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sexta-feira, 12 de junho de 2015

AINDA A TROIKA?


Troika insiste que são precisas mais medidas para cumprir meta do défice

Comissão fala de "enfraquecimento do esforço de consolidação" em Portugal, enquanto o FMI diz que não é "viável" reverter medidas da troika sem controlar a massa salarial e a despesa com pensões.
Troika continua a não confiar nas metas orçamentais de Maria Luís Albuquerque ENRIC VIVES-RUBIO

pÚBLICO ONLINE

dESCULPEM LÁ, MAS A TROIKA AINDA ANDA POR AÍ, CONTRARIAMENTE AO ANUNCIADO HÁ MUITO COM A CELEBRADA SAÍDA LIMPA?
nÃO VOLTEM A MEXER NO MEU BOLSO!!!!

quarta-feira, 14 de maio de 2014

A TROKA ELEITORALISTA

 José Manuel Pureza, directo ao assunto e cristalinamente certeiro:

«Imaginem que uma confederação internacional de sindicatos marcava para o dia das eleições europeias uma sessão em Lisboa sobre o repúdio da austeridade como caminho para a Europa. Ou que uma plataforma de organizações não governamentais convocava para essa tarde, no Porto, uma sessão de solidariedade com as vítimas da catástrofe humanitária na Grécia. Ou ainda que um conjunto de artistas organizava nesse domingo um concerto de apoio à luta dos precários por um emprego com direitos e contra o abuso dos recibos verdes.
Assim fosse e era ver os líderes, sublíderes, aspirantes a líderes e jotinhas em bicos de pés, todos em uníssono a bradar pelo cumprimento da lei eleitoral, exigindo a proibição liminar de todos os actos públicos que interferissem directa ou indirectamente na liberdade de escolha dos eleitores. Ora sucede que se aqueles três cenários são óbvia fantasia, é a mais pura das verdades que o Banco Central Europeu, o Fundo Monetário Internacional e a Comissão Europeia entenderam organizar em Sintra, no dia das eleições, uma jornada de propaganda da receita de austeridade [que seguramente merecerá a mais ampla cobertura noticiosa]. O displicente "que se lixem as eleições" de Passos Coelho virou escárnio da democracia às mãos da troika. Para eles, que se lixem as eleições, que se lixe a lei, que se lixe a democracia, que se lixe o Estado português. Manda quem paga e quem paga manda que se faça um te deum de louvor à austeridade no dia em que ela está em juízo pelo povo.
A troika já tinha amarrado os partidos do seu arco à jura de terem um mesmo programa de governo e a envolverem-no numa camuflagem de discordância mínima. Depois, já os tinha vinculado por décadas ao cumprimento de uma legalidade superior - a do Tratado Orçamental. Verdadeiramente, a troika já tinha transformado o seu arco partidário numa coligação de facto. Não precisava, por isso, de aborrecer os seus líderes máximos com uma vinda à periferia para dar gás ao cânone da austeridade. Ter marcado viagem e alojamento a Draghi, a Lagarde e a Barroso para o dia em que o País, pelo voto, vai ter a oportunidade de avaliar pela primeira vez o verdadeiro programa de governo da grande convergência que é o arco do Tratado Orçamental já não pertence ao domínio da tática política de momento. Não, é outra coisa. É uma estratégia de humilhação do dominado pelo dominador. A mensagem da jornada de Sintra para o povo português é clara: "Pensas que escolhes? Pois desengana-te. Não há cá escolhas nem fantasias democráticas. Tu és devedor e devedor hás-de permanecer. E, por isso, essa coisa da democracia não se te aplica. Porque a tua única escolha é entre austeridade de manhã e à tarde ou austeridade de tarde e de manhã. Habitua-te."
O 1640 de que fala vibrantemente Paulo Portas é isto: os Filipes vêm a Sintra festejar a ocupação libertadora de Portugal. O grande alívio nacional com a saída da troika é a substituição dos mangas de alpaca que vêm de Bruxelas, Frankfurt e Nova Iorque para conferir as folhas de Excel no Terreiro do Paço pelos barões que realmente decidem o nosso destino. Passos Coelho e Paulo Portas estremecem de emoção com o "fim do protectorado". Pois bem, Portugal é hoje um território não autónomo sob mandato da troika. O que ela nos vem dizer, em Sintra, no Domingo em que votamos, são duas coisas muito importantes: a primeira é que milhões dos nossos votos não valem nada, o que vale é a carta de intenções que o Governo enviou ao FMI para poder anunciar uma saída limpa; a segunda é que o que está errado na expressão "saída limpa" não é [só] o adjectivo "limpa", é o substantivo "saída".»

Recebido por emal

sábado, 22 de fevereiro de 2014

A TROIKA E A DÍVIDA

A dívida pública atingiu no final de 2013 um recorde histórico ao registar 129% do PIB, segundo dados do Banco de Portugal (BdP) no seu Boletim Estatístico deste mês. O rácio é similar ao publicado, também esta semana, nos relatórios dos técnicos do Fundo Monetário Internacional (FMI) e da Comissão Europeia sobre os resultados da 10ª avaliação do andamento do plano de resgate. Apesar do pico histórico, a troika considera-a sustentável no médio prazo.

Expresso online


Não há dúvidas: a troika quer uma saída limpa, a sua.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

A TROIKA JÁ MANDA NOS TÚNEIS?

O túnel do Marão não abre nem fecha. Está lá. Parece que o assunto tem que estar resolvido até ao final do ano, isto é, esta semana.
Segundo o JN, se a coisa não se resolver já, em Janeiro terá que se pedir à troika o aval para fazer a alteração do contrato.
Isto está muito pior do que eu imaginava. O Passos, o Álvaro e o Gaspar já não mandam a ponta de um corno no país. Lamentável.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Quem votou na Troika?

Li hoje a seguinte notícia: "Troika quer dispensar trinta mil funcionários públicos". Ouço, também hoje, o seguinte: "Troika exige que o Governo diminua drasticamente as despesas do Estado". Há dias, a propósito da desistência da Nissan em instalar em Portugal uma fábrica de baterias para os carros movidos a electricidade, ouvimos um Secretário de Estado dizer que não era possível dar à Nissan quaisquer benefícios fiscais porque a Troika não deixa. Ora, é verdade que perante as dificuldades financeiras que se instalaram, em consequência da crise internacional para a qual não estava preparado, Portugal viu-se obrigado a recorrer à ajuda externa. Surge, então a falada Troika, que representa as três entidades que nos ajudam. E, se é certo que para sermos ajudados nos comprometemos a tomar determinadas medidas (o tal memorando de entendimento), não o é menos que Portugal é um Estado Democrático (pelos vistos"com falhas") que deve ser governado por um Governo representativo dos resultados eleitorais para a Assembleia da República. Que eu saiba, a Troika não ganhou eleições, porque até nem concorreu a elas, no entanto, pelos vistos, é quem governa por intermediação da coligação PPD/CDS. Mas, governa porquê? Quem votou na Troika?

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

AMIGOS DE PENICHE?

Quando, numa emergência, um amigo de confiança nos pede uns euros emprestados, um gajo empresta.
Os nossos "amigos" da troika "dão-nos" uma "ajuda" de 78 000 milhões, mas cobram-nos 34 000 milhões de juros, mais uns quantos milhões a título de comissão! Comissão?! Quem é amigo, quem é?