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segunda-feira, 4 de maio de 2015

A Justiça e o pior dela...., a ministra...

A Justiça em Portugal, é o que se sabe: “está nas ruas da amargura”. Há pessoas presas que, dizem os entendidos, deviam estar em liberdade e há outras que andam em liberdade e deviam “estar dentro”. Há casos, como o do BPN, que apesar do impacto que teve na Opinião Pública e do prejuízo que causou aos cofres do Estado, está completamente parado e os presumíveis infractores andam em completa liberdade; e outros que não estando sustentados em factos absolutamente concretos levam à detenção, “às pinguinhas” de cada vez mais suspeitos (?).
Mas, para mim, o pior da justiça está personificado na ministra da dita. Ela que é loira mas não é burra, nem, como diz a letra da canção, tem preguiça de pensar, sabe que a populaça tem sede de justiça popular, sobretudo se o suspeito em causa cometeu um crime considerado hediondo, como por exemplo a pedofilia. Quem não viu e ouviu uma pequena multidão de pessoas à porta de um tribunal a pedir que lhe entreguem o suspeito?
Ora, se há coisa que a ministra Paula sabe fazer, e bem, é demagogia. Daí o continuar a teimar naquela ideia disparatada das listas de pedófilos. Sabe que uma coisa daquelas cai bem na tal populaça, sobretudo agora que estamos próximos de eleições. Ah, e sabe também que havendo eleições à vista vão elaborar-se listas de candidatos a deputados. Quem se atreve, então, a votar contra e arriscar-se a ficar de fora?
Esta loira não pára de fazer maldades!  


domingo, 8 de fevereiro de 2015

MARCELO DIXIT

Paula Teixeira da Cruz fala "muito, muito, muito" e foi "impulsiva" ao sugerir na TSF a legalização da venda de drogas leves em farmácias. "Falar a título pessoal? Não sei o que é isso..."

Comentando a atualidade política semanal na TVI, o professor considerou que a ministra da Justiça não pode falar a título pessoal sobre matérias que estão na sua jurisdição como membro do Governo. "Falar a título pessoal? Não sei o que é isso..."
Fonte: Dos jornais


Pois. Entretanto, Passos Coelho vem dizer que o assunto não está em cima da mesa e que a ministra falou a título pessoal.
Tal como Marcelo, também pergunto: que é isso de falar em nome pessoal? Os membros do governo andam à solta?

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

A má justiça e a arrogância do costume

A ministra da Justiça apresentou o novo mapa judiciário e, fazendo jus à canção que diz: “loira não é burra, tem é preguiça de pensar”, a loira Paula Teixeira da Cruz, ministra da Justiça, prevendo contestação ao novo mapa, resolveu, entre duas ou três banalidades, arranjar um argumento para ela de peso, dizendo que encerravam apenas vinte tribunais enquanto o PS tencionava encerrar quarenta. Não é insólito o governo justificar uma medida polémica com o argumento de que a oposição faria pior, e menos ainda que esconda o que ela tem de pior. A loira não explicou que para lá dos vinte tribunais que fecha vai transformar outros vinte e sete naquilo a que chama secções de proximidade que não serão mais do que uns escritoriozinhos de representação ou, pior ainda, uma espécie de “correspondentes de…”, que antigamente funcionavam em algumas tascas das aldeias do interior. E mais, também não explicou essa coisa das secções de instância central e das secções de instância local que pode levar a que um cidadão de uma pequena localidade possa vir a ter que tratar, relativamente ao mesmo caso, do processo crime, numa localidade, e do consequente processo cível, noutra, ambas a vinte ou mais quilómetros de distância. Enfim, uma reforma feita em cima do joelho, sem dar ouvidos a quem poderia dar ajuda, nomeadamente às autarquias. A arrogância do costume!

sábado, 19 de novembro de 2011

A senhora ministra não tem vergonha?

Nos últimos dias a ministra da Justiça tem estado na berlinda, por maus motivos. Mas passou das marcas o facto de ela ter dito numa entrevista que deu à TV I que Duarte Lima podia mesmo ser extraditado para o Brasil. A reacção de diversos juristas, alguns deles com relevância na praça forense, não se fez esperar. Desmentiram-na, sendo que alguns deles deram a entender que a ministra tinha dito um disparate. Ó senhora ministra, não tem vergonha? Se tiver, só lhe resta um caminho, sabe qual é, não sabe?... Adeus.