Neste dia, em 1881, nasce Cecil B. De Mile, realizador norte-americano
terça-feira, 12 de agosto de 2014
segunda-feira, 11 de agosto de 2014
LIDO E COPIADO
Desde a semana passada Portugal vive a Febre de
Sábado à Noite. O País para, as famílias à mesa
suspendem a colher de sopa, nos cafés as cabeças levantam-se. Todos de olhos fixos no televisor: na
SIC, Marques Mendes (M.M.) faz de meteorologista, atividade que se dizia que tinha deixado de existir.
Nada mais falso, o que deixou de haver foi tempo
morno. Agora, sem mesmo precisar de mapa ao fundo, porque o que se vai dizer não é pequena subida de temperatura em Évora ou barlavento na costa algarvia,
não, é todo o País que vai ser atingido por tufão. O programa, que se fosse filme de Hollywood chamava-seArmagedom, porque é com M.M. chama-se "O habitual comentário semanal de Luís Marques Mendes".
Não se deixem iludir com "o habitual" e "Luís Marques Mendes", palavras que evocavam sono. Isso foi até
sábado passado. Agora, se bem se lembram do que aconteceu naquele dia, M.M. diz, como as ciganas,
que a linha de vida da palma da mão é curta, mas, ao contrário das ciganas, acerta. Então, ele disse que
Portugal estava mais uma vez e, desta vez, de vez, tramado. E, no dia seguinte, o Carlos Costa dos bancos confirmou. Não devemos querer-lhes mal, só são mensageiros - é pena que sejam do género cangalheiro,
só se debrucem sobre o irremediável. Ontem, Marques Mendes anunciou que vai gente dentro. Se M.M. diz, irá. Receio, e é essa a catástrofe anunciada nesta Febre de Sábado à Noite, já será gente tesa para nos pagar o que devem.
Sábado à Noite. O País para, as famílias à mesa
suspendem a colher de sopa, nos cafés as cabeças levantam-se. Todos de olhos fixos no televisor: na
SIC, Marques Mendes (M.M.) faz de meteorologista, atividade que se dizia que tinha deixado de existir.
Nada mais falso, o que deixou de haver foi tempo
morno. Agora, sem mesmo precisar de mapa ao fundo, porque o que se vai dizer não é pequena subida de temperatura em Évora ou barlavento na costa algarvia,
não, é todo o País que vai ser atingido por tufão. O programa, que se fosse filme de Hollywood chamava-seArmagedom, porque é com M.M. chama-se "O habitual comentário semanal de Luís Marques Mendes".
Não se deixem iludir com "o habitual" e "Luís Marques Mendes", palavras que evocavam sono. Isso foi até
sábado passado. Agora, se bem se lembram do que aconteceu naquele dia, M.M. diz, como as ciganas,
que a linha de vida da palma da mão é curta, mas, ao contrário das ciganas, acerta. Então, ele disse que
Portugal estava mais uma vez e, desta vez, de vez, tramado. E, no dia seguinte, o Carlos Costa dos bancos confirmou. Não devemos querer-lhes mal, só são mensageiros - é pena que sejam do género cangalheiro,
só se debrucem sobre o irremediável. Ontem, Marques Mendes anunciou que vai gente dentro. Se M.M. diz, irá. Receio, e é essa a catástrofe anunciada nesta Febre de Sábado à Noite, já será gente tesa para nos pagar o que devem.
BES - BIS
Se o Novo Banco foi vendido por um valor superior à injecção do Fundo de Resolução, o ‘lucro' passa para o BES.
"Um outro princípio orientador relevante para assegurar a adequação e proporcionalidade da medida é a regra estabelecida no artigo 145.º-I do RGICSF, segundo a qual o eventual remanescente do produto da alienação é devolvido à instituição de crédito originária ou à sua massa insolvente", refere a acta da reunião de 3 de Agosto do Banco de Portugal, divulgada ontem no site de uma sociedade de advogados.
Esse artigo do Regime Geral das Instituições de Crédito e Sociedades Financeiras (RGICSF) impõe uma hierarquia na distribuição do montante conseguido na eventual venda do Novo Banco. Primeiro está o Fundo de Resolução. E depois o Fundo de Garantia de Depósitos ou o Fundo de Garantia do Crédito Agrícola Mútuo, que podem ser convidados pelo banco central "a cooperar no processo de transferência de depósitos garantidos".
Devolvido os fundos aplicados por esses organismos "o eventual remanescente do produto da alienação é devolvido à instituição de crédito originária ou à sua massa insolvente".
Ou seja, se o Novo Banco for vendido por mais de 4,9 mil milhões de euros - o montante da injecção que recebeu do Fundo de Resolução -, o ‘lucro' passará para o BES, que reúne os activos considerados tóxicos a liquidar e que é controlado pelos accionistas e credores subordinados.
Económico online
A ver se entendi: se os "donos" e gestores do Novo Banco o gerirem bem e lhe acrescentarem valor, o lucro daí resultante vai para o Banco Mau? E, ao menos, receberão os juros do capital investido, ou nem isso? Expliquem-me melhor a coisa, sff.
BES
BES. Baros vendeu a totalidade das acções do banco a 31 de Julho
As acções do BES foram hoje excluídas do PSI20
A Baros, empresa regulada pela legislação do Luxemburgo, que detinha 2,15% do Banco Espírito Santo (BES), deixou de ter ações naquela instituição a 31 de julho.
Em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), o BES informa que, “no dia 6 de agosto, a Baros, S.à.r.l. comunicou que deixou de deter uma participação qualificada no BES e que, a 31 de julho de 2014, deixou de deter ações do BES”.
“Assim, a partir daquela data, a Baros, S.à.r.l. passou a deter 0% do capital social e dos direitos de voto do BES”, acrescenta o comunicado hoje divulgado.
No dia 28 de julho, a Baros adquiriu, numa transação fora de bolsa (“over the cuonter”), 120.725.000 ações e direitos de voto do BES, representando 2,15% do capital social do banco.
i online
Quem terá sido o garganta funda? O pequeno Marques Mendes? Ou, quem sabe, o próprio Salgado, a troco de uma comissão nas Ilhas Fiji?
O DOMINGUINHOS, SEM PULSEIRAS NEM ANÉIS
O tribunal decretou hoje a libertação de Duarte Lima, que se encontrava em prisão domiciliária, por considerar que o perigo de fuga está diminuído, disse à Lusa o advogado do arguido.
"Houve reapreciação da medida de coacção e considerou-se que o perigo de fuga e outros do género estão diminuídos", disse Raul Soares da Veiga, que se mostrou de acordo com a decisão judicial, embora a tenha considerado "tardia".
O advogado referiu que a medida de coacção de prisão domiciliária de Duarte Lima foi substituída por Termo de Identidade e Residência e proibição de viajar para o estrangeiro.
Económico
"O perigo de fuga está diminuído", diz a notícia. E como se mede essa diminuição? E como se proíbe um cidadão de ir até Madrid, ou Varsóvia, dizem-me?
BES
Acta revelada por sociedade de advogados diz que BCE obrigou BES a devolver 10 mil milhões
PÚBLICO
Documento de reunião do Banco de Portugal publicado no site da Miguel Reis & Associados. BdP não comenta.
Quer dizer: se o BCE não se "mete" no assunto e reclama o "seu", o governador do BdP ainda hoje estava a pensar dar mais uns dias ao Salgado para que este desnatasse ou derretesse mais uns dinheiros do BES, melhor dizendo, dos clientes e accionistas do dito...
Carlos Costa tem condições para se manter como governador do BdP?
Carlos Costa tem condições para se manter como governador do BdP?
domingo, 10 de agosto de 2014
sábado, 9 de agosto de 2014
BES
Sem que ninguém (?) adivinhasse, o BES deu o berro há uma semana.
Sobre a solução encontrada, o Governador do BdP e o Presidente da CMVM trocam acusações sobre o que sabiam e não comunicaram ao "parceiro". (A PT poderá ter responsabilidades sobre o corte das comunicações).
O primeiro-ministro, a banhos, nada diz, a não ser umas banalidades, quando apanhado de chinelos na Manta Rota, após o último mergulho matinal.
O PR, recolhido que está na sua Casa da Coelha, sem ler jornais (coisa que, como se sabe, não faz), sem rádio nem TV (de internet só a dona Maria ainda sabe qualquer coisa, mas férias são férias), poderá ignorar o que se passa no país.
Mas, porém, todavia, contudo, e provavelmente, Cavaco Silva saberá o que ocorre (Marques Mendes deve ter o seu número de telemóvel), mas anda a reler os apontamentos sobre o que em tempos terá dito acerca do assunto, para poder vir, impante, comunicar ao país: "em tal data, eu bem avisei; é só ler o que disse/escrevi".
Recordo-me que, enquanto primeiro-ministro, ele bem avisou os incautos de que, na Bolsa portuguesa, andavam a vender gato por lebre, e foi o descalabro que se sabe.
Esperemos, então, que acabe de ler os apontamentos e nos informe o que houver por conveniente, a Bem da Nação.
Sobre a solução encontrada, o Governador do BdP e o Presidente da CMVM trocam acusações sobre o que sabiam e não comunicaram ao "parceiro". (A PT poderá ter responsabilidades sobre o corte das comunicações).
O primeiro-ministro, a banhos, nada diz, a não ser umas banalidades, quando apanhado de chinelos na Manta Rota, após o último mergulho matinal.
O PR, recolhido que está na sua Casa da Coelha, sem ler jornais (coisa que, como se sabe, não faz), sem rádio nem TV (de internet só a dona Maria ainda sabe qualquer coisa, mas férias são férias), poderá ignorar o que se passa no país.
Mas, porém, todavia, contudo, e provavelmente, Cavaco Silva saberá o que ocorre (Marques Mendes deve ter o seu número de telemóvel), mas anda a reler os apontamentos sobre o que em tempos terá dito acerca do assunto, para poder vir, impante, comunicar ao país: "em tal data, eu bem avisei; é só ler o que disse/escrevi".
Recordo-me que, enquanto primeiro-ministro, ele bem avisou os incautos de que, na Bolsa portuguesa, andavam a vender gato por lebre, e foi o descalabro que se sabe.
Esperemos, então, que acabe de ler os apontamentos e nos informe o que houver por conveniente, a Bem da Nação.
sexta-feira, 8 de agosto de 2014
CONTRIBUTOS EXTERNOS
Bento versus (des)Governo?
Por Antunes Ferreira
Mal pareceria a quem (ainda) me lê voltar ao desgraçado tema
do assassinado BES e do seu herdeiro bom, o Novo Banco, por enquanto. Mas,
surge um novo episódio desta telenovela de terror, sem bolinha vermelha no
canto superior esquerdo, mas mesmo assim arrepiante. E falo de telenovela
depois de Vítor (sem c) Bento ter dado a sua primeira entrevista como
presidente do NB, o bom, à SIC.
Nela o Novo Banqueiro avisou urbi et orbi que a instituição criada miraculosamente pelo
(des)Governo de Passos & Portas vai ter de sofrer um redimensionamento e
que é mesmo muito provável que o processo atinja o número de trabalhadores e de
balcões do que se tornou, por obra e graça do Espírito Santo, o outro, no
trerceiro maior banco português. Coisa não rara, mas estranha. Mas,
cautelosamente, não vá o Demo tecê-las será um plano a acertar com as partes
interessadas, ou seja, os trabalhadores do NB.
Esta possibilidade deixada em aberto contrasta com o
discurso feito horas antes no Parlamento pela ministra das Finanças. Para Maria
Luís Albuquerque, a solução encontrada para resgatar BES é a que “melhor
defende todos os interesses em jogo”: trabalhadores, depositantes e
contribuintes. Aliás já Carlos Costa na sua deslavada intervenção televisiva
dissera o mesmo: não se assuste ninguém porque não haverá despedimentos.
A banhos em Manta Rota, Coelho defendeu (obviamente) a
“solução” adoptada pelo Governo e pelo regulador, o que equivale a dizer que
não haveria despedimentos nos bancários que transitaram do obituado BES. E
Portas seguiu o seu primeiro em declaração de fato e gravata, ao lado da sua
antiga inimiga Maria Luís.
Na entrevista sicada, ups, citada, Bento disse que não sabe
fazer milagres. Porém, para adoçar a anterior e preocupante afirmação sobre a
possibilidade de despedimentos, deixou a garantia de que hoje o banco é
mais seguro e mais forte do que era na sexta-feira negra em que, segundo o
(ainda) governador do Banco de Portugal, a “coisa” esteve no fio da navalha.
Bento aproveitou o momento televisivo para reafirmar que os depositantes estão
protegidos. Felizmente. O povo é que não esteve pelos ajustes e só num dia, mais
precisamente na segunda-feira, foi depositar na CGD duzentos milhões de euros
levantados do ex-BES, agora banco bom.
Tudo indica que o novo presidente da nova administração do
Novo Banco não começou muito bem. Terá metido o pé na argola? A sua declaração
em se coloca na oposição ao (des)Governo poderá ter sido apenas um lápis de
língua?, perdão, um lapsus linguae? A
ser assim, Vítor Bento poderá ser equiparado aos professores que deram erros no
exame para apreciação de poderem ser… professores.
Que fará Maria Luís? Que fará Carlos Costa? Que fará o
(des)Governo? E que fará o suposto Presidente da República? Convém não esquecer
a declaração de Cavaco que afirmou que o BES tinha mais do que uma almofada
para prevenir qualquer sobressalto. Pelos vistos nem um travesseiro poderia
aguentar o BES. O senhor Silva, que se meteu onde não era chamado, funcionou
como public relations do bando e do
banco do senhor Salgado. O que para o mais alto Magistrado da Nação poderia ter
sido considerado mais uma demonstração do pluriemprego. O que não é aceite por
Passos & Portas. Foi realmente uma viola num enterro. Então, será o caso da zanga dos compadres por
não dizerem as verdades.
BES
Empresas/Finanças
14:56
CMVM contraria Banco de Portugal e sugere que houve falta de comunicação entre supervisores
PEDRO LATOEIRO
pedro.latoeiro@economico.pt
Caso BES continua a motivar divergências públicas entre a CMVM e o Banco de Portugal.
O regulador do mercado de capitais português fez saber em comunicado que suspendeu as acções do BES às 15h42 da sessão de sexta-feira porque "só por volta dessa hora teve conhecimento que haveria desenvolvimentos ainda que desconhecendo os termos concretos dos mesmos".
Um esclarecimento que surge um dia depois de Carlos Costa, governador do Banco de Portugal, ter defendido no Parlamento que "não houve falta de contacto" entre os dois supervisores.
Uma opinião não partilhada pela CMVM, que no mesmo comunicado destaca não ter sido informada "sobre outras decisões tomadas relativas ao BES e que, tudo indica, influenciaram a formação dos preços".
Já antes do resgate, o caso Banco Espírito Santo (BES) motivara divergências públicas entre CMVM e Banco de Portugal. Carlos Tavares disse no Parlamento, no final de Julho, não ter competências para supervisionar o papel comercial do Grupo Espírito Santo (GES) vendido nos balcões do BES. No dia seguinte, em comunicado, o Banco de Portugal defendeu que cabe à CMVM regular esses produtos.
Num outro esclarecimento, divulgado terça-feira passada, a CMVM fez saber que "não dispõe de qualquer poder relativamente às decisões sobre aumento de capital de qualquer sociedade" que, precisou, no caso dos bancos "necessita de ter acordo do Banco de Portugal".
Económico online
Zangam-se as comadres?
quinta-feira, 7 de agosto de 2014
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
terça-feira, 5 de agosto de 2014
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
QUAL É A PRESSA?
Parafraseando o Tozé Seguro, também me interrogo: qual é (era) a pressa?.
O DL 114-B/2014, foi "visto e aprovado" em Conselho de Ministros de 3 de Agosto (Domingo!), por (apenas) Paulo Portas e Maria Luís Albuquerque, promulgado no mesmo dia pelo PR e referendado pelo vice-primeiro-ministro na mesma data, para entrar em vigor no primeiro dia útil seguinte, isto é, hoje, data da publicação em Diário da República.
Muito correram os motoristas da presidência do CM: Gomes Teixeira - Belém - Gomes Teixeira - e ala que se faz tarde até entregarem a carta a Garcia na Imprensa Nacional-Casa da Moeda, onde estavam à sua espera para mandar a coisa para as rotativas... Não deu para respirar!
Mas a comunicação do Governador do BP não foi ontem, isto é, sem respaldo legal?
Há aqui alguma coisa que me escapa e não estou a ver muito bem o que é...
O DL 114-B/2014, foi "visto e aprovado" em Conselho de Ministros de 3 de Agosto (Domingo!), por (apenas) Paulo Portas e Maria Luís Albuquerque, promulgado no mesmo dia pelo PR e referendado pelo vice-primeiro-ministro na mesma data, para entrar em vigor no primeiro dia útil seguinte, isto é, hoje, data da publicação em Diário da República.
Muito correram os motoristas da presidência do CM: Gomes Teixeira - Belém - Gomes Teixeira - e ala que se faz tarde até entregarem a carta a Garcia na Imprensa Nacional-Casa da Moeda, onde estavam à sua espera para mandar a coisa para as rotativas... Não deu para respirar!
Mas a comunicação do Governador do BP não foi ontem, isto é, sem respaldo legal?
Há aqui alguma coisa que me escapa e não estou a ver muito bem o que é...
O ARRAIAL DO BES
Por sorte (?), muitos cidadões (Sr. Silva dixit) não estão no BES-Bom nem no BES-Mau. Isto até ver, já que podem vir a ser convidados, ainda que não queiram, a ingressar no segundo. Entretanto, muitos outros podem estar a apanhar já por tabela, os detentores de acções da PT, por exemplo. A procissão ainda vai no adro e só ainda saíram alguns anjinhos; os andores ainda estão recolhidos na capela e não se sabe se o senhor prior já chegou. Os tambores da fanfarra já ensaiam, mas a banda marcial ainda está a aguardar ordens do regente.
Contudo, os habituais peregrinos vão-se juntando e comentando as vestes dos anjinhos e a apreciar a qualidade dos foguetes que já vão troando nos ares da aldeia. Espera-se que, no final, todos digam "valeu a pena" e sigam para o arraial, mais loguinho, após uma frugal ou lauta refeição.
O que é preciso é fé. Há quem afirme e acredite que o Espírito Santo faz milagres, mesmo improváveis (todos os milagres são, por definição, improváveis).
Contudo, os habituais peregrinos vão-se juntando e comentando as vestes dos anjinhos e a apreciar a qualidade dos foguetes que já vão troando nos ares da aldeia. Espera-se que, no final, todos digam "valeu a pena" e sigam para o arraial, mais loguinho, após uma frugal ou lauta refeição.
O que é preciso é fé. Há quem afirme e acredite que o Espírito Santo faz milagres, mesmo improváveis (todos os milagres são, por definição, improváveis).
BES
Convenhamos: o "tio" Ricardo Salgado comeu as papas na cabeça ao Carlos Costa, que esteve a dormir na forma durante meses.
Não terá sido por acaso que nenhum membro do governo (os que contam: PM, vice-PM ou MF) se associou ao comunicado da decisão, que é também (ou sobretudo?) de cariz político....
Carlos Costa tem os dias contados à frente do BP, ou foi tudo combinado e quem se lixa é o mexilhão?
A ver vamos...
Não terá sido por acaso que nenhum membro do governo (os que contam: PM, vice-PM ou MF) se associou ao comunicado da decisão, que é também (ou sobretudo?) de cariz político....
Carlos Costa tem os dias contados à frente do BP, ou foi tudo combinado e quem se lixa é o mexilhão?
A ver vamos...
domingo, 3 de agosto de 2014
MEMÓRIAS
Neste dia, em 1829, estreia em Paris, a obra de Rossini (compositor italiano) "Guilherme Tell"
sábado, 2 de agosto de 2014
RECADOS
Economia/Política
10:19
Cavaco alerta juízes do TC para "obrigações internacionais" de Portugal
BRUNO FARIA LOPES
Nos curtos pedidos de fiscalização enviados ao Tribunal Constitucional, o Presidente da República salienta a “urgência” em continuar a adoptar medidas duras.
Portugal continua a ter "necessidade e urgência" em adoptar medidas de consolidação orçamental para cumprir os compromissos europeus assumidos, lembra o Presidente da República aos juízes do Tribunal Constitucional, nos dois pedidos de fiscalização de diplomas enviados esta semana.
Económico online
Quer-se dizer: Passos Coelho requereu (mandou?) a Cavaco o envio ao TC mais uns diplomas eventualmente feridos de inconstitucionalidade, e Cavaco, solícito, envia-os, com um explícito recado, aos juízes, como quem diz "vejam lá se não fazem disparates e não estragam as férias do PM, da miss swaps e das minhas próprias".
MEMÓRIAS
Neste dia, em 1921, morre Enrico Caruso, cantor italiano e
em 1989, morre Luiz Gonzaga, o rei do baião brasileiro
sexta-feira, 1 de agosto de 2014
MARCO ANTÓNIO
Economia/Política
14:03
PSD congratula-se com escolha de "rosto inconformado" para a Comissão
LUSA
O PSD caracterizou hoje o comissário português indigitado, Carlos Moedas, como um "rosto inconformado" com a situação económica de Portugal e destacou o "consenso nacional" verificado em torno da ministra das Finanças, em declarações na sede lisboeta.
"É o rosto de um português inconformado com a situação de desastre nacional a que chegou o país em Maio de 2011. É também um dos que mais lutou para que Portugal recuperasse credibilidade externa e voltasse a obter autonomia financeira", afirmou o porta-voz social-democrata Marco António Costa.
In Económico
É sempre com imenso prazer que oiço ou leio as declarações deste petit Alto Dirigente do partido maioritário do governo, o inefável Marco António. Já viram o desarrincanço do "rosto inconformado" atribuído ao Moedas? É de mestre! Pena que não conheça bem a língua materna, mas ninguém é perfeito, não é? ("Um dos que mais lutou", diz que disse, merece palmatória). De qualquer forma, o rapaz irá longe, espero.
Também não lhe ficou mal, muito antes pelo contrário, reconhecer o que todos já tínhamos reconhecido: o "consenso nacional" sobre miss swaps, que viu Bruxelas por uma canudo.
Também não lhe ficou mal, muito antes pelo contrário, reconhecer o que todos já tínhamos reconhecido: o "consenso nacional" sobre miss swaps, que viu Bruxelas por uma canudo.
AS ESCOLHAS DO PASSOS
Passos diz que Moedas não é uma escolha menor
Carolina Reis |
Passos Coelho rejeita a ideia de que Carlos Moedas não esteja apto
para desempenhar pastas importantes, mas
diz que a escolha dos pelouros pertence ao Presidente da Comissão.
"O nome que apresentei é um bom nome, não tem nenhuma limitação
que implique uma menorização.
Será um excelente comissário, que poderá desempenhar variadissimas
funções", disse Passos no
Algarve, num momento em que está a começar as suas férias.
Da mesma forma como defendeu o nome de Moedas, o primeiro-ministro
também fez questão de deixar
claro que a pasta que o comissário português terá vai ser uma escolha
do presidente da Comissão Europeia.
Expresso online
Moedas está à altura de todas as pastas, diz o Passos. Meia-leca que é, uma das suas "pastas" é a de carregar com a pasta do Juncker (à altura da qual está) para as reuniões. Pena que a senhora Merkel possa vir a enxotar a figura quando ela, figura, se aproximar para a entrega de uns papeis, a mando do Juncker.
É só desgraças. Não bastava o Salgado e as suas pequenas birras com os primos...
Até quando Tozé?
Desde
há algum tempo que começámos a ouvir notícias sobre quem seria o português, ou
portuguesa, que seria indicado ao na altura ainda não eleito (ou nomeado’) novo
presidente da Comissão Europeia para fazer parte do colégio de comissários
europeus. Penso que ainda antes da confirmação do senhor Jean-Claude Juncker
para ocupar tal cargo, reuniram para tratarem do assunto, segundo nos foi dito,
o primeiro-ministro Passos Coelho e o líder do maior partido da Oposição António
José Seguro. À saída de tão importante(?) reunião, António José Seguro disse à
Comunicação Social que não tinham falado de possíveis indigitados, mas tão só
do perfil ou perfis de pessoas para o cargo e de possíveis pastas que poderiam
ser mais interessantes para o prestígio do país.
Soubemos
hoje que o indicado a Juncker para ser comissário europeu é Carlos Moedas – o ainda
Secretário de Estado da Troika. E António José Seguro, solicitado a comentar
esta nomeação, vem reprová-la, tecendo alguns qualificativos com os quais eu
concordo, plenamente. Mas, tendo em conta as declarações que proferiu no final
da reunião com Passos, e o que disse agora – nomeadamente que Moedas não tem
perfil para o cargo –, Seguro deve esclarecer, e já, qual o perfil ou perfis de
que falou com o primeiro-ministro e dizer se acha que foi enganado. Caso contrário
podemos induzir que mais uma vez Passos Coelho lhe “passou a perna” e que só se
reuniu com ele para “inglês ver”.
Até
quando Tozé? Espero que só até às primárias!
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