Até o ministro das Finanças, questionado hoje pelos Jornalistas, disse que a situação da Madeira é de crise insustentável. Pois bem, Jardim já veio acusar a Internacional Socialista, à qual diz ele está ligada a troika, e a Maçonaria de serem os responáveis pelo buraco das contas madeirenses. Só pode dar para rir. Este Jardim está intratável.
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
A mesma receita de sempre
O senhor ministro das Finanças deu hoje uma conferência de imprensa. E como já vem sendo hábito, anunciou mais aumentos de impostos que vão incidir sobretudo sobre os rendimentos do trabalho. Mais uma vez ficam de fora de qualquer aumento da carga fiscal os rendimentos de Capital - Juros, mais valias bolsistas e distribuição de dividendos. Para enganar um bocadinho o "pagode", vai haver uma taxa adicional de 3% para as empresas que tenham um lucro tributável superior a 1,5%. Se pensarmos que a maior parte das empresas em Portugal não dão lucros, é fácil concluir que muito poucas vão ser afectadas com esta medida. Quanto a impostos sobre o património e as grandes fortunas, nada. Têm medo da fuga de capitais, diz-se. E eram estes senhores que agora nos governam que diziam serem contra qualquer aumento de impostos!
Mas não satisfeitos com o aumento de impostos, vão cortar e acabar com alguns benefícios fiscais, nomeadamente com a dedução à colecta das despesas com a saúde.
E as despesas? Onde está o corte histórico anunciado pelo ministro Álvaro? Onde está o anúncio concreto do corte das "gorduras" que Passos Coelho já tinha inventariado quando era Oposição? Ah, fica para mais tarde! Afinal de contas lá veio a mesma receita de sempre.
Etiquetas:
Orçamento,
rir é o melhor remédio
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Para lá de irónico é engraçado!
Foi hoje noticiado que o jornalista alvo de alegada espionagem feita pelos serviços secretos ao seu telemóvel, quando trabalhava para o jornal "Público, vai apresentar uma queixa-crime ao Ministério Público por devassa da vida privada. Não deixa de ser irónico. Que o jornalista ou o jornal para quem trabalhava na altura se queixem de violação da liberdade de imprensa, nada a dizer. Que a vida privada de qualquer cidadadão não deve ser devassada, também deve ser regra sagrada. Que aquele que se achar devassado deve pedir à justiça que puna quem o fez, também é lógico. Mas, meus amigos, é irónico, muito irónico, que um jornalista o faça (embora tenha todo o direito), quando faz parte de uma classe de cidadãos que quase todos os dias espia a vida dos outros, recorrendo a métodos reprováveis e muitas vezes ilegais. Para os jornalistas não colhe a regra popular que diz: "Nao faças aos outros aquilo que não queres que os outros façam a ti". Ah, já me esquecia da "suprema regra do dever de informar". De qualquer modo, é irónico e engraçado!
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Jardim é um pândego
O líder do PS António José Seguro, numa acção política na Madeira, falou da dívida colossal daquela Região Autónoma e pediu esclarecimentos ao Governo da Repúlica de como tenciona lidar com tal situação, que é grave. Fala-se em perto de mil milhões de euros. Alberto João Jardim, provavelmente para responder ao líder do PS, resolve dizer que há dívida sim, que não a esconde, mas que a culpa é da esquerda. Só pode estar a "reinar connosco". Este homem é realmente um pândego! Então, alguma vez algum partido da esquerda teve responsabilidades governativas na Madeira? Até hoje só um partido, ou melhor, uma pessoa de um partido Governou a Madeira - Alberto João Jardim. Mais ninguém. E governa-a, em resultado de eleições que vai ganhando sucessivamente, é verdade, mas mais ou menos do mesmo modo que Hugo Chaves governa a Venezuela. Hugo Chaves insulta os imperialistas, Jardim insulta os portugueses do Continente, que ainda por cima lhe pagam as festas das passagens de ano, os carnavais e os "futebóis". Mil milhões de euros é muito dinheiro, sobretudo se pensarmos que na Madeira vivem à volta de 270.000 habitantes. Chegou a altura de lhe dizermos: Acabou a brincadeira.
sábado, 27 de agosto de 2011
Se não querem ser espiados (dizendo de outro modo, escutados), não espiem os outros
Pelos vistos, na tentativa de descobrirem as eventuais fontes de um jornalista, o Serviço de Informações Estratégicas do Estado (Serviços Secretos em linguagem mais prática), espiou o telemóvel de um jornalista do "Público", sem a devida autorização de quem de direito. No fundo, o SIED pretendeu descobrir, violando a lei, de que forma e por quem o mesmo jornalista era informado, também de modo ilegal, de algumas actividades daqueles serviços. Esta atitude do SIED está a indignar toda a gente, incluindo jornalistas e políticos, estes porque aproveitam a ocasião para se mostrarem politicamente correctos. É verdade que num Estado de Direito democrático, como o nosso, não é admissível que se façam, seja por quem for, escutas ilegais. Mas também é verdade que as leis se aplicam de modo igual a todos os cidadãos, que têm o dever de as cumprir. Ora, todos nós portugueses podemos e devemos condenar esta espionagem do SIED e exigir que se investigue o que se passou e se castiguem os transgressores. Mas os jornalistas, não. Não têm moralmente, num caso destes, o direito à indignação. Não é verdade que usam e abusam de escutas ilegais para infernizarem a vida de muitos cidadãos, sobretudo daqueles que exercem actividades políticas de relevo? Então, o que é que esperam? Se não querem ser espiados, não espiem os outros. E não me venham cá com o "dever indiscutível de informar". Indiscutível é o direito que todos os cidadãos têm, sem excepção, à reserva da sua vida privada. Já agora um recadito a António José Seguro, utilizando um adágio popular: "o peixe morre pele boca ".
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Havia o desvio colossal; agora há o corte histórico.
Todos nós já demos conta que o famoso desvio colossal , não foi mais do que um pretexto para o Governo anunciar que nos vai tirar quase metade do susídio de Natal. Sabe-se agora que a execução orçamental do primeiro trimestre foi bem melhor que o previsto, o que nos dá a perspectiva de cumprimento do défice previsto, caso a execussão do segundo semestre continue no bom caminho. Agora, aparece o nosso conhecido Álvaro, ex-bloguer e nos dias de hoje despercebido ministro da Economia, a anunciar que a austeridade tem de ser feita também no Estado e, por isso, o Governo, para dar o exemplo aos portugueses, vai proceder a um "corte histórico" nas despesas. Mas..., um corte histórico em que despesas? Vão cortar mais nas comparticipações dos medicamentos? Vão cortar mais nas reformas e nos ordenados dos servidores públicos (excepto, claro está, no ordenado da super-mulher que chefia o seu gabinete com sacrifício da sua vida pessoal)? Vão cortar nas prestações sociais? Vindo de quem vem, temo que saia asneira que depois vai ser paga pelos portugueses da classe média. Ah, por favor, não cortem nada que prejudique a qualidade de vida do coitado do trabalhador assalariado Américo Amorim, sim? O homem, que já não é novo, pode não aguentar a injustiça!
Etiquetas:
artistas,
demagogia,
politiqueiros
Futebol europeu
Jornada europeia de futebol, na Quarta, Quinta e hoje, Sexta-feira, em que foram protagonistas seis equipas portuguesas. O Porto teve, de longe, o jogo mais importante e mais difícil, não só porque o adversário foi o poderoso Barcelona, mas também porque se tratou de disputar a Supertaça europeia. Em contrapartida o Sporting tinha a tarefa mais fácil, já que o seu antagonista era uma muito frágil equipa dinamarquesa. Difícil era também a tarefa do Guimarães que tinha que ultrapassar o Atlético de Madrid. Pois bem, o balanço geral foi negativo: duas vitórias, um empate e três derrotas. Muito pouco, tendo em conta que o Sporting defrontou uma equipa praticamente amadora (e pasou aflito), que o Braga jogou com uma equipa suíça, perfeitamente ao seu alcance, e que o Nacional da Madeira jogou com uma equipa do segundo escalão dos campeonatos do seu país. Fraco, muito fraco!
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
BOLAS À TRAVE
O Benfica, ganhando na Luz ao Twente por 3-1, depois do empate a 2 bolas na 1.ª mão, garantiu a passagem à fase de grupos de Liga dos Campeões. Vitória com mérito para o Benfica, que jogou com vontade de ganhar a partida, com um Twente atarantado.
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
ASSALARIADOS
Diz que Américo Amorim, interrogado sobre a sua disponibilidade para pagar um imposto extra, terá declarado ser um mero "assalariado". Não sei se foi perguntado sobre quem lhe paga o salário, mas deviam tê-lo feito, para se saber se o seu patrão está ciente de que tem que lhe cativar metade do 13.º mês.
Uns artistas, alguns destes "assalariados".
Uns artistas, alguns destes "assalariados".
DESAPARECIDOS
Não se conhece o paradeiro de Kadhafi.
Ignora-se se Passos Coelho já abandonou a Manta Rota ou já regressou a Massamá.
To Zé Seguro eclipsou-se, mesmo antes de ter sido visto.
No que toca ao primeiro, os "rebeldes" oferecem um bom prémio pela sua cabeça, 'dead ou alive'.
Quantos aos outros dois, o povo apenas ficaria grato só de os ver e ouvir. Não é pedir muito.
Ignora-se se Passos Coelho já abandonou a Manta Rota ou já regressou a Massamá.
To Zé Seguro eclipsou-se, mesmo antes de ter sido visto.
No que toca ao primeiro, os "rebeldes" oferecem um bom prémio pela sua cabeça, 'dead ou alive'.
Quantos aos outros dois, o povo apenas ficaria grato só de os ver e ouvir. Não é pedir muito.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
COMO É?
Afirma Relvas que foram encontradas numa sala do Instituto do Desporto ('numa sala', como?, em cima de uma cadeira, debaixo de um sofá ou num cofre que só agora foi arrombado?), facturas não contabilizadas, desde 2004 até 2010, no valor superior a 6 milhões de euros. Como cidadão e contribuinte quero ver essa estória clarificada rapidamente. O assunto é demasiado grave para se eternizar nos meandros do Ministério Público a quem Relvas diz ter enviado o assunto. Relvas deve informar, desde já, quem são os emitentes das ditas facturas, a quanto montam os seus créditos e a que bens e serviços respeitam.
Os credores já foram contactados para dizerem da sua justiça?
Entretanto, continuo à espera da explicação cabal para o colossal desvio orçamental dos apregoados dois mil milhões de euros.
Os credores já foram contactados para dizerem da sua justiça?
Entretanto, continuo à espera da explicação cabal para o colossal desvio orçamental dos apregoados dois mil milhões de euros.
Nem um cêntimo para a Madeira
Alberto João Jardim que gasta dinheiro na Madeira "à tripa forra", em obras muitas vezes sem sentido e em festas e festanças, como o Carnaval, que só servem para ele se pavonear, vem agora pedir ajuda financeira ao Governo da República, porque é dado adquirido que as finanças regionais estão no vermelho. Não há dinheiro para pagar a fornecedores e, como a dívida já é mais do que colossal, não há crédito. Quer dizer: a Região Autónoma da Madeira está à beira da falência. E, de quem é a culpa? A culpa é dele e dos madeirenses que, completamente cegos e pensando só no imediato, o vão elegendo sucessivamente. Portanto, o problema financeiro da Madeira tem que ser resolvido por eles. Não podem ser, mais uma vez, os portugueses do Continente a terem que resolver o problema.
O Governo da República não pode vacilar. Tem de lhe madar o recado: para lá do já previsto, nem mais um cêntimo para a Madeira. E se Jardim vier outra vez com a ameaça da independência só têm que lhe sugerir que façamos um referendo nacional sobre a questão. Tal como Miguel Sousa Tavares, acho que Jardim teria uma grande surpresa. Os Madeirenses iriam maioritariamente votar contra a independência, enquanto os continentais iriam votar a favor. E sabem porquê? Porque os madeirenses talvez pensem que a independência seria o caminho para a miséria ou para que um qualquer outro Estado lhes pusesse "a pata em cima"; os continentais porque estão fartos de ser "chulados"!
RICOS À RASCA?
Depois de Warren Buffett (que já tem apoiantes nos EUA), temos agora um grupo de capitães da indústria francesa a implorar que lhes façam pagar mais elevados impostos.
Improvável? À primeira vista, sim. A verdade, julgo, é que os tais empresários ricos, que pelo sê-lo não são parvos, temem ver a sua vida a andar para trás, já que o risco de verem os seus produtos na prateleira dos armazéns de fabrico começa a assustá-los. Não querem ver repetida a 'estória' do cavalo do inglês que morreu à fome quando estava quase a habituar-se a passar sem a ração diária.
Contudo, não poderiam esses empresários começar por fazerem regressar a casa os seus grossos cabedais colocados nas off shores, por exemplo? De qualquer modo, não deixa de ser um aviso sério ao laxismo dos governos e autoridades monetárias em causa, mas não só. Não me admiraria nem um pouco que o "movimento" se expandisse, pelo efeito imitação e pela vergonha de ficar de fora.
Há males que vêm por bem? Oxalá.
Improvável? À primeira vista, sim. A verdade, julgo, é que os tais empresários ricos, que pelo sê-lo não são parvos, temem ver a sua vida a andar para trás, já que o risco de verem os seus produtos na prateleira dos armazéns de fabrico começa a assustá-los. Não querem ver repetida a 'estória' do cavalo do inglês que morreu à fome quando estava quase a habituar-se a passar sem a ração diária.
Contudo, não poderiam esses empresários começar por fazerem regressar a casa os seus grossos cabedais colocados nas off shores, por exemplo? De qualquer modo, não deixa de ser um aviso sério ao laxismo dos governos e autoridades monetárias em causa, mas não só. Não me admiraria nem um pouco que o "movimento" se expandisse, pelo efeito imitação e pela vergonha de ficar de fora.
Há males que vêm por bem? Oxalá.
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Onde anda o PS?
O Governo tem tomado várias medidas completamente contraditórias com aquilo que apregoou durante a campanha eleitoral. Houve, até, decisões de ministros que causaram mal estar em um ou nos dois partidos que o apoiam, e não vejo reacção da parte do PS. Porquê? Sabemos que vai haver um Congresso do partido dentro de pouco mais de quinze dias, mas isso não o deve impedir de se assumir, de facto, como o principal partido da Oposição.
É uma acção vergonhosa, mas eu via-me livre do sujeito
Já foi abordada neste blog, pelo amigo 500, o recado vergonhoso que o ministro Relvas deu à Administração da RTP no sentido de darem ao intratável Mário Crespo o lugar de correspondente daquela empresa nos Estados Unidos. A ser verdade, tratar-se-ia do pagamento dos bons serviços que tal personalidade fez durante os últimos governos do PS. Como se sabe, Mário Crespo tornou-se um dos maiores inimigos dos governos de Sócrates, quando não conseguiu regressar a Washington donde tinha sido retirado numa altura em que a RTP era tutelada pelo PSD. Bem, a acção de Relvas, sendo realmente inqualificável, dará a muitos portugueses a possibilidade de poderem ver na SIC-Notícias em horário nobre, um programa noticioso com isenção e alguma qualidade. Por mim, ficar-lhe-ei muito agradecido.
Etiquetas:
há gajos do caraças,
novo governo
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
TUBARÕES
Diz que foram avistados tubarões no Algarve. Mas que grande novidade! Só mesmo um ceguinho de nascença não pode dar-se conta do "fenómeno". A espécie sempre frequentou as paragens e até joga golfe com tacos especiais, únicos, personalizados. Claro que o pessoal da Quarteira, ainda por cima entretido a ler n'A Bola as transferências milionárias, nunca molhando os pés, não se dá conta. Mas que eles existem, existem e são um perigo social, mesmo para os não banhistas. As autoridade marítimas, mas não só, deviam estar atentas a esta e outras espécies predadoras. Mas se tais autoridades nem conseguem isolar e proibir o "estacionamento" das famílias junto às arribas, que se há-de fazer? Não estamos no País do faz-de-conta?
MUDANÇA DE PARADIGMA?
Quando o 3.º homem mais rico do mundo, Warren Buffett, se "queixa" de pagar muito menos impostos do que os seus trabalhadores, advertindo que os ricos são imerecidamente super-mimados pelo Estado, alguma coisa está mal no reino da Dinamarca.
Para quando a mudança de paradigma?
Para quando a mudança de paradigma?
MEMÓRIAS
O venerando continua a comunicar (?) pelo Facebook, referindo-se agora às suas memórias de infância/juventude de algarvio. Está tudo mudado, diz que diz. Até o meu Trás-os-Montes, mesmo sem mar, que nunca teve, nem auto-estradas, que irá ter um dia destes, (haja Deus!) e quase sem combóios, está mudado, vejam só! O mundo pula e avança, já dizia o Gedeão, embora esteja um lugar perigoso, no dizer de Vasco Pulido Valente. Mas este não conta, é só verrina, não tem um único pensamento positivo. O que nos vai valendo é aquele ar dicidido do ministro das Finanças que, com o seu discurso seráfico, nos vai pedindo as couves, as batatas, o chouriço, o azeite, o unto e outros condimentos para confeccionar a sopa de pedra em que era artista.
AINDA O TGV DO ÁLVARO
Um deputado do CDS está intrigado com as declarações do ministro Álvaro proferidas em Madrid, quanto ao TGV. Um deputado do PSD diz-se indignado com as mesmas declarações. Passos e Portas escondem-se e não tugem nem mugem. O maestro não dá a clave da sonata? De música, só de outiva?
Seguro, (in)seguro de si, está desaparcido, fora de combate.
E assim (não) vamos).
Seguro, (in)seguro de si, está desaparcido, fora de combate.
E assim (não) vamos).
O ÁLVARO E O TGV
Não era suposto que, para o PSD, o TGV tinha dado o berro? O ministro Álvaro vai a Espanha, dá uma "conferência" de imprensa (coisa em que os ministros deste governo são useiros), já que apenas apresenta um comunicado em que se limita a dizer que o assunto ainda vai ser estudado, põe-se a milhas e deixa o seu homólogo espanhol com a despesa da conferência?
Mas então não havia já uma decisão de não construir o TGV?
Parece que, em alternativa, quer "oferecer" aos nossos vizinhos uma linha férrea, a partir de Sines, para mercadorias... E se eles não estiverem, como não deverão estar, interessados nessa linha que iria tirar tráfego aos seus portos? Ou vai propor que seja a Espanha a suportar o custo e em lugar de termos o TGV passamos a ter o AVE?
Sempre quero ver como vão o Álvaro e o primeiro sair desta embrulhada.
Bons tempos em íamos ter 5 - cinco - linhas de TGV.... Lembram-se da Cimeira da Figueira da Foz, nos tempos do Zé Manel?
Mas então não havia já uma decisão de não construir o TGV?
Parece que, em alternativa, quer "oferecer" aos nossos vizinhos uma linha férrea, a partir de Sines, para mercadorias... E se eles não estiverem, como não deverão estar, interessados nessa linha que iria tirar tráfego aos seus portos? Ou vai propor que seja a Espanha a suportar o custo e em lugar de termos o TGV passamos a ter o AVE?
Sempre quero ver como vão o Álvaro e o primeiro sair desta embrulhada.
Bons tempos em íamos ter 5 - cinco - linhas de TGV.... Lembram-se da Cimeira da Figueira da Foz, nos tempos do Zé Manel?
PODERÁ SER?
Leio por aí que o untuoso Mário Crespo foi convidado pelo ministro Relvas, à revelia da direcção de Informação e da própria Administração da RTP (a quem compete a indicação e a nomeação, respectivamente para tal cargo), para correspondente permanente de tv pública em Washington, que se encontra actualmente vago.
O oleoso Crespo diz que diz que não foi formalmente convidado, embora se sentisse honrado e capaz de desempenhar a função. À bon entendeur...
A ser verdade, assistimos ao que era veementemente, condenado ao anterior governo. A ser verdade, poderemos estar perante o pagamento de favores feitos ao longo de alguns anos. E, a ser verdade, a direcção de Informação e o próprio presidente da RTP só têm uma porta à vista, a que dá acesso à saída. Se calhar, é que o ministro Relvas pretende sem ter o ónus do despedimento.
Ou teria sido o dono da SIC a meter uma cunha para se ver livre do sujeito?
Aguardemos para (tv)ver.
O oleoso Crespo diz que diz que não foi formalmente convidado, embora se sentisse honrado e capaz de desempenhar a função. À bon entendeur...
A ser verdade, assistimos ao que era veementemente, condenado ao anterior governo. A ser verdade, poderemos estar perante o pagamento de favores feitos ao longo de alguns anos. E, a ser verdade, a direcção de Informação e o próprio presidente da RTP só têm uma porta à vista, a que dá acesso à saída. Se calhar, é que o ministro Relvas pretende sem ter o ónus do despedimento.
Ou teria sido o dono da SIC a meter uma cunha para se ver livre do sujeito?
Aguardemos para (tv)ver.
terça-feira, 16 de agosto de 2011
COMO DIZ?
O ministro Relvas, com ar sério e circunspecto, como se fosse para levar mesmo a sério, diz que temos que poupar mais. Temos, quem? Aqueles que viram aumentar o preço dos transportes públicos? aqueles que vão ver uma boa parcela do seu 13.º mês desviado para o Jardim da Madeira e para o grupo de amigos conluiados no saque do BPN? aqueles que vão sofrer um brutal aumento na electricidade e no gás a partir de Outubro? Poupanças concretas por banda do governo, só em gravatas no ministério da senhora Cristas (o que apenas diz respeito aos usuários), nas viagens aéreas que, afinal, são suportadas pela TAP, e no salário de alguns motoristas que tiveram o azar de não irem parar à Secretaria de Estado do senhor Viegas.
Não brinquem com o zé, pois arriscam-se, no mínimo, a um manguito.
Não brinquem com o zé, pois arriscam-se, no mínimo, a um manguito.
UNIÃO (?) EUROPEIA
Independentemente da bondade das propostas de Sarkozy e da chanceler Merkel hoje apresentadas, pergunto: qual é o papel do presidente da Comissão, Durão Barroso, e do presidente do Conselho, von Rompuy? A coordenação das políticas da UE está atribuída aos chefes de Estado da Alemanha e da França? E por delegação de quem? E "ninguém" se insurge?
domingo, 14 de agosto de 2011
Teve um acidente ou causou um acidente?
Li hoje no Diário de Notícias on-line a seguinte notícia:"Assunção Esteves teve um acidente de viação". Curioso, fui ler o desenvolvimento da mesma e fico a saber que o dito acidente ocorreu na passada Quarta-feira, quando a senhora Presidente da Assembleia da Repúlica conduzia sozinha nas ruas de Faro um automóvel que embateu noutro que tinha travado para uma idosa atravessar a passadeira. A idosa foi atingida e ficou ferida com gravidade, pelo que foi transportada para o Hospital de Faro.
Pergunto: Tratando-se da segunda figura do Estado, e tendo em conta que, de acordo com a notícia, o caso foi participado à polícia, como foi possível não ter sido noticiado mais cedo? Ou ando muito distraído, ou não ouvi nada relacionado com ele em qualquer dos noticiários que ouvi na rádio ou vi na TV. Se fossem Jaime Gama ou Almeida Santos, nos seus consulados, a causarem um acidente destes a notícia não seria, até, abertura de telejornal ou de noticiário na rádio? E se calhar o título da notícia não seria "teve um acidente", mas sim "causou um acidente" . Estou certo ou estou errado? Coisas estanhas da nossa Comunicação Social! Mudam-se os tempos, mudam-se as "vontades".
sábado, 13 de agosto de 2011
Mais um a ajoelhar
Numa entrevista dada pelo ministro das Finanças à TVI, a jornalista Judite de Sousa pergunta-lhe o que é que ele acha do desvario financeiro na Madeira. O ministro contorna a questão, tenta não responder e ..., acaba por dizer que não lhe cabe comentar a questão.
Uma vergonha. O todo poderoso ministro das Finanças, o número dois do Governo, a ajoelhar perante Alberto João Jardim.
Subscrever:
Mensagens (Atom)