terça-feira, 30 de julho de 2013

Continuam a brincar ao faz de conta.

Hoje, imediatamente a seguir à votação da moção de confiança no Parlamento, a maioria das pessoas que estavam nas galerias, mantendo-se em silêncio, colocaram umas bolas vermelhas no nariz, iguais àquelas que são normalmente usadas pelos palhaços. E tinham evidentemente razão, pois acabavam de assistir a uma palhaçada, que em nada prestigiou aquele órgão de soberania. Nada daquilo era para levar a sério. E para completar a comédia, só faltava o terceiro líder da coligação. Falta saber, no entanto, se estava lá, em sítio confidencial ou secreto algum seu emissário na “pestanice”, como esteve nas reuniões ditas de “salvação nacional”.
É claro que ninguém no seu perfeito juízo estaria à espera de outro desfecho para a moção, que não aquela que se concretizou, ou seja, a moção foi aprovada. Seria caso inédito no mundo democrático que uma moção de confiança não fosse aprovada por uma maioria que suporta um governo, poucos dias depois de remodelado e numa altura em que os dois partidos da coligação fazem “juras de amor e fidelidade…, até que umas eleições nos separem”. Ah, e com a bênção dum padrinho de peso e, ao que parece, coautor da dita.

Conclusão: estes gajos continuam a brincar ao faz de conta. Está na hora de dizer basta!

3 comentários:

O Puma disse...

Hoje o desgoverno testou-se a si mesmo

Anónimo disse...

Zorramigo

Uma brevíssima anedota:

Dois irmões (*): Um muito bêbado, outro muito sóbrio. O sóbrio descobre que tem doença de Parkinson. Comenta: ele é que bebe e eu é que tremo...

Abç

Henrique
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(*) Se o Palhaço diz cidadões, por que bulas não posso eu dizer irmões?

500 disse...

Também podia ser dois irmães. O NAO permite tudo, até ser analfabeto.