Em
Castro Daire, concelho do interior do país do distrito de Viseu (na chamada
Cavacolândia), o Presidente da Câmara mandou retirar de uma praça local um
espantalho que parodiava o primeiro-ministro Passos Coelho. Tal boneco, fazia
parte de um conjunto que, com outros, constituíam uma exposição de espantalhos
feitos com materiais recicláveis e, ao que se sabe, o espantalho mandado
retirar não era ofensivo da dignidade do parodiado, nem ofendia a moral pública
e os bons costumes. Pergunta-se: Tal atitude é admissível num país democrático?
Estaremos a regredir para o Estado Novo?
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sábado, 26 de maio de 2012
sábado, 5 de maio de 2012
Que lindos meninos!
Ainda
há pouco vi uma pequena reportagem sobre uma reunião, creio que promovida pelo
venerando Chefe de Estado, a que chamaram Conselho para a Globalização, em que
aparecem Cavaco Silva, Passos Coelho, alguns empresários e até Durão Barroso,
sem gravata.
Nada
tenho a favor ou contra quem usa ou não usa gravata. Devo confessar que durante
a minha vida profissional sempre usei gravata, e que agora só raras vezes uso. Se
naquela reunião estivessem, por exemplo, Francisco Louçã, Luís Fazenda, João
Galamba, ou outros, não me admiraria vê-los sem gravata, já que é normal não a
usarem. Agora, aqueles “caramelos”? Não gosto de gente fingida. Querem deitar
poeira para os olhos do povo? Que lindos meninos!
quinta-feira, 3 de março de 2011
NEM TANTO AO MAR...
...Nem tanto à terra.
Apertar o cinto é preciso. Cortar em mordomias escandalosas é imperioso.
Porém, pagar 6 euros à hora a um cirurgião, ainda por cima sendo o único no País a saber fazer a "coisa", é aberrante, aviltante, mesmo.
Cavaco, ainda que por caminhos ínvios, parece ter razão. "Importe-se", já, de Cuba ou da Ucrânia um médico da especialidade.
Apertar o cinto é preciso. Cortar em mordomias escandalosas é imperioso.
Porém, pagar 6 euros à hora a um cirurgião, ainda por cima sendo o único no País a saber fazer a "coisa", é aberrante, aviltante, mesmo.
Cavaco, ainda que por caminhos ínvios, parece ter razão. "Importe-se", já, de Cuba ou da Ucrânia um médico da especialidade.
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