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segunda-feira, 14 de novembro de 2011
CRISE, QUAL CRISE?
Por despacho do secretário de Estado dos Assuntos Fiscais n.º 15296/2011, publicado na II série do DR de 11 do corrente, é requisitado aos Serviços do Fisco um funcionário que, mantendo, como é óbvio, o seu vencimento, vê este arredondado com um acréscimo de 2000 euros mensais, acrescido dos subsidios de férias e de Natal.
Depois de vermos o pessoal político dos gabinetes (os boys de serviço) serem contemplados com isenção total de horário de trabalho, temos agora gordas gorjetas para uns quantos.
Quem falou em cortes aos funcionários da função pública?
Crise, qual crise?
Depois de vermos o pessoal político dos gabinetes (os boys de serviço) serem contemplados com isenção total de horário de trabalho, temos agora gordas gorjetas para uns quantos.
Quem falou em cortes aos funcionários da função pública?
Crise, qual crise?
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Corta-se na "pensãozita" do "Zé pagode", mas paga-se a nove médicos que não trabalham
Isto só em Portugal! O Estado português contratou nove médicos da Costa Rica para que o Centro de Saúde de Torres Novas tivesse os médicos de que necessita para servir os seus utentes. Os nove médicos, creio que devidamente diplomados pelas autoridades académicas competentes daquele país, estão em Portugal, devidamente instalados como foi acordado no contrato, mas não podem exercer medicina, pasme-se, "por razões apenas burocráticas devido à falta do documento de reciprocidade". Pelos vistos a Ordem dos Médicos para permitir que os médicos costa-riquenhos possam exercer em Portugal a sua profissão, exige a entrega de um documento de reciprocidade que permita aos médicos portugueses exercer medicina na Costa Rica. Acrescente-se, entretanto, que não os há naquele país nem haverá, de certo, nos próximos tempos. Ah, quer dizer que há portugueses que não têm médico de família nem serviços médicos com qualidade, por razões burocráticas. Neste caso, não é por falta de médicos, já que há nove prontinhos a tratar da saúde desses portugueses mas, como dizer ..., é por birra. E o ministro Macedo não faz nada? Então o homem corta..., corta..., corta na qualidade dos serviços, aumenta..., aumenta..., aumenta as taxas moderadoras, e paga a nove médicos que estão em casa "a morrer de tédio"? Afinal somos um país rico. Por isso, não cortem mais nas pensãozita do "Zé pagode".
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