Neste dia, em 1945, nasce Elis Regina, cançonetista brasileira
terça-feira, 17 de março de 2015
segunda-feira, 16 de março de 2015
CAVACO, O DESMORIADO
No decorrer da visita à sede da organização, onde participou num seminário económico com peritos da OCDE, o Presidente da República apoiou claramente, com destacado otimismo, a ação do Governo de Passos Coelho. Apontou designadamente para um crescimento, em 2015, de 2% da economia, uma estimativa superior às previsões do Governo e da OCDE, que são, respetivamente, de 1,5% e 1,3%.
Cavaco esqueceu-se, contudo, do nível do "monstro" na ordem, então, dos 90% e que hoje atinge os 130%.
Cavaco esqueceu-se, contudo, do nível do "monstro" na ordem, então, dos 90% e que hoje atinge os 130%.
TÍTULOS
BES. Salgado pediu “em torno dos 2,5 mil milhões de euros” a Passos Coelho
Título de notícia do i online
Ricardo Salgado é um ingénuo e vive noutro mundo (Quinta da Marinha), pois deveria saber que Passos Coelho é um teso (nem à SS paga), que passa férias na Manta Rota (sem recibo de renda, dizem) e que não poderia ter ali à mão 2,5 mil milhões para lhe emprestar.
Título de notícia do i online
Ricardo Salgado é um ingénuo e vive noutro mundo (Quinta da Marinha), pois deveria saber que Passos Coelho é um teso (nem à SS paga), que passa férias na Manta Rota (sem recibo de renda, dizem) e que não poderia ter ali à mão 2,5 mil milhões para lhe emprestar.
ANA PIT BULL
Submarinos.
Ana Gomes recorre de indeferimento
Expresso online
Ana Gomes, a pit bull, necessária.
A FRASE DO DIA
Desampare-me a loja.
Vá tomar banho, que cheira mal.
João Araújo, advogado de Sócrates, para uma jornalista do Correio da Manhã.
Vá tomar banho, que cheira mal.
João Araújo, advogado de Sócrates, para uma jornalista do Correio da Manhã.
CRESAP
Candidatos do PS levam sucessivas recusas nas nomeações do Governo
Têm sido repetidamente seleccionados por mérito pela comissão de
recrutamento, mas nunca chegam aos cargos a que concorrem. Solução pode passar
por hierarquizar candidatos ou pela escolha aleatória.
Público
Não será melhor acabar com a CRESAP, que só gasta dinheiro inutilmente?
Público
Não será melhor acabar com a CRESAP, que só gasta dinheiro inutilmente?
INQUÉRITOS
Finanças pedem à IGF inquérito sobre alegada lista de "contribuintes VIP"
EM ACTUALIZAÇÃO:
LUSA
O Ministério das Finanças solicitou nesta segunda-feira à Inspecção-Geral de Finanças (IGF) a abertura de um inquérito sobre a alegada existência na Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) de uma lista de contribuintes VIP.
"Este inquérito, a realizar pela IGF, enquanto entidade externa da AT, destina-se a realizar o apuramento de todos os factos relativos a este assunto", diz uma nota de imprensa emitida pelo Ministério das Finanças.
No comunicado, o Ministério justifica que solicitou o inquérito "tendo em conta notícias vindas recentemente a público".
Público online
Vamos lá a ver: isto não uma pescadinha de rabo na boca ou tentar tapar o Sol com a peneira?
domingo, 15 de março de 2015
sexta-feira, 13 de março de 2015
SUPLEMENTOS
O Governo revelou esta quinta-feira a lista de suplementos remuneratórios de todos os serviços da Administração Pública. E há de tudo, desde os habituais subsídios aos médicos em exclusividade, a outros mais invulgares, como subsídio de taxa de alojamento, por produção adicional ou subsídio de radiação. Mas há um suplemento que é transversal a toda a Função Pública: subsídio por lavagem de viaturas. Na Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Alentejo, há um suplemento para atender telefones, tal como no Centro Hospitalar de Leiria. Nos ministérios da Justiça e da Segurança Social, há um subsídio por trabalhar nas Lojas do Cidadão. Neste último ministério, paga-se até um "prémio de senioridade".
Correio da Manhã
Um fartote....
Correio da Manhã
Um fartote....
LIDO COM GOSTO
O jogador
PEDRO SILVA PEREIRA
Sempre que uma polémica atinge o Governo da sua família política, o Presidente da República aparece a desvalorizá-la e a remeter tudo para o submundo das "jogadas político-partidárias".
Julgará, porventura, que encontrou uma forma muito subtil de não comentar, comentando; e de não jogar, jogando. Mas não adianta disfarçar o que toda a gente já percebeu: o árbitro tomou partido. E sabemos bem qual.
Diz-se no futebol que a melhor arbitragem é aquela que não dá nas vistas e não tem influência no resultado. O problema do Presidente da República começa justamente aqui: violou, de uma assentada, as duas regras básicas de uma boa arbitragem. Não só beneficiou sistematicamente a equipa da sua preferência (e de que é sócio) como o fez de forma ostensiva. A tal ponto que hoje não há duas opiniões sobre isso. Em vez de zelar, como lhe competia, pelo cumprimento das leis do jogo - a Constituição e o regular funcionamento das instituições democráticas - entrou em campo e fez questão de jogar. Assinalou faltas ou fez "vista grossa" segundo um critério de indisfarçável conveniência e não resistiu a dar uns toques na bola sempre que, impaciente, lhe pareceu apropriado fazer assistências ou até rematar, ele próprio, à baliza. Parecendo que não, essas coisas, num árbitro, notam-se.
A famosa interpretação minimalista de Cavaco Silva sobre os seus poderes presidenciais não passa de um mito urbano. A verdade é que o Presidente sempre teve mais vocação para jogador do que para árbitro. E nunca se conseguiu desligar completamente da sua antiga condição de primeiro-ministro, cujas funções executivas lhe falam bastante mais ao coração.
Desconsiderou, por isso, muito para lá dos limites do aceitável, as tarefas essenciais da função presidencial: a representação e promoção da unidade nacional, incluindo quanto às regiões autónomas (repetidamente posta em causa pelas investidas de Alberto João Jardim); a pedagogia da República e dos seus valores, a que era suposto presidir (permitiu, sem um queixume, a própria eliminação do feriado nacional comemorativo da República logo que encerradas as comemorações do respectivo Centenário); a promoção do diálogo político e social e o respeito pelos direitos das minorias (assistiu, impávido, à marginalização do PS nas 12 revisões do Memorando da "troika" e os seus apelos ao consenso nacional foram tardios e sempre cirúrgicos, visando mais neutralizar as oposições do que moderar a maioria absoluta); a fiscalização da constitucionalidade das leis (viu o Tribunal Constitucional desautorizar a sua conivente promulgação de orçamentos inconstitucionais, com graves prejuízos financeiros para milhares de funcionários públicos e pensionistas) e, mais do que tudo, a devida cooperação institucional com o Governo, independentemente da sua cor partidária (a lamentável "intriga das escutas", nascida no Palácio de Belém muito antes da polémica sobre o Estatuto dos Açores, e o seu famoso discurso de posse para o segundo mandato ficarão na história constitucional portuguesa como exemplos acabados de declarações de guerra contra o Governo legítimo em funções; o uso e abuso de dois pesos e duas medidas na consideração dos "limites para os sacrifícios exigidos ao comum dos cidadãos", consoante a cor política do Governo, confirmam uma mais do que evidente falta de isenção).
Ao longo dos mandatos de Cavaco Silva, a magistratura de influência, típica da função presidencial, degenerou, primeiro, numa certa visão presidencialista da cooperação estratégica entre Presidente e Governo - em que o Presidente ambiciona definir a estratégia executada pelo Governo ou aceita cooperar apenas na medida em que concorde com a estratégia governativa - e, depois, quando o Presidente se converteu em verdadeiro patrocinador da solução política saída da crise de 2011, numa magistratura dita "activa", filha de um certo tipo de bicefalismo no poder executivo que o sistema de governo previsto na Constituição portuguesa de modo nenhum consente.
Tudo visto, não surpreende que o Presidente da República tenha tão baixas taxas de popularidade - as mais baixas da história democrática portuguesa, numa função que era tradicionalmente consensual e se pretende acima das divisões partidárias. A razão é simples: ninguém quer um jogador para árbitro. É por isso que sempre que ele apita, o público nas bancadas ergue-se num enorme coro de assobios. E a coisa já não tem remédio: com este árbitro, vai ser assim até ao fim do campeonato. E da carreira.
Diz-se no futebol que a melhor arbitragem é aquela que não dá nas vistas e não tem influência no resultado. O problema do Presidente da República começa justamente aqui: violou, de uma assentada, as duas regras básicas de uma boa arbitragem. Não só beneficiou sistematicamente a equipa da sua preferência (e de que é sócio) como o fez de forma ostensiva. A tal ponto que hoje não há duas opiniões sobre isso. Em vez de zelar, como lhe competia, pelo cumprimento das leis do jogo - a Constituição e o regular funcionamento das instituições democráticas - entrou em campo e fez questão de jogar. Assinalou faltas ou fez "vista grossa" segundo um critério de indisfarçável conveniência e não resistiu a dar uns toques na bola sempre que, impaciente, lhe pareceu apropriado fazer assistências ou até rematar, ele próprio, à baliza. Parecendo que não, essas coisas, num árbitro, notam-se.
A famosa interpretação minimalista de Cavaco Silva sobre os seus poderes presidenciais não passa de um mito urbano. A verdade é que o Presidente sempre teve mais vocação para jogador do que para árbitro. E nunca se conseguiu desligar completamente da sua antiga condição de primeiro-ministro, cujas funções executivas lhe falam bastante mais ao coração.
Desconsiderou, por isso, muito para lá dos limites do aceitável, as tarefas essenciais da função presidencial: a representação e promoção da unidade nacional, incluindo quanto às regiões autónomas (repetidamente posta em causa pelas investidas de Alberto João Jardim); a pedagogia da República e dos seus valores, a que era suposto presidir (permitiu, sem um queixume, a própria eliminação do feriado nacional comemorativo da República logo que encerradas as comemorações do respectivo Centenário); a promoção do diálogo político e social e o respeito pelos direitos das minorias (assistiu, impávido, à marginalização do PS nas 12 revisões do Memorando da "troika" e os seus apelos ao consenso nacional foram tardios e sempre cirúrgicos, visando mais neutralizar as oposições do que moderar a maioria absoluta); a fiscalização da constitucionalidade das leis (viu o Tribunal Constitucional desautorizar a sua conivente promulgação de orçamentos inconstitucionais, com graves prejuízos financeiros para milhares de funcionários públicos e pensionistas) e, mais do que tudo, a devida cooperação institucional com o Governo, independentemente da sua cor partidária (a lamentável "intriga das escutas", nascida no Palácio de Belém muito antes da polémica sobre o Estatuto dos Açores, e o seu famoso discurso de posse para o segundo mandato ficarão na história constitucional portuguesa como exemplos acabados de declarações de guerra contra o Governo legítimo em funções; o uso e abuso de dois pesos e duas medidas na consideração dos "limites para os sacrifícios exigidos ao comum dos cidadãos", consoante a cor política do Governo, confirmam uma mais do que evidente falta de isenção).
Ao longo dos mandatos de Cavaco Silva, a magistratura de influência, típica da função presidencial, degenerou, primeiro, numa certa visão presidencialista da cooperação estratégica entre Presidente e Governo - em que o Presidente ambiciona definir a estratégia executada pelo Governo ou aceita cooperar apenas na medida em que concorde com a estratégia governativa - e, depois, quando o Presidente se converteu em verdadeiro patrocinador da solução política saída da crise de 2011, numa magistratura dita "activa", filha de um certo tipo de bicefalismo no poder executivo que o sistema de governo previsto na Constituição portuguesa de modo nenhum consente.
Tudo visto, não surpreende que o Presidente da República tenha tão baixas taxas de popularidade - as mais baixas da história democrática portuguesa, numa função que era tradicionalmente consensual e se pretende acima das divisões partidárias. A razão é simples: ninguém quer um jogador para árbitro. É por isso que sempre que ele apita, o público nas bancadas ergue-se num enorme coro de assobios. E a coisa já não tem remédio: com este árbitro, vai ser assim até ao fim do campeonato. E da carreira.
Pedro Silva Pereira, in Diário Económico
TUDO BONS RAPAZES (*)
Frasquilho: o diretor do BES que "não falava de negócios" com Salgado e só soube dos problemas no GES "através dos jornais"
Expresso online
Sempre apreciei este rapaz, que foi posto a bom recato na hora certa.
(*) Título de filme com Roberto de Niro
Expresso online
Sempre apreciei este rapaz, que foi posto a bom recato na hora certa.
(*) Título de filme com Roberto de Niro
SONDAGENS
Sondagem. PSD cai e Passos desce na popularidade
Fonte: Expresso online
Sem novidades, salvo a "subida" do partido do Paulinho. O Cavaco é que arrisca um grande trambolhão que pode deixá-lo estatelado sem meios para escrever o prefácio do próximo Roteiro.
CITIUS 2?
Portal do Cidadão. Nova versão estreou quinta-feira, já bloqueou e agora funciona com intermitências
Expresso online
Será uma versão (menos) melhorada do CITIUS?
ALERTA! CUIDADO COM A CARTEIRA
Polícias vão receber bónus por multas e detenções
Governo quer oferecer prémios pecuniários, formação e descanso extra para estimular a produtividade dos agentes. Sindicatos estão contra a proposta.
Expresso online
Cuidado, cidadões (como diria o nosso venerável PR). Ninguém se salva do assalto!
CONTRIBUTOS EXTERNOS
Mais um contributo do HAF, que continua por Goa a correr de médicos para as farmácias
ÁGUA DE COCO
Pobre Sporting
Antunes Ferreira
Perto do mercado de Pangim, nos prédios que o rodeiam há consultórios
médicos a dar por um pau. Católicos (que vão diminuindo, acompanhando o se
passa com a população cristã) hindus das mais diversas origens, muitos destes
sendo goeses, chineses, tibetanos, muçulmanos; anestesistas, ortopedistas,
cirurgiões de todas as especialidades, cardiologistas, oftalmologistas,
otorrinos. Descobri nestas minhas andanças sanitárias uns quantos esculápios
judeus goeses. Por vezes também é possível encontrar magos, curandeiros,
adivinhos, endireitas, e muitos mais falcatrueiros que teimam em fingir que são
melhores do que os clínicos verdadeiros. E em tentar impingir-nos os seus
“beneméritos serviços”
Em todas as sociedades desde o Norte ao
Sul, do Oeste ao Leste podem-se descobrir figurões deste quilate, vi-os na
China, na Venezuela, em Cachemira, na Austrália, nos gelos pré polares da
Lapónia e do Canadá, enfim, por toda a parte em que tenho posto o pé, ou,
melhor no plural. Deixem-me que vos conte uma peculiaridade local. Quando se
pergunta a um cidadão mais ou menos tisnado nascido nestas latitudes o que ele
é a resposta é imediata sou goês. E
perante a então os outros de tonalidades iguais, de imediato salta a afirmação:
esses são indianos… No mínimo,
curioso.
Foi num deles que fui encontrar a Dr.ª
Flora Miranda que, como já contei, é dermatologista e professora universitária.
Depois da consulta o Zito Menezes, a Raquel e eu fomos a uma farmácia para
comprar os medicamentos receitados. Estrategicamente situada no rés-do-chão do
edifício existe uma. Dois senhores e uma senhora atendem ao balcão os
pacientes. O estabelecimento nem parece ser farmacêutico, o balcão de
atendimento dá directamente para a rua, aliás prática quase generalizada.
Excepção para a Farmácia Salcete, na 18 de
Junho, a rua principal da capital um tanto à maneira duma Rua Augusta, (onde se
encontram as principais lojas, incluindo as de marcas), obviamente muito menor,
mas com o trânsito diabólico que vigora em Goa – e no resto da Índia. Na minha
rua, que já vos disse onde fica, existe outra, modernaça, mas em contrapartida com
muitas faltas de mezinhas. Porém com donos simpatiquíssimos, dando logo a
entender que são goeses, até nos pedidos de desculpas pelas carências nas
prateleiras.
Porém, já me alonguei demasiado; volte-se
então à farmácia já citada no prédio onde abundam os consultórios médicos. Quem
nos atende fala um português fluente, obviamente como sotaque local. Mas o
outro farmacêutico e a senhora idem também se expressam na língua de Camões e
de Pessoa, ou seja a nossa. O Dr. Zito Menezes que os conhece bem aponta o
primeiro e diz, sorridente, este é dos nossos. Zito é sportinguista ferrenho,
eu sou-o também, mas mais moderado e portanto o farmacêutico também é leão, o
que confirma de modo assaz tímido.
Embora havendo quórum não se realizou uma
assembleia-geral verde e branca; os dois restantes elementos da farmácia não se
pronunciaram sobre a cor clubista e a minha esposa é… lampiona. Lá se compraram os medicamentos e
despedimo-nos dos camaradas com saudações leoninas. Se o famigerado Bruno ali
estivesse – o que felizmente não acontecia – ficaria de cara à banda ao ver
essa manifestação sportinguista.
Já conhecia a famosa Confeitaria Italiana verdadeira demonstração
viva do sportinguismo; na parede está pintado o emblema do Sporting Clube de
Goa, igualzinho ao nosso, só que com um G em vez do P. De confeitos, bolos,
bolachas não tem nada; já de vinhos e outros álcoois não falta nada. Por
decreto do Bento Miguel, seu proprietário ali só se pode falar do
verde-e-branco. Ai de quem o fizer. A multa não está afixada na porta, mas é
melhor ter cuidado. E logo me salta à memória a Maria José Valério com o cabelo
pintado de verde: “Viva o Sporting! Quer se possa ou não se possa, a vitória
será nossa…”
Entretanto, no Dragon
aconteceu a desgraça dos 3-0, seguido por outros desastres, qual deles pior do
eu o antecessor: nem fui à Confeitaria, mas contaram-me
depois que parecia um funeral. Não gosto deles; o último a que irei, será o meu
e muito obrigado…
quarta-feira, 11 de março de 2015
terça-feira, 10 de março de 2015
MEMÓRIAS
Neste dia, em 1932, morre John Philip de Sousa, compositor e maestro norte-americano, de origem açoriana, autor da Marcha Oficial dos EUA
COITADOS
Reformas dos ex-administradores do BES
ficam no banco mau
por LusaOntem
Decisão foi tomada pelo Banco de Portugal e a anunciada hoje, durante apresentação de contas do Novo Banco.
Isso não se faz! A não ser que o Estado se comprometa a dar-lhes cama, mesa e roupa lavada.
segunda-feira, 9 de março de 2015
O PRÓXIMO PR - 3
Descoordenação na produção deixa Ramos-Horta fora de programa da RTP
Expresso online
Um candidato a menos na corrida à presidência da República: o responsável do programa, ignorante em relações internacionais (ou de mera cortesia?)
O PRÓXIMO PR - 2

A tentar descobrir, no meio da multidão anunciada, rodeada de cagarras e vacas a sorrir, o próximo PR
Talvez fosse preferível espreitar por um periscópio de um dos submarinos do Paulinho
(foto gamada algures)
CAVACO (LIDO)
(...)
Cavaco Silva, concretamente, já não tem remissão possível: se fica longas temporadas invisível ou em silêncio (o que o país agradece), revela a sua absoluta irrelevância, conquistada por exclusivo mérito próprio; se resolve mostrar-se e abrir a boca, cai~lhe irremediavelmente em cima a irritação e o desprezo de um povo que já não o suporta e que, se pudesse, o despachava de vez já este fim-de-semana.
(...)
Miguel Sousa Tavares, in Expresso do dia 7.
Cavaco Silva, concretamente, já não tem remissão possível: se fica longas temporadas invisível ou em silêncio (o que o país agradece), revela a sua absoluta irrelevância, conquistada por exclusivo mérito próprio; se resolve mostrar-se e abrir a boca, cai~lhe irremediavelmente em cima a irritação e o desprezo de um povo que já não o suporta e que, se pudesse, o despachava de vez já este fim-de-semana.
(...)
Miguel Sousa Tavares, in Expresso do dia 7.
O PRÓXIMO PRESIDENTE
Cavaco Silva "quer" que o próximo PR seja um entendido em relações internacionais de modo a que, como ele diz que sempre fez, possa defender os interesses nacionais junto dos seus pares por esse mundo fora com os resultados palpáveis que todos conhecemos e que não vale a pena enumerar.
Cavaco deverá ser frequentador do programa A Quadratura do Círculo. O da semana passada tinha Seixas da Costa no lugar de Jorge Coelhone por razões que me escapam (não o vi desde o início). E deve ter ficado impressionado com o "comentador", que não se recorda de conhecer de lado nenhum (isso digo eu) e disse para a consorte, a dona Maria: "é este; amanhã vou perguntar ao Nunes Liberato quem é o sujeito". E diz-lhe o Liberato: "Presidente, esse não, que é muito chegado ao PS". "Ora bolas, mas então arranje um parecido, desde que alaranjado". Dizem que o Liberato deverá ter metido baixa, pois está incontactável.
Cavaco deverá ser frequentador do programa A Quadratura do Círculo. O da semana passada tinha Seixas da Costa no lugar de Jorge Coelhone por razões que me escapam (não o vi desde o início). E deve ter ficado impressionado com o "comentador", que não se recorda de conhecer de lado nenhum (isso digo eu) e disse para a consorte, a dona Maria: "é este; amanhã vou perguntar ao Nunes Liberato quem é o sujeito". E diz-lhe o Liberato: "Presidente, esse não, que é muito chegado ao PS". "Ora bolas, mas então arranje um parecido, desde que alaranjado". Dizem que o Liberato deverá ter metido baixa, pois está incontactável.
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