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sábado, 28 de abril de 2012

Ó Álvaro, está calado. Fazes melhor figura


Já nos fomos habituando que do Álvaro, o ridículo ministro da Economia e do Emprego (e da asneira, digo eu) nos brinde de vez em quando com afirmações e ideias que provam o quanto a criatura, que há anos vivia no Canadá, estava fora até de assuntos relacionados com a organização do estado. Daí, que lá apareça o disparate, que umas vezes dá para rir e outras vezes dá para pensar como é possível que a criatura faça parte do elenco governativo.
Claro, lá veio mais um disparate do Álvaro, desta vez no âmbito de uma resposta que deu a deputados do PPD pelos Açores na Assembleia da República, sobre quem suporta  a formação profissional dos agentes da PSP destinados àquela Região Autónoma. Acha o Álvaro que deveria ser a região a pagar e que não tarda assim acontecerá. Ora sabe-se que os encargos com as Forças Armadas, as forças de Segurança e outras entidades de Serviços dependentes do poder central, são pagos pelos orçamentos dos ministérios do Governo da República. Carlos César, o presidente do Governo dos Açores, considerou, e bem, “sem sentido e tresloucada” esta ideia do Álvaro.
Aguardemos um novo disparate. 

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Redução do número de feriados. Afinal, uma decisão sem lógica

Sou daqueles que pensam que a nossa produtividade nada tem a ver com o número de dias feriados que actualmente temos em Portugal. Não é por eliminarmos alguns que passamos a produzir mais e melhor e, assim, tornarmo-nos mais competitivos relativamente a outros países e crescermos economicamente. Não vamos superar a crise só porque passamos a trabalhar mais três ou quatro dias por ano. Aliás, criou-se a ideia de que em Portugal somos preguiçosos e que trabalhamos menos horas por ano do que os outros. A própria Sra Merkel, muito mal informada, insinuou isso mesmo, mas sem razão. Na sua Alemanha trabalham-se, em média, menos horas por ano. Portanto: nem Portugal é o país com mais feriados, nem aquele onde se trabalham menos horas por ano. Nunca entendi, nem nunca vou entender, então, porque é que o Governo vem agora à pressa reduzir o número de feriados. Mas, pior do que reduzi-los, não entendo as justificações do porquê e, sobretudo, porque são aqueles que desaparecem e, miséria das misérias, porque tem que haver paridade entre feriados civis e feriados religiosos. Ouvi e também já li as justificações do ministro Álvaro. São risíveis, mas pelos piores motivos. O pândego do Álvaro chegou mesmo a dizer: "O governo aceitou a condição que a própria Igreja nos disse". Então, ó Alvaro, a Igreja manda no Estado? Portugal é, por acaso, um Estado confessional? Sua Eminência, o Cardeal, é uma espécie de Ayatola? Francamente, Álvaro, só de si! Quando o ouvi, deu-me o riso. Mas, como disse, também já li as suas justificações. E é confrangedor pensarmos que você é ministro!

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Valha-nos o Pastel de Nata!




O nosso Álvaro, conhecido ministro escondido da Economia, Transportes, etc, veio agora animar a malta com esta ideia de promover no mercado internacional o pastel de nata, também conhecido por pastel de Belém, de modo a torná-lo concorrencial com os conhecidos hambúrgueres mcdonalds, os donuts ou até, pasme-se, com o frango de churrasco, tornado um sucesso na África do Sul por um português (uma coisa destas só podia ter sido inventada por um português). Estou mesmo a imaginar uma cadeia de milhares de lojas em todo mundo a vender pasteis de nata, com ou sem menus variados que incluem bebida e, porque não, batatas fritas ou saladas especiais, com ou sem molho picante! Numa altura em que a nossa conjuntura económico-financeira é de crise, só o pastel de nata ou de Belém nos pode salvar! O Álvaro, de acordo com o seu semblante na fotografia aqui reproduzida, só pode estar a gozar connosco.



quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

DAI-ME NOVAS

Para além dos números, diários, confrangedores, no que respeita à Economia do país, o que tem para anunciar, sem ser por interpostos organismos, de positivo, o Álvaro, que continua desaparecido em combate? Ainda continua a trabalhar no seu gabinete? Já foram ver se o homem não adormeceu? Ou regressou ao Canadá e não disse sequer água vai ao Coelho?
Dai-me novas da figura.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

FIM DA CRISE

O Álvaro anunciou o princípio do fim da crise para 2012.
Foi convidado, na Assembleia da República, a fazer uns corninhos, como o fez o Manuel Pinho, para ser legitimamente despedido da função para que não tem jeito nem traquejo. Esta gente não tem espelho na casa de banho?