segunda-feira, 7 de maio de 2012

Quão amigos eles são!



- Óbrigadinho ó Proença. Salvaste-me a carreira.

- De nada Victor; agora, só espero que não voltes a insultar a minha   mãe.


- Nem pensar amigo; ela é uma boa senhora!


    

domingo, 6 de maio de 2012

MAIS, DE FRANÇA


(Sugerido por O Jumento)

Vitória de François Hollande: Uma esperança para a Europa


Já é certo, o socialista François Hollande será o novo Presidente da França. Com esta eleição nasce a certeza de que a Europa deixa de ser conduzida pelo sistema Merkozy e a esperança de que parem os ataques cegos  ao chamado estado social, se aliviem as medidas também cegas de austeridade, principalmente nos países em forte crise financeira como Portugal e se iniciem as tomadas de medidas para que o crescimento económico seja um facto.
Espero que, movidos por esta vitória de Hollande, os líderes dos partidos socialistas e sociais-democratas europeus se unam com o fim encontrar um novo rumo para a Europa. 

FRANÇA



Sarkozy, como se previa, foi à vida mais a sua Carla.
François Hollande é o novo presidente de França.
Vai ter mais trabalhos que o Asterix! Esperemos que os supere.

TÚMULOS E LÁPIDES




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(recebida por email)

sábado, 5 de maio de 2012

Até na Igreja ele manda


O Papa Bento XVI lançou um desafio aos bispos: Abrirem um espaço de diálogo entre os crentes e os não crentes, ou até mesmo ateus, e discutirem os problemas da Sociedade. A Diocese do Funchal acolheu tal desafio e criou o “Átrio dos Gentios”, dinamizado por quatro padres diocesanos. Tudo bem, até que um deles resolveu criticar com mais veemência o Governo Regional e as suas políticas. Aí o Senhor Bispo António Carrilho achou que Alberto João Jardim se podia sentir incomodado e …, suspendeu a iniciativa, sem quaisquer explicações. Enfim, resta-nos concluir que na Madeira Jardim manda na sociedade civil laica e nas autoridades religiosas. O que dirá disto o Senhor Cardeal José Policarpo, na sua condição de Presidente da Conferência Episcopal?



FOSGA-SE!.... NÃO ME COMPROMETAM

Cavaco, interrogado sobre o caso Pingo Doce, fugiu com o rabo à seringa, como de costume.

MAIS PINGO DOCE

Ricardo Araújo Pereira foi às compras ao Pingo Doce:


http://www.youtube.com/watch?v=IGV6FUx7X8A&feature=player_embedded

Que lindos meninos!


Ainda há pouco vi uma pequena reportagem sobre uma reunião, creio que promovida pelo venerando Chefe de Estado, a que chamaram Conselho para a Globalização, em que aparecem Cavaco Silva, Passos Coelho, alguns empresários e até Durão Barroso, sem gravata.
Nada tenho a favor ou contra quem usa ou não usa gravata. Devo confessar que durante a minha vida profissional sempre usei gravata, e que agora só raras vezes uso. Se naquela reunião estivessem, por exemplo, Francisco Louçã, Luís Fazenda, João Galamba, ou outros, não me admiraria vê-los sem gravata, já que é normal não a usarem. Agora, aqueles “caramelos”? Não gosto de gente fingida. Querem deitar poeira para os olhos do povo? Que lindos meninos!  

Uma vergonha!


O futebol português não tem emenda. E isto, porque é dirigido por homens (são muito raras as mulheres dirigentes no futebol) sem escrúpulos e para quem vale tudo para chegarem e depois se manterem no poder. E todos procuram protagonismo, ainda que pelas piores razões. Por outro lado, os negócios e as negociatas do futebol são muitíssimo diferentes no futebol dito amador em comparação com o futebol profissional e neste entre a primeira liga e a segunda liga. Daí que tenha sido eleito um presidente da Liga, apoiado pelos clubes mais pequenos, que são a grande maioria, e após ter feito várias promessas, de entre as quais a maior e mais decisiva para a sua eleição foi a de alterar os regulamentos do campeonato, ainda esta época, de modo a que nenhum clube descesse de divisão.
O nosso campeonato é talvez o mais desnivelado de todos. Há três clubes que são crónicos candidatos ao título (os chamados três grandes) aos quais às vezes se junta um chamado outsider, como o foi nos últimos anos o Braga. Há campeonato da primeira divisão desde 1934, portanto há 78 anos e só cinco clubes o ganharam, sendo que dois deles só o ganharam por uma vez – Belenenses e Boavista, e ambos já não o disputam. Quer dizer, então, que no nosso campeonato principal três e às vezes quatro equipas disputam a vitória e as restantes disputam a manutenção.
Consequências disto tudo: Só Porto, Benfica e Sporting levam gente aos estádios. Em muitos dos outros jogos até dá pena vê-los vazios. Claro, não há receitas de bilheteira e as de publicidade são muito mais pequenas. O dinheiro é cada vez menos e as despesas que deviam diminuir até aumentam. Começa então a não se cumprirem compromissos assumidos e outras obrigações. Não se paga ao Estado, a fornecedores e aos jogadores.
Segundo se diz, são milhões as dívidas dos clubes ao Estado e são muitos milhares, ou até milhões, as dívidas dos clubes aos jogadores. Fala-se que 80% dos jogadores têm salários em atraso e são vários os clubes que não pagam as suas obrigações e estão à beira da falência. Gastam muitíssimo mais do que aquilo que podem gastar.
O caso mais premente nesta atura é o do Leiria que até jogou na última jornada apenas com oito jogadores disponíveis. Uma situação deplorável e alvo de chacota no estrangeiro.
Pois bem, os dirigentes desportivos, em vez de se reunirem para pensarem em medidas que acabem com estas situações, reuniram-se e resolveram aumentar o número de clubes da primeira liga e, por arrastamento, na segunda liga. Uma vergonha! Mas mais vergonhoso ainda são as justificações dadas por alguns deles. Nem há palavras para os qualificar.
Está na altura de os poderes públicos deixarem de se acobardar com o argumento que o futebol é gerido por associações privadas e pôr ordem naquilo tudo. E rapidamente.



IMPORTA-SE DE REPETIR?

Passos Coelho, em entrevista ao Jornal de Negócios, afirmou que "modelo assente em baixos salários não é de crescimento, mas sim de desemprego".
Importa-se de repetir? E se repetir ipsis verbis, importa-se de explicar direitinho?

TÚMULOS E LÁPIDES 10



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quinta-feira, 3 de maio de 2012

"O MEDO", DO ZÉ GIL

O MEDO







É preciso não escrever com medo. Qualquer trabalho deve passar por avaliação e crítica. Quando tal não acontece, o autor, que faz sempre autocrítica, é mais severo na análise e correção dos assuntos redigidos. Ao grande poeta contista, Miguel Torga, ouvi-o dizer:


– Uma frase pode levar uma tarde para ficar com a melhor forma.


Se as críticas positivas podem despertar o ego, as negativas ficam mais persistentes na elaboração de novos trabalhos, e contribuem para a evolução e eficiência da escrita; “se as houver”, diria Natália Correia.


As ligeiras observações são, por vezes, as de melhores frutos: termos mal utilizados, pontuação e outros, como o referido pelo distinto padre Minhava:


– Gosto do que escreve. Não precisa de usar palavrões!


Jamais os usei, ainda que a linguagem pudesse ser mais expressiva, pelo uso de tais vocábulos, agora quase banais, mas que faziam ruborescer.


Gostaria de ir ao encontro de dois tipos de escrita: o citadino-rural de Júlio Dinis e o de “escrever no osso” como o de José Cardoso Pires fez nas suas produções literárias.


Os atores, comunicadores, cantores, etc., tidos como os mais desinibidos em cima de um palco, enfrentando os espectadores, são muito tímidos, segundo afirmam nas várias entrevistas. Para se libertarem de entrarem em pânico, pelo medo, chegam a tomar drogas. Mas, esses receios vencidos passam a ser libertadores! Diria: quanto maior é o medo, maior é a probabilidade de êxito. Nuno Álvares Pereira teria entrado em vigília, antes da batalha de Aljubarrota, exorcizando os temores ao inimigo.


Um sargento leccionando uma secção de soldados, ao seu redor na parada do quartel, o manejo das granadas, teve o azar de atirar uma para o meio do grupo, a fim de dar maior realismo à exposição, quando a tinha despoletado, e só se lembrou quando ia no ar; saltou para a recuperar e morreu sobre ela, impedindo a morte dos seus soldados. O risco de sobrevivência do sargento obstou outras desgraças. Ainda bem, foi condecorado por ato heroico.


Quando uma comunidade entra em período agudo de carências, os roubos aumentam. Ultimamente, os assaltos às residências, na cidade do Porto e Grande Porto, são um flagelo. Portas de apartamentos e vivendas, com fechaduras de alta segurança, são abertas e fechadas, antes e após os roubos, conforme os utentes o faziam. Chamada a Polícia, ao andar assaltado, informa:


– Os nossos técnicos não conseguem abrir uma porta como eles, temos que, em certos casos, de arrombar as portas a “black and decker”!


Andam os amigos e conhecidos cheios de medo. As condições de segurança vão sendo aumentadas: mais chaves, mais alarmes, nas portas de entrada e da garagem; elevadores sempre trancados. As habitações passam a prisões – a casas roubadas trancas à porta!


Do negativo pode nascer mais colaboração e amizade: um por todos e todos por um; as visitas passaram a ter a despedida à entrada do elevador e na saída do prédio, pois é preciso levá-las ao passeio, abrindo o portal da rua.


Os assaltantes “modernos”, nem para os animais, têm sido violentos, e não são de partir e destruir por malvadez, levam só dinheiro, ouro, joias, deixando mesmo as pratas!


Sabe bem recordar a aldeia transmontana, onde a chave de casa era guardada num buraco da parede ou ficava na porta!



Porto, 3o de abril de 2012



*José Gil Correia Monteiro

jose.gcmonteiro@gmail.com

TÚMULOS E LÁPIDES 8


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(recebida por email)

Que brilhante conclusão!


Pelos vistos a ASAE chegou á brilhante conclusão …, que todos os portugueses já tinham concluído: O Pingo Doce praticou “dumping” na venda de alguns produtos comercializados durante a promoção no 1º de Maio. É evidente, senhores. Ninguém acredita que o Pingo Doce ou outra qualquer cadeia de mercearias tem margens de lucro que lhes permita fazer descontos de 50%. Mas o mais ridículo desta situação é que o “crime” compensa, já que a multa que poderá ser aplicada a que esta cadeia de mercearias anda à volta dos 30 mil euros! Uma “esmola”, se comparada com o valor de uma acção promocional com impacto semelhante, com os benefícios de uma quase total rotação de stocks e com a disponibilidade imediata de centenas de milhões de euros entrados nas caixas naquele dia. É assim no Pingo Doce “de Janeiro a Janeiro, neste caso de Maio a Maio!  

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Campeões em Espanha


Parabéns a José Mourinho, aos seus adjuntos portugueses, Rui Faria, Silvino e Morais e aos jogadores portugueses Ronaldo, Coentrão e Pepe, que hoje se sagraram campeões de futebol de Espanha a duas jornadas do fim. Já agora, parabéns para os restantes elementos da equipa e de todo o staf do Real Madrid.

TÚMULOS E LÁPIDES - 7



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(recebido por email)

OS DONOS DE PORTUGAL


Mão amiga fez-me chegar este vídeo.
É longo, mas vale a pena perder algum tempo


NÃO É QUEM NOS GOVERNA AGORA?


Best of de Passos Coelho 2010-2011, agora primeiro-ministro

Coitados, dormem tão pouco!


Hoje o ministro Relvas, com ar a fingir de sério, veio dar-nos conta que os valores do desemprego no nosso país tiram o sono ao Governo. Agora sei a causa daquelas olheiras que vemos em todos os ministros, coitados. Mas já que passam muitas horas da madrugada acordados (a não ser que durmam de dia), podiam meditar, pensar e concluir como muita gente já concluiu que mais austeridade causa mais desemprego, porque a economia regride. Portanto, Sr ministro Relvas, é preciso que o Governo se preocupe mais com os portugueses do que em agradar à Troika e à Sra Merkel.

MARKETING E SOCIOLOGIA

A propósito da promoção levada a cabo, ontem, Dia do Trabalhador, pelo Pingo Doce, que teve a aderência conhecida por parte dos consumidores, gostava de ouvir a opinião, isenta, do sociólogo António Barreto, que tem, como é sabido, ligação à Jerónimo Martins.

terça-feira, 1 de maio de 2012

BONECOS


Um coelho prestes a ser esganado

(Por deferência da Caixa de Pregos)

PINGO DOCE, VENHA JÁ... JÁ FUI

Estou estafado, mas valeu a pena! Fui alertado logo pela matina por telefonema amigo, e às 8 horas, com a família, já estava à porta de uma loja do soares dos santos. Caraças, não fomos os primeiros! Apanhei dois carrinhos de compras, aviei-me até não caber mais nada nos ditos carrinhos, fui para uma outra loja, vim a casa descarregar (o meu caro tem uma mala pequena e os rapazes ainda tiveram que trazer algumas coisas ao colo), fui a outra e ainda a outra (no intervalo, o meu almoço foi um bolo de arroz e uma meia-de-leite numa das lojas; a minha mulher comeu um brioche com um café e os miúdos fartaram-se de bolos diversos com coca cola), tive que suportar empurrões e até alguns insultos, mas valeu a pena. Tenho a despensa cheia até ao tecto (nem sei bem quando vou consumir alguns dos produtos que arrumei - foi a minha mulher que os pôs no carrinho de compras; espero que tenham utilidade...., e os rapazes também aproveitaram o forrobodó). Tenho é que estar atento aos prazos de validade de alguns dos produtos, não vá alguém ingerir um iogurte para além do prazo. Ainda não fiz as contas, mas receio que o saldo do meu cartão de crédito esteja a zero ou próximo disso. Mas valeu a pena.
Agora, vou tomar um duche e depois grelhar uns camarões e beber umas cervejolas, frente à TV a assistir (já que não há futebol), ao que se passou, pelo país, no Dia do Trabalhador. O resto do pessoal cá de casa deve ir direitinho para a cama, cansado que parece.
PS - Espero que o engenheiro faça (mas só no próximo mês, por causa do saldo do cartão - talvez no dia 10, feriado nacional (?)) uma promoção idêntica ou ainda mais vantajosa. E aqui espero ganhar a dobrar, já que tenho o cartão que dá pontos e descontos.