sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Não há palavras!

Em democracia o jornalismo, ou de forma mais geral a Comunicação Social é um dos pilares importantes. Não por acaso existe censura nas ditaduras. Mas os jornalistas, em democracia, têm que respeitar um conjunto de regras e deveres essenciais à sua função. E uma delas é não usar a cretinice.
Anteontem Quarta-feira, por acaso, comecei a ver o programa do José Gomes Ferreira na SIC Notícias, cujo nome, salvo erro, é negócios da semana.
Na primeira parte do programa (confesso que já não consegui ver a segunda parte), o convidado era um tal Joaquim Paulo Conceição, apresentado como CEO do Grupo LENA. O objectivo era, penso eu, o de ouvir o entrevistado sobre o alegado favorecimento das empresas daquele grupo durante o tempo em que Sócrates foi primeiro-ministro. Mas o que o Ferreira fez, não foram perguntas, mas acusações. E com tal sofreguidão que o homem nem tinha tempo de se defender e de provar o contrário servindo-se dos documentos de que se muniu. Para ele, Ferreira, era evidente: As empresas do LENA eram empresas do regime.
Não há palavras para descrever tanta pulhice. Aquilo a que assistia era autêntico jornalismo de sarjeta! Às tantas não aguentei mais e mudei de canal.

Pergunto: Como é possível jornalismo daquele na SIC Notícias?

3 comentários:

Janita disse...

Passo para lhe deixar um abraço com votos de bom fim-de-semana!

Não vi a entrevista, pelo que não posso manifestar a minha opinião.

Janita

500 disse...

O Zé Gomes Ferreira devia queixar-se ao láparo, por este o não ter convidado para ministro da Economia ou, ao menos, secretário de Estado da Fazenda.

Henrique Antunes Ferreira disse...

Cunhamigo

Por pouca sorte minha conheci o sr. JGF na TSF onde se intitulava de esquerda quiçá mesmo da esquerda revolucionária. Tejo NOJO do gajo e por isso nunca o vejo nem ouço.

Mas, desta vez aconteceu o impossível: chamado pela minha mulher que estava pior que estragada fui assistir à gravação. O gajo é um PULHA. Tenho dito

Abç do Leãozão