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quarta-feira, 9 de junho de 2010

Redução de alunos por turma

Foi noticiado que o Movimento Escola Pública (MEP) prepara uma petição para entregar na Assembleia da República que defende a redução do número de alunos por turma como medida para combater o insucesso escolar. Parece que já atingiu as dezoito mil assinaturas, número muito superior às necessárias. Esperam agora que os partidos apresentem as iniciativas legislativas sobre este assunto. À primeira vista não penso que a petição tenha grande sucesso já que PS e PSD não estarão muito virados para o assunto. E bem, digo eu. Não me parece que o insucesso se combata com menos alunos por turma. Há outros factores mais importantes. E o principal problema está nas famílias. É nas famílias mais carenciadas que o insucesso é maior. É preciso educar os pais para que tomem consciência que são eles os responsáveis pela educação dos filhos; e que devem colaborar com a escola para que esta complemente a educação deles, ensinando-lhes o que os pais não podem nem sabem ensinar. E se os pais não colaboram, nem querem saber do percurso escolar dos filhos, o Estado tem o dever de os responsabilizar. Mas também de lhes possibilitar as condições económicas e sociais para que possam cuidar do filhos com dignidade.
Não vejo no MEP este tipo de preocupações. Por isso, não querendo ser mal intencionado, tomo esta medida como mais uma medida corporativa, cujo objectivo é sobretudo arranjar maneira de aumentar a oferta de vagas para professores. Combate o desemprego desta classe, mas não resolve o problema do insucesso.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Os Feriados

Deputados do Partido Socialista estão a estudar a influência dos feriados e das "pontes", na vida do país e, sobretudo, na sua economia, para apresentarem uma proposta de lei que, ao que se diz, vai suprimir quatro feriados , criar um novo e mobilizar os outros, no sentido de os colocar no primeiro ou no último dia útil da semana, para acabar com as pontes.
É verdade que em Portugal há feriados a mais e que se abusa das chamadas pontes, ou seja, quando um feriado calha numa Terça ou numa Quinta- feira, não se trabalha na Segunda ou na Sexta. E se concordo que se suprimam alguns feriados que não têm sentido, não concordo que se alterem as datas dos que ficam. Não tem sentido, por exemplo, festejar o 25 de Abril no dia 24. O que é preciso é que as pessoas se convençam que não têm de deixar de trabalhar dois dias seguidos por causa de um dia feriado.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

A fiscalização ou a falta dela

Com a aprovação do plano que estabelece a proibição da venda de bebidas alcoólicas a menores de dezoito anos, voltou a falar-se da falta de fiscaliação por parte das diversas entidades do Estado, que têm o dever de velar pelo cumprimento das leis e outras normas que os cidadãos deverão acatar e cumprir.
É verdade que é um dever cívico dos cidadãos cumprir o que está estipulado nas leis. Daí dizer-se muitas vezes que a culpa não é da falta da fiscalização, mas sim da falta de civismo dos portugueses. Ora, é mesmo por causa da falta de civismo que se torna necessário tornar mais eficaz a fiscalização. É vulgar assistirmos no dia a dia das cidades a situações de autêntica afronta à autoridade do Estado, sem que haja consequências para os prevaricadores. Quem não vê pessoas(?) a atirar coisas para o chão, a agredir o património público e o património privado, a estacionar carros em cima do passeio e em outros locais proibidos e que causam o maior transtorno aos outros cidadãos, numa demonstração da maior falta de respeito para com os eles, a falar ao telemóvel enquanto conduz, etc, etc...
Torna-se, então, necessário que os cidadãos exijam ao Estado que obrigue as autoridades competentes a fiscalizar com eficácia e rigor o cumprimento das leis. Para que haja, para todos, melhor qualidade de vida, e para que o "chico espertismo" não compense.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Promulgou

O Presidente Cavaco Silva promulgou a lei que permite o casamento de pessoas do mesmo sexo. Preferiu promulgar já, a ter de fazê-lo, obrigatoriamente, no prazo de oito dias, caso a Assembleia da República a voltasse a aprovar, como era quase certo. Não quiz sofer esse vexame.
Toda a gente sabe que Cavaco Silva não está de acordo com a nova lei. Por isso era previsível que fizesse uma comunicação ao país. Tinha o direito e, se calhar o dever, de dizer que promulgou a lei, embora não concorde com ela, dadas as circunstâncias. Até aí, tudo bem. Com o que já não concordo é com a forma e o conteúdo da comunicação. O que é que a crise, o desemprego e, de um modo geral, a insatisfação dos portugueses tem a ver com esta lei? E depois a maneira tão zangada como falou, é de alguém que está ferido e desejoso de vingança. Menos demagogia não lhe ficava mal.

terça-feira, 4 de maio de 2010

BOAS-VINDAS

Joana Reis (conhecem?, eu não), dá as boas-vindas ao Estoril Open, relata e fotografa o Correio da Manhã.
Não há como uma competição de ténis, bem ao lado da piscina ou da praia!

O LEILÃO ESTRAGADO

O cartaz era apelativo. Ia ser inaugurado o bar de alterne El Skandalo, nos arredores de Madrid, onde se prometia um "grande churrasco", "copos grátis" e "gajas boas". E no final, um "magnífico leilão".
A polícia desconfiou, foi espreitar e verificou que o dito leilão consistia numa "noite bem passada" com uma das "chicas", estragando a festa. Resultado: foi tudo para o Torel, como se dizia nos filmes do Vasco Santana.
(Fonte: CM)

sábado, 20 de março de 2010

FOTOS DE EXCELÊNCIA


Esta senhora, Joslyn James, anda a pôr a boca no trombone e quem se lixa é o seu "amigo "Tiger Woods