Mostrar mensagens com a etiqueta PS. tozé. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta PS. tozé. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Até quando Tozé?

Desde há algum tempo que começámos a ouvir notícias sobre quem seria o português, ou portuguesa, que seria indicado ao na altura ainda não eleito (ou nomeado’) novo presidente da Comissão Europeia para fazer parte do colégio de comissários europeus. Penso que ainda antes da confirmação do senhor Jean-Claude Juncker para ocupar tal cargo, reuniram para tratarem do assunto, segundo nos foi dito, o primeiro-ministro Passos Coelho e o líder do maior partido da Oposição António José Seguro. À saída de tão importante(?) reunião, António José Seguro disse à Comunicação Social que não tinham falado de possíveis indigitados, mas tão só do perfil ou perfis de pessoas para o cargo e de possíveis pastas que poderiam ser mais interessantes para o prestígio do país.
Soubemos hoje que o indicado a Juncker para ser comissário europeu é Carlos Moedas – o ainda Secretário de Estado da Troika. E António José Seguro, solicitado a comentar esta nomeação, vem reprová-la, tecendo alguns qualificativos com os quais eu concordo, plenamente. Mas, tendo em conta as declarações que proferiu no final da reunião com Passos, e o que disse agora – nomeadamente que Moedas não tem perfil para o cargo –, Seguro deve esclarecer, e já, qual o perfil ou perfis de que falou com o primeiro-ministro e dizer se acha que foi enganado. Caso contrário podemos induzir que mais uma vez Passos Coelho lhe “passou a perna” e que só se reuniu com ele para “inglês ver”.

Até quando Tozé? Espero que só até às primárias!      

domingo, 22 de junho de 2014

Alguém que faça qualquer coisa, para bem do partido!

O Partido socialista habituou os seus militantes, os seus simpatizantes e sobretudo os portugueses de uma forma geral a que o combate interno para liderar o partido se fazia de forma democrática, com divergências sim, e por vezes grandes, mas com muito civismo e respeito pelas opiniões contrárias e por quem disputa o poder. Mário Soares, o chamado pai fundador do partido, teve muitas vezes que enfrentar posições e moções de estratégia diferentes das suas, quer em Congressos, quer nos órgãos intermédios de decisão e poder. Ainda hoje se fala das célebres “reuniões dum sótão” e do grupo “do ex-secretariado”. Jorge Sampaio teve que enfrentar Guterres, que lhe tomou o poder. Em todas as situações de “luta pelo poder”, houve discussão, sim, mas nunca atitudes reles, próprias de gente “baixa”, provavelmente a soldo de quem não quer perder o poder, mesmo vendo que já perdeu há muito o apoio de quem se revê nos princípios do partido. E aqui refiro-me não só aos seus eleitores fiéis, mas também aos que votam ao centro e que ajudaram à conquista de uma quase maioria absoluta de António Guterres e à conquista da maioria absoluta de José Sócrates.
Infelizmente para o PS, e sobretudo para o país, o partido foi vítima do aparelhismo partidário e eis que a sua liderança é tomada por um político medíocre que, como o medíocre Passos Coelho, aprendeu nas jotas como tomar de assalto um partido. E não me venham com o argumento de que o tal Tozé chegou a líder do PS em eleições democráticas. Hitler também chegou ao poder na Alemanha através de eleições, não chegou?
O que se passou hoje em Ermesinde foi uma vergonha. Diz bem quem são os apoiantes do Tozé. Naturalmente, gente a soldo do seu séquito. Mas, por muitas atitudes rascas que tomem, não conseguirão os seus intentos. Chegou a hora das figuras “com peso” no partido tomarem uma posição. Há sempre “um Marinho Pinto” à espera de capitalizar quem não se revê em tanta mediocridade.

Espero que o presunçoso Secretário-geral (em agonia) diga, sem rodeios, se concorda com as atitudes daquela gente reles (felizmente pouco mais de uma dezena) que em Ermesinde insultou António Costa. Não me admira nada que, cobardemente, nada diga e sacuda a água do capote. Mas se dele já espero tudo, espero, no entanto, que alguns dos que estão com ele, nomeadamente Alberto Martins, digam o que pensam sobre o que se passou. Para bem da imagem do partido que neste momento dirigem (ou fazem de conta que dirigem!).

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Está na hora!

Um político que se preze de ser um bom político deve saber quando chega a altura de entrar na primeira linha do combate político para poder ascender aos lugares da governação. Mas sobretudo saber quando chegou o tempo de sair.
Ora, o Tozé Seguro, sobretudo a partir do segundo governo de Sócrates, que teve de enfrentar uma enorme crise financeira internacional que afectou as dívidas soberanas de muitos países, intuiu que com a conivência de Cavaco Silva haveria eleições antecipadas, que o PS as perderia e que causariam a queda do Governo e do próprio Sócrates. Começou então, sem grandes ondas e subtilmente, a ganhar o controlo do chamado aparelho, fazendo aquilo que nos partidos é conhecido pelo “circuito da carne assada” – almoços e jantares com dirigentes locais e suas famílias (muito importante as famílias). E, assim, se fez líder do PS.
Mas o Tozé, passados três anos em que o país está a ser vítima de um governo que sujeitou o Povo a uma maldita austeridade que só os empobreceu – país e Povo – não consegue ganhar a confiança dos seus concidadãos para se apresentar como alternativa (não alternância, como ele sente que pode ser) a formar um governo que dê aos portugueses, sobretudo à classe média mais conotada com os princípios programáticos do socialismo democrático e da verdadeira social-democracia, uma esperança de melhor vida para si e sobretudo para os seus filhos.
Pois bem, após a vitória de Pirro nas eleições europeias, aparecem vozes no próprio partido que manifestando desencanto com a situação falam que é preciso mudar a estratégia e…, não só! Surge então alguém, com muita credibilidade no partido e no país, que se diz disposto a liderar uma alternativa no partido que seja ponto de partida para uma alternativa no país. E esta possível alternativa é considerada bem-vinda por significativa percentagem de militantes do PS, por grande percentagem de simpatizantes do partido e por muitos cidadãos. Só não é bem -vinda, ou bem vista pela Direita. Porquê? Claro, dizem eles em surdina: o Tozé é a grande esperança para uma possível vitória nas próximas legislativas.
E só o Tozé não enxerga, por estar tão agarrado ao poder.

Abre os olhos Tozé; está na hora de saíres, para bem do partido, mas sobretudo para bem dos portugueses e do país! Por favor; faz-me a vontade, não só a mim mas a muitíssimos portugueses! 

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Sair "...de pé, como as árvores!"

Em Portugal não há, nem nunca houve eleições para primeiro-ministro. Aliás, é um dos cargos políticos que não é eleito, mas sim nomeado. E a sua nomeação é da competência do Presidente da República, depois de ter ouvido os partidos políticos com representação parlamentar e tendo em conta os resultados eleitorais para a Assembleia da República. Os cidadãos já sabem, quando vão votar para elegerem os deputados para a Assembleia da República, que é quase certo que será primeiro-ministro o líder do partido mais votado. E já agora: Em quantos países na Europa, ou até no Mundo, há eleições para Chefe de Governo? Quer dizer então que não havendo eleições nacionais para primeiro-ministro, não tem sentido haver primárias para se eleger um candidato a disputá-las. Então, logo aí, a proposta do Tozé é completamente descabida.
E depois, eleições primárias, como? Quem pode votar nessas eleições: aqueles que forem arrebanhados pelos stafes dos candidatos; ou aqueles que forem arrebanhados pelos partidos da Oposição que preferem o candidato “mais fraco”? Por favor, Tozé, não inventes. Ouve as figuras proeminentes do partido. Ouve todos, mas todos os militantes. Ouve os independentes próximos do PS. Procura saber quem é mais capaz de unir o partido, a maioria dos portugueses e ciar um clima que consiga acabar com este governo neoliberal que está a empobrecer o país e os portugueses, excepto os detentores de grandes fortunas e os banqueiros. Mas, por favor, Tozé, não ouças, nem um só segundo, o aparelho do partido. Esses não querem saber do PS nem do País; só querem saber do seu futuro na política e das suas clientelas.

Há que saber sair “… de pé, como as árvores!”  

quinta-feira, 29 de maio de 2014

E as derrotas dos aparelhos?

Nas eleições de Domingo passado houve estruturas partidárias que também foram derrotadas e de cuja derrota não se fala. Refiro-me às derrotas dos chamados aparelhos partidários. Aliás, já as eleições autárquicas nos tinham mostrado que os aparelhos podem ganhar eleições nos partidos, mas não ganham eleições. Que o diga o aparelho partidário do Porto do PPD, que impôs Luís Filipe Menezes para candidato à Câmara da cidade e, o resultado viu-se. Menezes levou uma sova: de triunfal vencedor virtual a derrotado humilhado!
Mas se dúvidas ainda houvesse, o fenómeno Marinho Pinto, também o fenómeno Partido Livre e a enorme abstenção, em contraponto com os fracos resultados de PS PPD CDS e Bloco, mostram que o Povo se está nas tintas para os aparelhos. Estes podem manobrar (e de que maneira!) nos partidos as escolhas dos seus dirigente, mas não o manobram na sua vontade. Ganha eleições quem o Povo quer!


quarta-feira, 28 de maio de 2014

Será o início de um novo ciclo?

No Domingo, mal vi as primeiras projeções sobre o resultado eleitoral, fiquei logo com a ideia que se confirmariam as minhas previsões: O PS ganhava, sim, mas não atingiria um resultado que lhe permitisse a partir de agora editar uma agenda política, cativar um grande número de portugueses e com eles enfrentar esta tropilha que nos governa, e pressionar o Presidente da República (infelizmente, apenas o Presidente de alguns portugueses) a tomar consciência de que o Povo não os suporta mais.
Por isso, fiquei boquiaberto quando ouvi (sobretudo a parte final) a intervenção de Francisco Assis. E pior, muito pior fiquei quando ouvi António José Seguro e vi toda aquela festa que ia pelo Hotel Altis. Pensei: Será que estou a sonhar? Senti que não, quando comecei a ver e ouvir os comentários de alguns comentadores, mesmo os que têm afinidades com o partido. Então exclamei: “Desçam à Terra; o pior cego é aquele que não quer ver”!
Começava a ficar um pouco angustiado com o resultado eleitoral, que a repetir-se em eleições legislativas tornaria o país ingovernável, quando dei conta que na SIC-Notícias começava uma edição especial do programa “quadratura do círculo”. Não hesitei em vê-lo. António Costa intervém; faz uma análise para mim perfeita dos resultados; opina o que o PS deve, ou melhor tem que fazer. Começo a ver uma luz ao fundo do túnel, e sai-me: eh pá, avança; toma conta barco! E fui deitar-me com alguma esperança.
Com mais esperança fiquei quando no dia seguinte ouço as opiniões de alguns socialistas ilustres e, de entre elas, a de Mário Soares. Pensei: Nada vai ficar como até aqui.

Ontem, ao fim da manhã, cai uma mensagem no meu telemóvel a dizer: António Costa avança para a liderança do PS. Até que enfim. Será o início de um novo ciclo se os militantes do Partido Socialista não meterem a cabeça na areia! Para bem do Partido e sobretudo do País. 

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

QUAL É A PRESSA?

Sábado, no congresso do seu partido, Paulo Rangel "exigiu" que o PS indicasse quem iria ser o seu adversário nas eleições europeias.
Seguro, (in)seguro de si, veio, ontem, responder, informando que era Francisco Assis.
Qual era a pressa? Os timings do PS não estão muito bem afinados, penso eu de que.