Há tempos, o ministro Gaspar veio interpretar a afirmação de Passos Coelho quanto ao famosso "desvio colossal", já que entre "desvio" e "colossal" foram proferidas umas quantas palavras que alteravam o sentido da frase.
Agora, é o ministro Relvas que traduz e interpreta a afirmação do Gaspar, quando este terá afirmado, fora de portas e em inglês, que "maiores dificuldades ainda estão para vir". Diz Relvas que tal significa que "o caminho é longo".
Mas esta gente não sabe expressar-se devidamente, precisando que terceiros venham "explicar" ao povo ignaro o real sentido das afirmações?
Até o Alberto se interpreta a ele próprio, quando diz que o que disse não é o que parece e apenas foi proferido no calor de um comício. Há pachorra para esta tropa fandanga?
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
sábado, 24 de setembro de 2011
Jardim tem dupla personalidade
A propósito da ocultação da dívida da Madeira, Alberto João Jardim já por várias vezes disse uma coisa e depois o seu contrário. Primeiro negou que houvesse dívida escondida, para depois dizer que havia. A seguir, questionado se tinha ocultado essa dívida ao Governo da República, disse que não, mas mais tarde num comício de pré-campanha confessou que a ocultou propositadamente, pois o Governo, sendo socialista roubava a Madeira. Ontem num outro comício Jardim fez uma espécie de ultimato: ou Portugal resolve os problemas (leia-se a dívidas) da Madeira ou "então dêem-lhe a independência". Hoje AJJ afirmou perante as câmaras da SIC que as suas palavras foram mal interpretadas e mais, se há pessoa que tem orgulho em ser português é ele. E garantiu: "Sou contra a independência", disse. Que lata! Como é possível que os madeirenses escolham para os governar uma pessoa que já mostrou várias vezes ter dupla personalidade? Enfim, mesmo sendo o melhor dos sistemas, a Democracia tem algumas falhas.
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Porque não?
Por mim já estou farto de ouvir os despautérios e as más criações de Alberto João Jardim. A Comunicação Social, sobretudo as TV's, dá-lhe um enfoque demasiado porque, bem vistas as coisas, as suas aparições são sempre um espectáculo, algumas vezes cómico, mas muitas vezes deprimente tal a boçalidade com que o cavalheiro se refere aos portugueses do Continente e aos dirigentes políticos da República, os quais ainda por cima lhe têm suportado as suas loucuras. Mas Jardim já concluiu que lhe vão fechar a torneira e então vociferando uma série de disparates acabou por dizer uma coisa que considero acertada: ..."dêem-nos a independência"... E eu pergunto: porque não? Para nós portugueses do Continente era um alívio. Mas para os madeirenses seria, de certo, o início do caminho para a miséria, ou, em alternativa, para serem escravos de um qualquer país poderoso. E, já agora uma sugestão a Jardim: Peça que se faça um referendo. Por mim voto já sim.
MAIS JARDINICES
Alberto João admitiu que a dívida da Madeira seja da ordem dos 5 000 milhões de euros, "coisinha de nada", diz, acrescentando que todo este "barulho" é devido às "sociedades secretas" que têm um ódio de morte aos madeirenses.
Para além da mania da perseguição, este homem é um espanto de imaginação.
Espero, como já aqui escrevi, que volte a ganhar com maioria absoluta, para ver como "elas" vão doer.
Para além da mania da perseguição, este homem é um espanto de imaginação.
Espero, como já aqui escrevi, que volte a ganhar com maioria absoluta, para ver como "elas" vão doer.
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
ORÁCULOS E PITONISAS
Não sei se será o momento mais adequado (aquilo pela Grécia está quase a ferro e fogo), mas gostaria de me deslocar a Delfos para consultar a Pytonisa. A razão é a de que o senhor Presidente da República, na Graciosa, Açores, proferiu há dias: "Ontem eu reparava no sorriso das vacas; estavam satisfeitíssimas a olhar para o pasto que começava a ficar verdejante".
Uma frase destas, sybilina, tem uma mensagem oculta que é necessário e urgente descodificar. O que pode estar por detrás de tal proclamação, de tom profético e com ar evangélico? Fiquei confundido, simultaneamente apreensivo e esperançoso, e a gaita é que não sei bem porquê. E quem pode fazer a interpretação autêntica da profecia/constatação evidente do "sorriso" das vacas? O próprio, quiçá no seu Facebook (o que duvido ocorra, já que o mesmo parece ter sido atacado por piratas informáticos e dizem que está inoperacional) ou a Pytonisa de Delfos.
Já me ocorreu consultar um dos vários professores africanos que por aí abundam, mas dizem-me que essa não é a sua especialidade. Lá terei que ir a Delfos.
Uma frase destas, sybilina, tem uma mensagem oculta que é necessário e urgente descodificar. O que pode estar por detrás de tal proclamação, de tom profético e com ar evangélico? Fiquei confundido, simultaneamente apreensivo e esperançoso, e a gaita é que não sei bem porquê. E quem pode fazer a interpretação autêntica da profecia/constatação evidente do "sorriso" das vacas? O próprio, quiçá no seu Facebook (o que duvido ocorra, já que o mesmo parece ter sido atacado por piratas informáticos e dizem que está inoperacional) ou a Pytonisa de Delfos.
Já me ocorreu consultar um dos vários professores africanos que por aí abundam, mas dizem-me que essa não é a sua especialidade. Lá terei que ir a Delfos.
LIDO E RESPIGADO
"No domingo, Jardim negou que houvesse dívidas. Na segunda-feira, admitiu que havia dívidas, mas negou que as tivesse ocultado. Na terça, admitiu que tinha ocultado as dívidas em legítima defesa da Madeira. Na quarta, negou ter admitido que tivesse ocultado as dívidas. Hoje é quinta, e não se sabe o que vai dizer - e nenhum de nós tem imaginação suficiente para se deitar a adivinhar."
Ricardo Araújo Pereira, in Visão
Ricardo Araújo Pereira, in Visão
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Senhor ministro, o ano escolar começou bem?
Há dias, numa entrevista que o ministro Crato deu a Carlos Daniel da RTP, disse no fim da mesma que o ano escolar tinha começado bem, e que para isso muito tinha contribuído o acordo a que o seu ministério tinha chegado com os professores e relacionado com a avaliação dos mesmos. Logo aí me pareceu haver alguma petulância do ministro, já que ficaram de fora do acordo a Frenprof e outras organizações sindicais que representam quase cinquenta por centro dos professores. Mas a prova de que as coisas não estão tão bem como o ministro dizia, salta agora à vista com esta trapalhada do recrutamento de professores para as vagas ainda existentes nas escolas. Querendo inovar, em cima do joelho, o MEC inventou os professores ao mês. Quando deu conta da confusão que essa invenção provocou, apontou logo o dedo para as escolas, sacudindo assim a água do capote. Todos os dias conhecemos na comunicação social as queixas de docentes que se viram preteridos no preenchimento de vagas postas a concurso nas escolas, por colegas menos graduados nas listas de colocação. Que confusão! Para lá disto, que não é pouco, há escolas que têm problemas sérios por falta de pessoal não docente. Então, ó senhor ministro: continua a dizer que o ano escolar começou bem? E já agora, uma pergunta final: Que é feito da FNE, está tudo bem para ela, ou o seu líder, João Dias da Silva, tem ordens do seu PPD para estar calado?
terça-feira, 20 de setembro de 2011
O PM TAMBÉM FALOU
O PM não vai à campanha eleitoral a decorrer na Madeira, disse na entrevista à RTP. Faz bem, quando não, ou acedia a enviar mais uns milhões ao AJJ, ou arriscava-se a ser por ele insultado. Veremos se vai à tomada de posse.
Quanto ao resto, nada de novo. Está tudo a ser estudado, tudo podendo vir a acontecer.
Quanto ao resto, nada de novo. Está tudo a ser estudado, tudo podendo vir a acontecer.
O PR falou, mas tem que falar mais
Ao fim de vários dias de polémica sobre a omissão do buraco financeiro da Madeira, o nosso venerando Chefe de Estado disse qualquer coisa. E digo qualquer coisa, pois referir apenas que uma situação destas pode de facto afectar a credibilidade do nosso país na cena internacional e que é necessário tomar medidas para que situações semelhantes não se venham a repetir, é de facto dizer qualquer coisa ou, se quisermos, dizer muito pouco. S Exa tem que dizer muito mais. Tem que censurar Jardim; ou não, se no seu alto critério achar que AJJ não deve ser censurado, apesar da gravidade da situação e, sobretudo, do facto de AJJ gozar ainda com todos nós os portugueses do Cont(e)inente e dos sucessivos insultos com que nos brinda. O nosso venerando prometeu magistratura activa, onde está ela neste caso? Ah, é curioso que o S Exa tenha falado nos Açores. Terá sido, por certo, por peso na consciência, dado que não há muito tempo causou um incidente com o Governo Regional dos Açores, por assunto muito menos grave, o que o levou a falar ao país em horário nobre das televisões. Dois pesos e duas medidas.
DESONESTIDADES?
Desde que Passos Coelho falou num tal "colossal desvio" orçamental, que o ministro Gaspar 'traduziu' para um português patego entender, ficámos (eu fiquei) a aguardar nos fosse explicitado onde se verificavam, quantificados, os desvios parcelares. Nada. O desvio existia, logo era preciso colmatá-lo e, por isso apanhámos com aumentos de impostos e de taxas para além do necessário (medida preventiva, disse o Gasparinho).
O tempo decorre e, agora, descobre-se a careca ao PM e ao Gasparinho: o buraco, enorme, estava na Madeira jardinesca, já deles, bem como do venerando PR, há muito conhecido.
Faz-se passar para a opinião pública que o governo de Sócrates tinha deixado o tal buraco (nunca explicitado) e quando a opinião pública o assimilou, aparece o buraco jardinesco, cuja profundidade ainda é desconhecida.
Posso estar errado, mas cheira-me a desonestidade.
O tempo decorre e, agora, descobre-se a careca ao PM e ao Gasparinho: o buraco, enorme, estava na Madeira jardinesca, já deles, bem como do venerando PR, há muito conhecido.
Faz-se passar para a opinião pública que o governo de Sócrates tinha deixado o tal buraco (nunca explicitado) e quando a opinião pública o assimilou, aparece o buraco jardinesco, cuja profundidade ainda é desconhecida.
Posso estar errado, mas cheira-me a desonestidade.
domingo, 18 de setembro de 2011
Em legítima defesa
Para não lhe chamar outra coisa, digo que Alberto João Jardim é um pândego. Mas já são muito poucos os portugueses do Continente e dos Açores que acham graça ao que ele diz, sobretudo agora que, também por causa das extravagâncias do seu Governo Regional, nos tiram ou nos ameaçam tirar quase todos os dias uma parte dos nossos vencimentos ou pensões de reforma, aumentar impostos ou retirar benefícios. Já todos nós sabíamos que ele mente, até descaradamente, mas mentir com a arrogância com que ele mentiu, primeiro negando ter escondido qualquer dívida e depois dizendo que sim senhor que escondeu, mas que a culpa é do Sócrates, do Teixeira dos Santos e do Maximiano Martins, o candidato do PS da Madeira ao cargo de presidente do Governo Regional. Ah, e confessou que o fez em legítima defesa. Bom, sabemos que estava a falar num comício para aqueles madeirenses que o apoiam para não passarem fome. Mas o descaramento também tem limites. Nós os outros portugueses é que devemos exigir ao Governo da República que em legítima defesa dos nossos direitos, da nossa qualidade de vida e do nosso futuro não mande nem mais um cêntimo para a Madeira, a não ser que os madeirenses tomem juízo (para empregar uma expressão de Jardim) e corram com ele.
sábado, 17 de setembro de 2011
DESVIOS
Qual o colossal desvio entre as políticas do ministro Nuno Crato e as das suas antecessoras no cargo? E qual é o colossal desvio das posições do inefável Mário Nogueira, que meteu o rabo entre as pernas e agora afirma reconhecer que é a troika a impôr tais políticas? No fundo, no fundo, o que pretendia o "chefe" dos professores? Haja decoro. E os professores, com todas as razões que lhes possam assistir, que reconheçam as constantes manipulações de que foram alvo.
Cobardia política
O primeiro-ministro questionado a comentar a situação na Madeira relacionada com a omissão nas suas contas de quase mil e setecentos milhões de euros de despesa, afirmou que configura uma irregularidade grave, sem compreensão, e por isso o Governo já está a elaborar legislação para que tal não se repita. Até aqui tudo bem, não podia dizer outra coisa. Porém, questionado sobre pedido de António José Seguro, líder do maior partido da Oposição, para que enquanto líder do PPD retire o apoio político a Jardim, Pedro Passos Coelho diz que esse assunto é da competência do PPD regional. Como classificar esta atitude? Não me ocorre outra que não seja a de: cobardia política. Aí, senhor Pedro Passos Coelho, fica muitos furos atrás do seu antecessor Luís Marques Mendes que enquanto líder do seu PPD retirou a confiança a Valentim Loureiro e a Isaltino Morais. Mas é verdade. O ter usado a coragem em vez da cobardia , custou-lhe, a carreira política. Mas ..., não dobrou a coluna!
VENDA-SE!
Há tempos, a Alemanha propôs ao governo grego a venda de umas quantas ilhas para pagar a dívida. Na altura não achei piada à proposta. Pois, agora, reconsiderei. E assim, proponho que o governo português, em articulação com o PR e a AR, leve a efeito uma "revisão cirúrgica" da Constituição para que se possa pôr à venda a Madeira (o Porto Santo e as Desertas com as suas cagarras, não), desde que o comprador se comprometa a arcar com as dívidas e a ficar com os actuais e anteriores dirigentes regionais, a quem pagará as reformas e as ponchas.
MADEIRA UNIDA
Apesar do buraco financeiro agora detectado, as próximas eleições regionais na Madeira vão ser ganhas pelo habitual PSD de Alberto João Jardim. Não é um receio, é uma esperança. E a minha esperança é que seja, como sempre, com maioria absoluta. Não ouço nenhum responsável do PSD, a começar pelo presidente nacional do partido, a apelar aos madeirenses para não votarem na criatura e a demarcarem-se dos seus discursos populistas e xenófobos. E que vão fazer os madeirenses? Vão votar em quem lhes tem garantido inaugurações diárias, carnavais, ponchas ao dispor, emprego para si e para os seus, reduzidos impostos e um nível de vida superior à média nacional, claro. Vão continuar a votar em quem, não sendo gago, fala grosso aos colonialistas (a quem tem sacado os dinheiros para os seus desmandos), que faz frente à Trilateral, à Maçonaria, à Opus Dei, à Internacional Socialista e a tuti quanti. Para quê arriscar noutras candidaturas, que só sabem criticar e apenas prometem miséria?
Reeleito que venha a ser, como espero, AJJ vai ver-se à rasca para continuar a sua governação, já que a teta vai secar. E então, só lhe restará a saída pela porta dos fundos, com o rabo entre as pernas, sem honra nem glória. Até porque, também espero, todos os ratos já havim abandonado um navio onde só ele, como um bom comandante, estava a bordo.
Lamento a sorte dos madeirenses, ludibriados que foram durante anos, com muitos silêncios e conivências exteriores. Mas também lamento ter que contribuir forçadamente para o peditório.
Reeleito que venha a ser, como espero, AJJ vai ver-se à rasca para continuar a sua governação, já que a teta vai secar. E então, só lhe restará a saída pela porta dos fundos, com o rabo entre as pernas, sem honra nem glória. Até porque, também espero, todos os ratos já havim abandonado um navio onde só ele, como um bom comandante, estava a bordo.
Lamento a sorte dos madeirenses, ludibriados que foram durante anos, com muitos silêncios e conivências exteriores. Mas também lamento ter que contribuir forçadamente para o peditório.
Os receios de contestação social
O semanário Expresso noticia hoje que o Ministério da Administração Interna (como eles dizem, o Ministério das polícias), será o único que vai estar isento dos cortes orçamentais previstos para todos os outros ministérios. E isto porque o governo quer precaver-se da possibilidade de haver contestação social nas ruas, em consequência das medidas que estão a ser tomadas e de outras que ainda virão a sê-lo e que diminuem a qualidade de vida de muitos portugueses, particularmente os da classe média que vivem dos rendimentos do trabalho. Isto é um sinal de que lhe pesa a consciência do mal que está a causar a estes seus concidadãos. Mas, tão surpreendente como este sinal de medo do Governo, foi a resposta que um sindicalista da polícia deu ao ser-lhe perguntado qual a sua opinião sobre esta notícia. Seria boa se tivesse como consequência um aumento das suas remunerações. Estamos entendidos com o nível destes sindicatos. "Haja porrada, desde que dela chovam mais carcanhóis para nós". Triste país!
Se não pode demiti-lo, pode pelo menos censurá-lo
É grave, muito grave mesmo, que Alberto João Jardim tenha escondido, para já, mil e setecentos milhões de euros de despesas, muitas delas em sentido, para que não se soubesse do verdadeiro rega-bofe que são os gastos daquela Região Autónoma. Esta situação que, como era de esperar, já está a causar enorme surpresa nos meios financeiros internacionais, incluindo no Eurogrupo e no Banco Central Europeu, tem que merecer resposta enérgica das autoridades políticas da República, a começar pelo Chefe de Estado. Sabe-se que o Presidente vai chamar o primeiro-ministro para analisarem o assunto em conjunto e, provavemente, tomarem uma posição. Mas não chega. O Presidente da República tem que pensar nos portugueses do Continente e dos Açores que desta vez esperam dele muito mais que um comentário. Deve, em meu entender, chamar já Jardim ao Palácio de Belém e, se não pode demiti-lo, deve censurá-lo publicamente. Jardim, que governa uma parte de um território de Portugal com "apenas" duzentas e setente mil pessoas, não pode continuar a afrontar os outros quase dez milhões de portugueses.
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
FOI VOCÊ QUE PEDIU ...
...e nunca lhe foi concedida a propriedade uma ponte? Quer mesmo uma ponte, uma ponte real, construida por um reputado arquitecto da não menos reputada Escola do Porto? Está à sua disposição sobre o Douro, na baixa do Porto, e tem o nome de Ponte do Infante. Foi mandada construir e oferecida ao Porto e a Vila Nova de Gaia pela Metro do Porto, em troca da Ponte Luiz I, para nesta poder passar o metro, mas ninguém tomou posse dela, pelo que pode ser reividicada por qualquer um.
Assim, pode candidatar-se à sua posse. Tem um pequeno senão: a mesma necessita de umas reparações. Nada que não se possa resolver. É só requerer (impor, a ponte é sua!) a cobrança de uma modesta portagem que cubra os custos das reparações e liberte algum para a velhice. Não perca tempo, vá já registar a ponte em seu nome. As água sdo Douro não passam duas vezes sob a ponte do Infante...
Assim, pode candidatar-se à sua posse. Tem um pequeno senão: a mesma necessita de umas reparações. Nada que não se possa resolver. É só requerer (impor, a ponte é sua!) a cobrança de uma modesta portagem que cubra os custos das reparações e liberte algum para a velhice. Não perca tempo, vá já registar a ponte em seu nome. As água sdo Douro não passam duas vezes sob a ponte do Infante...
MAIS, DA MADEIRA JARDINEIRA
Jardim ultrapassou tudo o que se pode considerar de razoável. Terá sistematicamente renegociando as crescentes dívidas com outras dívidas cada vez mais onerosas e escondendo os crescentes calotes das autoridades nacionais, nomeadamente as das estatísticas e monetárias. A impunidade não tem fim? Não há uma qualquer lei que criminaliza este tipo de atitudes? Ou, como é costume, vai sobrar para os outros, para os cubanos, em que me incluo? E que diz o presidente do partido de Jardim e primeiro-ministro? Que serão os madeirenses a julgar Jardim nas próximas eleições!!! Curto, muito curto, senhor primeiro-ministro. Os votos da Madeira não passam de um pires de lentilhas. Isto, digo eu, mas o senhor é que sabe, que estudou para presidente do PSD e para primeiro-ministro. Mas digo-lhe: sinto-me insultado e sei que vou ser, mais uma vez, esbulhado, o que me desagrada enormemente.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Que mais pode suceder na Madeira?
É sabido que na Madeira há défice democrático. Jardim não tem o mínimo respeito pelos partidos da Oposição. Não vai prestar contas da sua governação ao parlamento regional,orgão de quem depende. Trata os deputados regionais como gente menor, mesmo os do seu partido a quem não admite a mais pequene discordância. Em suma, governa de forma autoritária, apoiado por sucessivas vitórias eleitorais, é certo, mas com um controlo de muitos eleitores que se sentem coagidos no seu subconsciente, já que vivem directa ou indirectamente dos dinheiros das finanças regionais. Aproveita-se da sua imunidade para insultar e desrespeitar os políticos e instituições da República, incluindo membros do Governo e até o Presidente da República. Mas, ficamos agora estupefactos com a acusação em geito de confissão feita por alguém que já lhe foi politicamente muito próximo, de que houve fraude eleitoral nas eleiçõe presidenciais de 1980. A ser verdade, é o cúmulo. Chegou altura de se tomarem medidas. Ou é preciso esperar que outras coisas sucedam na Madeira?
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
POEIRA OU ENCRAVADELA?
O PSD está disponível para introduzir na Constituição limites ao défice e ao endividamento públicos, se o PS estiver de acordo, afirmou um dirigente daquele partido. Cheira-me a uma tentativa de entaladela por parte do PSD ao PS de Seguro.
Já há tempos Cavaco Silva emitiu opinião negativa sobre a hipótese e a presidente da AR, embora a título pessoal, também discorda.
Por mim, acho um completo absurdo tal hipótese. Há, terá que haver, outros meios, legais, de atingir os desejáveis objectivos.
Poeira para os olhos ou tentativa de oportunística encravadela política, a brandir na melhor oportunidade?
Já há tempos Cavaco Silva emitiu opinião negativa sobre a hipótese e a presidente da AR, embora a título pessoal, também discorda.
Por mim, acho um completo absurdo tal hipótese. Há, terá que haver, outros meios, legais, de atingir os desejáveis objectivos.
Poeira para os olhos ou tentativa de oportunística encravadela política, a brandir na melhor oportunidade?
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