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terça-feira, 3 de dezembro de 2013

OS PÂNDEGOS

REFER admite erro em email que serviu para anúncio de investimento já feito

03 | 12 | 2013   19.15H
A REFER admitiu hoje ter havido um erro no email que Emídio Gomes, presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Norte, revelou como estando na base do anúncio do investimento de 35 milhões de euros na linha do Minho.
O presidente da Comissão de Coordenação da Região Norte (CCDRN) entregou hoje um email a vários jornalistas que lhe havia sido enviado pelo presidente da REFER, Rui Lopes, onde, segundo Emídio Gomes, era possível perceber que existiam 35 milhões de euros destinados a uma primeira fase de investimento na Linha do Minho.
Este esclarecimento surgiu depois de, na segunda-feira, Emídio Gomes ter anunciado no fim de uma reunião com o presidente da Xunta da Galiza, Núñes Feijóo, que tinham sido desbloqueados 35 milhões ainda dentro do atual quadro comunitário de apoio para investir na ligação Porto-Vigo, "ainda no primeiro semestre de 2014".
Destak

Estes gajos, para além de incompetentes, são uns pândegos. Que estará a pensar o Feijóo de tudo isto? Ou ele já sabe do que a casa gasta?

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

INCOMPETENTES?

Vai por aí uma barafunda por causa das máquinas, de que o mercado não dispõe, que devem emitir facturas, e a que ninguém escapa, ao que parece. Resta saber como vai ser nas roullotes das bifanas e couratos, na feira de Custóias e outras e na berma das estradas, como na zona da Póvoa de Varzim. "Duas couves galegas, dois quilos de nabos e um saco de batatas, com factuta, se faz favor". "Ó amigo, vá ali ao vizinho, que minha internet foi abaixo !".

Foi criado um Balcão Nacional de Arrendamento que não pode funcionar já, como era previsto, porque faltam umas quantas portarias e a fixação do seu quadro de pessoal. Nada de grave, portanto.

As empresas estão à rasca para processarem os vencimentos de Janeiro, uma vez que não sabem como vai funcionar essa coisa do pagamento dos subsídios de férias e de Natal. Também não conhecem ainda a tabela de retenção de IRS, mas isso agora não interessa nada.

Será que esta tropa fandanga que é suposto governar-nos sabe o que está a fazer para além da leitura atenta da cartilha da troika? Estes gajos alguma vez levantaram o cu dos cadeirões para conhecerem o país em que vivem?

Já começa a faltar pachorra para tanta incompetência.

sábado, 4 de agosto de 2012

INCOMPETENTES

Na passada quinta-feira referi-me à incompetência dos "avaliadores" das Fundações, nomeadamente no que à Gulbenkian se refere, que ainda não reagiu, tanto quanto sei. Agora, segundo o Expresso, a Universidade de Lisboa reagiu, em carta aberta do seu reitor ao primeiro-ministro, como se pode ler.
E a rapaziada continua a facturar...


"Em carta aberta dirigida ao primeiro-ministro, o reitor da Universidade de Lisboa considera que avaliação negativa recebida teve por base "critérios, ponderações e dados duvidosos ou incorrectos".

A pontuação foi "apurada com base em critérios, ponderações e dados duvidosos ou incorrectos", considera o reitor da Universidade de Lisboa, a propósito do relatório de avaliação onde a Fundação Universidade de Lisboa (FUL) mereceu pontuação negativa: 7,8 em 100 pontos possíveis.


Em carta aberta dirigida ao primeiro-ministro, o reitor António Sampaio da Nóvoa começa por afirmar que "foi com enorme surpresa" que a FUL "tomou conhecimento" do relatório, "através da comunicação social", para em seguida enumerar alguns dos dados que denuncia como errados e para contestar vários dos parâmetros avaliados.

António Sampaio da Nóvoa nega que o valor de 12.617.733 euros corresponda ao total de apoios financeiros recebidos: "A FUL recebeu efectivamente zero euros", escreve. A verba referida, diz, resulta na verdade "de candidaturas a projectos de investigação nacionais e internacionais".

Em relação, por exemplo, à caracterização do valor patrimonial inicial da FUL, o reitor afirma que o relatório refere "zero euros quando, na verdade corresponde a 12.500 euros". Na carta acrescenta que o valor do património em 2010, identificado como 14.470 euros, está também errado: "corresponde a 949.464 euros".

Fundação não se revê na avaliação recebida

Contestando várias das pontuações zero recebidas, nomeadamente nos critérios "pertinência/relevância", "previsão de reversão do património, em caso de extinção" e "alinhamento das principais actividades desenvolvidas no triénio 2008/2010", o reitor da Universidade de Lisboa considera que "menos ainda se pode aceitar a pontuação de zero na 'nomeação dos membros do órgão de administração' já que este é composto por membros da própria Universidade de Lisboa, não auferindo qualquer remuneração ou suplemento remuneratório".

António Sampaio da Nóvoa termina dizendo que "a FUL não se revê minimamente na avaliação que foi realizada e na pontuação final obtida" e solicita a "reponderação da avaliação", de modo a serem minimizados "os prejuízos causados à imagem da Fundação e da própria Universidade de Lisboa".


Recorde-se que, das 190 fundações avaliadas pelo Governo, 96 tiveram uma pontuação abaixo dos 50 pontos


O resultado da avaliação governamental às fundações sujeitas a um censo obrigatório, lançado no início do ano, visa servir de base à extinção de "algumas dezenas de fundações", segundo o Governo, que remeteu para mais tarde o número certo ou os nomes das fundações visadas. "








quinta-feira, 2 de agosto de 2012

INCOMPETENTES

O governo, e bem, anda a inventariar as milhentas fundações que proliferam por aí, a maioria das quais devia fechar, não para obras, mas definitivamente. E muitas delas deveriam repor o que indevidamente receberam dos cofres públicos durante anos, e durante anos foram um saco sem fundo de lucros desviados do fisco.
Mas catalogar a Gulbenkian como uma Fundação de direito público não lembraria ao careca (parafraseando o Marcelo). Mas lembrou a um qualquer inteligente, um qualquer jota licenciado pela Lusófona, daqueles que pululam nas assessorias ministeriais. Julgo que qualquer regedor de uma aldeola das Beiras ou do Alentejo saberia, nos tempos em que havia regedores, que a Gulbenkian foi fundada por um senhor originário da Arménia, que aqui caíu (em princípio, de passagem) no pós-guerra e, graças a Azeredo Perdigão, e contra a vontade de Salazar, deixou boa parte da sua fortuna para fundar a dita Fundação. Mas os jotinhas conhecem lá o nome Calouste  Gulbenkian ou de Azeredo Perdigão! Nenhum deles leu livros que as carrinhas transportavam pelo país aldeão, que aí deixavam até à próxima passagem, para serem recolhidos, depois de lidos pelos poucos que sabiam ler. Alguns dessess jotinhas já terão entrado num dos auditórios carregando a pasta do ministro, do secretário de Estado ou de um dos outros assessores em sessão solene ali havida. E, muito provavelmente, nem sequer deram uma olhadinha aos fabulosos jardins da sede.
Analbabetos, incompetentes e, quiçá, imbecis. Se calhar, muitos deles nem sabem o que é uma fundação, isso digo eu.



sexta-feira, 29 de abril de 2011

INCOMPETÊNCIA E/OU OPORTUNISMO?

Já em tempos escrevi aqui que não tenho opinião definitiva sobre o processo da avaliação de professores, que dizem querer ser avaliados mas nunca, que se saiba, os seus sindicatos apresentaram uma proposta concreta e credível.
A meio do ano lectivo, a oposição parlamentar, em bloco, "eliminou" o DL em vigor sobre tal avaliação. O PR, porque tivesse dúvidas, enviou o diploma para o Tribunal Constitucional, que o chumbou por, entre outras razões, invadir as competências do governo. A oposição parlamentar sofreu, no mínimo, um atestado de incompetência.

sábado, 27 de novembro de 2010

DAR A MÃO À PALMATÓRIA NÃO BASTA

Foi preciso o JN ter publicado o artigo a que me referi no post de ontem, sob o título "Não me lixem", para a Segurança Social do Porto vir reconhecer o engano e pedir desculpas. Quatro anos depois? E os incómodos e despesas em que o rapaz e os familiares incorreram, como são pagos? O dr. Luís Cunha tem que explicar as coisas tim-tim por tim-tim. Os cidadãos, novos ou velhos, ricos ou pobres, não podem estar sujeitos a erros grosseiros desta espécie, sendo certo que a gravidade é maior quando se trata de pessoas indefesas, como era o caso. São erros demasiado grosseiros para serem aceites sem uma explicação cabal e responsabilização de quem, ao longo de 4 anos, tratou do assunto. Estamos fartos de tanta incompetência e desleixo. Basta!