Mostrar mensagens com a etiqueta BPP. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta BPP. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 5 de junho de 2015

TUDO BONS RAPAZES

João Rendeiro (aqui com os advogados) esteve hoje ausente do tribunal



João Rendeiro (ao centro, na foto) e Companhia foram absolvidos no "caso" BPP.
Tudo boa gente, como se comprova

sexta-feira, 7 de março de 2014

BOA RAPAZIADA

Rendeiro ganha prémio de milhões no BPP

Entidade que está a liquidar o banco considera que receberam prémios salariais indevidos em 2007 e 2008.

Por:António Sérgio Azenha

A comissão liquidatária do BPP quer que João Rendeiro, Paulo Guichard, Salvador Fezas Vital e Fernando Lima, ex-gestores do BPP, devolvam ao banco mais de 11,3 milhões de euros em prémios salariais que receberam em 2007 e 2008. Para reaver o dinheiro, a comissão liquidatária processou os ex-gestores, por considerar que os "prémios não lhes eram devidos."

A ação foi interposta no Tribunal do Comércio de Lisboa, no final de 2013. O documento, a que o CM teve acesso, revela o montante dos prémios e a forma como foram pagos a cada um dos ex gestores do BPP.

No essencial, segundo a comissão liquidatária do BPP, estão em causa os prémios anuais dos anos de 2006/2007, plurianual referente ao mandato de 2004 a 2007 e de antiguidade. Por estes prémios, João Rendeiro recebeu mais de 4,2 milhões de euros, Paulo Guichard foi contemplado com mais de 3,3 milhões de euros, Salvador Fezas Vital beneficiou de mais de 2,4 milhões de euros e Fernando Lima, que não teve direito ao prémio de antiguidade, recebeu mais de 1,2 milhões de euros.

Para a comissão liquidatária, "estes prémios não lhes eram devidos, na medida em que tais prémios foram atribuídos tendo por base resultados que, por inexatos, não refletiam a real situação financeira do BPP SA e a respetiva aprovação não foi precedida dos procedimentos formais legais e estatutariamente previstos." Na ação, precisa-se que os prémios "foram pagos, por decisão do conselho de administração do BPP, SA, através das offshore Lappon Services e Timdington Holding, sociedades geridas e controladas pela administração do BPP, por débito das respetivas contas bancárias, abertas junto do BPP Cayman." E este banco era integralmente detido pelo BPP.

CM online


Os prémio eram merecidos, penso eu de que... A trabalheira que não lhes deve ter dado a marosca! O Rendeiro até escreveu um livro, apresentado com pompa e circunstância, sobre tal trabalheira, recordam-se?

quarta-feira, 5 de março de 2014

FÉRIAS NA NEVE DO RENDEIRO

João Rendeiro foi para estância de esqui durante julgamento

Publicado às 19.25

 
 
foto NATACHA CARDOSO/GLOBAL IMAGENS
João Rendeiro foi para estância de esqui durante julgamento
 
 27 0 0
O fundador do Banco Privado Português, João Rendeiro, esteve entre 22 de fevereiro e 1 de março na Áustria, período durante o qual se realizaram sessões de julgamento do caso Privado Financeiras no qual é arguido.
A informação consta dos autos do processo-crime onde outros dois antigos gestores do BPP, Paulo Guichard e Salvador Fezas Vital, também são acusados pelo Ministério Público (MP) de burla qualificada em coautoria.
Os advogados de defesa de Rendeiro informaram o coletivo de juízes desta viagem, indicando os contactos do hotel austríaco escolhido por Rendeiro e acrescentando que o mesmo tinha consigo o seu telemóvel, para a eventualidade de o tribunal pretender falar com ele.
Também se disponibilizaram para fazer a ponte entre o tribunal e o arguido, caso o coletivo de juízes assim considerasse necessário.
Na comunicação feita ao tribunal, a equipa de advogados da PLMJ liderada por José Miguel Júdice e João Medeiros não indica quais os motivos da deslocação de Rendeiro à Áustria, mas dizem que o hotel em causa é o Alpenhof.
Esta unidade hoteleira situa-se numa estância de neve.


JN online

Quem paga as férias na neve do senhor Rendeiro? Os clientes do BPP, que ficaram a arder? E qual a razão para o senhor poder viajar para onde lhe convém e regressar se assim o entender, sem sequer ter que perder a fiança que o tribunal teve por bem não lhe exigir? Tribunal (ou seja, nós) que terá ainda que pagar a conta do telemóvel se o quiser ouvir, na suposição de que o senhor vai atender a chamada... 
Pa a Justiça continua a haver os pilha-galinhas (ou as velhinhas que subtraem no Lidl uma pasta de dentes) e os outros. O senhor Rendeiro é um dos outros.


sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

E POR CÁ?

O JP Morgan aceitou pagar 2000 mil milhões de dólares por conivência de práticas suspeitas de Bernard Madoff, o qual se encontra à sombra até sempre. Esta multa segue-se a uma outra, já paga, de 13 mil milhões de dólares.
Entretanto, por cá (BPN, BPP e outros) continua tudo a marinar, a justificar os brandos costumes da pátria.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

NÃO ME DIGAM!

Calculem lá que a "Justiça" acusou, ou vai acusar, três artistas responsáveis pelo descalabro do BPP, entre os quais um tal Rendeiro que, no dia anterior a manifestar a falência do dito cujo, apresentou um livro onde enaltecia as qualidades de um gestor como só ele.
Agora, é só preciso esperar uns anitos até que a coisa prescreva, como é habitual. Os engodados com as elevadas taxas de rentabilidade prometidas podem esperar sentadinhos.