ex-Secretário de Estado da Energia Henrique Gomes saiu do Governo, houve empresários que festejaram esta saída abrindo garrafas de champanhe.
Ora, na altura falou-se que a saída de Henrique Gomes, pelo seu pé, mas forçado, tinha sido praticamente uma exigência de António Mexia da EDP a Pedro Passos Coelho. Sabia-se que aquele ex-membro do Governo queria baixar as rendas excessivas da EDP e, com isso, poupar dinheiro ao Estado. Mas…, há sempre um mas. Para baixar as rendas fazia baixar os lucros da EDP e, baixando os lucros daquela energética, baixavam as gratificações milionárias de Mexia & Companhia!
Agora que Álvaro Santos Pereira admitiu publicamente que aquela demissão contentou lobbies da energia, é bom que sejam pedidas explicações por quem de direito (por favor; não metam nisto o Presidente da República; só atrapalha) e, porque não, se investiguem os factos. Por muito menos, em países civilizados, caíram governos. Mas, por tudo o que nos está a acontecer, podemos questionar: seremos um país civilizado? 

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Quem esfrega as mãos, quem é, quem é?



Nas grandes empresas, como por exemplo a EDP, os custos com pessoal baixam milhões de euros, como consequência da baixa das suas contribuições para a Segurança Social. E no caso concreto da EDP a medida, muito criticada por muita gente, não cria nem mais um emprego. O que cria é muito mais lucros. E com eles, muitos mais prémios para os seus gestores. Ora, quem é que já está a esfregar as mãos, quem é, quem é? António Mexia, Eduardo Catroga e muitos outros que por lá andam a” ganhar uns dinheiritos”!...

quinta-feira, 14 de junho de 2012

EDP - EMPRESA NOSSA AMIGA

A EDP, empresa nossa amiga, terá lesado, sem querer, crédulo que sou,  uns milhares de clientes utilizadores da tarifa bi ou tri-horários, por causa de um 'pequeno pormenor' dos relógios dos contadores. Há sempre uns picuínhas que vão verificar esses pormenores e é uma chatice.
Ó dr. Mexia, assim até eu! E os chinas, que dizem eles à habilidade?

quarta-feira, 18 de abril de 2012

NEGÓCIOS DA CHINA

A venda (parcial) da EDP ao governo chinês ainda não está concretizada, mas os dividendos já estão assegurados. São só 144 milhões de euros. Trocos, como se sabe.

sábado, 17 de março de 2012

Onde anda o PS?

Onde anda o PS, é mesmo a pergunta que apetece fazer, tendo em conta que o Partido esteve praticamente ausente do debate político, como maior partido da Oposição, nos últimos dias da semana passada e na semana que agora acaba. É verdade que António José Seguro andou preocupado com o interior do país e com a saúde dos portugueses, questionando principalmente o grande aumento da mortalidade na população idosa, mas perdeu uma enorme oportunidade de fazer uma oposição enérgica e mostrar aos portugueses que vai lutar a seu lado contra esta política do governo ultra liberal que prefere não atacar os grandes lucros da EDP (e os prémios do Mexia) a baixar para os consumidores (sobretudo para o Povo) o preço da energia eléctrica.
Para além de não ter feito grandes reparos ao golpe financeiro tentado pela Lusoponte de Ferreira do Amaral, o PS não fez oposição como devia ao denunciar dois casos políticos graves:
- A saída do ex-Secretário de Estado da Energia, Henrique Gomes, que ousou enfrentar a EDP;
- E o golpe palaciano que o ministro da Educação, Nuno Crato, planeou para afastar a anterior Administração da empresa Parque Escolar.
Quanto à saída de Henrique Gomes, o PS muito pouco disse, deixando passar a oportunidade de desmascarar a vergonhosa vassalagem a António Mexia que, nas questões energéticas, se julga a segunda figura do Governo, sendo que a primeira é Victor Gaspar. Passos Coelho, primeiro ministro, porta-se como se fosse o último.
Quanto ao golpe palaciano do ministro Nuno Crato. Praticamente passou despercebido. Quando há dias foi ao Parlamento, Nuno Crato fez acusações graves à gestão da Parque Escolar, acusando aquela empresa de ter gasto na construção, reconstrução e recuperação de escolas, mais de 400% do valor inicialmente orçamentado. Promoveu a polémica, fomentou os comentários mais intratáveis que podemos imaginar, o que levou a que a anterior Administração se sentisse atingida na sua dignidade e se demitisse. Veio agora a saber-se por um último relatório que, havendo desvios de custos, é certo, nada foram parecidos com os que o ministro “denunciou”. Mais, sobre certos aspectos, aquela Administração até recebeu referências elogiosas. Que concluir disto? Só pode ser, que o ministro quis arranjar um motivo para substituir a gestão da Parque Escolar. Uma vergonha! E o PS, o que fez, sabendo até que Nuno Crato tudo fará para dar a machadada na Escola Pública? De visível, nada. Não pode ser



terça-feira, 13 de março de 2012

Primeiro a EDP, ou melhor o Mexia. E o povo? Bem, o Povo que se lixe!

Aí está a primeira baixa no Governo neo-liberal que (des)governa Portugal: Henrique Gomes, secretário de Estado da Energia. E, claro, sai, como sempre saem todos, alegando motivos pessoais e familiares. Mas sabe-se que bateu com a porta porque há vários meses queria rever os subsídios pagos pelo Estado às empresas produtoras de energia eléctrica, sobretudo à EDP. Pretendia também aplicar uma taxa a este sector electroprodutor, o que iria atenuar o valor da tarifa da energia eléctrica. Pensava o Secretário de Estado Henrique Gomes que fazia parte de um governo de tendência social-democrata e que por isso, uma vez que as medidas a tomar seriam sempre em benefício do consumidor, sem prejuízo de os produtores continuarem a ter lucros bastante elevados, não teria quaisquer problemas. Quanta ingenuidade! Nem se deu conta que as principais figuras (ou figurões?) do governo a que pertencia se põem de cócoras perante as grandes empresas e os grandes grupos económicos. Nunca os grandes barões do empresariado português tiveram tanto poder. Nem nos tempos de Salazar e Caetano um qualquer Mexia empurrava para a porta da rua um qualquer membro do governo.
Moral desta história: Para Henrique Gomes, primeiro estava o consumidor. Mas para Passos Coelho, Álvaro Santos Pereira e, de certeza, para o Relvas, primeiro está a EDP, ou melhor, primeiro está o Mexia. E o Povo? O Povo pouco importa, que se lixe! Ora façam contas: Se baixarem os lucros da EDP, baixam o prémio ao Mexia. E se baixam o prémio ao Mexia, como é que o homem vai pagar, como o outro, as suas despesas? Ah, e tudo isto com o aplauso dos chineses das três gargantas e, não podia esquecê-lo, do Catroga, esse mesmo, o dos pintelhos. Pobre Povo!

sábado, 31 de dezembro de 2011

A NOVA EDP

EDP - ELETLECIDADE DE POLTUGALA
paltil de Janeilo pala sua maiol comodidade pague as fatulas da EDP num dos muitos milhales de postos de coblança existentes no Pais ....A LOJA DO CHINÊS MAIS PLÓXIMA !!!!
Ou num balcão do BCP - Banco Chino-Português

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

EDP: E O VENCEDOR É....

... a alemã E.ON.
Esta e a China Three Gorges serão as melhores colocadas, à frente de duas brasileiras, para ganharem a corrida à EDP. Embora, ao que dizem, o valor e o projecto chinês superem a proposta alemã, a senhora Merkel vai ganhar por KO. Mesmo que a E.ON vá despedir uns quantos milhares de trabalhadores na Alemanha. Isso não nos diz respeito, não é?
Não ouviram os elogios da senhora à 'perfomance' do governo português no que respeita às medidas tomadas pelo Gaspar?

sexta-feira, 29 de julho de 2011

E TENHO ALTERNATIVA?

Sou, como toda a gente, cliente da EDP e fiquei muito feliz por saber que os seus lucros no 1.º semestre do ano em curso atingiram os 609 milhões de uros, superiores em 8% aos do mesmo período do ano anterior.
Acho pouco, uma vez que a minha factura fixa deste mês é superior em 66% ao normal e para os próximos 12 meses já sei que a mesma factura vai aumentar 10%, fora o acerto que não deixará de se fazer sentir em Agosto próximo, como é costume.
O problema é que não tenho alternativa, apesar de há muito ter ouvido falar na possibilidade de escolha de fornecedor. Consumo e calo.
O que vale é que os gordos dividendos que irei receber não estão sujeitos ao imposto especial. Não se pode ter tudo, né?