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terça-feira, 23 de agosto de 2011

Nem um cêntimo para a Madeira

Alberto João Jardim que gasta dinheiro na Madeira "à tripa forra", em obras muitas vezes sem sentido e em festas e festanças, como o Carnaval, que só servem para ele se pavonear, vem agora pedir ajuda financeira ao Governo da República, porque é dado adquirido que as finanças regionais estão no vermelho. Não há dinheiro para pagar a fornecedores e, como a dívida já é mais do que colossal, não há crédito. Quer dizer: a Região Autónoma da Madeira está à beira da falência. E, de quem é a culpa? A culpa é dele e dos madeirenses que, completamente cegos e pensando só no imediato, o vão elegendo sucessivamente. Portanto, o problema financeiro da Madeira tem que ser resolvido por eles. Não podem ser, mais uma vez, os portugueses do Continente a terem que resolver o problema.

O Governo da República não pode vacilar. Tem de lhe madar o recado: para lá do já previsto, nem mais um cêntimo para a Madeira. E se Jardim vier outra vez com a ameaça da independência só têm que lhe sugerir que façamos um referendo nacional sobre a questão. Tal como Miguel Sousa Tavares, acho que Jardim teria uma grande surpresa. Os Madeirenses iriam maioritariamente votar contra a independência, enquanto os continentais iriam votar a favor. E sabem porquê? Porque os madeirenses talvez pensem que a independência seria o caminho para a miséria ou para que um qualquer outro Estado lhes pusesse "a pata em cima"; os continentais porque estão fartos de ser "chulados"!

quarta-feira, 22 de junho de 2011

O SAQUE CONTINUA

Doentes que já morreram há muito continuam a consumir cada vez mais medicamentos, médicos que já deixaram de respirar há que tempos continuam a prescrever furiosamente, velhos desdentados fazem implantes dentários todos os anos, juízes que se finaram mantêm o recebimento das suas gordas reformas porque não avisaram que, por eles, as dispensavam... E o que mais se verá. Culpados? Bem, vai proceder-se a umas investigações e tal e uns anos depois prescreve tudo... Tudo gente séria e acima de qualquer suspeita. Olha do que o Sócrates se livrou.