sexta-feira, 13 de março de 2015

LIDO COM GOSTO

O jogador

PEDRO SILVA PEREIRA

Sempre que uma polémica atinge o Governo da sua família política, o Presidente da República aparece a desvalorizá-la e a remeter tudo para o submundo das "jogadas político-partidárias".
Julgará, porventura, que encontrou uma forma muito subtil de não comentar, comentando; e de não jogar, jogando. Mas não adianta disfarçar o que toda a gente já percebeu: o árbitro tomou partido. E sabemos bem qual.

Diz-se no futebol que a melhor arbitragem é aquela que não dá nas vistas e não tem influência no resultado. O problema do Presidente da República começa justamente aqui: violou, de uma assentada, as duas regras básicas de uma boa arbitragem. Não só beneficiou sistematicamente a equipa da sua preferência (e de que é sócio) como o fez de forma ostensiva. A tal ponto que hoje não há duas opiniões sobre isso. Em vez de zelar, como lhe competia, pelo cumprimento das leis do jogo - a Constituição e o regular funcionamento das instituições democráticas - entrou em campo e fez questão de jogar. Assinalou faltas ou fez "vista grossa" segundo um critério de indisfarçável conveniência e não resistiu a dar uns toques na bola sempre que, impaciente, lhe pareceu apropriado fazer assistências ou até rematar, ele próprio, à baliza. Parecendo que não, essas coisas, num árbitro, notam-se. 

A famosa interpretação minimalista de Cavaco Silva sobre os seus poderes presidenciais não passa de um mito urbano. A verdade é que o Presidente sempre teve mais vocação para jogador do que para árbitro. E nunca se conseguiu desligar completamente da sua antiga condição de primeiro-ministro, cujas funções executivas lhe falam bastante mais ao coração.

Desconsiderou, por isso, muito para lá dos limites do aceitável, as tarefas essenciais da função presidencial: a representação e promoção da unidade nacional, incluindo quanto às regiões autónomas (repetidamente posta em causa pelas investidas de Alberto João Jardim); a pedagogia da República e dos seus valores, a que era suposto presidir (permitiu, sem um queixume, a própria eliminação do feriado nacional comemorativo da República logo que encerradas as comemorações do respectivo Centenário); a promoção do diálogo político e social e o respeito pelos direitos das minorias (assistiu, impávido, à marginalização do PS nas 12 revisões do Memorando da "troika" e os seus apelos ao consenso nacional foram tardios e sempre cirúrgicos, visando mais neutralizar as oposições do que moderar a maioria absoluta); a fiscalização da constitucionalidade das leis (viu o Tribunal Constitucional desautorizar a sua conivente promulgação de orçamentos inconstitucionais, com graves prejuízos financeiros para milhares de funcionários públicos e pensionistas) e, mais do que tudo, a devida cooperação institucional com o Governo, independentemente da sua cor partidária (a lamentável "intriga das escutas", nascida no Palácio de Belém muito antes da polémica sobre o Estatuto dos Açores, e o seu famoso discurso de posse para o segundo mandato ficarão na história constitucional portuguesa como exemplos acabados de declarações de guerra contra o Governo legítimo em funções; o uso e abuso de dois pesos e duas medidas na consideração dos "limites para os sacrifícios exigidos ao comum dos cidadãos", consoante a cor política do Governo, confirmam uma mais do que evidente falta de isenção).

Ao longo dos mandatos de Cavaco Silva, a magistratura de influência, típica da função presidencial, degenerou, primeiro, numa certa visão presidencialista da cooperação estratégica entre Presidente e Governo - em que o Presidente ambiciona definir a estratégia executada pelo Governo ou aceita cooperar apenas na medida em que concorde com a estratégia governativa - e, depois, quando o Presidente se converteu em verdadeiro patrocinador da solução política saída da crise de 2011, numa magistratura dita "activa", filha de um certo tipo de bicefalismo no poder executivo que o sistema de governo previsto na Constituição portuguesa de modo nenhum consente.

Tudo visto, não surpreende que o Presidente da República tenha tão baixas taxas de popularidade - as mais baixas da história democrática portuguesa, numa função que era tradicionalmente consensual e se pretende acima das divisões partidárias. A razão é simples: ninguém quer um jogador para árbitro. É por isso que sempre que ele apita, o público nas bancadas ergue-se num enorme coro de assobios. E a coisa já não tem remédio: com este árbitro, vai ser assim até ao fim do campeonato. E da carreira.

Pedro Silva Pereira, in Diário Económico


TUDO BONS RAPAZES (*)

Frasquilho: o diretor do BES que "não falava de negócios" com Salgado e só soube dos problemas no GES "através dos jornais"

Expresso online


Sempre apreciei este rapaz, que foi posto a bom recato na hora certa.

(*) Título de filme com Roberto de Niro

SONDAGENS

Sondagem. PSD cai e Passos desce na popularidade

Dados da sondagem da Eurosondagem para o Expresso e para a SIC relativo ao mês de março, marcado pelas dívidas contributivas do primeiro-ministro, mostram que o PS aguenta, o PSD cai e o CDS sobe. Passos e Cavaco descem no índice de popularidade

Fonte: Expresso online


Sem novidades, salvo a "subida" do partido do Paulinho. O Cavaco é que arrisca um grande trambolhão que pode deixá-lo estatelado sem meios para escrever o prefácio do próximo Roteiro.

CITIUS 2?

Portal do Cidadão. Nova versão estreou quinta-feira, já bloqueou e agora funciona com intermitências

A nova versão do Portal do Cidadão estreou ao final da tarde desta quinta-feira. Hoje de manhã, porém, deixou de funcionar. Já está operacional, mas com muitas intermitências.

Expresso online


Será uma versão (menos) melhorada do CITIUS?

FRASES

"A direita está em morte lenta, mas segura"

Frase, apreciável, de Ferro Rodrigues, hoje.

ALERTA! CUIDADO COM A CARTEIRA

Polícias vão receber bónus por multas e detenções

Governo quer oferecer prémios pecuniários, formação e descanso extra para estimular a produtividade dos agentes. Sindicatos estão contra a proposta.

Expresso online



Cuidado, cidadões (como diria o nosso venerável PR). Ninguém se salva do assalto!

CONTRIBUTOS EXTERNOS



Mais um contributo do HAF, que continua por Goa a correr de médicos para as farmácias


ÁGUA DE COCO

Pobre Sporting

Antunes Ferreira

Perto do mercado de Pangim, nos prédios que o rodeiam há consultórios médicos a dar por um pau. Católicos (que vão diminuindo, acompanhando o se passa com a população cristã) hindus das mais diversas origens, muitos destes sendo goeses, chineses, tibetanos, muçulmanos; anestesistas, ortopedistas, cirurgiões de todas as especialidades, cardiologistas, oftalmologistas, otorrinos. Descobri nestas minhas andanças sanitárias uns quantos esculápios judeus goeses. Por vezes também é possível encontrar magos, curandeiros, adivinhos, endireitas, e muitos mais falcatrueiros que teimam em fingir que são melhores do que os clínicos verdadeiros. E em tentar impingir-nos os seus “beneméritos serviços”

Em todas as sociedades desde o Norte ao Sul, do Oeste ao Leste podem-se descobrir figurões deste quilate, vi-os na China, na Venezuela, em Cachemira, na Austrália, nos gelos pré polares da Lapónia e do Canadá, enfim, por toda a parte em que tenho posto o pé, ou, melhor no plural. Deixem-me que vos conte uma peculiaridade local. Quando se pergunta a um cidadão mais ou menos tisnado nascido nestas latitudes o que ele é a resposta é imediata sou goês. E perante a então os outros de tonalidades iguais, de imediato salta a afirmação: esses são indianos… No mínimo, curioso.

Foi num deles que fui encontrar a Dr.ª Flora Miranda que, como já contei, é dermatologista e professora universitária. Depois da consulta o Zito Menezes, a Raquel e eu fomos a uma farmácia para comprar os medicamentos receitados. Estrategicamente situada no rés-do-chão do edifício existe uma. Dois senhores e uma senhora atendem ao balcão os pacientes. O estabelecimento nem parece ser farmacêutico, o balcão de atendimento dá directamente para a rua, aliás prática quase generalizada.

Excepção para a Farmácia Salcete, na 18 de Junho, a rua principal da capital um tanto à maneira duma Rua Augusta, (onde se encontram as principais lojas, incluindo as de marcas), obviamente muito menor, mas com o trânsito diabólico que vigora em Goa – e no resto da Índia. Na minha rua, que já vos disse onde fica, existe outra, modernaça, mas em contrapartida com muitas faltas de mezinhas. Porém com donos simpatiquíssimos, dando logo a entender que são goeses, até nos pedidos de desculpas pelas carências nas prateleiras.

Porém, já me alonguei demasiado; volte-se então à farmácia já citada no prédio onde abundam os consultórios médicos. Quem nos atende fala um português fluente, obviamente como sotaque local. Mas o outro farmacêutico e a senhora idem também se expressam na língua de Camões e de Pessoa, ou seja a nossa. O Dr. Zito Menezes que os conhece bem aponta o primeiro e diz, sorridente, este é dos nossos. Zito é sportinguista ferrenho, eu sou-o também, mas mais moderado e portanto o farmacêutico também é leão, o que confirma de modo assaz tímido.

Embora havendo quórum não se realizou uma assembleia-geral verde e branca; os dois restantes elementos da farmácia não se pronunciaram sobre a cor clubista e a minha esposa é… lampiona.  Lá se compraram os medicamentos e despedimo-nos dos camaradas com saudações leoninas. Se o famigerado Bruno ali estivesse – o que felizmente não acontecia – ficaria de cara à banda ao ver essa manifestação sportinguista.

Já conhecia a famosa Confeitaria Italiana verdadeira demonstração viva do sportinguismo; na parede está pintado o emblema do Sporting Clube de Goa, igualzinho ao nosso, só que com um G em vez do P. De confeitos, bolos, bolachas não tem nada; já de vinhos e outros álcoois não falta nada. Por decreto do Bento Miguel, seu proprietário ali só se pode falar do verde-e-branco. Ai de quem o fizer. A multa não está afixada na porta, mas é melhor ter cuidado. E logo me salta à memória a Maria José Valério com o cabelo pintado de verde: “Viva o Sporting! Quer se possa ou não se possa, a vitória será nossa…”

Entretanto, no Dragon aconteceu a desgraça dos 3-0, seguido por outros desastres, qual deles pior do eu o antecessor: nem fui à Confeitaria, mas contaram-me depois que parecia um funeral. Não gosto deles; o último a que irei, será o meu e muito obrigado…



MEMÓRIAS



Neste dia, em 2010, morre Jean Ferrat, cançonetista francês

quarta-feira, 11 de março de 2015

CONTÁGIO

Cavaco. "Dá-me vontade de rir quando imaginam que vim defender qualquer perfil para Presidente"

dos jornais

Será do contágio das vacas leiteiras açorianas, quando vistas de perfil?

MEMÓRIAS


Neste dia, em 1992, morre Richard Brooks, realizador e produtor norte-americano

terça-feira, 10 de março de 2015

MEMÓRIAS


Neste dia, em 1932, morre John Philip de Sousa, compositor e maestro norte-americano, de origem açoriana, autor da Marcha Oficial dos EUA

COITADOS

Reformas dos ex-administradores do BES 

ficam no banco mau

por LusaOntem


Decisão foi tomada pelo Banco de Portugal e a anunciada hoje, durante apresentação de contas do Novo Banco.


Isso não se faz! A não ser que o Estado se comprometa a dar-lhes cama, mesa e roupa lavada.

segunda-feira, 9 de março de 2015

O PRÓXIMO PR - 3

Descoordenação na produção deixa Ramos-Horta fora de programa da RTP

Caso insólito aconteceu na passada quinta-feira de manhã: o ex-presidente de Timor e prémio Nobel da Paz teve de esperar alguns minutos para ser encaminhado para o estúdio do programa "Bom dia Portugal" e acabou por decidir abandonar as instalações da RTP. 

Expresso online


Um candidato a menos na corrida à presidência da República: o responsável do programa, ignorante em relações internacionais (ou de mera cortesia?)

O PRÓXIMO PR - 2



A tentar descobrir, no meio da multidão anunciada, rodeada de cagarras e vacas a sorrir, o próximo PR
Talvez fosse preferível espreitar por um periscópio de um dos submarinos do Paulinho

(foto gamada algures)

CAVACO (LIDO)

(...)
Cavaco Silva, concretamente, já não tem remissão possível: se fica longas temporadas invisível ou em silêncio (o que o país agradece), revela a sua absoluta irrelevância, conquistada por exclusivo mérito próprio; se resolve mostrar-se e abrir a boca, cai~lhe irremediavelmente em cima a irritação e o desprezo de um povo que já não o suporta e que, se pudesse, o despachava de vez já este fim-de-semana.
(...)

Miguel Sousa Tavares, in Expresso do dia 7.

O PRÓXIMO PRESIDENTE

Cavaco Silva "quer" que o próximo PR seja um entendido em relações internacionais de modo a que, como ele diz que sempre fez, possa defender os interesses nacionais junto dos seus pares por esse mundo fora com os resultados palpáveis que todos conhecemos e que não vale a pena enumerar.
Cavaco deverá ser frequentador do programa A Quadratura do Círculo. O da semana passada tinha Seixas da Costa no lugar de Jorge Coelhone por razões que me escapam (não o vi desde o início). E deve ter ficado impressionado com o "comentador", que não se recorda de conhecer de lado nenhum (isso digo eu) e disse para a consorte, a dona Maria: "é este; amanhã vou perguntar ao Nunes Liberato quem é o sujeito". E diz-lhe o Liberato:  "Presidente, esse não, que é muito chegado ao PS". "Ora bolas, mas então arranje um parecido, desde que alaranjado". Dizem que o Liberato deverá ter metido baixa, pois está incontactável. 

CAVAQUICES

O excelso PR parece querer excluir putativos candidatos à sua sucessão. E alguns já enfiaram o boné, afirmando que se encontram nas circunstâncias. Eu, se fosse a ele, diria, já, quem deverá ser o seu sucessor. E que tal alterar a Constituição no sentido de permitir mais que dois mandatos sucessivos? Eu votava a favor e exigia que o senhor se recanditasse. Melhor não poderia ser. Em alternativa, proponho a dona Maria como candidata, com o senhor Silva como chefe da Casa civil. 
Sugiro uma petição pública sobre o assunto.

domingo, 8 de março de 2015

DA LÍNGUA

França diz que podem haver 10 mil europeus no Estado Islâmico em 2016


TSF on line

"Isto" terá sido escrito por um jornalista ou foi o segurança que meteu o bedelho onde não devia ?

MEMÓRIAS


Neste dia, em 1714, nasce Carl Emanuel Philipp Bach, compositor alemão

DIA

Hoje é Dia Internacional da Mulher.
E o Homem não tem direito a um Dia?

sábado, 7 de março de 2015

ÉVORA, CAMPEÃO




Nelson Évora, campeão Europeu de triplo-salto.
Parabéns!









CAVAQUICES

Cavaco Silva reduz dívidas de Passos Coelho a "lutas político-partidárias"

por DN.pt com LusaHoje61 comentários
Cavaco Silva reduz dívidas de Passos Coelho a "lutas político-partidárias"
Fotografia © Nuno Pinto Fernandes/Globalimagens

Presidente da República não quis comentar a dívida do primeiro-ministro à Segurança Social por estar "acima das polémicas dos partidos". E realçou que já "cheira a campanha eleitoral".

DN online

O homem não se enxerga?


MEMÓRIAS


Neste dia, em 1875, nasce Maurice Ravel, compositor francês

AUTOMÓVEIS

O modelo Isabella é um dos automóveis mais elegantes que a indústria alemã produziu até hoje




A Borgward vai regressar ao fabrico de automóveis.

(Na foto o modelo Isabella, dos anos 50 do século passado.

(Fonte: Expresso online)

sexta-feira, 6 de março de 2015

LIDO


Perfeitamente invulgar

por FERNANDA CÂNCIOOntem
Faz quatro anos que Passos recebeu, em biografia, o cognome de Um Homem Invulgar. Assinada por Felícia Cabrita, a obra dá-nos a saber o que o atual PM queria que dele soubéssemos à beira das legislativas.
Por exemplo que quando saiu do parlamento, em 1999, "tinha direito à subvenção vitalícia, mas abdicou". Um deputado só podia pedir a subvenção vitalícia a partir dos 55; Passos tinha 35. O que pediu - e recebeu - foi o subsídio de reintegração, de 60 mil euros. Factos sobre os quais a biografia é omissa, citando antes o encómio de Marques Mendes - "Ficou sem rendimentos e foi trabalhar e estudar. É extremamente sério" - e acrescentando: "Sem ficar refém de quaisquer interesses, passa a viver como qualquer estudante-trabalhador com família." Esforçado como é, porém, na página seguinte (152) já tem emprego. "Trabalha agora na Tecnoforma, empresa de recursos humanos vocacionada para a formação na área dos petróleos, onde começara do nada até chegar a consultor."
Curioso Passos ter "começado do nada" na empresa de Fernando Madeira, o mesmo que em 1996 o convidara para presidir a uma organização denominada Centro Português para a Cooperação. O CPPC, do qual Marques Mendes também fazia parte, tinha, explicou Madeira numa entrevista à Sábado em maio de 2014, o objetivo de "explorar as facilidades de financiamentos da UE para projetos nos PALOP". Sabe-se que o atual PM se esqueceu de colocar esta invulgar ONG - que teria a Tecnoforma como principal "mecenas" e visaria canalizar dinheiros europeus para projetos em que a empresa participasse - no seu registo de interesses como deputado; recentemente, afetou até não recordar se auferira alguma coisa pelos seus serviços. Natural pois não a ter mencionado à biógrafa, que no mesmo capítulo exalta a epopeia da candidatura autárquica, em 1997, na Amadora: "É uma batalha impossível, mas ele parte sempre do princípio contrário. (...) Paulo de Carvalho (...) é o mandatário. Com ele voa para Cabo Verde. (...) O cantor recorda essas andanças: "Ele acreditava no que defendia, e andou numa roda-viva. Até falou com o Presidente da República e outros políticos para ver se eles também podiam ajudar na melhoria de vida dos seus conterrâneos [os habitantes do bairro da Cova da Moura, subentende-se]."" Madeira, do qual o livro não reza, tem outra versão da viagem: ocorreu no âmbito do CPPC. E do cantor diz: "Apareceu no aeroporto de Lisboa. Acho que foi também para desbloquear, mas dá-me a impressão de que havia uma segunda agenda entre eles. Em Cabo Verde, depois das reuniões, eles foram para outro lado." Como, atesta Madeira, "as despesas que envolviam os custos do CPPC eram todas pagas pela Tecnoforma" e Marcelo, então líder do PSD, garante na biografia que "o partido estava completamente falido, o homem teve de fazer uma campanha sem recursos", teme-se que o PM tenha de vir a acrescentar às confessas imperfeições campanhas eleitorais acima das suas possibilidades.

Fernanda Câncio, in DN