Neste dia, em 1941, nasce Plácido Domingo, tenor espanhol
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
terça-feira, 20 de janeiro de 2015
MEMÓRIAS
Neste dia, em 1920, nasce Federico Fellini, realizador italiano
e...
...em 1993, morre Audrey Hepburn, actriz norte-americana
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
domingo, 18 de janeiro de 2015
sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
CONTRIBUTOS EXTERNOS
Malditos números económicos
Por Antunes Ferreira
Quando o actual (des)Governo anunciava que tudo ia correndo
no nosso país sobre esferas cada vez mais oleadas, aparece um
desmancha-prazeres a dizer que não é bem assim, antes pelo contrário. E, para
cúmulo, o autor do “crime” é o mesmo e fá-lo há algum tempo. Antevejo que para
Coelhos & Portas trata-se de minudências ocasionais, sem significado para a
conjuntura que é sólida; mas, noutro registo, ela também assim era: os dois
“actores” e o “compère” Cavaco garantiram a solidez do BES e foi o que se viu
Uma vez mais transcrevo notícia publicada na comunicação
social, contrariando alguns que me lêem – e sem veleidades retóricas - ainda
são bastantes. Tenho sido acusado de recorrer em demasia ao que se escreve e
diz na maioria dos órgãos, em detrimento da exposição da minha opinião pessoal.
No entanto, creio que citar as fontes possíveis e as que considero melhores é
procedimento de que me não envergonho e que por isso julgo ter cabimento. Cito,
pois, os dados divulgados pelo Banco de Portugal.
“A actividade económica em Portugal voltou a cair em Dezembro, descendo
0,9% em termos homólogos e mantendo-se em terreno negativo pelo quinto mês
consecutivo, segundo indicadores divulgados hoje pelo Banco de Portugal (BdP).
De acordo com os Indicadores de Conjuntura hoje (sexta-feira) revelados
pelo banco central, este valor é semelhante à descida registada em Novembro,
mas a actividade económica vinha a desacelerar desde Janeiro, quando o
indicador ainda estava em terreno positivo, fixando-se nos 1,1% de evolução
favorável.
Em Agosto o indicador virou a tendência e passou para
o negativo, então para -0,2%.
Os indicadores hoje divulgados dão conta também de uma
ligeira diminuição no consumo privado, com o indicador coincidente a fixar-se
nos 1,2% em Dezembro, contra os 1,5% do valor registado em Novembro.
No que se refere ao sentimento económico este sofreu
uma ténue evolução positiva, de 102,3 pontos para 102,4 pontos” (fim de citação)
Ora bem. No
dia anterior, ainda que de forma rebuscada Luís Marques Mendes, a propósito da
falta de aplicação do “estatuto remuneratório igual” veio informar no final do
Conselho de Ministros que o “mais alto magistrado da Nação” (a expressão que
aqui uso não e a do (des)governante, é minha ainda recordando amargamente os
tempos salazarentos…Mas, pelo andar da carruagem…) ainda não o promulgara.
Sejamos claros: o (des)Governo, que é bom, sacode a água do capote para cima do
utente do palácio de Belém. Pelos vistos não é o só o Banco de Portugal que é
um desmancha-prazeres; Cavaco também o é.
De supetão
ocorre-me a famosa afirmação de C. Silva quando primeiro-ministro, a propósito
da actuação do Tribunal de Contas então presidido por Sousa Franco: “força de
bloqueio”. Na altura, eu trabalhava lá e posso dizer, sem receio de
desmentidos, que a coisa foi recebida com bastantes sorrisos de comiseração e
desdém. E o Presidente do tribunal não aparentou ter-se incomodado muito. Tão
próximo como eu era dele, posso ainda garantir que foi assim.
Porém,
voltando aos indicados de Conjuntura, reitero que não sou economista muito
menos fiscalista, mas confesso que aprendi disso o q.b. com a minha passagem
pela Faculdade pelo TdeC e pelo Ministério das Finanças. Donde, creio que a
opinião que tenho não é de todo despicienda. Mas, tenho de acrescentar que a linguagem
usada pelos especialistas destes dois ramos é normalmente um tanto hermética,
(há, até, quem diga que é cabalística, mas não se deve ir tão longe…) logo
difícil de compreender pelo cidadão comum.
Não é,
felizmente, o caso. Os dados divulgados pelo Banco de Portugal são lineares –
porque são numéricos e as percentagens que deles decorrem logicamente também o
são. A não ser assim, poder-se-ia afirmar em tom popular que “a lógica é uma
batata” e a ”a Economia é um saco de gatos… Um ano tem 12 meses, de acordo com
o calendário por que nos regemos, isto é o gregoriano. E a ordem dos meses
´”curiosamente” sempre a mesma; o que quer dizer (mero exemplo…) que a Novembro
segue-se Dezembro e logo surge Janeiro e por aí fora num
círculo ininterrupto.
Portanto não
é difícil fazer-se comparações entre os mesmos meses de anos diferentes
partindo-se do mesmo princípio: a 2013 segue-se…2014 e a este… 2015.
Ultrapassado este período humorístico, aliás digno do Monsieur de La Fontaine,
é de fácil interpretação o divulgado pelo BdP: cinco meses consecutivos dos
valores da actividade económica sempre em terreno negativo têm vindo a decair
face aos números de 2013. Naturalmente em comparação com os homólogos de há
dois anos. Mais uma mentira da “dupla maravilhosa” que chefia o (des)Governo,
seguida pari passu pelo suposto PR. Os três heróis da fantasia referem-se
indubitavelmente ao crescimento da Economia. Para isso (e desta feita segundo o
Amigo Banana) teria de aumentar a actividade económica - e maldita diminui. Já
não se pode confiar em nada. E nem em ninguém…
quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
SÉRGIO MONTEIRO
Agindo no sector privado, Sérgio Monteiro contrata um swap, o que não é grave. Depois, na pele de governante compra esse swap, o que já parece grave, uma vez que quem vai pagar são os suspeitos do costume: os contribuintes.
E assim continuamos, a Bem da Nação.
E assim continuamos, a Bem da Nação.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
MEMÓRIAS
Neste dia, em 1957, morre Humphrey Bogart, actor norte-americano
e...
...em 2006, morre Shelley Winters, actriz norte-americana
e, ainda...
...em 2011, morre Susannah York, actriz inglesa
sábado, 10 de janeiro de 2015
MEMÓRIAS
Neste dia, em 2007, morre Carlo Ponti, produtor e realizador italiano, que foi casado com Sofia Loren
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
CONTRIBUTOS EXTERNOS
JE SUIS CHARLIE
Antunes Ferreira
Não hesitei em trazer aqui um acontecimento horrendo que
aconteceu ontem ( na quarta-feira) em
Paris: o massacre de 12 (doze!) pessoas numa reunião que decorria no Charlie Hebdo um jornal humorístico,
por vezes pesado da capital de França. Sabendo que corria o risco de
transformar –ainda que episodicamente – a nossa Travessa, publico este
comentário. Quem discordar da opção ataque-me, insulte-me, abomine-me; tenho as
costas largas e estou habituado a esses procedimentos.
Os alegados culpados, à hora em que escrevo este texto,
estão a ser procurados por mais de dois mil gendarmes e militares, mas ainda
não foram encontrados. Insha’Allah (Oxalá) o sejam para que o crime não fique
impune. E não se trata aqui da pena de talião – “olho por olho, dente por
dente” máxima pela primeira vez escrita no Código de Hamurabi 1.700 a C. Nada disso;
é apenas reprovar alto e bom som o miserável ataque contra a liberdade da
informação, contra a Liberdade, contra a República, contra a França; em suma
contra a Democracia e contra o Mundo.
Fui católico, mas curei-me. A frase que, de tantas vezes
disse e escrevi, já se transformou em calina; viral, como hoje se diz no
politicamente correcto, na infoesfera, onde quer que seja. Mas respeito todos
credos, todas as religiões com excepção da única que prega a guerra (santa?), a
muçulmana. Ainda que no Alcorão não se fale dela, jihad, os ditados do único
profeta de Alá, são bem expressivos; nelas é
descrita como um esforço que os muçulmanos fazem para levar a teoria do Islão a
outras pessoas. E
ainda «Está
escrito segundo a autoridade de Abu Huraira que Maomé disse: ‘Aquele que morreu
mas não lutou no caminho de Alá nem expressou alguma determinação por lutar,
morreu como morrem os hipócritas» (Sahih Muslim 2:4696).
Entre os doze
mortos encontrava-se um homem que conheci e se tornou meu Amigo: Georges Wolinski.
Inclino-me perante ele como o faço em relação aos outros abatidos. Era um homem
bem disposto, cartunista de alto gabarito. Humorista brilhante, por vezes acre
e acintoso, mas na verdade para mim um Amigo. Foi vítima da denúncia que fazia sobre as práticas da
bestialidade cometidas pelos muçulmanos radicais.
Os prováveis
assassinos, cujas crueldade, fanatismo e brutalidade andam a para com a
ignomínia, neste momento em que escrevo (quarta-feira, 8) ainda não foram
capturados (Incha’Allah, oxalá, eu o sejam para que cumpram a pena por que
sejam julgados em tribunal e não na rua. De resto os bandos terroristas do
chamado “Estado Islâmico já lhes chamaram “heróis” De nacionalidade francesa
são bem o exemplo dos que mordem a mão que os alimenta.
No
século IV a C o estratega (go?) Sun Tzu /Tse escreveu A Arte da Guerra (um tratado militar) do qual consta que a finalidade da guerra é
matar o inimigo. Com o seu carácter sentencioso, Sun Tzu
forja a figura de um general cujas qualidades são o segredo, a dissimulação e a
surpresa. Acredita-se que o livro tenha sido usado por diversos estrategas
(os?) militares através
da História como Nguyen Giap, Mao Zedong w até Napoleão. Nele se basei a guerra
de guerrilha. Os criminosos de Paris assim procederam
para consumar a sua loucura vingativa, alegando, tanto quanto se sabe, que o
jornal atacava repetidas vezes Alá, o Alcorão e Maomé. Uma nova cruzada? Não
sei.
Mas, recordo
Amim Maaluf que escreveu em França (obviamente sem censura) “As Cruzadas vistas
pelos Árabes”. Maalouf é um escritor libanês. É membro da Academia Francesa desde 2011 . Recebeu entre outros o Prix des Maisons de la Press, o Prémio
Goncourt 1993 e o Prémio Príncipe das Astúrias na categoria Letras. E que me conste a sua
isenção não lhe permite advogar a guerra (santa?).
O cerne do problema está na circunstância dos criminosos
viverem entre nós, usarem os mesmos transportes públicos, comerem nos mesmos
restaurantes. E dando de barato que há “muçulmanos bons” e “muçulmanos maus”
como poderão ser reconhecidos? Usando um letreiro colado na testa: BOM –
MAU? Não sei responder a estas questões
verdadeiramente angustiantes. Sei, sim que também JE SUIS CHARLIE, afirmação
que corre por todo o Mundo, exemplo de solidariedade com os que, inocentes,
pagaram com a própria vida a defesa da Liberdade
quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
quarta-feira, 7 de janeiro de 2015
TÍTULOS
Paris/Atentado: Isabel II enviou "sinceras condolências"` às vítimas
Título de notícia online da Visão
E as vítimas terão recebido as "sinceras condolências"?
Não poderá (deverá) haver mais cuidado na redacção um título?
Título de notícia online da Visão
E as vítimas terão recebido as "sinceras condolências"?
Não poderá (deverá) haver mais cuidado na redacção um título?
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
COMO DIZ?
Buscas na PT: Pires de Lima espera que «justiça continue a funcionar»
Dos jornais
Importa-se de explicar aquele "continue", senhor ministro?
DA SAÚDE
Por falta de planeamento, de organização, de médicos, de enfermeiros e de demais pessoal, os doentes, após horas e horas de espera nas urgências dos hospitais, morrem nas macas espalhadas pelos corredores, sem que ninguém, salvo um familiar que os acompanhe, se aperceba, macas essas que são, em bom número, das ambulâncias que ali os conduziram e que, também elas, ficam paradas horas e horas sem possibilidade de prestarem serviço a quem dele carecer.
O SNS vai bem e recomenda-se, como se apercebe. Ouvi, num canal televisivo, que o ministro da pasta, Paulo Macedo, vai fazer, sobre o assunto, uma comunicação ao país na próxima quinta-feira. Que explicações irá dar o ministro? Que o tempo, para a época, esta um bocado para o frio e que a chuva tarda em chegar? Que as pessoas duram demasiado (como em tempos afirmou o venerável hoje chefe de Estado)? Que têm vícios perniciosos à saúde e que é necessário mudar de rumo? A capa da troika já não colhe. O ministro Macedo tem que assumir as suas responsabilidades, não bastando vir pedir desculpas aos doentes e familiares dos falecidos ou dizer que a partir de agora as coisas vão melhorar.
O SNS vai bem e recomenda-se, como se apercebe. Ouvi, num canal televisivo, que o ministro da pasta, Paulo Macedo, vai fazer, sobre o assunto, uma comunicação ao país na próxima quinta-feira. Que explicações irá dar o ministro? Que o tempo, para a época, esta um bocado para o frio e que a chuva tarda em chegar? Que as pessoas duram demasiado (como em tempos afirmou o venerável hoje chefe de Estado)? Que têm vícios perniciosos à saúde e que é necessário mudar de rumo? A capa da troika já não colhe. O ministro Macedo tem que assumir as suas responsabilidades, não bastando vir pedir desculpas aos doentes e familiares dos falecidos ou dizer que a partir de agora as coisas vão melhorar.
MEMÓRIAS
Neste dia, em 1993, morrem Rudolf Nureyev, bailarino russo, e...
Dizz Gillespie, trompetista de jazz norte-americano
domingo, 4 de janeiro de 2015
NOVOS CARDEAIS
Como esperado e cumprindo a tradição, Dom Manuel Clemente foi nomeado cardeal.
Cabo Verde (como outros países), teve o seu primeiro cardeal.
Parabéns a ambos (todos)
sexta-feira, 2 de janeiro de 2015
CONVERSAS EM FAMÍLIA
Não ouvi, ontem, a conversa em família, mas fazendo fé no que li nos jornais de hoje, parece que não perdi nada na chamada Mensagem presidencial de Ano Novo, um hábito a que já ninguém liga peva.
O homem está gasto, sem credibilidade, apostando, contudo, em proteger o "seu" desgastado governo, dizendo-nos, como o seu protegido, que o céu não está enublado, o que até é, meteorologicamente, verdade. "O Sol brilhará para todos nós" se o desejarmos! Só que no tempo manda um Pedro, que não é Coelho, e nem sequer o sôr Silva.
O homem está gasto, sem credibilidade, apostando, contudo, em proteger o "seu" desgastado governo, dizendo-nos, como o seu protegido, que o céu não está enublado, o que até é, meteorologicamente, verdade. "O Sol brilhará para todos nós" se o desejarmos! Só que no tempo manda um Pedro, que não é Coelho, e nem sequer o sôr Silva.
CONTRIBUTOS EXTERNOS
Por Antunes Ferreira
Finalmente acabou o ano mais desastroso dos últimos
três. Oxalá este 2015 que já chegou seja menos gravoso do que este amaldiçoado
2014; pior será impossível. Estamos metidos numa camisa de forças, num
imbróglio inimaginável e, sobretudo num desespero que leva a que nos possamos
considerar pessimistas no mais alto grau. Salvaguardo: pelo menos, eu estou.
O novo ano
traz consigo – e como sempre acontece ao virar-se a última folha do calendário
– alguma réstia de esperança em dias melhores. Ainda que esta, prostituída e
improvável, tenha a cotação (e o cotão) mais baixos nos bolsos da esmagadora
maioria dos Portugueses, o pouco que dela resta ainda tenta animar os mais
desencantados, abandonados, famintos e roubados, por um (des)Governo autista
que teima em dizer que tem razão nas barbaridades que faz, contra tudo e contra
todos (ou quase…). Mas, tristeza, debalde.
Coelho e Portas, capitaneados pelo sôr Silva – ainda
no final de 2014 na 25.ª da TVI que fez a retrospectiva da vida política do
ex-senhor todo-poderoso da Região Autónoma da Madeira, bem se viu e ouviu
Alberto João Jardim a proferir o tratamento que então dava a Cavaco –
carregaram nas tropelias que já vinham fazendo desde 2011. Deram um golpe
(quase) mortal na classe média, empobreceram os mais pobres, anavalharam os
reformados, enfim atingiram o cúmulo do desaforo.
Tudo isto para salvar a Pátria à beira da
bancarrota – dizem eles numa autojustificação patética, semelhando à anedota do
escuteiro que, para fazer a boa acção diária que é seu timbre e regra, ajudou a
passar para o outro passeio uma idosa, que afinal queria ficar no primeiro. Estes
safardanas usaram e usam (e ousarão usar?) para esse alegado salvamento - que,
aliás não lhe foi pedido -, agacharam-se perante a sinistra troika, o que é o
mesmo que perante a Frau Merkel. O ministro das Finanças desta desde 2005, Wolfgang Schäuble
há dias ameaçou a Grécia: com governo ou sem governo, o país helénico tem de
cumprir o pagamento das prestações da “ajuda” (!?!?!?) em falta. Se não,
acabou-se o bodo! Não leva mais nada!
É a esta gente dominadora e arrogante, que já fez mais mal à Europa do
que o Adolf Hitler - e sem o Wehrmacht… - que o triunvirato fatídico, Cavaco, Coelho
& Portas, tem vinda a fazer repetidas vénias. A mesma gente que os
aplaudiu, mas agora os critica pelo “aumento fabuloso” do salário mínimo
nacional ou por haver demasiados licenciados em Portugal, ao mesmo tempo que os
recruta para irem trabalhar da Deutschland. Dois pesos, duas medidas, duas
velocidades. Já basta.
A
Europa (des)Unida cada vez mais envelhecida aproveita a força de trabalho dos
emigrantes, dos que mais qualificação e nenhum trabalho nos seus países de
origem. Brada aos céus! Assim é fácil respeitar o défice comunitário
Concertado/imposto em Conselhos Europeus diversos. Com alegações dramáticas
sobre os saldos excessivamente negativos, a dívida pública soberana e a
malfadada crise, dela decorrente a austeridade criminosa e – por que não? – a
autoridade, tentam enforcar os pobres “do Sul”.
Que,
afirmam eles, tocam guitarra qual cigarra, enquanto eles próprios, os “Grandes”
trabalham como as formigas para aforrar os euros que depois “emprestam” com
juros desaforados aos desgraçados que bailam e cantam, vão à praia sem
preocupações, e muito menos produtividade. O Senhor La Fontaine nunca poderia
imaginar a utilização sinistra da sua fábula. Mas, a verdade é que o é.
Diz o
povo que a nossa casa é o nosso forte, de tal maneira que para nos tirarem dela
são preciso quatro gatos-pingados. Os sacanas que nos (des)governam não são
parvos, mas pelo sim, pelo não querem fazer de nós idiotas. Em Trás-os-Montes
há um ditado que reza: “Deus manda-nos
ser bons, mas não nos manda ser parvos”. E, pelo andar da carruagem,
somo-lo. Não pode ser, não o pomos ser.
Por
isso, com toda a paciência (em que somos especialistas) e com a cerviz dobrada
como nos habituámos a estar, temos de mais uma vez esperar que o 2015 nos traga uma melhoria de vida, ainda que
pouca. As legislativas de Outubro têm de motivar essa espera, têm alimentar
essa réstia de esperança, também têm de chutar esta malta para o diabo que a
carregue!
quinta-feira, 1 de janeiro de 2015
EFEMÉRIDES
Neste dia, em 2002, entra em circulação a nova moeda do Euro
e
em 1962, ocorre o falhado assalto ao quartel de Beja, comandado pelo (então) capitão Varela Gomes
MEMÓRIAS
Neste dia, em 1782, morre Johann Cristian Bach, compositor alemão
e...
em 1935, nasce Elvis Presley, cantor rock norte-americano
e, ainda,
em 2008, morre Edmund Purdom, actor britânico
Subscrever:
Mensagens (Atom)