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terça-feira, 15 de novembro de 2011

A Maçonaria não é uma religião, nem um maçon tem que adorar um Deus.

Publiquei neste blog um post em que criticava o facto de ter sido noticiado que a Igreja Católica Portuguesa, ou se quizermos alguns dos seus bispos, proibirem os católicos de serem maçons. Recebi um comentário asinado por "Funes, o memorioso", que agradeço - é sempre bom sabermos que somos lidos - mas com o qual não concordo. E porquê?



Diz "Funes, o memorioso" que não percebeu nada do meu post e que o mesmo não faz sentido algum pois entende, pelos vistos, que a Maçonaria é uma confissão religiosa. Só assim entendo algumas perguntas que faz, das quais cito duas: "Porque não há-de (a Igreja) poder dizer que não aceita como membro da Igreja os que adoram outro Deus que não o Deus dos cristãos? "Não será normal que a Igreja não aceite que os católicos sejam muçulmanos?



Ora, a Maçonaria não é dogmática, pratica a tolerância e respeita a liberdade de consciência. Para ela a religião pertence ao foro íntimo de cada um. Ou seja, a Maçonaria não é uma religião. Aceita pessoas de todas as crenças ou sem qualquer crença e de todas as ideologias não totalitárias.



Não devemos recuar aos tempos do "Santo Ofício" nem, mais recentemente, ao tempos da ditadura de Salazar/Caetano e acusar os maçons de serem contra a religião. De resto, sabe-se que muitos e ilustres membros da Maçonaria foram ou são crentes, ou mesmo, até, bispos. Quero entretanto esclarecer que não sou maçon.



domingo, 25 de julho de 2010

Sr. Bispo, não se meta no que não deve...

Que a Igreja Católica dê a sua opinião e até possa criticar medidas que têm a ver com questões sociais, quesões de bons costumes e outras questões de carácter humanitário, ou onde possam estar em causa direitos fundamentais da pessoa humana, é perfeitamente aceitável, se o fizer sem recorrer à demagogia barata. Mas que se meta em questões relacionadas com a actividade económica do país, já me custa a aceitar. Porque veio Sua Excelência Reverendíssima o Senhor Bispo do Porto tentar influenciar as Câmaras Municipais, pedindo-lhes muito bom senso quando tiverem de decidir sobre a possibilidade de concederem às grandres superfícies comerciais do concelho o alargamento do horário de funcionamnto ao Domingo? Em que se sente a Igreja Católica prejudicada com tal medida? É claro que o senhor Bispo do Porto, como cidadão, pode e deve criticar o que muito bem entender, mas fazê-lo numa celebração eucarística na igreja duma paróquia do Porto que pertencente à sua Diocese, já me parece falar como autoridade religiosa e, não acho bem.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

É um exagero

A visita do Papa a Portugal é um acontecimento importante, que toca uma maioria de portugueses. Mas há um exagero por parte da Comunicação Social na cobertura desta visita. Quem não tiver serviço de TV por cabo, arrisca-se a ver o que faz o Papa durante todo o dia. As principais estações de rádio também fazem uma cobertura exaustiva e os jornais não especializados em desporto ou em assuntos económicos dedicam à visita pontifícia mais páginas do que às medidas do governo para controlar o défice. Todos sabemos que uma maioria de portugueses professa a religião católica (embora muitos com pouca prática), mas para quem não é religioso ou professa outra religião, deve ser incomodativo.

terça-feira, 11 de maio de 2010

PAPA BENTO XVI








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Encontra-se em Portugal o Chefe de Estado do Vaticano, Joseph Ratzinger, o Papa Bento XVI, chefe máximo da Igreja Católica.
BEM-VINDO

terça-feira, 30 de março de 2010

A IGREJA E A PEDOFILIA

As suspeitam alastram como a mancha de azeite.
Os casos de pedofilia no âmbito da Igreja Católica (só?) parece que vieram para ficar. Agora até se fala num conhecido cónego do Porto, que estará a ser investigado há 2 anos. E outros haverá no país.
E nem o Papa escapa, pelo menos no que se refere ao manto de silêncio que alegadamente impôs em relação a casos de que terá tomado conhecimento enquanto bispo.
Monsenhor Saraiva Martins disse que a roupa suja da família não se lava em público!... É caso para dizer: porque não te calas?