domingo, 24 de junho de 2018

CONTRIBUTOS EXTERNOS


Os pais “helicópteros”

Por Antunes Ferreira


Já tinha ouvido chamar aos pais muitos qualificativos mas esta é a primeira vez que vejo que também podem ser “helicópteros”. Leram bem – helicópteros, aquelas aeronaves que se sustentam nos ares graças a duas hélices uma estabilizadora e a outra propulsora, aliás desnecessária se torna explicar o significado da palavra, mas o que parece importante é, sim, tentar explicar a expressão “pais helicópteros”…
Ela pode ser encontrada num artigo da jornalista Carmen Garcia do El País aqui da nossa vizinha Espanha. Para melhor elucidação transcrevo a abertura do seu texto:
“Meu amor, tome cuidado para não cair.” “Filhinho, coma o salame devagar para não se engasgar.” Frases desse tipo, em princípio inocentes, podem ser prejudiciais para as crianças da casa se usadas com frequência excessiva. Trata-se de uma atitude coloquialmente conhecida como paternidade-helicóptero, ou seja, aqueles pais e mães que sempre estão de olho nos seus filhos. Esse comportamento super protector pode ser muito nocivo para eles, segundo um novo estudo elaborado pela Universidade de Minnesota e publicado na revista “Development Psychology”
Para os autores do artigo do estudo, um pai-helicóptero é aquele que está a contror continuamente o seu filho, que lhe diz como deve brincar, como guardar as suas coisas, como agir, entre outras determinações. “Diante desse comportamento, e segundo os nossos resultados, as crianças reagem de maneira diferente. Algumas tornam-se desafiadoras com relação aos pais, outras simplesmente apáticas ou mostram-se muito frustradas.
Sou do tempo em que isto era impensável mas as coisas mudaram e hoje em dia no que toca à aprendizagem os métodos são bem diferentes. Ainda dei os primeiros passos na leitura pela Cartilha Maternal do João de Deus e também dos reflexos condicionados do Pavlov que partido da experiência famosa que metia um cão, uma campainha e um naco de carne influenciou os métodos do ensino.
Até agora sempre pensei que havia pais bons, pais maus, pais presentes, pais ausentes, pais a quem se dia chamar pais e até pais incógnitos, infâmia que era permitida nos registos de nascimento e que felizmente foi riscada dos assentos das conservatórias.
É vulgar ouvir-se falar em mães galinhas as que também são super protectoras, quais galináceas que controlam os seus pintos e não os deixam pôr as patas em ramo verde e inseguro.
Agora chegou a vez aos pais. Pensei que talvez pudessem ser classificados com pais galos. Mas, pelos vistos não. Os galos não migam prego nem estopa no cuidar dos pintos, usando uma palavra rasca querem que eles se lixem. Nem com um voo picado de um gavião esfomeado se preocupam. Nem mesmo sendo pais helicópteros que afinal são um fiasco: não voam.”.


  

Pais superprotetores, crianças que não sabem lidar com suas emoções. Esta é a premissa. E tem suas consequências.Costumam ser meninos e meninas que não controlam suas alterações de humor, suas emoções e seus sentimentos, e são mais fracos na hora de enfrentar os desafios de cada etapa do crescimento. “Isto é ruim. As crianças precisam de cuidadores que lhes sirvam de guia na hora de entender o que acontece com elas”, acrescentam os especialistas.
Segundo esses pesquisadores, os pais devem:
- Ser sensíveis às necessidades de seus filhos, reconhecendo quais são suas capacidades na hora de encarar diferentes situações.
- Orientar a criança, sem interferir nem solucionar o problema, para que ela consiga o objetivo a que se propõe, orientando-lhe que pode se virar sozinha, o que a levará a um melhor desenvolvimento da sua saúde mental e física e a melhores relações sociais e resultados escolares.
- Não limitar as oportunidades das crianças.
Ajudar seus filhos a controlarem suas emoções, conversando com eles sobre como entender seus sentimentos e explicando-lhes que os comportamentos podem resultar de certas emoções, assim como as consequências que as diferentes reações podem acarretar.
- Também podem ajudar seus filhos a identificar estratégias de confrontação positivas, como respirar fundo, ouvir música, colorir ou se retirar para um lugar tranquilo.
“Nossas conclusões salientam a importância de educar os pais, frequentemente bem intencionados, sobre o apoio à autonomia de seus filhos perante os desafios emocionais”, prosseguem os autores. “Também podem ser um bom exemplo para seus filhos. Por exemplo, eles podem usar estratégias de confrontação positivas, na hora de lutar com suas próprias emoções e comportamentos quando estão incomodados ou irritados”, concluem.
Para chegar a estes resultados, os pesquisadores analisaram durante oito anos 422 meninos e meninas de diferentes etnias e condições econômicas, fazendo avaliações em três ocasiões: aos 2, 5 e 10 anos de idade. Os dados surgiram da análise das interações entre pais e filhos, de relatórios de seus professores e de sua própria experiência narrada aos 10 anos. O teste consistia em que progenitores e crianças brincassem da mesma maneira como em casa. Segundo seus resultados, o controle excessivo na criação dos filhos quando a criançatinha dois anos estava associado a uma pior regulação emocional e de comportamento aos cinco. Ao contrário, quanto maior era a regulação emocional de uma criança aos cinco anos, menos provável era que tivesse problemas emocionais e maior a probabilidade de que tivesse melhores habilidades sociais e fosse mais produtivo na escola aos 10. Da mesma maneira, aos 10, as crianças com um melhor controle dos impulsos tinham menos probabilidades de sofrerem problemas emocionais e sociais e mais probabilidades de irem bem na escola.
Essas conclusões não são uma novidade. Pesquisas anteriores já apontavam as consequências negativas da superproteção das crianças. Uma delas, de 2016, concluía que “as crianças com pais intrusos e controladores, aqueles que pressionam muito os filhos a obterem boas notas, podem ser mais propensas a se tornarem altamente autocríticas, ansiosas e deprimidas”. E outra de 2017mostrava também que a paternidade-helicóptero era mais frequente com as meninas, “e que este comportamento podia ser prejudicial para sua capacidade de desenvolver mecanismos de confrontação efetivos para resolver conflitos e lidar com os fatores de estresse da vida cotidiana”.
“Efetivamente, os principais efeitos da superproteção são que não deixamos que os menores aprendam por si mesmos a resolver os problemas do seu dia a dia. Ao não desenvolverem tais habilidades, normalmente eles têm mais propensão a serem mais ansiosos e a terem mais dificuldades de regulação emocional”, explica por email o psicólogo espanhol Jesús Matos, mestre em Psicologia Clínica e da Saúde. “Se em lugar de fomentar a autonomia optamos pela superproteção”, prossegue, “estamos criando crianças muito dependentes, que irão sofrer mais na hora de enfrentar as dificuldades inerentes à vida, por não terem ninguém que as resolva.”
As chaves para a educação são o apoio e os limites, não a superproteção. “Tudo bem ajudarmos nossos filhos a resolverem certos problemas, mas sempre tentando envolvê-los na tarefa. Para que entendam que há uma relação entre esforço e recompensa. Desta maneira, pouco a pouco fomentamos sua autonomia. Obviamente, sempre é preciso levar em conta os perigos potenciais que podem aparecer, e se manter precavido contra eles. Uma boa maneira de proteger com controle é falar com outros pais e professores de crianças da mesma idade para estabelecer limites aproximados do que cada criança tem condições de enfrentar. Não podemos pretender que nossos filhos de quatro anos encarem problemas como os de 12”, argumenta o especialista.
Além de Matos são muitos os especialistas que enfatizam a importância fundamental de dar autonomia às crianças, permitindo que desenvolvam suas emoções e comportamentos de forma adequada. Há alguns meses, Eva Millet, autora do livro Hiperniños ¿Hijos Perfectos o Hipohijos? (“hipercrianças: filhos perfeitos ou hipofilhos?”) dizia a este jornal que“as hipercrianças são produto de uma hiperpaternidade na hora de criar e educar nossos pequenos, uma criação que lhes dá tudo, as protege de tudo e lhes indica como devem ser”. E enfatizava que, para ela, “a criação na atualidade é monstruosamente intensiva. A superproteção infantil produz crianças-altar, o que a transforma em hipocrianças,meninos e meninas que não sabem se defender, que não são autônomos, porque já recebem tudo pronto. Recebem tudo resolvido.”
BENEFÍCIOS DA AUTONOMIA INFANTIL
JESÚS MATOS, PSICÓLOGO E ESPECIALISTA EM PSICOLOGIA CLÍNICA E DA SAÚDE
Os principais benefícios são o aumento de autoestima das crianças, que assim se percebem como capazes de enfrentar situações. Isto por sua vez ajuda o menor a administrar com eficácia emoções como a ansiedade, o medo e a frustração. Porque cada vez vai adquirindo mais experiência em situações difíceis (sempre procurando que sejam adequadas à sua idade).


sábado, 23 de junho de 2018

sexta-feira, 22 de junho de 2018

CONTRIBUTOS EXTERNOS


 Querido S. João 
                                                                                 
   Gil Monteiro*

Salta, salta, meu S. João,
Levanta o pêlo de angorá,
Vou aprender Esperanto
Para o trato de: tu cá, tu lá!
Um “ tostanito ” pró Santo António
Vem à baila S. João
Pede na rua o Zezito anónimo
Em dia alegre e folião;
Na margem do Doiro a música pula.
Berbicachos na cidade Baixa
Cantados a vários tons,
É dia de rufar a caixa!
O salmão que habitava o rio,
Aos cardumes, já emigrou.
No rabelo anda o moiro,
 S. João das gaivotas o salvou.



EFEMÉRIDES

Neste dia,





em 1949, nasce Meryl Sreep, actriz norte-americana







em 1969, morre Judy Garland, actriz norte-americana


quinta-feira, 21 de junho de 2018

EFEMÉRIDES



Neste dia, em 1908, morre Nicolai A. Rimsky-Korsakov, compositor russo

ESTAÇÕES DO ANO

Começou hoje, no Hemisfério Norte, a Estação do Verão
(ainda que por aqui o dia tenha começado com chuviscos)

terça-feira, 19 de junho de 2018

EFEMÉRIDES

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Neste dia, em 1944, nasce Francisco Buarque de Hollanda (Xico Buarque), cantor e escritor brasileiro

segunda-feira, 18 de junho de 2018

EFEMÉRIDES

Neste dia,



em 1942, nasce Paul McCartney, um dos Beatles







em 2008, morre Jean Delannoy, realizador francês


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em 2010, morre José Saramago, escritor português, Prémio Nobel da Literatura

domingo, 17 de junho de 2018

quinta-feira, 14 de junho de 2018

CONTRIBUTOS EXTERNOS


               «» EVOLUÇÃO FORÇADA «»    
                                                                                                                  Gil Monteiro*

Estamos em tempo de dizer, como quando era pequeno:
 
--- “O mundo anda de cabeça perdida!” --- (os acontecimentos raros eram estranhas surpresas desconfiadas). Seria um comentário normal?

Com o envelhecimento ativo, dado pelos sentidos e com a vida a caminho das últimas etapas. A resultante das dezenas vivências compreendidas dá que pensar!: bárbaras, tanto as terrestres como mesmo as estratosféricas. Há que ter em mente os meios culturais novos e as máquinas de informação, a baterem insistentemente à porta dos conhecimentos! As maldições dos vídeos deviam ser escolhidas conforme o interesse social e formativo. Sintonizar as rádios, televisões, cinema, teatro e notícias de papel deviam estar debaixo de instituições, a cargo da formação constante da governação, para a cidadania.

Repetir, repetir as desgraças só por si, quando não por serem bárbaras ou grosseiras, é rude e torpe. São chamadas as não notícias!--- “Mentiras repetidas passam a verdades”! Nas estórias populares, e até, em muito credos não deixam de estar presentes, basta ver a Virgem Maria com Cristo Crucificado no regaço! Só a obra superior de Michelangelo, decorridos os anos é feita, em pura harmonia, na sua célebre e muito famosa Pietà. Nunca vi estátua tão perfeita como a Virgem de Cristo descido do Santo Lenho, exposta na Basílica de São Pedro, do Vaticano.
           
Parece que as TVs têm prazer e “gozo” a ganharem euros e elevarem a economia do país, mas à custa de sacrifício de tanta desilusão, valerá apena? Não. A corrupção, a patifaria e as guerras sucessivas, são, cada vez mais de menor piedade. No lugar de nascidos para o amor e alegria, vemos o Vale de Lágrimas mais cheio de mesquinhos!

E a guerra das audiências? E as vendas? Menos leituras (pouco se lê); mas, os desenhos progrediram, e evoluíram muito os bonecos. São giros com os balões de calão ou piadas surdas... Outro tempo: cinema e teatro, mesmo ao ar livre; romarias e serenatas de cada aldeola tinham as suas Comédias; e os estudantes citadinos, em férias, ensaiavam peças aos (as) analfabetos. O amor não andava só! Os bombos, as concertinas, os ferrinhos, as gaitas de lábios, compradas, pela feira de Santo António, com os chapéus de palha, assobios e alparcatas. A branquinha, menina Branca João, a estudar no Porto, e ao usar a sua palhinha fazia sorrir o avô... Enquanto tocava o bombo e batia palmas.

A gente graúda da Terra: senhores Regedor, presidente da Câmara e a senhora Professora (Regente Escolar), de chinelas nos pés, faziam levantar o pó do terreiro ou da eira de secar os cereais!

Os foguetes deitados e a estrelejar na serra da Durinha, faziam o povo pasmar e a rapaziada a lutar para as canas, ainda fumegantes, nas lameiras da abundante fonte!

As canas limpas e estonadas, passadas pelas labaredas da lareira, eram trofeus de guerras dos viriatos, acompanhando as croças, no apanhar vides e na vareja dos olivais!

Durante o tempo do desfile da procissão, os cortejos dos anjinhos e banda musical, com as notas cadenciadas, todos gostavam de fazer afagos às cabeleiras dos figurantes, recordando os tempos de idos!

É digno de perceber ou escutar as várias leituras litúrgicas ou o curto sermão do S. Prior imaginar, durante os trajetos da procissão.

Forçar os carateres para o envelhecimento bem ativado dá um coração forte e bem “medicado” --- bem ouvi pronunciar ao Zé do Vale, quando perfez os cem anos da sua idade!|

Um humano de barba ou cabelo escuros, quando festeja oitenta de vida, causa espanto...

Porto, 1 de junho de 2018

                                                                *José Gil Correia Monteiro

EFEMÉRIDES

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Neste dia, em 1994, morre Henry Mancini, compositor norte-americano

quarta-feira, 13 de junho de 2018

MAIS POEMAS


"Passeio de Santo António", de Augusto Gil, dito por João Villaret

POEMAS


"Adiamento", de Fernando Pessoa, por Antônio Abujamra

EFEMÉRIDES



Neste dia, em 1888, nasce FERNANDO António Nogueira PESSOA, poeta e escritor português

DIAS

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Hoje é Dia de Santo António

terça-feira, 12 de junho de 2018

EFEMÉRIDES

Neste dia, em 2003, morre Gregory Peck, actor norte-americano




segunda-feira, 11 de junho de 2018

EFEMÉRIDES

Neste dia,






em 1864, nasce Richard Strauss, compositor alemão




em 1979, morre John Wayne, actor norte-americano


DIAS SANTOS

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Hoje é Dia de São Barnabé, apóstolo

domingo, 10 de junho de 2018

DIAS


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Hoje é Dia de Portugal, em que se comemora a morte de Luís Vaz de Camões, sendo que há dúvidas sobre o ano em que tal aconteceu (1679 ou 1680)

sexta-feira, 8 de junho de 2018

CONTRIBUTOS EXTERNOS


Há vida em Marte?
Da Comunicação Social
O robô “Curiosity”, da agência espacial NASA, detectou a matéria orgânica mais complexa jamais encontrada na superfície de Marte, um avanço no estudo sobre a existência de vida no planeta vermelho. O “Curiosity”, que está no planeta vermelho há vários anos, também descobriu provas de variações sazonais nas emissões de metano, indicando que a fonte desse gás – muitas vezes (mas nem sempre) um sinal de actividade biológica – vem do próprio planeta. O metano pode ser armazenado em camadas de gelo sob a superfície. As amostras do material orgânico, em rochas antigas com 3500 milhões de anos, foram retiradas pelo “Curiosity” a cinco centímetros de profundidade na base do Monte Sharp, dentro cratera Gale, considerado um antigo lago. “É um avanço significativo, pois indica-nos que o material orgânico é preservado em ambientes de Marte que nos desafiam”, disse a principal autora de um dos dois estudos publicados na revista “Science”, a astrobióloga Jennifer Eigenbrode, da NASA. Para a cientista, a descoberta desta matéria complexa pode permitir “encontrar algo mais bem preservado que contenha uma assinatura da vida”.O “Curiosity”que pousou em Marte em 2012, já tinha descoberto matéria orgânica em 2014, mas em pequenas quantidades.“Este estudo mostra em detalhe a descoberta de compostos orgânicos complexos e distintos no sedimento. Isto não significa que haja vida, mas os compostos orgânicos são os blocos de construção da vida”, afirmou Sanjeev Gupta, professor de ciências da Terra no Imperial College de Londres e também autor de um dos trabalhos.

Por Antunes Ferreira

Haverá vida para lá da Terra? Desde que o Homem pela primeira vez se colocou a questão ainda não se conseguiu obter uma resposta conclusiva e dentro da mediocridade do pensamento de quem assina estas linhas nunca se conseguirá ainda que a filosofia afirme que nunca se deve dizer nunca… Curiosamente, o fado também. Poderia aditar em minha defesa que não sou filósofo – o que é uma redonda mentira. Todo o homem é filósofo, quanto mais não seja todos temos a nossa filosofia própria. E, vistas bem as coisas, todos os portugueses são fadistas – só que uns mais afinados do que os outros…
Quantas pessoas, associações, grupos e academias se vêm dedicando ao estudo dos OVNIS, os Objectos Voadores Não Identificados? Um ror delas, enuncia-las seria despiciendo para isso existe a Wikipédia e outras que tais. O que se pretende saber e creio que isso é o primordial, no fundo elas fazem a pergunta mas por que bulas num universo imensurável só a nossa Terra teria o direito a ter vida o que em termos comezinhos seria o único astro habitado por seres inteligentes – ou que assim se consideram?
 Seteven Spielberg, com o seu “Encontros imediatos do 3.º grau” em 1977 revolucionou o cinema introduzindo-lhe essa faceta da ficção científica sobre os alienígenas. O filme teve uma aceitação à escala global dando bem o exemplo do salto no desconhecido que o Homem pretendeu dar, pretende e pretenderá na busca dessa pergunta filosófico-existencial: será que alguém nos estará a observar? Onde? Como? Desde quando? E surge a inquietante problemática levantada por George OrwelI com o seu Big Brother…

quinta-feira, 7 de junho de 2018

EFEMÉRIDES

Neste dia,









em 1494, é assinado pelos Reinos de Portugal e de Castela o Tratado de Tordesilhas, que divide o Mundo conhecido e a descobrir entre os dois Reinos









em 1929, é assinado entre a Santa Sé e o Reino de Itália o Tratado de Latrão, pelo qual é reconhecido o Vaticano como Estado soberano

sexta-feira, 1 de junho de 2018

EFEMÉRIDES



Neste dia,




em 1890, morre Camilo Castelo Branco




em 1926, nasce Marilyn Monroe, actriz norte-americana