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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

O ARTISTA DO ARTISTA

Antigo assessor de imprensa, actual consultor do venerando Chefe de Estado e presumível autor das alegadas escutas a Belém nos tempos do malfadado Sócrates, a que um jornal "de referência" deu asas, em artigo de opinião publicado numa qualquer revista, afirma que "uma informação não domesticada constitui uma ameaça com que nem sempre se sabe lidar". E que "controlar o fluxo noticioso numa época de grande competição informativa é de vital importância para o êxito de qualquer iniciativa no plano político". Acrescenta que o poder pode proporcionar "fugas de informação para produzir um efeito de acordo com o objectivo que se pretende alcançar"
Estamos informados e esclarecidos. Só que, digo eu, ainda há jornalistas com a coluna vertebral sem mazelas.
Fonte: Público

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

OUTRO ARTISTA (PARA PIOR!)

Telejornal da RTP. Em estúdio, o secretário de Estado Carlos Moedas. Passam imagens de um passado recente, com Passos, Portas, Cristas e Frasquilho a declararem que o governo (de então) era despesista, que era necessário cortar "gorduras" e etc., conforme a cartilha. Confrontado, por José Rodrigues dos Santos, com tais declarações, Moedas atira que o governo estava a estudar os assuntos, que nenhum outro governo nos últimos 50 anos (!) fez o que este está propor fazer e basoseiras de igual quilate. Em concreto, nada.Do Moedas, que perorava nas tvs com a solução para todos os problemas, nicles.
Até eu, que sou apenas jogador de sofá, me indigno quando um craque falha um penálti. E, afinal, como muitos outros que já nos cansam, este artista, como outros comentadores da bola, não alinharia sequer numa distrital.
Para outra vez, prepare-se, homem. Se não sabe o que dizer, recuse ir às tvs. Por mim, dispenso. Prefiro ver o Gil Vicente-Benfica. Na pior das hipóteses, antes o Malato, que já deu o que tinha a dar.

HÁ CADA ARTISTA!

Bagão Félix propõe que o subsídio de férias e o 13.º mês passem a ser distribuidos ao longo dos doze meses, no vencimento, já que issso facilitaria a tesouraria das empresas e do Estado. Os trabalhadores teriam, assim, um acréscimo de rendimento mensal siginificativo, diz o sujeito. E se quisessem gozar férias e/ou oferecer umas prendas pelo Natal, poriam de lado os necessários euros. E, digo eu, poderiam retirar um bom rendimento pela aplicação das poupanças mensais.
Quem é amigo, quem é?
Há cada artista!
Mas, nunca se sabe...