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sábado, 30 de maio de 2015

RUI RIO - O HOMEM E SUA CIRCUNSTÂNCIA

Leio por aí que Rui Rio tem tudo preparado para anunciar a sua candidatura a Presidente da República.
Ele saberá melhor que ninguém se as circunstâncias lhe são ou não favoráveis e se o cargo lhe interessa, agora e já, ou não. Contudo, a minha aposta é que não vai ser candidato ao cargo, agora.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Custa dizer, mas digo-o: Espero que ouçam bem os avisos de Rui Rio

Nunca votei nem votarei em Rui Rio porque, para lá de não defender os mesmos princípios políticos que ele defende, não concordo com a sua maneira de estar e de exercer o poder. Rui Rio é daqueles que uma vez eleito para determinado cargo implementa logo a regra do quero posso e mando. Depois porque tem uma visão contabilística da gestão autárquica. Por exemplo, como Presidente da Câmara do Porto “esteve-se sempre nas tintas” para cultura. No entanto se por hipótese absurda tivesse que escolher, numa qualquer votação, entre ele e Menezes, engoliria um saco de sapos vivos mas votaria nele.

Ontem, entrevistado na RTP, Rui Rio foi claro e, sem papas na língua, disse aquilo que já todos sabem: não concorda que o seu partido apresente a candidatura de Luís Filipe Menezes a Presidente da Câmara Municipal do Porto. E referiu até que se dissesse que o apoiava estaria a ser hipócrita e se dissesse que estava de acordo com a decisão do partido estaria a ser oportunista. Ora, compreendo bem a posição de Rui Rio, ao sentir que poderá ser substituído na Câmara do Porto por um demagogo, um despesista que não olha a meios para inebriar o Povo, mesmo que depois deixe a autarquia de tanga como fez em Gaia. Por um lado, dá para rir quando se ouvem as promessas de Menezes, pelo outro faz-nos pensar: A que tipo de gente está entregue o PPD do Porto! Custa dizer, mas digo-o: Espero que as pessoas ouçam bem os avisos de Rui Rio.

domingo, 10 de junho de 2012

COERÊNCIAS DEMOCRÁTICAS

Rui Rio, presidente da Câmara Municipal do Porto, com quem estou solidário na estória da capa da revista em que é, por suposta momtagem, insultado, diz que os municípios que têm dívidas avultadas, vulgo falidas - que são a maioria - não devem ir a eleições, sendo os mesmos "governados" por comissões administrativas.
Se o país já é governado por uma comissão administrativa, conhecida por troika, cujos membros são o Passos, o Relvas e o Vítor, Rui Rio é coerente, um pouco na esteira da sua admirada Manuela Ferreira Leite que propunha (ainda propõe?) que a democracia devia ser suspensa por, pelo menos, meio ano. Viva a Demacracia!