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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Tal como Estaline, quem o afronta..., fora com ele!

Jardim está, dia a dia, a perder o poder absoluto na Madeira. E a prova disso foram os resultados eleitorais das últimas autárquicas, impensável de acontecer há meia dúzia de anos atrás. Mas pior (para ele, claro; melhor para a democracia), Jardim já perdeu o poder absoluto no PPD/Madeira e só não caiu “abaixo do cavalo” nas últimas eleições internas por 142 votos. Ora, Jardim tem dito que quer abandonar a liderança do partido, mas claro quer lá pôr um capacho a quem possa dar ordens e, no fundo, continuar a mandar. Acontece que tem um opositor de peso, precisamente o militante que o afrontou nas últimas eleições internas e antigo Presidente da Câmara do Funchal – Miguel Albuquerque. Então, veio à tona a veia ditadora de Jardim que, com tiques de estalinista, quer liquidar politicamente Miguel Albuquerque, expulsando-o do partido. Sabemos como Jardim manobra aquela gente, mas espero que os titulares dos órgãos disciplinares do PPD/Madeira se lembrem que há leis no país que os limita a “alinharem” em prepotências antidemocráticas.

Entretanto é bom que se diga que já vai sendo tempo de os madeirenses tomarem consciência de que, como disse o próprio Miguel Albuquerque, “o tempo primitivo da adoração de estátuas já não existe”. 

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Mais uma jardinice inqualificável


Alberto João Jardim, a quem em tempos Jaime Gama enquanto líder parlamentar do PS apelidou de “Bokassa da Madeira”, mostrou uma vez mais o seu doentio conceito de democracia, próprio de dirigentes políticos de regimes autoritários ou até mesmo de ditaduras disfarçadas, que não pensam duas vezes antes de retaliarem sobre quem os enfrenta e obtém algum sucesso num qualquer confronto eleitoral.
Pois bem; o PPD regional perdeu sete câmaras nas últimas eleições autárquicas. Foi quanto bastou para que o tal ditador de pacotilha desse ordens à Empresa de Electricidade da Madeira para executar aquelas câmaras por dívidas no fornecimento de energia eléctrica, dívidas essas contraídas pelos anteriores executivos liderados por gente da sua corte. Que dizer duma atitude destas, que é própria daquelas pseudodemocracias da América do Sul, da Ásia ou da África? Uma vergonha! Mas a Madeira, para nosso bem ou para nosso mal, é parte do território de Portugal, até a ver um Estado de Direito Democrático. Então, como é possível uma atitude destas? É, porque Jardim sempre manobrou a maior parte dos governantes dos sucessivos governos da República, que nunca tiveram “peito” (para não dizer uma coisa mais feia) para o meter na Ordem. Tenho esperança que os líderes das sete câmaras ora atingidas, se unam, o enfrentem e exijam dos órgãos de soberania do Estado que de uma vez por todas cumpram com as suas obrigações e os seus deveres que juraram nos respectivos actos de posse.    

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

E AGORA, DR. JARDIM?

Alberto João Jardim ganhou, perdendo.
Obteve a maioria absoluta com os votos de 28% dos madeirenses. Isto é, 72% dos eleitores não se revêem na sua governação.
Vai ter um parlamento menos obediente, com sistemáticas críticas à esquerda e à direita e que irá procurar fazer-lhe a vida negra.
Contudo, depois de ouvir o discurso, bastante trapalhão, da vitória, fico com a sensação que AJJ não vai tréguas ao governo da República, de que se distanciou. Não quer nem vai assumir o buraco financeiro da Região. Ora, nem o governo nem a troika deixarão de impor nova disciplina na governação da Madeira, com os consequentes custos para os seus habitantes. E sem dinheiro e, provavelmente com alguma contestação, como vai AJJ poder governar?
Palpita-me que antes que seja decorrido um ano Jardim desiste. Se assim for, sai sem glória, mau grado o seu longo consulado.