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quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Uma vergonha!

Mais uma machadada no serviço público de televisão dada pela RTP.

A RTP resolveu, e bem, criar um programa na área da informação, em que um líder de um partido político é confrontado, em directo, com perguntas de pessoas de diferentes escalões etários e profissões, que estão numa plateia. A RTP resolveu, e bem, começar as emissões do programa com o líder do partido com maior representação parlamentar – Passos Coelho, líder do PSD. A RTP resolveu, e aí não sei se bem, se mal, que o programa não terá emissão regular e que apenas terá duas ou três emissões anuais, “para que não se banalize”. Mas a RTP resolveu, e mal, mesmo muito mal, que a primeira emissão, com Pedro Passos Coelho, irá para o ar a poucos dias das eleições autárquicas. Pergunto, porque não depois das eleições? Esta atitude da RTP configura uma situação de frete e subserviência do serviço público ao poder político instalado, própria de países com eleições, sim, mas com governos autoritários, de que é exemplo mais usual na actualidade a Venezuela do falecido presidente Chavez e do actual presidente Maduro. Que vergonha! 

sábado, 19 de novembro de 2011

ATÉ EU RECUSAVA

"A presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, recusou o salário de mais de cinco mil euros, como segunda figura do Estado", lia eu no JN de hoje. Bravo, caramba!, pensei para comigo. Continuando a ler a notícia, já não pensei mas disse: "ora porra, assim também eu!".
Afinal, a "presidenta" reformou-se aos 42 anos (!), com uma pensão de 7255,51 euros, embolsando ainda 2133 euros de despesas de representação pelo actual cargo. (Um aparte: nunca entendi muito bem estas despesas de representação. Se o cargo implica 'despesas de representação' - e admito que sim - as mesmas serão remetidas ao Órgão em questão que, depois de verificar a sua legalidade e enquadramento, as deve pagar).
A senhora até nem tem culpa. A culpa é que quem fez as leis, a pensar em si e nos filhotes que lhes sucederão, que permitem estas 'desvergonhas'. Até quando abusarão da nossa paciência?