Mostrar mensagens com a etiqueta O ministro Álvaro. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta O ministro Álvaro. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 8 de maio de 2013

AS POUPANÇAS DO ÁLVARO

O ministro Álvaro quer retirar uns quantos carros e respectivos motoristas a não sei bem quem. Faz muito bem. Contudo, devia ir mais longe: os carros deviam ter o logotipo do Estado bem visível e não poderem circular em fins de semana ou transportar estranhos. Mas isto são miniudências com que o Álvaro nos quer tapar os olhos. Há muito, muito mais onde cortar, caro Álvaro e companheiros de jornada! E fale no assunto com os seus amigos da governação, nomeadamente com com o companheiro santo ptotector dos velhinhos e reformados da lavoura e das águas oceânicas. E dê uma olhadela nas tais Fundações de que nunca mais se ouviu falar, e nas empresas públicas e municipais, por exemplo.

domingo, 28 de abril de 2013

É preciso saber a verdade


Ouvi hoje na TSF um pequeno excerto da entrevista dada pelo ministro Álvaro Santos Pereira ao programa daquela estação de rádio “Gente que Conta”. A determinada altura abordam um tema à volta de lobbies que tenha enfrentado. Então, o ministro da Economia revela que quando o seu ex-Secretário de Estado da Energia Henrique Gomes saiu do Governo, houve empresários que festejaram esta saída abrindo garrafas de champanhe.
Ora, na altura falou-se que a saída de Henrique Gomes, pelo seu pé, mas forçado, tinha sido praticamente uma exigência de António Mexia da EDP a Pedro Passos Coelho. Sabia-se que aquele ex-membro do Governo queria baixar as rendas excessivas da EDP e, com isso, poupar dinheiro ao Estado. Mas…, há sempre um mas. Para baixar as rendas fazia baixar os lucros da EDP e, baixando os lucros daquela energética, baixavam as gratificações milionárias de Mexia & Companhia!
Agora que Álvaro Santos Pereira admitiu publicamente que aquela demissão contentou lobbies da energia, é bom que sejam pedidas explicações por quem de direito (por favor; não metam nisto o Presidente da República; só atrapalha) e, porque não, se investiguem os factos. Por muito menos, em países civilizados, caíram governos. Mas, por tudo o que nos está a acontecer, podemos questionar: seremos um país civilizado? 

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Mas que grande pantomina!


O nosso (credo, abrenúncio) ministro Álvaro, um pândego que ninguém leva a sério, é capaz de, no espaço de dois ou três dias, dizer uma coisa e o seu contrário. Há dois ou três dias o Álvaro, talvez influenciado pelas muitas criticas de pessoas avalizadas, disse que o Orçamento do Estado, tal como nos foi dado a conhecer, não era um estímulo ao crescimento da nossa economia. Pois bem, hoje na Assembleia da República este caricato governante defendeu, com uma grande lata, os princípios do projecto de orçamento. Disse, entre outras coisas, que era um orçamento que nos irá levar à saída da crise e ao cumprimento das metas acordadas com os credores. Dir-se-á que o pândego do Álvaro deu uma grande cambalhota ou, melhor ainda, deu uma grande pantomina. E como já nos vamos habituando a vê-lo às pantominas, temos todo o direito a dizer que o homem age como um pantomineiro, não é?                         

domingo, 20 de maio de 2012

Sempre na "berra" pelas piores razões





O ministro Álvaro Sanos Pereira, a quem eu já mais de uma vez chamei pândego, gosta de ser notícia e, quase sempre, por maus motivos.  
Na Sexta-feira próxima passada o nosso Álvaro discutia em plenário com os nossos deputados, na Assembleia da República, o problema do desemprego. A determinada altura, algo entusiasmado mas pensando pouco, dizia que o desemprego “devia ser uma preocupação de todos nós e que todos nós tínhamos que trabalhar em conjunto para combater esse coiso”…
Ó Álvaro; o desemprego não é um coiso, é um flagelo que infelizmente já ataca mais de um milhão de portugueses. Não lhe fica bem ter esses lapsos de linguagem. Mas que lhe dá notoriedade, dá, infelizmente!