Mostrar mensagens com a etiqueta seguraça. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta seguraça. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 27 de maio de 2010

A fiscalização ou a falta dela

Com a aprovação do plano que estabelece a proibição da venda de bebidas alcoólicas a menores de dezoito anos, voltou a falar-se da falta de fiscaliação por parte das diversas entidades do Estado, que têm o dever de velar pelo cumprimento das leis e outras normas que os cidadãos deverão acatar e cumprir.
É verdade que é um dever cívico dos cidadãos cumprir o que está estipulado nas leis. Daí dizer-se muitas vezes que a culpa não é da falta da fiscalização, mas sim da falta de civismo dos portugueses. Ora, é mesmo por causa da falta de civismo que se torna necessário tornar mais eficaz a fiscalização. É vulgar assistirmos no dia a dia das cidades a situações de autêntica afronta à autoridade do Estado, sem que haja consequências para os prevaricadores. Quem não vê pessoas(?) a atirar coisas para o chão, a agredir o património público e o património privado, a estacionar carros em cima do passeio e em outros locais proibidos e que causam o maior transtorno aos outros cidadãos, numa demonstração da maior falta de respeito para com os eles, a falar ao telemóvel enquanto conduz, etc, etc...
Torna-se, então, necessário que os cidadãos exijam ao Estado que obrigue as autoridades competentes a fiscalizar com eficácia e rigor o cumprimento das leis. Para que haja, para todos, melhor qualidade de vida, e para que o "chico espertismo" não compense.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

SEGURANÇA E SEGUROS

Uma criança de 2 anos morre, enquanto dorme a sesta num infantário. Demandado este e o pessoal afecto, não são encontrados culpados (terá ocorrido morte súbita) e, logo, não há lugar à indemnização pedida pelos pais, na ordem dos 123 mil euros. Foi pago o seguro escolar: 99,76 euros.
São coisas da vida, como diz a canção.