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terça-feira, 29 de abril de 2014

FACTURAS SEM CONTRÔLE

Uma acção de inspecção aos programas informáticos de facturação usados por 178 estabelecimentos comerciais resultou nesta terça-feira em 108 arguidos, que serão agora investigados para apurar eventuais montantes não declarados às finanças e que poderão vir a ser acusados de crime de fraude fiscal.
Este é o resultado da mais recente acção da operação “Factura Suspensa”, que tem vindo a ser levada a cabo pela Autoridade Tributária e Aduaneira desde Setembro, com o objectivo de combater as fraudes naquele tipo de programas informáticos.

Público online

E só agora é que descobriram a marosca? E a que propósito é permitido que as máquinas forneçam documentos não válidos, como "a sua conta" ou " consulta de mesa", entre outros? O programa deve dar factura e só factura e ter registo sequencial.
De rir é a justificação de um senhor da AREHSP, dizendo que a culpa é do elevado valor do IVA! O cliente não paga o IVA, é?

terça-feira, 23 de agosto de 2011

COMO É?

Afirma Relvas que foram encontradas numa sala do Instituto do Desporto ('numa sala', como?, em cima de uma cadeira, debaixo de um sofá ou num cofre que só agora foi arrombado?), facturas não contabilizadas, desde 2004 até 2010, no valor superior a 6 milhões de euros. Como cidadão e contribuinte quero ver essa estória clarificada rapidamente. O assunto é demasiado grave para se eternizar nos meandros do Ministério Público a quem Relvas diz ter enviado o assunto. Relvas deve informar, desde já, quem são os emitentes das ditas facturas, a quanto montam os seus créditos e a que bens e serviços respeitam.
Os credores já foram contactados para dizerem da sua justiça?

Entretanto, continuo à espera da explicação cabal para o colossal desvio orçamental dos apregoados dois mil milhões de euros.