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terça-feira, 19 de junho de 2012

Uma vergonha: ninguém o mete na ordem


A seu belo prazer, Alberto João Jardim manda às malvas os compromissos que assumiu com o Governo da República  no âmbito do programa de ajustamento económico e financeiro que lhe impõe medidas para reduzir a despesa pública da Região Autónoma e sobretudo aqueles gastos desmesurados. Uma das medidas que teve de aceitar (muito suaves para as tropelias que o cavalheiro fez com o apoio da maioria dos madeirenses) foi extinguir o Instituto do Desporto da Região Autónoma da Madeira, organismo que gastava dinheiro “à tripa forra”, que omitiu facturas no valor de 18 milhões de euros e que deixou uma dívida de 50 milhões para nós, portugueses do Continente, pagarmos. Pois bem, sabe-se agora que o Governo Regional, através de resoluções aprovadas pelo seu conselho de governo, concedeu apoios financeiros e subsídios a clubes, incluindo os de futebol profissional, dos quais o Marítimo foi o mais beneficiado. Ora, isto já não é só falta se incumprimento de medidas acordadas, mas…, vigarice. Como é possível atribuir subsídios através de um organismo que já não existe? E então, quem vai pedir responsabilidades a Jardim, quer políticas, quer mesmo responsabilidades pessoais de âmbito criminal? E o que dizem disto o primeiro-ministro e o venerando Chefe de Estado? Nada, como de costume. Mas os portugueses não podem ficar calados e têm que dizer basta! É inconcebível e até desumano que, numa altura em que se cortam subsídios de férias e de Natal a muitos portugueses, que se aumentam as taxas moderadoras, que se aumentam os impostos sobre bens essenciais de consumo, no fundo, que se empobrece o país e os portugueses, que se gastem dinheiros públicos no futebol profissional. Não pode ser. Não pode a Madeira gastar milhões, que não tem, em clubes profissionais, à custa do sacrifício de muitos portugueses para quem o dinheiro nem sempre chega para comer. 

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

A LUTA CONTINUA

Jardim lança um concurso para as festividades do fim de ano na Madeira, concurso que é anulado por uma qualquer razão que me escapa. Faz um ajuste directo com, coincidência, uma empresa que já levou a efeito o evento em anos anteriores que, também por coincidência, é de um antigo dirigente do partido do Alberto João, e cobra um preço superior àquele com que se tinha apresentado ao concurso.
Na Madeira, a luta continua e o Gaspar diz que o assunto só diz respeito ao governo da região. O Alberto João continua a rir-se a a cagar-se para os cubanos e para os governantes que lhes sairam em sorte.
Um pormenor de somenos: que como não há carcanhol, a conta é só para pagar no próximo ano. Suspeito que a factura também só é emitida para o ano. O seu valor deve incorporar o atraso...

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

INCORRIGÍVEL

Anda o governo a tentar cortar feriados e dias santos (a bem da produtividade, dizem-nos) e o Alberto João dá tolerância de ponto na Madeira para que todos possam assistir, nem que seja pela televisão, à posse do seu governo! O tio Alberto não muda e afronta o governo do seu (?) partido. E o Álvaro e a sua rapaziada não dizem nada? Nem um suspiro?

domingo, 9 de outubro de 2011

E O VENCEDOR É....

...Alberto João Jardim, como se esperava e se impunha.
Na Madeira, a tradição ainda é o que era.
40% dos eleitores não quiseram (ou não puderam, por falta de transporte "oficial") ir votar.
O CDS, obtendo um bom resultado, não alcançou o objectivo, que era forçar uma coligação com o PSD-M, sem AJJ.
Do PS é melhor não falar, tal o desastre. Seguro, pouco seguro, veio (tardiamente) mandar uns bitaites cujo alcance não atingi.
Passos Coelho (ainda?) não se pronunciou sobre a coisa e receio que tenha dificuldade em emitir opinião.

Quem deve ir dormir muito mal esta noite é o ministro Gaspar, que tem que inventar uma qualquer solução para tapar o colossal buraco do Alberto João, que não vai querer contribuir nem com uma pá que seja.