Oliveira e Costa e alguns companheiros de 'aventura' do BPN foram condenados a penas efectivas de prisão, outros nem tanto e uns outros conseguiram passar entre os pingos da chuva.....E ainda vai haver, como é de bom tom, recursos, pelo que lá para os anos 30 se possa conhecer o final do filme de terror que foi tal 'aventura'.
Bom e o cacau, onde está o cacau? Sumiu para onde? Quando é que vejo de volta o que lá me obrigaram a pôr?
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quarta-feira, 24 de maio de 2017
terça-feira, 29 de setembro de 2015
SÃO TROCOS, SENHOR...
Auditor alertou para imparidades insuficientes na Parvalorem
Filipe Alves
filipe.alves@economico.pt
A ministra das Finanças revelou hoje que fez perguntas à empresa porque defendia que as previsões eram pessimistas. A Deloitte avisou, no entanto, que havia excesso de optimismo na avaliação dos activos.
Diário Económico online
A Deloitte achava que havia optimismo a mais nas "imparidades" das contas do BPN. A (à data) secretária de Estado do Tesouro entendia que, pelo contrário, havia pessimismo a mais. "Eh pá, essa foto não está um bocado desfocada? Dá aí um jeito."
Sendo que o "corte" foi da ordem dos 150 milhões, o desvio atingirá, no mínimo, os 300 milhões. Peanuts para enfeitar o défice, ou seja, albarde-se o burro à vontade do dono.
Bem sei que a culpa foi do Sócrates, que privatizou o BPN dos amigos de peito daquele senhor que reside oficialmente para os lados de Belém, na capital do Império e a quem (aos amigos) ainda ninguém pediu as devidas responsabilidades. Como diria o Jerónimo: onde está o dinheiro?
segunda-feira, 11 de maio de 2015
Coitadinhos deles!
Confesso
que me fartei de chorar (de riso, claro!) quando li a seguinte notícia:”CMVM
aplica multa de 100 mil euros a Oliveira e Costa e de 200 mil euros ao BIC”:
Angustiado,
fui ler o desenvolvimento da notícia, e…, não é que há outras vítimas deste acervo
de justicialista da CMVM? Pois é, lá estão outros ex administradores do BPN.
Coitadinhos deles todos. Então não é que os pobres (ou ricos?) coitados têm que
ir às offshores levantar algum dinheirito que lá esconderam! Isto não se faz
àquela boa gente!!! Porque não puseram
mais uma vez os portugueses a pagar por eles?
Reparem
naquela carinha de preocupado de Oliveira e Costa!
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há gajos do caraças,
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quinta-feira, 3 de abril de 2014
BPN E BARROSO VS CONSTÂNCIO
"BPN COM O RABO DE FORA
(...)
Durão preocupou-se agora. E de repente lembrou-se: então e você não me pergunta sobre o BPN? Podia ter-se recordado mais cedo, talvez durante as duas comissões de inquérito que decorreram na Assembleia da República. Três conversas com Constâncio sobre um assunto deste calibre revelam insistência, desconfiança, algum fio de informação. Tinha o primeiro-ministro algum facto? Chegou-lhe numa carta anónima enviada por uma toupeira bem colocada? Entre uma bolachinha e as taxas de juro, lembrou-se do BPN de repente? E nos três bate-papos, 1,2,3, ficou sempre tranquilo com as respostas? Sugeriu à Procuradoria-Geral da República que olhasse para o assunto? Falou com os ministros das Finanças, da Administração Interna e da Justiça? Quando passou a pasta a Santana Lopes, apesar da pressa notória em abalar, mencionou a pequena inquietação, o BPN no sapato? São perguntas que a investigação e o tribunal ainda podem fazer. Devem fazer. Irão fazer?"
André Macedo in DN
Aqui está uma dúvida que já me tinha assaltado: o primeiro-ministro à época, Durão Barroso, convoca o governador do Banco de Portugal, Vítor Constâncio, por causa do BPN, por 3 vezes e, não ouvindo respostas concludentes, fica calado, não reage nem dá conhecimento das dúvidas ou das informações de que dispõe a quem de 'direito'? E vem agora, tarde e mal e sem que tenha sido perguntado, levantar o problema? Se Constâncio foi ou não diligente não é problema que neste momento me interessa. Barroso foi cobarde, e foi-o a destempo.
Ou será que Constâncio lhe recordou os chernes que estavam envolvidos no BPN e ele calou e engoliu?
Que pretende ele, agora, com a 'informação' prestada por sua iniciativa? Interrogue-se o homem para dizer tudo o que sabe, com provas em cima da mesa e sujeito a contraditório.
(...)
Durão preocupou-se agora. E de repente lembrou-se: então e você não me pergunta sobre o BPN? Podia ter-se recordado mais cedo, talvez durante as duas comissões de inquérito que decorreram na Assembleia da República. Três conversas com Constâncio sobre um assunto deste calibre revelam insistência, desconfiança, algum fio de informação. Tinha o primeiro-ministro algum facto? Chegou-lhe numa carta anónima enviada por uma toupeira bem colocada? Entre uma bolachinha e as taxas de juro, lembrou-se do BPN de repente? E nos três bate-papos, 1,2,3, ficou sempre tranquilo com as respostas? Sugeriu à Procuradoria-Geral da República que olhasse para o assunto? Falou com os ministros das Finanças, da Administração Interna e da Justiça? Quando passou a pasta a Santana Lopes, apesar da pressa notória em abalar, mencionou a pequena inquietação, o BPN no sapato? São perguntas que a investigação e o tribunal ainda podem fazer. Devem fazer. Irão fazer?"
André Macedo in DN
Aqui está uma dúvida que já me tinha assaltado: o primeiro-ministro à época, Durão Barroso, convoca o governador do Banco de Portugal, Vítor Constâncio, por causa do BPN, por 3 vezes e, não ouvindo respostas concludentes, fica calado, não reage nem dá conhecimento das dúvidas ou das informações de que dispõe a quem de 'direito'? E vem agora, tarde e mal e sem que tenha sido perguntado, levantar o problema? Se Constâncio foi ou não diligente não é problema que neste momento me interessa. Barroso foi cobarde, e foi-o a destempo.
Ou será que Constâncio lhe recordou os chernes que estavam envolvidos no BPN e ele calou e engoliu?
Que pretende ele, agora, com a 'informação' prestada por sua iniciativa? Interrogue-se o homem para dizer tudo o que sabe, com provas em cima da mesa e sujeito a contraditório.
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Ainda o BPN. Gostava de saber o que diz Cavaco Silva!
Ainda
a propósito das soezes declarações de Durão Barroso, que pretenderam atacar
Victor Constâncio, quero chamar a atenção para uma carta aberta, hoje
divulgada, subscrita por cinco ex-líderes do Banco de Portugal, em defesa do
seu ex-Governador. Directamente não chamaram ignorante, ou burro,a Barroso, mas
sempre foram dizendoque quem diz o que este disse, “não compreende a natureza dos
bancos centrais e, em particular, das suas funções de supervisão bancária”.
Foram corteses, não foram?
No
entanto, Silva Lopes, talvez o subscritor mais velho, foi arrasador para
aqueles que querem culpar Victor Constâncio. Lá foi dizendo: “Uma coisa que me
espanta é que anda tudo a atirar a Victor Constâncio e, entretanto, Oliveira e
Costa e os outros que, com ele, estavam na administração do BPN estão por aí à
mesma, na calma, à espera que o processo deles venha a prescrever”.
Por
razões óbvias, eu gostava de saber o que é que Cavaco Silva pensa destas
declarações de Silva Lopes!
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O que quis Barroso?
O Senhor Durão Barroso – ex-maoista, ex-ministro,
ex-primeiro-ministro, ex-líder do PPD e, quase, quase ex-presidente da Comissão
Europeia – deu uma entrevista à SIC-Notícias e ao jornal Expresso. Não ouvi ou
li a entrevista, mas pelos comentários que fui ouvindo fiquei com a ideia que
Barroso disse muitos disparates. Se ficasse só pelos disparates nada a dizer, o
problema era dele. Mas Barroso foi além do tolerável e resolveu atacar quem não
devia.
Resolveu atacar os subscritores do manifesto a favor
da reestruturação da dívida portuguesa, de forma descortês, para contentar a
direita europeia neoliberal que lhe deu o tacho durante estes anos e de quem espera
os bons ofícios com o objectivo de lhe poder ser dado um qualquer cargo internacional.
Mas consta que até a Frau Merkel, de quem Barroso foi sempre muito “atento,
obrigado e venerador”, já se fartou dele. Outro ataque soez, rasteiro, ou até
mesmo reles, teve como alvo Victor Constâncio a propósito do caso BPN. E
qualifico-o com tais adjectivos porque Durão Barroso forçou falar sobre esta
questão já no fim da conversa com o jornalista. O que pretendeu Barroso? É
claro, contentar a direita mais reacionária . E conseguiu-o. Apareceram logo
dois deputados – um deles eurodeputado –
a questionarem Victor Constâncio e se confirma ou desmente as declarações do
presidente da Comissão Europeia. Que tristeza! Estes pobres coitados deviam era
preocupar-se com as prescrições dos processos judiciais relativos a eventuais
crimes ocorridos nos sistemas financeiros. Mas…, há sempre um mas. Não querem
tocar em quem, mais tarde, lhes pode proporcionar um bom lugar que os conduzirá
a uma boa reforma. Triste sina a de deputado, não é?
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sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
E POR CÁ?
O JP Morgan aceitou pagar 2000 mil milhões de dólares por conivência de práticas suspeitas de Bernard Madoff, o qual se encontra à sombra até sempre. Esta multa segue-se a uma outra, já paga, de 13 mil milhões de dólares.
Entretanto, por cá (BPN, BPP e outros) continua tudo a marinar, a justificar os brandos costumes da pátria.
Entretanto, por cá (BPN, BPP e outros) continua tudo a marinar, a justificar os brandos costumes da pátria.
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
COMO DIZ?
"O tribunal criminal que está a julgar o caso Homeland não conseguiu notificar o antigo presidente do BPN José Oliveira e Costa para depor como testemunha no julgamento em que Duarte Lima é um dos arguidos.(...)"
Público de hoje
Vamos a ver se entendi: o Oliveira e Costa não estava em prisão domiciliária com pulseira electrónica? Fugiu e a polícia não deu ainda conta? Morreu e os noticiários omitiram o facto? Façam o favor de explicar a coisa. Ou sou eu que ensandeci?
Público de hoje
Vamos a ver se entendi: o Oliveira e Costa não estava em prisão domiciliária com pulseira electrónica? Fugiu e a polícia não deu ainda conta? Morreu e os noticiários omitiram o facto? Façam o favor de explicar a coisa. Ou sou eu que ensandeci?
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
BPN
Deambulando por aí, nos últimos dias não pude estar atento à informação. Contudo, lá fui lendo ou ouvindo algumas notícias esparsas. Uma delas dizia que o trabalhador corticeiro Amorim tinha, em tempos, contraído junto do BPN um empréstimo de 1,6 milhões de euros, para aquisição da posição que detém na Galp, empréstimo esse que não foi ainda pago. Já não recordo o autor da 'informação', mas quero crer que tal não corresponde à verdade. Certo é que não li nem ouvi (fruto da minha pouca atenção?) nenhum desmentido do próprio trabalhador/investidor, do BPN ou do ministério das Finanças.
Ou é mentira e o autor tem que ser chamado à responsabilidade, ou é verdade e o assunto é extremamente grave, até porque o BPN foi vendido à D. Isabel pela módica quantia de 40 milhões. O BPN contabilizou os 1,6 milhões em incobráveis, o que significa que tive que participar no buraco? E não tinha garantias, se mais não fosse as próprias acções da Galp? Repito: espero que a 'notícia' não corresponda à verdade ou então que estivesse a delirar quando julguei ouvi-la. Mas gostava de ser elucidado para não ficar com dúvidas.
Ou é mentira e o autor tem que ser chamado à responsabilidade, ou é verdade e o assunto é extremamente grave, até porque o BPN foi vendido à D. Isabel pela módica quantia de 40 milhões. O BPN contabilizou os 1,6 milhões em incobráveis, o que significa que tive que participar no buraco? E não tinha garantias, se mais não fosse as próprias acções da Galp? Repito: espero que a 'notícia' não corresponda à verdade ou então que estivesse a delirar quando julguei ouvi-la. Mas gostava de ser elucidado para não ficar com dúvidas.
sábado, 6 de agosto de 2011
LIDO - 3
"Tivessem sido José Sócrates e Teixeira dos Santos a fazer um décimo das maldades que este Governo já fez aos portugueses em pouco mais de um mês, e teríamos as multidões na rua e a imprensa aos gritos".
"Eles [BPN] nasceram fruto da 'iniciativa privada' do PSD de Cavaco Silva e regressam, como iniciativa privada', ao PSD de Cavaco Silva..."
Miguel Sousa Tavares, Expresso
"Eles [BPN] nasceram fruto da 'iniciativa privada' do PSD de Cavaco Silva e regressam, como iniciativa privada', ao PSD de Cavaco Silva..."
Miguel Sousa Tavares, Expresso
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
ATÉ ÀS CALENDAS
O caso BPN começou a ser julgado hoje, mas já foi adiado para 19 de Janeiro. Muita água há-de ir parar ao mar até o caso ser, definitivamente, julgado, palpita-me.
Oa pauzinhos na engrenagem não hão-de faltar...
Entretanto, como ninguém oferece um chavo pela coisa, lá teremos que aguentar uns bons milhões...
Oa pauzinhos na engrenagem não hão-de faltar...
Entretanto, como ninguém oferece um chavo pela coisa, lá teremos que aguentar uns bons milhões...
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